quarta-feira, 16 de julho de 2014

Entenda o conflito Israel x Palestina - A verdade está na Bíblia


Entenda o atual conflito
A mais recente escalada de violência começou com o desaparecimento de três adolescentes israelenses na Cisjordânia. Israel acusou o Hamas, que controla a Faixa de Gaza, do sequestro. O grupo islamita não confirmou nem negou envolvimento. Israel deslocou soldados para a área da Cisjordânia e dezenas de membros do Hamas foram detidos. Foguetes foram disparados da Faixa de Gaza contra Israel. Os corpos dos três jovens foram encontrados em 30 de junho, com marcas de tiros. A tensão aumentou, com Israel respondendo aos disparos feitos por Gaza. No dia seguinte, um adolescente palestino foi sequestrado e morto em Jerusalém Oriental. A autópsia indicou que ele foi queimado vivo.


Israel prendeu seis judeus extremistas pelo assassinato do garoto palestino, e três dos detidos confessaram o crime. Isso reforçou as suspeitas de que a morte teve motivação política e gerou uma onda de revolta e protestos em Gaza. (leia mais detalhes aqui)

A operação, que Israel diz ter como objetivo interromper o lançamento de foguetes contra seu território, foi iniciada há oito dias e já deixou mais de 200 palestinos mortos, segundo Ministério da Saúde do território palestino. A ONU advertiu que a maioria das vítimas é civil. 

Israel alertou cerca de 100 mil habitantes de Gaza para que deixem suas casas nesta quarta-feira (16), num claro aviso de que vai intensificar a nova onda de bombardeios na região.

A verdade está na Bíblia
Desde que Ismael nasceu, houve desconforto na casa de Abraão. Desde que Isaque nasceu, depois de Ismael, há conflito entre eles e os povos que deles descenderam.

Reza o Velho Testamento que Abraão recebeu de Deus, por volta dos 75 anos de idade, o chamado para se mudar de mala e cuia para os rincões de Canaã, com a promessa de que seus descendentes dariam origem ali a uma grande nação. Dez anos depois, porém, já estabelecido na nova terra, o longevo migrante ainda não havia conseguido gerar a tão esperada prole. Sara, a esposa, o instigou a desposar sua serva, a egípcia Agar, para fazer valer o desígnio divino – união que produziu o menino Ismael. Quando o rapagote completava seu 13º aniversário, Abraão, já com 99 anos, teve outro encontro com Deus, que reiterou a promessa feita anteriormente e garantiu que a posteridade de Abraão sairia das entranhas de Sara. Dito e feito: no ano seguinte veio ao mundo Isaac, filho do centenário porém fecundo patriarca.


Na festa de apresentação de Isaac, contudo, Sara viu o primogênito zombando do caçula, e ordenou ao marido que expulsasse Agar e Ismael de seus domínios. A idéia de desterrar o sangue do seu sangue não agradou a Abraão, que apenas levou a cabo a ação por ter a garantia de Deus que seu filho com a escrava também teria um destino fabuloso, iniciando outra grande nação. Assim, fornecendo um pão e um odre de água a Agar e Ismael, o patriarca mostrou-lhes o caminho da rua logo na manhã seguinte. Ambos erraram por algum tempo pelo deserto da Bersabéia, até que Ismael se fixou no deserto da Arábia, produzindo doze filhos – as doze tribos ismaelitas, ancestrais do povo árabe. Do outro lado da família, em Canaã, seu irmão Isaac teve como prole Esaú e Jacó. Os doze herdeiros deste último (rebatizado mais tarde de Israel) compuseram as doze tribos que deram origem ao povo hebreu.

Agora vemos uma guerra absurda e muito cruel, irracional, movida a ira. Israel, que perdeu seus referenciais morais que DEUS lhe dera, como estado moderno, tem uma estratégia para conflitos, não para a paz. Os palestinos, tem uma estratégia idêntica, e não pensam em paz. Por quê isso? Simples, eles se odeiam, um quer ver o outro banido do mapa. Eles são uma família, mas nunca conviverão. Eles jamais se sentarão numa reunião para um acordo de paz. Se o fizerem, será para pouco depois empunharem suas armas na busca de eliminar um ao outro. Um povo detesta o outro povo. Querem eliminar-se mutuamente.

Os palestinos da Faixa de Gaza, em torno de 1,5 milhão de pessoas, vivem num território que mede uns 45 km de comprimento por 6 km a 12 km de largura. Um pequeno pedaço de terra para muita gente. É uma das maiores densidades demográficas do mundo. Imagine lançar bombas num lugar assim densamente habitado. Morrem civis, crianças, mulheres, idosos. E os feridos são sempre em elevado número. Os viúvos, as viúvas, os órfãos que restam, sofrem, seus parentes e conhecidos desejam vingança. Isso leva a quê? A mais medo e mais ódio. Se matarem todos os militantes do Hamas, outros virão, pois a operação só aumentará a ira. E o que falar dos foguetes lançados por militantes palestinos contra as cidades israelenses?

O que Israel conseguiu com a operação no Líbano, nos anos 80, contra a OLP de Yasser Arafat? Resultou no surgimento do Hesbollah, mais um grupo de radicais dispostos a se matarem contra um inimigo invencível. Aliás, esses dois povos, são um para o outro, inimigos invencíveis e irreconciliáveis. Eles jamais se perdoarão. Jamais um aceitará o outro, jamais coexistirão em paz. 

Então, o que fazer? Ninguém sabe. Naquela terra, onde JESUS nasceu, onde está Jerusalém, cidade do Templo de Salomão, de onde deveria iluminar a paz ao mundo, onde nasceu o menino JESUS, Rei da Paz, enquanto houver habitantes não haverá paz. De lá vem o espírito de guerra sobre o mundo. Irônico, mas trágico e real. Um retrato dos efeitos do pecado sobre o ser humano.

2 comentários:

  1. Parabéns!!!!!!!!! O melhor resumo encontrado na net sobre esta estupida guerra entre esses povos !! Perfeito! Infelizmente uma grande verdade. Triste e trágica!! Não sabemos até onde isso os levará! Ou melhor dizendo...nos levarão a todos!!

    Parabéns!!!

    Que Deus abençoe a todos nós e enquanto perdurar esse mundo exista uma esperança de paz entre todos os povos!!

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  2. legalzinho seu texto

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