domingo, 15 de julho de 2018

E se Deus te presentear com a derrota?

Na final da Copa do Mundo disputada hoje em Moscou na Rússia, o time da Croácia deu uma aula de desporto e civilidade. Perdeu para a França com brio, garra e combatividade. Mesmo quando já não havia mais possibilidade de empate, jogou como se houvesse. Não desmereceu o esporte, sua nação e a linda presidente do país, Kolinda Grabar-Kitarović, que assistia, esbanjando simpatia, beleza e educação. Nenhum caiu no chão como se uma tragédia houvesse se abatido sobre a vida. Não! Apenas a tristeza, mas dominada, de quem perdeu um título esportivo. (via facebook do Pr. Benedito Muniz)

“Tudo isso é incrível e inesquecível”, disse o narrador na TV croata após o apito final de Néstor Pitana. “Agora o mundo inteiro sabe que nosso pequeno país tem jogadores fabulosos”, acrescentou. “Terminou uma belíssima aventura, a Croácia é segunda”, diz o jornal “Jutarnji list”. “Os alvirrubros são nosso orgulho”, reforça o “Vecernji list”.

Fica a lição para a nossa vida espiritual também. 

Hoje, vemos muitos dando uma grande ênfase na vitória como sendo um referencial perfeito para indicar as pessoas que servem a Deus de verdade e são abençoadas por Ele. Os vencedores são os abençoados, não os perdedores. Os ricos são os abençoados, não os pobres. A fé vencedora é dos que venceram situações e não dos que perderam. 

O problema é que o referencial humano sobre a vitória está bem longe do referencial que Deus tem dela. É evidente que o Senhor é um Deus que dá a vitória aos seus filhos, mas a plenitude da Sua ação não se dá apenas em ambientes onde o ser humano enxerga a vitória. 

Sadraque, Mesaque e Abede-Nego estavam diante do tirano rei da Babilônia, Nabucodonosor. Esse rei, loucamente, manda construir uma imagem para que todos a adorassem. Esses três desobedeceram a ordem e foram chamados para uma conversa particular com o rei. A resposta desses jovens ao rei é que nos mostra algo surpreendente sobre a vitória: 
“Se formos atirados na fornalha em chamas, o Deus a quem prestamos culto pode livrar-nos, e Ele nos livrará das suas mãos, ó rei. Mas, se Ele não nos livrar, saiba, ó rei, que não prestaremos culto aos seus deuses nem adoraremos a imagem de ouro que mandaste erguer.” (Daniel 3:17-18) 
O que chama a atenção é que esses jovens criam que Deus tinha a escolha de livrá-los ou não. Essa atitude deles não era uma atitude de covardia ou de resignação, mas de fé plena em Deus, acontecesse o que acontecesse. Se eles morressem queimados, morreriam em obediência e pleno exercício de sua fé. Humanamente, talvez seriam chamados de derrotados, mas espiritualmente seriam vitoriosos. Eles não viam na vitória a base de sua fé, mas apenas no cumprimento da vontade de Deus, seja ela qual fosse. Eles confiavam na direção do Pai em todas as situações. 

Assim, as circunstâncias não tinham o poder de destruir a fé deles. A vitória era bem-vinda, mas se fossem derrotados (humanamente falando), mesmo assim morreriam exercendo plenamente a obediência à vontade do Pai e, portanto, seriam vitoriosos diante de Deus. 

Agora, a questão é nossa: E se acontecer a nossa derrota? Continuaremos firmes na fé em Deus? Estaremos dispostos a exercer a fé seja no “sim” seja no “não”? 

Consigo entender a lógica arrebatadora de Jesus no sermão da Montanha, quando Ele diz que bem-aventurado é aquele que chora, pois será consolado. Precisamos aprender a conviver com a derrota. Precisamos aprender a conviver com frustrações e sonhos não realizados. Saber perder não é conformar-se com a derrota, mas entendê-la como necessária para uma outra perspectiva da vida. Todas as vezes que perdemos, precisamos olhar a vida sem auto comiseração. Deus está nos dando uma nova chance de fazer aquilo que deixamos de fazer. Esta lição serve para muitas situações. Seja luto, seja falência, sejam relacionamentos destruídos, seja até um jogo perdido... 

Uma das orações mais difíceis que podemos fazer é esta: “Jesus, ensina-me a perder!”

sexta-feira, 13 de julho de 2018

Você é um cristão vampiro?

Jesus morreu pelos nossos pecados! Essa é a afirmação central e de maior importância em toda a Bíblia. Em Hebreus 9:22 está escrito que “sem derramamento de sangue, não há remissão”. O ser humano pecador estava com seu destino traçado, a morte, como consequência dos seus pecados. Mas Deus em seu infinito amor assumiu a culpa dos nossos erros e nos deu a possibilidade da vida eterna.

Por meio da igreja, pessoas confirmam a boa notícia de que há uma solução para o problema do pecado. Na cruz do Calvário, os pecados de todos estavam depositados. A vida sem pecado de Jesus terminou com uma morte não necessária, mas escolhida por Jesus.

Os cristãos não são perfeitos, são apenas pessoas que sentem-se perdoadas e que querem ajudar outros a sentirem-se da mesma forma. Conscientes do perdão, os cristãos recebem uma missão especial de Deus: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mateus 28:19).

A ordem de Jesus para fazer discípulos implica também no fato de que antes de fazer é necessário ser um discípulo. Não existe na Bíblia nenhuma indicação para apenas desfrutar o perdão de Jesus e não ter que se relacionar com ele.

Esse sentimento não é novo nos círculos cristãos, mas nos últimos anos vem ganhando espaço com um pensamento utilitarista da religião. Não existe fundamento bíblico para a ideia de que os seres humanos podem optar por aceitar a Cristo, porque precisam dEle como Salvador, e então tem o direito de obedecer ou não o que Ele deixou como instrução e norma em Sua palavra.

Essa falsa compreensão de que existe salvação sem obediência cria a ideia do cristão vampiro, como apresentado por Dallas Willard no livro “A Grande Omissão”.

Os vampiros são seres mitológicos e parte de um folclore muito antigo. São personagens comuns nos temas de terror e que se alimentam de sangue. É aqui que entra a comparação com um certo tipo de cristianismo. Talvez você pense que a comparação foi muito pesada, mas acredito que a força da comparação vai ajudar a entender melhor o perigo desse tipo de estilo de relacionamento com Jesus.

O cristão vampiro é aquele que entendeu o sacrifício de Jesus e diz a Ele: “Eu quero um pouco de seu sangue para ser perdoado, por favor. Mas eu não quero ser seu discípulo e nem me preocupar em imitá-Lo.” E isso é realmente o que Jesus espera?

Você não pode realmente confiar nEle para o perdão dos pecados, enquanto não confiar nEle para todas as outras coisas da sua vida. Estamos num processo constante de aprendizagem e crescimento. É o que chamamos de santificação. Lutamos contra nós mesmos (Romanos 7:15) por causa da tendência que temos ao pecado. Lamentavelmente as pessoas, em geral, escolhem o pecado e criam muitas explicações sobre porque é aceitável pecar. Mas, mesmo assim, ninguém escolhe ser um pecador. As pessoas podem até admitir uma mentira, por exemplo, mas definitivamente sempre negarão que são mentirosas. É como aceitar que peco, mas que não sou pecador.

Jesus nos liberta das nossas intenções fracassadas e isso requer continuidade. Em João 15, por exemplo, Jesus repete 11 vezes a expressão “permanecer”. A permanência na videira não ocorre automaticamente. Separado da videira, não pode o ramo viver. Da mesma forma, um cristão não pode viver separado dEle.

É pela contínua comunhão com Ele que é possível crescer. Nenhum ramo produzirá fruto se estiver apenas ocasionalmente conectado à videira. A ligação precisa ser consistente. O ramo precisa permanecer na videira. Comunhão a cada dia, a cada hora e em qualquer situação.

Esta é a união que aparece retratada em João 6, sob a figura de comer o Seu corpo e beber o Seu sangue. O verso 63 oferece um indicador: “As palavras que Eu vos tenho dito, são espírito e são vida.” Assim, é por intermédio da Bíblia e da oração que podemos permanecer nEle e quem não permanecer será incapaz de produzir fruto, logo será cortado.

Comunhão contínua consiste de contínua conversa. Orar sem cessar significa manter ininterrupta comunhão com Deus. Os frutos do Espírito são desenvolvidos como consequências da comunhão permanente. São eles o amor, a alegria, a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fidelidade, a mansidão e o domínio próprio (Gálatas 5:22).

A comunhão contínua coloca o ser humano em seu verdadeiro papel dentro do plano da salvação e é um antídoto contra o vampirismo cristão. Jesus precisa ser o todo.

O primeiro mandamento da lei de Deus adverte a não se ter outros deuses diante do Criador. Deuses não se referem apenas a entidades criadas, mas um “deus” sempre será aquilo que ocupa o primeiro lugar em seu coração. Deus está nos advertindo a não ter nada em primeiro lugar no coração senão Ele. A verdade é que se Deus não for o primeiro, Ele também não será o segundo e nem o terceiro. Com Deus, ou é tudo ou nada.

Ou você está ou não está. O vampirismo é ficar em cima do muro da entrega total e praticar um cristianismo interesseiro. Lute contra isso e permaneça ligado Àquele que nunca desistiu de você e que deu Seu sangue para que você pudesse ter uma nova vida, não só a eterna, mas uma nova vida desde agora.

Rafael Rossi (via Em dia com o nosso tempo)

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Ellen White ouviu o dia e a hora da Segunda Vinda de Cristo?

O texto em que Ellen G. White se refere à data e hora da segunda vinda de Jesus está no livro Primeiros Escritos, onde ela narra sua primeira visão. Esta visão se refere à difícil jornada do cristão até o momento da volta de Jesus. Quando ela menciona que Deus anuncia o dia e hora da volta da vinda de Jesus, ela está falando dos momentos derradeiros da história terrestre. Nesse período, a situação do povo de Deus se tornará desesperadora diante da perseguição dos ímpios, e Deus então consolará seu povo anunciando o dia e hora da volta de Jesus. Observe o texto:
“Se conservavam o olhar fixo em Jesus, que Se achava precisamente diante deles, guiando-os para a cidade, estavam seguros. Mas logo alguns ficaram cansados, e disseram que a cidade estava muito longe e esperavam nela ter entrado antes. Então Jesus os animava, levantando Seu glorioso braço direito, e de Seu braço saía uma luz que incidia sobre o povo do advento, e eles clamavam: “Aleluia!” Outros temerariamente negavam a existência da luz atrás deles e diziam que não fora Deus quem os guiara tão longe. A luz atrás deles desaparecia, deixando-lhes os pés em densas trevas, de modo que tropeçavam e, perdendo de vista o sinal e a Jesus, caíam do caminho para baixo, no mundo tenebroso e ímpio. Logo ouvimos a voz de Deus, semelhante a muitas águas, a qual nos anunciou o dia e a hora da vinda de Jesus. Os santos vivos, em número de 144.000, reconheceram e entenderam a voz, ao passo que os ímpios julgaram fosse um trovão ou terremoto. Ao declarar Deus a hora, verteu sobre nós o Espírito Santo, e nosso rosto brilhou com o esplendor da glória de Deus, como aconteceu com Moisés, na descida do monte Sinai. Os 144.000 estavam todos selados e perfeitamente unidos. Em sua testa estava escrito: “Deus, Nova Jerusalém”, e tinham uma estrela gloriosa que continha o novo nome de Jesus. Por causa de nosso estado feliz e santo, os ímpios enraiveceram-se e arremeteram violentamente para lançar mão de nós, a fim de lançar-nos à prisão, quando estendemos a mão em nome do Senhor e eles caíram indefesos ao chão. Foi então que a sinagoga de Satanás conheceu que Deus nos havia amado, que lavávamos os pés uns aos outros e saudávamos os irmãos com ósculo santo; e adoraram a nossos pés. Logo nossos olhares foram dirigidos ao oriente, pois aparecera uma nuvenzinha aproximadamente do tamanho da metade da mão de homem, a qual todos nós soubemos ser o sinal do Filho do homem.” (Primeiros Escritos, pp. 14-16) 
Em mais dois trechos do livro ela se refere a esse anúncio de Deus: 
“No tempo da angústia fugimos todos das cidades e vilas, mas fomos perseguidos pelos ímpios, os quais entraram nas casas dos santos com espada. Eles ergueram a espada para matar-nos, mas esta quebrou-se, e caiu ao chão tão impotente como palha. Então clamamos dia e noite por livramento, e o clamor subiu até Deus. O Sol apareceu, a Lua permaneceu imóvel, as correntes de água cessaram de fluir. Nuvens negras e pesadas se acumularam e se chocavam umas contra as outras. Mas havia um espaço claro de glória indescritível, de onde veio a voz de Deus como de muitas águas, a qual fez estremecer os céus e a Terra. O céu se abria e se fechava e estava em comoção. As montanhas se agitavam como uma cana ao vento e rochas irregulares eram lançadas ao redor. O mar fervia como uma panela e arremessava pedras sobre a Terra. E ao anunciar Deus o dia e a hora da volta de Jesus e declarar o concerto eterno com Seu povo, Ele proferia uma sentença, e então fazia uma pausa, enquanto as palavras reboavam através da Terra. O Israel de Deus permanecia com os olhos fixos no alto, atento às palavras que vinham da boca de Jeová e rolavam através da Terra como trovoadas”. (Primeiros Escritos, p. 34) 

“O céu abria-se e fechava-se, e estava em comoção. As montanhas tremiam como uma vara ao vento, e lançavam por todos os lados pedras irregulares. O mar fervia como uma panela e lançava pedras sobre a terra. E, falando Deus o dia e a hora da vinda de Jesus, e declarando o concerto eterno com o Seu povo, proferia uma sentença e então silenciava, enquanto as palavras estavam a repercutir pela Terra. O Israel de Deus permanecia com os olhos fixos para cima, ouvindo as palavras enquanto elas vinham da boca de Jeová e ressoavam pela Terra como estrondos do mais forte trovão. Era terrivelmente solene. No fim de cada sentença, os santos aclamavam: “Glória! Aleluia!” Seus rostos iluminavam-se com a glória de Deus, e resplandeciam de glória como fazia o de Moisés quando desceu do Sinai. Os ímpios não podiam olhar para eles por causa da glória. E, quando a interminável bênção foi pronunciada sobre os que haviam honrado a Deus santificando o Seu sábado, houve uma grande aclamação de vitória sobre a besta e sua imagem”. (Primeiros Escritos, pp. 285-286)
Destes textos podemos concluir que momentos antes da Segunda Vinda de Jesus, diante de comoções na natureza e de acirrada perseguição dos ímpios, Deus revelará o dia e hora da volta de seu Filho. Esse texto se harmoniza perfeitamente com o que foi dito por Jesus: “Porém, daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, mas unicamente meu Pai.” (Mt 24:36). Ellen G. White, apesar de ter ouvido Deus fazer esse anúncio durante sua visão, disse: 
“Não tenho o mais leve conhecimento quanto ao tempo anunciado pela voz de Deus. Ouvi a hora proclamada, mas não tinha lembrança alguma daquela hora depois que saí da visão”. (Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 76)
[via Centro White]

Veja o comentário do prof. Leandro Quadros sobre esse assunto:

quarta-feira, 11 de julho de 2018

10 verdades que o egoísmo esconde de você

Egoísmo (ego + ismo) é o hábito ou a atitude de uma pessoa colocar seus interesses, opiniões, desejos, necessidades em primeiro lugar, em detrimento (ou não) do ambiente e das demais pessoas com que se relaciona. Neste sentido, é o antônimo de altruísmo. Um sujeito egoísta é aquele que se coloca no centro do seu universo. Diferente da cultura popular que defende que o egoísta acredita que "o mundo, inclusive as pessoas ao seu redor, foram criadas para ele e somente para ele", o egoísta, na verdade, é uma pessoa que prioriza a si mesmo em relação aos outros, mas não necessariamente desprezando-os. Um sujeito egoísta é aquele que acredita que, na sua perspectiva de ser, é mais importante do que os demais seres.

Wesley Huber afirmou: "Não existe nada tão morto quanto um egoísta — uma pessoa empinada, que acredita ter-se feito sozinha, que se avalia por si mesma e ainda fica satisfeita com o resultado." Como alertou Charles Elliot: "Não pense demais sobre si mesmo. Procure cultivar o hábito de pensar nos outros e isso lhe trará recompensas. O egoísmo sempre traz a sua própria vingança." E para finalizar, John Mason disse: "O melhor amigo de um egoísta é ele próprio. O melhor para as pessoas que estão profundamente apaixonadas por si mesmas é que se divorciem." 

Os textos a seguir foram extraídos do livro Mente, Caráter e Personalidade vol. 1, de Ellen G. White (pp. 271-277), e mostram dez verdades que o egoísmo esconde de você:

1. O interesse egoísta deve sempre ser subordinado; pois se lhe for dado lugar para agir, tornar-se-á um poder controlador que contrai o intelecto, endurece o coração e enfraquece o poder moral. Então vem a decepção. 

2. O egoísmo é a ausência da humildade como a de Cristo, e sua existência é a ruína da felicidade humana, a causa da culpabilidade humana, e leva os que abrigam, ao naufrágio da fé.

3. O egoísmo tem pervertido os princípios, tem confundido os sentidos e nublado o juízo. 

4. Não deverias falar tanto em ti mesmo, pois isso não dará forças a ninguém. Não deves fazer de ti o centro, imaginando que devas constantemente cuidar de ti, e levando outros a cuidarem de ti. Afasta teu pensamento de ti mesmo para um conduto mais sadio. Fala em Jesus, e deixa que se vá o próprio eu. 

5. Os perigos dos últimos dias estão a alcançar-nos. Os que vivem para agradar-se e satisfazer-se a si mesmos estão desonrando ao Senhor. Ele não pode operar por intermédio deles, pois O representariam mal perante os que são ignorantes da verdade.

6. O amor e a confiança em si mesmo podem dar-nos a certeza de que estamos certos, quando na verdade estamos longe de cumprir as exigências da Palavra de Deus. O egoísmo está entretecido em nosso próprio ser. Recebemo-lo como uma herança, e tem sido acariciado por muitos como um precioso tesouro.

7. Deus não pode unir-Se aos que, colocando-se em primeiro lugar, vivem para agradar a si mesmos. Os que assim procedem, no fim hão de ser os últimos de todos. O pecado que mais se aproxima de ser incurável é o orgulho da opinião própria e o egoísmo.

8. Se o orgulho e o egoísmo fossem colocados de lado, cinco minutos bastariam para remover a maioria das dificuldades.

9. O egoísmo é a essência da depravação, e, devido a se terem os seres humanos submetido ao seu poder, o que se vê no mundo é o oposto à fidelidade a Deus. Nações, famílias, e indivíduos estão cheios do desejo de fazer do eu um centro.

10. Quem nos dera amor, sagrado, santo e altruísta amor! Reconheçamos, como representantes do Senhor, que terrível coisa é representar falsamente o Salvador, revelando egoísmo.

terça-feira, 10 de julho de 2018

Termina resgate em caverna na Tailândia. E o nosso?

Em meio à comoção mundial, terminou após três dias o resgate dos 12 meninos e do técnico que estavam presos na caverna Tham Luang, ao Norte da Tailândia. A informação foi confirmada pela Marinha da Tailândia. Todos os sobreviventes seguem agora internados em quarentena no hospital da província de Chiang Rai, que fica a cerca de 70 km da caverna, para avaliações médicas e cuidados com os jovens que apresentam doenças. Os 12 jovens e o treinador integram o time Moo Pa, os Javalis Selvagens. Em 23 de junho, após o treino, eles entraram na caverna Tham Luang, por motivos que ainda não foram esclarecidos, e ficaram presos após o local ficar inundado por conta das chuvas.

E você... como se sente com relação ao seu resgate? Está pronto para ser resgatado por Jesus? Apesar de sermos todos pecadores, incapazes de pagar a pena, Jesus morreu por nossos pecados para que não tenhamos que morrer por eles. Ele tomou nosso lugar na cruz para que pudéssemos sair livres. Esse resgate foi quitado plenamente no Calvário. O símbolo do nosso resgate passa pela cruz. Jesus ressuscitou e continua resgatando vidas das trevas para a luz. 

Quando o ser humano consegue perceber a caverna na qual se encontra, finalmente ele se rende ao resgate oferecido por Jesus. Um resgate gracioso e eternamente salvador. Um resgate que envolve o resgatado com o poder do Espírito Santo, a fim de que os perigos e ameaças dos subterrâneos desta vida não contaminem a ação redentora de Jesus, uma ação que ultrapassou os símbolos e tornou-se realidade por amor a nós.

Você acredita em sorte, azar ou acaso?

Imagine alguém saindo de casa atrasado para fazer uma entrevista de emprego, depois de estar há mais de um ano desempregado. Por falta de energia durante a noite, o despertador não tocou e o candidato acabou perdendo a hora. Ao acordar desesperado, pensou: “Que azar! Tinha que acontecer isso logo hoje?” Apesar da correria para sair de casa, o ônibus chegou rápido. Enquanto ele se aproximava, veio o pensamento: “Que sorte encontrar esse ônibus exatamente agora!” Depois, já com o contrato de trabalho em mãos, encontrou um amigo que lhe perguntou como conseguiu o emprego. Ele respondeu sem hesitar: “Tive a sorte de ser o único candidato que cumpriu todos os requisitos da empresa!”

Apesar de não ser real, a cena é bastante comum. Já notou quantas vezes creditamos à sorte ou ao azar os fatos positivos ou negativos que nos acontecem? Você acredita que eles sejam realmente fruto do acaso? Aconteceram porque você estava no lugar exato e na hora certa? Ou deram errado porque não era o seu dia? Você acredita em coincidência ou providência, sorte ou bênção? As perguntas parecem óbvias para um cristão, mas precisam nos levar a refletir sobre o contraste entre o que realmente cremos, como nos expressamos e quanto isso acaba demonstrando ingratidão e desrespeito ao Senhor.

A Bíblia não incentiva a crença de que as coisas acontecem por acaso. O próprio Jesus foi claro ao mencionar que nada acontece sem o conhecimento do Pai, e Ele é tão preciso que “até os cabelos da cabeça estão contados” (Mt 10:30). Então, por que chamar de sorte as bênçãos de Deus e azar os desafios que Ele nos permite enfrentar? Se “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus” (Rm 8:28), por que definir como azar o que acontece de negativo e sorte o que ocorre de positivo quando todas são ações divinas para moldar o caráter e proporcionar salvação?

Ellen White aprofundou essa visão, destacando que “frequentemente os homens oram e lamentam por causa das perplexidades e obstáculos que os confrontam. Mas é propósito de Deus que eles enfrentem perplexidades e obstáculos e, se mantiverem firme até o fim o princípio de sua confiança […] terão êxito ao lutar com perseverança contra dificuldades aparentemente insuperáveis, e com o êxito virá maior alegria” (Olhando Para o Alto, p. 119). Ela vai mais longe: “A aflição e adversidade podem causar tristeza, mas é a prosperidade que representa maior perigo para a vida espiritual” (Profetas e Reis, p. 24). O que parece perda pode se tornar ganho e o que parece ganho pode acabar em perda, porque, conforme disse Roosevelt Marsden, “nossa fé não está nas bênçãos de Deus, mas no Deus das bênçãos”.

Precisamos tirar o foco da sorte e colocá-lo na bênção. Assim, aprenderemos a depender do Senhor em cada passo e poderemos alcançar a mesma visão e confiança que teve H. G. Spafford, o qual, mesmo perdendo a casa em um incêndio e duas filhas em um naufrágio, compôs as palavras emocionantes do hino “Sou Feliz com Jesus” (HA, 230). Você certamente conhece suas palavras: “Se paz, a mais doce, me deres gozar / Se dor a mais forte sofrer / Oh, seja o que for, Tu me fazes saber / Que feliz com Jesus hei de estar.”

Viva cada dia na certeza de que, “quando as pessoas saem para trabalhar, quando se entregam à oração, quando se deitam à noite para dormir e quando se levantam pela manhã; quando o rico dá uma festa em sua mansão ou quando o pobre reúne seus filhos em volta de uma mesa escassa, em qualquer situação, o Pai celestial observa com ternura cada um dos seus filhos. Nenhuma lágrima é derramada sem que Deus saiba. Não há sorriso que Ele não perceba” (Caminho a Cristo, p. 86).

Deixe de lado a sorte e o azar e entregue sua vida nas mãos do Senhor, porque, “se você teme a Deus, não há necessidade de temer mais nada” (John Mason). Deus está acima do acaso!

Pr. Erton Köhler (via Revista Adventista) (Título original: Sorte ou bênção?)

segunda-feira, 9 de julho de 2018

18 perguntas para fazer antes de investir em um casamento

As perguntas a seguir têm influência vital sobre o bem-estar de toda mulher que deseja entrar em matrimônio. Elas foram extraídas do livro de Ellen G. White, Cartas a Jovens Namorados, pp. 24-25:

1. Aquele com quem estou para unir meu destino é digno? 
2. Qual é o passado dele? 
3. É pura a sua vida? 
4. O amor que ele exprime é de caráter nobre, elevado ou é simples inclinação emotiva? 
5. Ele tem os traços de caráter que me tornarão feliz? 
6. Poderei encontrar verdadeira paz e alegria na afeição dele? 
7. Ser-me-á permitido conservar minha individualidade? 
8. Terei de submeter meu juízo e consciência ao domínio do marido? 
9. Poderei honrar as reivindicações do Salvador como supremas? 
10. Serão conservados puros e santos o corpo e a alma, os pensamentos e propósitos? 
11. Ajudar-me-á esta união na escalada para o Céu? 
12. Esta união aumentará meu amor a Deus? 
13. Esta união aumentará minha esfera de utilidade nesta vida? 
14. Passada a novidade do casamento, ele continuará a amar-me? 
15. Ele será paciente com os meus erros ou crítico, despótico e ditatorial? 
16. Ele tem consideração para com os meus desejos e minha felicidade?
17. Meu pretendente reconhece suas obrigações para com sua mãe? 
18. Se ele não respeita nem honra a mãe, porventura manifestará respeito e amor, bondade e atenção para comigo?
"O verdadeiro amor é uma planta que precisa ser cultivada. Se estas reflexões não apresentarem nada em contrário, então prossegue, no temor de Deus. Que a mulher que deseja uma união pacífica e feliz, que quer escapar a futuras misérias e tristezas, indague, antes de entregar suas afeições. Receba a jovem como companheiro vitalício tão-somente ao que possua traços de caráter puros e varonis, que seja diligente, honesto e tenha aspirações, que ame e tema a Deus."

Anti-Amarelo: um preconceito "invisível" aos brasileiros

O Brasil é o segundo em número de japoneses fora do país asiático. Registros históricos dão conta de que os primeiros chegaram em portos brasileiros no início do século 20, em 1908 para ser mais exato.

De lá pra cá, os nipo-brasileiros se estabeleceram e prosperaram, se caracterizando por bairros como o da Liberdade, localizado na Zona Sul de São Paulo. Apesar de condições distintas dos negros escravizados que aqui também aportaram, os japoneses são alvos recorrentes de preconceitos. Em função do avanço das redes sociais como espaço de discussões e mudanças de hábitos históricos, surge o debate sobre o anti-amarelo.

Para jogar luz sobre o tema, Jessica Yumi, estudante de psicologia na Universidade Estadual de Londrina, produziu ao lado da colega Celina Tanaka, um ensaio impactante sobre o tema. As fotografias são repletas de questões sobre palavras naturalizadas pela sociedade brasileira.

“As próprias vítimas nem percebem que estão sofrendo bullying ou um tipo de preconceito. Levam na esportiva mas são chamados de ‘japa’ ao invés do nome ou não são reconhecidos pelos seus esforços por causa de uma descendência”, escreveu em longo relato publicado no Facebook.

A postagem deu o que falar e até o momento acumula mais de 16 mil curtidas. Jessica afirma que o objetivo não é reunir apenas descentes de japoneses, mas toda a comunidade asiática para uma levante sobre a realidade vivida o sentimento de não lugar destas pessoas. Isso se dá, pois ao mesmo tempo em que não são reconhecidos como brasileiros, no país de ascendência acontece o mesmo.

“Um descendente de japonês é praticamente considerado estrangeiro aqui no Brasil. No Japão ele é chamado de “gaijin” (estrangeiro). A que lugar pertencemos, afinal?”


Nota: Lembrando que em Cristo, todos os muros separatistas ruíram, e que homens e mulheres, brancos, negros e mestiços, empregados e patrões, índios e ameríndios, sacerdotes e leigos, somos todos iguais (Gálatas 3:28). Diferentes na cor da pele, ou nos papéis que desempenhamos, mas iguais em dignidade perante Deus e nossos semelhantes, as Escrituras ensinam claramente que todas as pessoas foram criadas à imagem de Deus, que “de um só fez toda a geração dos homens, para habitar sobre toda a face da Terra” (Atos 17:26). A discriminação racial é uma ofensa contra seres humanos iguais, que foram criados à imagem de Deus. A norma para os adventistas está reconhecida na Crença Fundamental nº 14 da Igreja, “Unidade no Corpo de Cristo”, baseada na Bíblia. Ali é salientado: “Em Cristo somos uma nova criação; distinções de raça, cultura e nacionalidade, e diferenças entre altos e baixos, ricos e pobres, homens e mulheres, não deve ser motivo de dissenções entre nós. Todos somos iguais em Cristo, o qual por um só Espírito nos uniu numa comunhão com Ele e uns com os outros; devemos servir e ser servidos sem parcialidade ou restrição.” Qualquer outra abordagem destrói o âmago do evangelho cristão.

sexta-feira, 6 de julho de 2018

Sofrer se preciso for; desistir nunca!

Atribui-se ao Barão de Itararé este pensamento: 
“Nunca desista de seu sonho. Se ele acabar numa padaria, procure noutra.”
Apesar de singelo e engraçado, esse pensamento nos ensina importante lição: o êxito nem sempre é alcançado por um só meio. Existem outras possibilidades.

Há sonhos que não se concretizam, porque os colocamos em lugares aos quais não temos acesso. Nesse caso, a escada da nossa capacidade é curta. Por outro lado, sonhamos com metas possíveis, mas às vezes não as alcançamos por falta de perseverança.

Como cristãos, precisamos evitar atitudes negativas: ou seja, alimentar sonhos fantasiosos e desistir de sonhos cuja realização esteja ao nosso alcance. 

Há sonhos humanos – bons e ruins – e sonhos divinos, sempre adequados às nossas necessidades físicas, mentais e espirituais. Os sonhos de Deus para cada um de nós são elevados e sublimes, mas não fantasiosos. Por quê? Porque Aquele que os concebeu providenciou a escada que nos permite atingir a meta de cada um deles. 

Por vezes, Satanás quer nos dar a impressão de que a escada é curta demais. Noutras ocasiões, ele agiganta os obstáculos diante de nossos olhos. Por exemplo: 

1. Fraquezas humanas. A escada das possibilidades humanas não pode transpor o enorme abismo que há entre nós e o ideal cristão. Certa vez, Paulo confessou:
“Eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem está em mim; não, porém, o efetuá-lo. Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço” (Rm 7:18, 19). 
Felizmente, o apóstolo deixou de olhar para a escada humana e se valeu da escada divina: 
“Tudo posso nAquele que me fortalece” (Fp 4:13). 
O fato de Paulo ter dependido inteiramente de Deus fez com que ele não desistisse. Perto do ocaso da vida, afirmou: 
“Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé. Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos quantos amam a Sua vinda” (2Tm 4:7, 8). 
2. Provações. Neste mundo sofremos muitas perdas, algumas das quais nos causam desânimo e tristeza. Problemas de saúde, limitações físicas, perda de amigos e parentes, dificuldades financeiras – tudo isso pode nos levar a pensar que não vale a pena prosseguir. E o diabo sabe que, nesses momentos de angústia, nos tornamos vulneráveis. Por isso, ele procura potencializar suas tentações.

Jó enfrentou os efeitos dessa potencialização, mas não desistiu de confiar no Altíssimo. A certa altura de sua amarga experiência, subiu cada degrau da escada da fé e afirmou: 
“Eu sei que o meu Redentor vive e por fim Se levantará sobre a Terra. Depois, revestido este meu corpo da minha pele, em minha carne verei a Deus. Vê-Lo-ei por mim mesmo, os meus olhos O verão, e não outros” (Jó 19:25-27). 
3. Demora. Doença prolongada, filho que não volta para a igreja e casamento que não se consolida são exemplos de situações que suscitam a clássica pergunta: “Quando isso vai acabar?” Por falta de uma resposta rápida, muitas pessoas sucumbem, se esquecendo de que a Palavra de Deus é a única fonte de conforto nesses momentos de ansiedade. Por exemplo: 
“Eis que temos por felizes os que perseveram firmes. Tendes ouvido da paciência de Jó e vistes que fim o Senhor lhe deu; porque o Senhor é cheio de terna misericórdia e compassivo” (Tg 5:11).
“Para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós” (Rm 8:18). 
Ellen G. White nos dá oportuno conselho: 
“Há uma elevada norma que devemos atingir, caso queiramos ser filhos de Deus, nobres, puros, santos e incontaminados. É necessário um processo de poda, se queremos alcançar essa norma. Como seria efetuada essa poda, se não houvesse dificuldades a enfrentar, obstáculos a transpor, coisa alguma a exigir paciência e capacidade de resistir?” (Testemunhos Seletos, v. 2, p. 113).
“Ficamos facilmente desanimados e clamamos ansiosamente para que seja removida de nós a provação, quando o que devemos fazer é pedir paciência para resistir e graça para vencer” (Ibid., v. 1, p. 108). 
Cândido Mariano da Silva Rondon (1865-1958), grande desbravador e pacificador, costumava dizer: “Morrer se preciso for, matar nunca!” Que nosso lema seja: “Sofrer se preciso for; desistir nunca!”

Rubens Lessa (via Revista Adventista)

7 regras para entender as profecias relacionadas com o fim

Nascido do sonho de ver Jesus voltar nas nuvens, o adventismo tem a escatologia em seu DNA. Contudo, essa ênfase não significa especulação a respeito do fim nem marcação de datas, e sim uma firme esperança com base nas promessas do livro sagrado. Pelo menos deveria ser assim. Devido à sua centralidade para nossa fé, a escatologia foi objeto de dezenas de estudos apresentados numa grande conferência realizada em junho na cidade de Roma. Dentro desse espírito, veja sete regras úteis para entender melhor a mensagem bíblica sobre o futuro.

1. Preste atenção na intertextualidade. Os autores do Novo Testamento fizeram intenso uso das profecias do Antigo Testamento. Por exemplo, o Apocalipse é um mosaico de citações, alusões e ecos de Daniel, Ezequiel, Isaías, Zacarias e outros profetas. Por isso, tente descobrir de onde vêm as ideias, as imagens e os ­símbolos do livro.

2. Examine o tipo de profecia. Como regra, as profecias clássicas são condicionais e locais, enquanto as profecias apocalípticas são incondicionais e universais. Se o foco dos profetas clássicos (como Isaías e Jeremias) era a transformação da realidade de sua época, a ênfase dos profetas apocalípticos (como Daniel e João) estava no cronograma divino para o mundo no tempo do fim.

3. Fique de olho na reinterpretação. Muitas promessas feitas a Israel são reinterpretadas no Novo Testamento e aplicadas ao povo de Deus reunido em torno do Messias. Em certos aspectos, o que era local passa a ser universal e o que era literal se torna espiritual. Essa universalização inclui o próprio conceito de Israel e da “terra” como herança do povo de Deus.

4. Mantenha o foco no fator central. Cristo é o centro de todas as profecias e a personificação do reino de Deus. Por isso, analise de que maneira o conteúdo da profecia se relaciona com a vida e o ministério Dele.

5. Considere o presente e o futuro. O Novo Testamento apresenta o reino de Deus em dois estágios (já e ainda não). O reino já foi inaugurado com a primeira vinda de Jesus, mas a consumação dele está no futuro, com a segunda vinda. É importante manter esse equilíbrio.

6. Evite a “atomização”. As profecias relacionadas com o fim do mundo não estão desconectadas da história da salvação. Portanto, considere o plano completo de Deus para a humanidade. A volta de Jesus não acontecerá num vácuo; ela está ligada a tudo que ocorreu antes.

7. Tire o olhar do calendário. Muitos grupos tentam marcar datas para a volta de Jesus e especulam quanto ao cumprimento dos últimos eventos, o que é um erro. Ao perceber os sinais, olhe para cima e aguarde Aquele que está voltando.

Sonhar com o fim e o novo começo faz parte da essência da nossa fé. O senso de iminência e expectativa é bíblico, mas é preciso fundamentar a esperança na revelação da Palavra de Deus. Embora muitos cristãos sejam movidos pelo sensacionalismo, escatologia de jornal pode ser pior do que ausência de escatologia. Por isso, escatologize da maneira correta.

Marcos de Benedicto (via Revista Adventista)