quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

RELÓGIO DO JUÍZO FINAL 2026

O grupo de cientistas nucleares Bulletin of the Atomic Scientists atualizou o Relógio do Juízo Final nesta terça-feira (27) para 85 segundos para a meia-noite. É o menor tempo já registrado. No ano passado, o relógio havia marcado 89 segundos, o menor tempo até então em quase 80 anos, quando a iniciativa foi lançada. Esse relógio, também conhecido por seu nome em inglês "Doomsday Clock", é uma iniciativa para alertar a humanidade sobre os maiores perigos que existem. A decisão sobre o horário deste ano foi tomada pelos cientistas Daniel Holtz, Steve Fetter, Inez Fung, Asha M. George, John B. Wolfstal, Alexandra Bell e Maria Ressa. 

Entre os motivos para o tempo deste ano há fatores como conflitos envolvendo os Estados Unidos, que eclodiram durante a gestão de Donald Trump, como um bombardeio no Irã e a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, durante uma operação, e as tensões entre os EUA e os aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) em meio à obsessão de Trump pelo controle da Groenlândia. Os cientistas também citaram o comportamento agressivo de outras potências nucleares como a Rússia e a China, o que aumentam os riscos para um possível desastre global. Também listaram os conflitos na Ucrânia e no Oriente Médio. Além disso, outra preocupação apontada foi sobre o avanço da inteligência artificial e seus possíveis impactos na sociedade.

Alexandra Bell, presidente do Bulletin of the Atomic Scientists, disse que a avaliação dos cientistas é preocupante. “Cada segundo conta e estamos ficando sem tempo. É uma verdade difícil, mas essa é a nossa realidade. Este é o ponto mais próximo da meia-noite que o nosso mundo já esteve.”

O que é o Relógio do Juízo Final
O Relógio do Juízo Final é uma metáfora do quão próxima está a humanidade da autoaniquilação. Quanto mais perto da meia-noite estiverem os ponteiros do relógio, mais próximo estaria também o mundo do seu fim.

A cada ano, a junta de ciência e segurança do Boletim e seus patrocinadores, entre os quais figuram 11 prêmios Nobel, tomam a decisão de reposicionar os ponteiros deste relógio simbólico.

Ele foi criado em 1947, depois da Segunda Guerra Mundial. Na época, faltavam sete minutos para a meia-noite. O relógio chegou a ficar a 17 minutos para o horário do apocalipse depois do fim da Guerra Fria, em 1991.

Todos os anos, o anúncio destaca a complexa teia de riscos enfrentados pela humanidade, incluindo armas de destruição em massa, colapsos ambientais e tecnologias problemáticas. (G1)

85 segundos
É alarmante demais nos depararmos com a gravidade deste anúncio. Vivemos no tempo do fim. A promessa escorre os grãos derradeiros desta ampulheta profética. São só milionésimos de segundos que ainda seguram os quatro ventos. E momentos emblemáticos assim me lembram que falta muito pouco. Pouquissimo. ⁣
Ellen White diz: “À medida que se aproxima o fim, os testemunhos dos servos de Deus se tornarão mais decididos e poderosos” (Mensagens Escolhidas 3, p. 407). Quer mais? “O Dia do Senhor virá como ladrão à noite” (1Ts 5:1). Ou seja, o cronômetro só acelera. Regressivo e implacável. E você? Está pronto para a meia-noite?⁣
Enquanto ouvimos os passos de um Deus que se aproxima, proclamemos Sua Graça encurtando todas as distâncias. Não há temor para quem conhece a profecia do fim da história. Em breve. Muito. E o recomeço será eterno. Restaurado. Purificado. Com Deus. Com infinitos minutos para sempre.⁣
Estamos preparados?⁣

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