terça-feira, 21 de junho de 2016

Morte da onça usada em evento da tocha olímpica - Triste e inaceitável


Uma onça-pintada chamada Juma, que é mascote do Comando Militar da Amazônia (CMA) do exército brasileiro, foi morta com um tiro de pistola depois que fugiu nesta segunda-feira (20) dos instrutores após ter participado do evento do Revezamento da Tocha Olímpica Rio 2016 no zoológico do Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), localizado na zona oeste de Manaus.

Diz o CMA que a onça-pintada Juma escapou do interior do Zoológico do Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS) ainda na parte da manhã, depois do evento da Tocha Olímpica. “No momento do ocorrido, o zoológico se encontrava fechado, vazio e em segurança”, afirmou.

“É muito lamentável e triste por que esses animais estão sendo expostos nisso. O Ibama não autorizou a participação de animais em eventos, isso é uma atribuição do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas”, disse o superintendente do Ibama, Mário Reis. (Portal ANDA)

Nota: Uma situação trágica que só foi ocasionada pelo egoísmo humano em manter animais selvagens confinados e explorados em nome do entretenimento, em prisões chamadas de zoológicos onde uma vida animal só vale o lucro que gera. A onça Juma estaria segura e vivendo em paz em seu habitat, longe de representar qualquer perigo para as pessoas e militares presentes no “evento”. Juma nunca pediu por uma vida cativa, sem experimentar a liberdade, que é direito de todos os animais, que não nasceram para serem vistos como meros “objetos”. A onça já havia sido condenada no momento em que sua vida foi privada da independência de ser um animal livre. Que Juma descanse em paz, como um mártir que representa todos os animais encarcerados em zoológicos, aquários, circos e todas as formas de cativeiro e exploração.

"Aquele que maltrata os animais porque os tem em seu poder, é tão covarde quanto tirano. A disposição para causar dor, quer seja ao nosso semelhante quer aos seres irracionais, é satânica. Muitos não compreendem que sua crueldade haja de ser conhecida, porque os pobres animais mudos não a podem revelar. Mas, se os olhos desses homens pudessem abrir-se como os de Balaão, veriam um anjo de Deus, em pé, como testemunha, para atestar contra eles no tribunal celestial. Um relatório sobe ao Céu, e aproxima-se o dia em que se pronunciará juízo contra os que maltratam as criaturas de Deus." (Ellen G. White - Patriarcas e Profetas, p. 324)

“Aquele que ama a Deus, não somente amará o seu semelhante, mas considerará com terna compaixão as criaturas que Deus fez. Quando o Espírito de Deus está no homem, leva-o a aliviar o sofrimento antes que a criá-lo.” (Ellen G. White - Beneficência Social, p. 48)

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