sexta-feira, 1 de julho de 2016

Precisamos falar sobre orgulho


Nessa onda de polarização; nessa tendência, que estamos assistindo, de transformar tudo em debate ideológico; nessa crescente batalha entre o que eu amo e o que você ama, onde existe ódio pelo diferente e bandeiras levantadas para defender os meus: eis que surge o Orgulho de ser.

Orgulho de ser hetero
Orgulho de ser LGBT
Orgulho de ser negro
Orgulho de ser de direita
Orgulho de ser de esquerda
Orgulho de ser brasileiro
Orgulho de ser cristão
Orgulho de não ser cristão
Orgulho de ser negro
Orgulho de ser branco
Orgulho de ser homem
Orgulho de ser mulher
Orgulho de ser tanta coisa... a lista é muito longa.

Talvez seja preciso lembrar aos orgulhosos, que, historicamente, o orgulho sempre oprimiu, o orgulho sempre devastou, o orgulho sempre colocou os diferentes em posição vexatória, o orgulho sempre dividiu; o orgulho sempre caminha para a supremacia usando os diferentes como degraus.

O orgulho não ama, o orgulho usa;
ele não se compadece, ele oprime;
o orgulho não ouve, ele vocifera;
o orgulho não estende a mão, ele cerra os punhos;
o orgulho não tem espelho; até porque o orgulho não enxerga muito bem.
O orgulho é nefasto.
O orgulho é vergonhoso.

Pr. Tiago Rodrigues (via facebook)

"Deus não considera todos os pecados igualmente graves; há aos Seus olhos, como aos do homem, gradações de culpa; por mais insignificante, porém, que este ou aquele mau ato possa parecer aos olhos humanos, pecado algum é pequeno à vista de Deus. O juízo do homem é parcial, imperfeito; mas Deus avalia todas as coisas como são na realidade. O bêbado é desprezado, e diz-se-lhe que seu pecado o excluirá do Céu; ao passo que o orgulho, o egoísmo e a cobiça muitas vezes não são reprovados. No entanto, esses são pecados especialmente ofensivos a Deus, pois são contrários à benevolência de Seu caráter e àquele desinteressado amor que é a própria atmosfera do Universo não caído. A pessoa que cai em algum pecado grosseiro sente, talvez, sua vergonha e miséria, e sua necessidade da graça de Cristo; mas o orgulho não sente necessidade alguma, e assim fecha o coração a Cristo e às infinitas bênçãos que veio dar." (Ellen G. White - Caminho à Cristo, p. 30)

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