segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Declaração da Igreja Adventista sobre transgêneros

A crescente familiaridade com as necessidades e desafios que homens e mulheres transgêneros enfrentam e o aumento das questões sobre transgêneros, com proeminência social no mundo todo, levantam perguntas importantes não apenas para os afetados pelo fenômeno transgênero, mas também para a Igreja Adventista do Sétimo Dia. Embora as lutas e os desafios daqueles que se identificam como transgêneros tenham alguns elementos em comum com as lutas de todos os seres humanos, reconhecemos a singularidade de sua situação e a limitação de nosso conhecimento em casos específicos. Contudo, cremos que a Escritura provê princípios para orientação e aconselhamento aos transgêneros e à Igreja, transcendendo as convenções e a cultura humanas.

O fenômeno transgênero
Na sociedade moderna, a identidade de gênero denota tipicamente “o papel público (e geralmente reconhecido legalmente) vivido como menino ou menina, homem ou mulher”, enquanto o termo sexo se refere “aos indicadores biológicos de macho e fêmea”[1]. Geralmente, a identificação de gênero se alinha com o sexo biológico da pessoa no nascimento. Porém, pode ocorrer um desalinhamento nos níveis físico e/ou mental-emocional.

No nível físico, a ambiguidade na genitália pode resultar de anormalidades anatômicas e fisiológicas, de modo que não é possível estabelecer claramente se a criança é do sexo masculino ou feminino. Essa ambiguidade da diferenciação sexual anatômica é muitas vezes chamada de hermafroditismo ou intersexualidade.[2]

No nível mental-emocional, o desalinhamento ocorre com transgêneros cuja anatomia sexual é claramente masculina ou feminina mas que se identificam com o gênero oposto de seu sexo biológico. Eles podem se descrever como estando presos em um corpo errado. O transgenerismo, no passado clinicamente diagnosticado como “desordem de identidade de gênero” e agora definido como “disforia de gênero”, pode ser entendido como um termo geral para descrever a variedade de formas pelas quais os indivíduos interpretam e expressam sua identidade de gênero, diferentemente daqueles que determinam o gênero com base no sexo biológico.[3] “A disforia de gênero é manifesta de várias formas, incluindo o forte desejo de ser tratado como outro gênero, ou ser libertado de suas características sexuais, ou uma forte convicção de possuir sentimentos e reações típicos do outro gênero.”[4]

Devido a tendências contemporâneas de rejeitar o binário bíblico de gênero (homem e mulher) e substituí-lo por um crescente espectro de tipos de gênero, certas escolhas desencadeadas pela situação transgênera passaram a ser consideradas como normais e aceitas na cultura contemporânea. Porém, o desejo de mudar ou de viver como uma pessoa de outro gênero resulta em escolhas de estilo de vida biblicamente impróprias. A disforia de gênero pode, por exemplo, resultar no uso de roupas do sexo oposto,[5] cirurgia de redefinição de sexo e o desejo de ter um relacionamento conjugal com uma pessoa do mesmo sexo biológico. Por outro lado, o transgênero pode sofrer calado, vivendo no celibato ou se casando com um cônjuge do sexo oposto.

Princípios bíblicos relativos à sexualidade e o fenômeno transgênero
Visto que o fenômeno transgênero deve ser avaliado pela Escritura, os seguintes princípios e ensinos bíblicos podem ajudar a comunidade de fé a se relacionar com pessoas afetadas pela disforia de gênero num modo bíblico e semelhante a Cristo.
1. Deus criou o ser humano como duas pessoas que são respectivamente identificadas como homem e mulher em termos de gênero. A Bíblia associa inseparavelmente o gênero ao sexo biológico (Gênesis 1:27; 2:22–24) e não faz distinção entre os dois. A Palavra de Deus afirma a complementaridade, bem como as claras distinções entre homem e mulher na criação. O relato da criação de Gênesis é fundamental para todas as questões da sexualidade humana.
2. A partir da perspectiva bíblica, o ser humano é uma unidade psicossomática. Por exemplo, a Escritura repetidamente chama o ser humano como um todo de alma (Gênesis 2:7; Jr 13:17; 52:28-30; Ezequiel 18:4; At 2:41; 1Co 15:45); um corpo (Efésios 5:28; Romanos 12:1–2; Apocalipse 18:13); carne (1 Pedro 1:24); e espírito (2 Timóteo 4:22; 1 João 4:1–3). Portanto, a Bíblia não endossa o dualismo no sentido de uma separação entre o corpo e a percepção da sexualidade. Além disso, a Bíblia não ensina que existe uma parte imortal nos seres humanos, porque somente Deus possui a imortalidade (1 Timóteo 6:14-16) e Ele a concederá àqueles que crerem nEle, por ocasião da primeira ressurreição (1 Coríntios 15:51-54). Portanto, o ser humano também deve ser uma entidade sexual indivisível, e a identidade sexual não pode ser independente do corpo da pessoa. De acordo com a Escritura, nossa identidade de gênero, como designada por Deus, é determinada por nosso sexo biológico no nascimento (Gênesis 1:27; 5:1–2; Salmos 139:13–14; Marcos 10:6).
3. A Escritura reconhece, porém, que, devido à Queda (Gênesis 3:6-19), o todo do ser humano, ou seja, nossas faculdades mental, física e espiritual, foi afetado pelo pecado (Jeremias 17:9; Romanos 3:9; 7:14–23; 8:20–23; Gálatas 5:17) e necessita ser renovado por Deus (Romanos 12:2). Nossas emoções, sentimentos e percepções não são indicadores plenamente confiáveis dos propósitos, ideais e verdade de Deus (Provérbios 14:12; 16:25). Precisamos da orientação de Deus por meio da Escritura para determinar o que é de nosso melhor interesse e para viver de acordo com Sua vontade (2 Timóteo 3:16).
4. O fato de alguns indivíduos alegarem uma identidade de gênero incompatível com seu sexo biológico revela uma grave dicotomia. Essa debilidade ou angústia, sentida ou não, é uma expressão dos efeitos danosos do pecado sobre os seres humanos e pode ter diversas causas. Embora a disforia de gênero possa não ser considerada intrinsecamente um ato pecaminoso, pode resultar em escolhas pecaminosas. Esse é outro indício de que, no nível pessoal, os seres humanos estão envolvidos no grande conflito.
5. Desde que os homens e mulheres transgêneros estejam comprometidos em ordenar sua vida de acordo com os ensinos bíblicos sobre a sexualidade e o casamento, eles podem ser membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia. A Bíblia identifica clara e consistentemente qualquer atividade sexual fora do casamento heterossexual como pecado (Mateus 5:28, 31–32; 1 Timóteo 1:8–11; Hebreus 13:4). Estilos alternativos de vida sexual são distorções pecaminosas da boa dádiva da sexualidade dada por Deus (Romanos 1:21–28; 1 Coríntios 6:9–10).
6. Visto que a Bíblia considera os seres humanos como entidades integrais e não faz distinção entre sexo biológico e identidade de gênero, a Igreja veementemente adverte os homens e mulheres transgêneros contra a cirurgia de mudança de sexo e contra o casamento, se tiverem passado por esse procedimento. Do ponto de vista holístico bíblico da natureza humana, uma completa transição de um gênero para outro e a obtenção de uma identidade sexual integrada não podem ser esperadas no caso da cirurgia de transgenitalização.
7. A Bíblia ordena os seguidores de Cristo a amarem uns aos outros. Criados à imagem de Deus, todos devem ser tratados com dignidade e respeito. Isso inclui os homens e mulheres transgêneros. Atos de ridicularização, abuso ou bullying contra os transgêneros são incompatíveis com o mandamento bíblico “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Marcos 12:31).
8. Como a comunidade de Jesus Cristo, a Igreja deve ser um refúgio e um lugar de esperança, de atenção e de compreensão a todos que estão confusos, aos sofredores, aos que passam por lutas e solidão, pois a Bíblia diz: “Não esmagará a cana quebrada, nem apagará a torcida que fumega, […]” (Mateus 12:20). Todas as pessoas são convidadas a frequentar a Igreja Adventista do Sétimo Dia e a desfrutar da comunhão de seus crentes. Aqueles que são membros podem participar plenamente da vida da igreja, desde que abracem a mensagem, a missão e os valores da Igreja.
9. A Bíblia proclama as boas-novas de que os pecados sexuais cometidos por heterossexuais, e por homens e mulheres envolvidos em homossexualidade, transgenerismo ou outros, podem ser perdoados, e a vida pode ser transformada pela fé em Jesus Cristo (1 Coríntios 6:9-11).
10. Aqueles que experimentam desajuste entre seu sexo biológico e sua identidade de gênero são incentivados a seguir os princípios bíblicos ao lidar com sua angústia. Eles são convidados a refletir sobre o plano original de Deus de pureza e fidelidade sexual. Pertencendo a Deus, todos são chamados a honrá-Lo com seu corpo e suas escolhas de estilo de vida (1 Coríntios 6:19). Com todos os crentes, os homens e mulheres transgêneros são incentivados a esperar em Deus, e é-lhes oferecida a plenitude da compaixão divina, da paz e da graça, em antecipação da breve volta de Cristo, quando todos os verdadeiros seguidores de Cristo serão plenamente restaurados ao ideal de Deus. 
Esta declaração foi votada no dia 11 de abril de 2017 pelo comitê executivo da Igreja Adventista do Sétimo Dia durante seu encontro anual da primavera, em Silver Spring (EUA)

[1] Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, 5a. ed. (DSM-5TM), editado pela Associação Americana de Psiquiatria (Washington, DC: American Psychiatric Publishing, 2013), 451.
[2] Indivíduos nascidos com genitália ambígua podem ou não se beneficiar de tratamento cirúrgico corretivo.
[3] Ver DSM-5TM, 451–459
[4] Esta sentença faz parte de um resumo sucinto de disforia de gênero provido para apresentar o DSM-5TM que foi publicado em 2013: https://www.psychiatry.org/File%20Library/Psychiatrists/Practice/DSM/APA_DSM-5-Gender-Dysphoria.pdf (acessado em 11 de abril de 2017).
[5] O uso de roupas do sexo oposto, também referido como comportamento travesti, é proibido em Deuteronômio 22:5.

[Com informações de Notícias Adventistas[Ilustração: Foto da atriz Carol Duarte que interpreta a personagem transgênero Ivana na novela da Rede Globo "A Força do Querer"]

28 comentários:

  1. Embora esteja impressionado por não haver um comentário maldoso ou de agressão direta, pude chegar a conclusão que o texto rodeia o assunto e não diz exatamente nada sobre o mesmo. O texto se tornou algo de onde não conseguimos tirar uma conclusão.

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    1. Precisamos analisar este assunto de três modos.O primeiro é sobre o que a palavra de Deus fala,para quem acredita,é claro.O segundo ponto,é sobre as pessoas que não acreditam em Deus,o o terceiro ponto,são os que acreditam em Deus,mas não estão de acordo com o que Deus diz,ou seja,interpretam da forma deles.

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    2. A conclusão que tiro é que: Homossexuais, transgêneros e outros devem ser amados e respeitados pelos membros da Igreja, e na busca a seguir a palavra de Deus terão uma escolha a fazer,seguir a palavra para serem membros da igreja batizados ou sua sexualidade.

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    3. Engraçado o seu comentário. A Igreja Adventista do Sétimo Dia NUNCA fez ou fará um comentário de agressão. O que existe é a nossa crença, que pode ser diferente da sua, e embora tenhamos o direito de discordar um do outro, isso não significa que seja um comentário maldoso. Saiba distinguir!

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    4. Achei o texto Muito claro, a igreja adventista do sétimo dia aceita a todos, mais não abre mão dos princípios Bíblicos, o pescado trouxe muitas mazelas para raça humana e somente em Cristo Jesus podemos vencer essas mazelas. Qual órgão sexual a pessoa nasceu biologicamente? Esse é o seu gênero macho ou fêmea, as outras dificuldades psicossomáticas serão trabalhadas através de uma ligação ininterrupta com Cristo Jesus.

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    5. Impressionado por não haver comentários maldosos? Essa declaração é de uma instituição religiosa mundialmente conhecida e respeitada, inclusive por seu modo de tratar as pessoas. Como ficar impressionado com a ausência de tais comentários? Isso é algo óbvio. E como assim o texto não diz nada sobre o assunto??? Tem certeza que vc leu?

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    6. Excelente! muito bem escrito e muito esclarecedor. Só não entendeu quem ñ quis. Parabéns!!!

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    7. Tudo muito bem escrito e esclarecedor.
      Porém não devemos tomar esse texto tendo como base que todos os adventistas são assim.
      Na prática é totalmente diferente.
      Assim como nos cultos adventistas, pastores ofendem a religião alheia, fazendo sermões desnecessários, colocando seus dogmas acima de tudo, também existem pessoas que não toleram essa questão do transgênero.
      O irmão que escreveu esse texto foi sábio.
      Talvez para propagar uma imagem plausível da igreja. Mas na prática é totalmente diferente.
      Sou adventista,mas já presenciei muitas coisas totalmente diferentes dentro da igreja, que não condiz com os ensinamentos de Cristo.

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  2. Como disse sabiamente o irmão que escreveu o texto; A Bíblia não nos dá um texto claro sobre o assunto, porém, não há como contestar a criação que foi homem e mulher... Outra vez, entra às sábias palavras de que o pecado pode sim deformar não só o físico mas também a mente da humanidade, a qual já caminha doente desde o princípio... Conclusão? Infelizmente não a acharemos em nenhuma literatura, mas aquele que ao lado de Cristo vencer sua batalha, sua espera com suas angústias, receberam a vitória de uma vida nova, num corpo incorruptível num novo lar perfeito e por toda eternidade... Oremos pelos que aqui se angústiam por estar neste cenário.

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    1. Bom, se Deus sabe de todas as coisas, sejam elas que já aconteceram ou que irão acontecer, porque Ele não deixou escrituras mais claras sobre o tema, afinal seria algo do qual precisaríamos hoje? Além disso nos baseamos em um livro escrito por homens, sem contar que tivemos a igreja católica predominante por muitos anos, sem contar que a maior parte da Bíblia, se não toda, foi traduzida pela igreja católica que pode ter manipulado a bíblia, assim como manipulava seus "fiéis" para conseguir riquezas e poder, como tem hoje em dia. Sem contar que qualquer sociólogo pode constatar como será o futuro, e até ter respostas mais claras que a Bíblia. Baseamos nossa sociedade, de forma maçante em um livro mitológico, difícil de se entender (e quem disser que é fácil estará sendo hipócrita), é que com o seu difícil entendimento incita ódio ao próximo que não se encaixa ao seu padrão.
      Pense um pouco com a cabeça e deixe sua religião de fora. Reveja seus conceitos. E nunca se esqueça: "o que não interfere em sua vida não lhe diz respeito".

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    2. Cara, vai estudar historia e teologia. Pra dizer q a igreja católica traduziu a biblia vc é um completo desconhecedor do assunto. Então antes de comentar vai se informar pra n ficar feio.
      E o tal livro mitológico, serviu de base pra varias filosofias e principios que permeiam a sua sociedade. Então deixa de ser um completo analfabeto e vai pesquisar sobre os assuntos antes de comentando coisas sem sentido.

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  3. Achei o texto bem rico de referências bíblicas e ao mesmo tempo superficial quanto às conclusões sobre o tema. A igreja precisa acolher essas pessoas de alguma forma... Porque não criar um ministério especializado? Treinar pessoas para melhor acolherem? O texto precisava fechar discutindo esses assuntos!

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  4. Achei o texto completo. Analisa a criação dos gêneros sob a perspectiva bíblica, considera a ação do pecado nas esferas naturais, sociais e morais da humanidade e apresenta um caminho de agregação, reconciliação e perdão aos que necessitam de apoio. O equilíbrio e a sensatez estão presentes nessa conclusão da igreja. Parabéns.

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    1. "Para os entendidos meia palavra basta pois,(a igreja é cada um de nós!)
      Portanto cada um faça sua parte!
      Deus agradece e fica muito feliz!"

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  5. Fico muito feliz em ver a Igreja Adventista do Sétimo Dia prontificando-se quanto ao assunto dos transgêneros. Uma colocação bem pontuada com relação às Escrituras e a moral de um viver saudável em sociedade, o respeito ao próximo.

    Estive lendo algo sobre a história da Igreja Adventista no passado e alguns assuntos levou anos para serem ajustados e ter a formação de um ministério de apoio a alguma classe específica de pessoas, por exemplo, os jovens. Acredito que a Igreja está bem avançada e aberta para a discussão de assuntos sérios. Pelo texto pôde-se observar uma posição quanto a princípios e a base da Lei de Deus, o amor, mas não há tantas respostas para quem sofre com esse fenômeno dentro de si.

    Uma coisa é certo, o fim do pecado está as portas e tudo o que for necessário para a decisão de que lado o pecador vai está será lançado na batalha, até mesmo as atitudes daqueles que se dizem seguidores de Cristo. O final da batalha é a pior parte do drama e é nesse cenário que estamos vivendo.

    Por fim, o assunto não se esgota, ainda precisamos avançar em conhecimento. Um trangênero encontra mais apoio para que ele viva essa adrenalina de sentimentos do que viver uma vida de regeneração ao lado de Cristo.

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  6. Só fico triste por não ver esse tal amor verdadeiro ao próximo nesta declaração tão bem pautada. Sou hetero, sou adventista, mas não concordo. Primeiramente relatou um pouco do que se sabe a respeito atualmente, depois disse que se os transgêneros estiverem dispostos a aceitar e viver nos princípios serão aceitos na igreja (propondo celibato ou casarem com uma pessoa do sexo oposto...então não compreenderam o q se passa com essas pessoas!) É um assunto novo, tudo bem, mas o pouco que já se sabe é a triste constatação de que mudanças cada vez piores irão surgir no mundo... a cada dia. São pessoas que sofrem muito, tem problemas reais desde a primeira infância. Pelo amor de Deus... se não há uma total ideia sobre o que se passa com eles, porquê se pronunciar tão definitivamente???? e apressadamente??? Não concordo!!!! (Aline)

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    1. Concordo com você em gênero, número é grau.

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  7. A mídia e estrutura política não tem medido esforços para incutir "a naturalidade"sobre o tema, o qual de exceção tem tomado rumos e conceitos de "regras".
    Certamente "O Grande Conflito" é um sentimento vívido por pessoas que cotidianamente com questões ligadas a prática da imoralidade sexual e fora dos propósitos de DEUS p/ os humanidade,seja hetero ou homo.
    Aguardemos o retorno de Jesus para ser revestidos de incorruptibilidade em toda esfera humana e enquanto [...amemos ao próximo como a nós mesmos...]

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  8. Texto inconclusivo e de referências pouco esclarecedoras.
    Muito complicado tentar tirar uma conclusão na bíblia sobre isso.
    É claro que quem passa por situações como estas apresentadas não escolhem seus sentimentos e não conseguem viver feliz de outra forma.
    Sendo assim, não existe perdão para algo que não há escolha. Não existe pecado quando se nasce com uma certeza dentro de si.
    Não acredito que Deus gostaria que seu filho amado tivesse uma vida inteira infeliz se ele mesmo o fez assim.
    Neste caso, a melhor referência bíblica a se concluir é amar ao próximo como a ti mesmo.

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  9. A igreja não pode aceitar o pecado com normalidade. É preciso deixar clara a posição da IASD, vejo lideranças da igreja fugindo dos embate polêmicos, é extremamente perigoso esse "discurso do amor", pois Deus é também justiça. O velho testamento não deve ser lembrado apenas quando parece ser conveniente.

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    1. Graças a Deus...a Igreja Adventista mantém sempre a ética a moral e a tolerância em assuntos tão polêmicos e difíceis...tenho amigos transgêneros que tem vindo a igreja e tem sido recebidos com muito amor.. a igreja não esta com suas portas fechadas para nenhum ser humano muito pelo contrário.. precisamos só fazer a nossa parte e parar de polemizar algo que não adianta ficar dizendo que b ou c está certo... A Bíblia que é a palavra de Deus tem tudo sobre todos os assuntos. Vamos amar mais e polemizar menos.
      Aigreja Adventista está de parabéns pelas palavras sábias e em toda sua colocação esclarecedora. Deus conduza cada transgênero aos pés de Jesus e que nós passamos como Adventistas, ao invés de atrapalhar e ficar prendendo tempo polemizand, vamos ajudar na pregação do evangelho. Abraços a todos no amor de Cristo!

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  10. Acho que o texto deixou bem claro o posicionamento da igreja que ao meu ver está de parabéns pela colocação.

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  11. O texto foi muito bem elaborado e apresentado, precisamos ter claro em nossa mente, Cristo veio pra nos salvar; e salvar de td que foi degradado pelo pecado inclusive nossas faculdades. Gostei do trabalho Parabéns

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  12. Considero o texto claríssimo! Não deixa duvidas sobre o posicionamento da Igreja Adventista do Sétimo Dia, e o mais importante é que não deixa dúvidas sobre a vontade de Deus. Deus nos deixou Sua Palavra Escrita na Bíblia e ela deve ser nosso guia de vida. Toda a vontade do Pai está escrita ali. Deus ama todos igualmente, mas não ama todas as nossas atitudes. Na maioria das vezes erramos em não obedecer o plano de Deus para a vida de cada um de nós, aí colhemos as consequências... não podemos culpar Deus por essa diversidade de gêneros humanos. Ele não está "brincando" conosco. O sofrimento humano é produto de um mundo pecaminoso.

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  13. A bíblia diz que aqueles que estão em Cristo nova criatura é. Relembro essas palavras para chamar a atenção de todos os Cristãos. Eu creio que se vivêssemos de fato o cristianismo. Saberíamos de fato como Cristo agiria se estivesse em carne no meio de nos. Pq Ele de fato está, não em carne, mas está!

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