quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Dia da Reforma Protestante - 496 anos


Para alguns, Lutero é um ogro que destruiu a unidade da Igreja Católica Romana, uma besta selvagem, um monge renegado determinado a acabar com os fundamentos da vida monástica. Para outros, ele é o grande herói que liderou a pregação do evangelho puro de Jesus e da Bíblia, o reformador de uma igreja corrupta.

Em 31 de outubro de 1517, véspera da festa católica de Todos os Santos, Martinho Lutero anunciou suas teses, e o impacto foi tal que a data é apontada como o início da Reforma Protestante. 

Poucas pessoas na história do cristianismo têm sido discutidas tão acaloradamente como Lutero. Ele mudou o curso da história pela coragem, desafiando o poder do papado e do império, mantendo pontos de vista contrários à prática e preceitos da religião estabelecida, o catolicismo romano, por serem conflitantes ao conteúdo da Bíblia. 

O principal ensinamento do Evangelho contra o qual Lutero se rebelou foi o da penitência. A salvação é graça de Deus e não pagamos nada por isso. A centelha que se acendeu no ex- monge provavelmente veio em 1515, quando Lutero começou a dar palestras sobre a carta de Paulo aos Romanos. Como ele mesmo disse, foi logo no primeiro capítulo do livro que Lutero encontrou a resposta às suas dificuldades. 

Por conseguinte, o monge passa a comentar sobre sua descoberta: “Senti que nasci de novo e que eu havia sido carimbado para entrar no paraíso. Toda a Escritura teve um novo significado. E desde então 'a justiça de Deus' passou a indescritivelmente doce para mim estava sob um grande amor “. 

Lutero parece ter sido um homem relativamente calmo, dedicado aos seus estudos e com lutas espirituais. Sua grande descoberta – ele trouxe uma nova compreensão da Palavra de Deus – não o levou imediatamente a protestar contra a forma como a Igreja Católica Romana ainda compreende a fé cristã. Pelo contrário, o monge dedicado continuou os seus ensinamentos e pastorais e, embora haja evidências de que mostrou sua nova teologia, não tinha intenção de se opor ao que ensinavam no catolicismo romano. 

Em 1517, quando Lutero pregou – a forma de se divulgar os fatos na época – suas famosas 95 teses na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg, não tinha a intenção de criar uma turbulência religiosa. Ele anunciou as teses na véspera da festa de Todos os Santos e o impacto foi tal que marcou a data de 31 de outubro, como o início da Reforma Protestante e da reafirmação da palavra Deus. 

As 95 teses estão condenadas pela Igreja Católica Romana desde 15 de junho de 1520. Lutero, então, abertamente em conflito com a Igreja Católica Romana, foi excomungado no início do ano seguinte. O papa Leão X exigiu que Lutero se retratasse pelo menos de 41 de sua teses, mas o monge alemão, já famoso em toda a Europa, rejeitou publicamente. Foi o último passo para o que se tornaria a Reforma Protestante. 


Nota: O vídeo abaixo, filmado em importantes lugares históricos da Europa, apresenta uma visão panorâmica do declínio do cristianismo pós-apostólico e de sua posterior restauração através de sucessivos reformadores. 

1. Os mártires da fé 
2. Apostasia do cristianismo primitivo 
3. Os Valdenses 
4. João Wicliffe 
5. Huss e Jerônimo 
6. Martinho Lutero

Cristãos verdadeiros ou zumbis engravatados?

 "Ao anjo da igreja em Sardes escreve: Assim declara aquele que tem os sete espíritos de Deus e as estrelas: Conheço as tuas obras, que tens fama de estar vivo, mas de fato, estás morto. Sê alerta! E fortalece o que ainda resta e estava prestes a morrer; porque não tenho encontrado integridade em tuas obras diante do meu Deus. Portanto, lembra-te daquilo que tens recebido e ouvido; obedece e arrepende-te. Porquanto se não estiveres vigilante, virei como ladrão, e tu não saberás a que hora virei contra ti. Contudo, têm em Sardes algumas pessoas que não contaminaram as suas vestes; elas caminharão comigo, vestidas de branco, pois são dignas. Deste modo, o vencedor andará trajado com vestes brancas, e de modo algum apagarei o seu nome do Livro da Vida; pelo contrario, reconhecerei o seu nome na presença do meu pai e dos seus anjos. Aquele que tem ouvidos compreenda o que o Espírito revela às igrejas." Apocalipse 3:1-10
Tenho observado que ao longo dos anos, tem havido sempre a atualização cinematográfica dos filmes classificados de terror e suspense, que tem como principais personagens o serial killer, Drácula ou vampiros, lobisomens, e os famosos zumbis. A série The Walking Dead, filmes como Van Helsing, Homens de Preto, Blade, Drácula, A volta dos mortos vivos, Eu sou a lenda, Zumbilândia, como também o filme nacional do cineasta gaúcho Davi de Oliveira “Porto dos Mortos”, ganham diariamente a atenção dos fãs do gênero, que esgotam os ingressos admirados com a inclusão tecnológica e a contextualização dos seres à realidade atual.

Deixando de lado os temíveis vampiros, o Drácula, o serial killer e o lobisomem, quero ater-me à preservada figura do zumbi, palavra que a principio pode confundir com o herói escravo do século XVIII, Zumbi dos Palmares. Refiro-me aos zumbis do tradicional vodu haitiano. “Zumbi ou zumbie”, no vodu haitiano é simplesmente um morto vivo, corpo sem alma a que se desenvolve a vida para ser empregado em trabalhos físicos.

A igreja de Sardes orgulhava-se de sua produção de lã e tinturaria. Era o centro de adoração à deusa Cibele (deusa da religião de mistérios cuja imoralidade e degeneração eram notáveis). Apesar de haver alguns naquela igreja que ainda permaneciam fiéis a Deus, retendo a fé e a vida piedosa como princípios fundamentais de sua religião. A maioria esmagadora estava insensível à espiritualidade, ao compromisso cristão. A falta de dedicação era notável. O ponto de apoio espiritual dos cristãos de Sardes era o inicio glorioso daquela igreja. Porém o Senhor conhecia as suas obras: conheço as tuas obras, que tens nome de quem vives, mas de fato estás morto. Estaria Deus falando a uma igreja de zumbis?

Nas tradições vodu, um zumbi é: Um ser humano a quem um bokor (sacerdote ou sacerdotisa) roubou o ti-bon-ange (alma menor). Este roubo é feito mediante técnicas de magia negra quando a pessoa está morrendo. Imediatamente depois de morrer o ti-bon-ange é conservado em uma garrafa pelo ladrão, que a partir desse momento tem controle absoluto do corpo da pessoa morta. Esta carece de pensamento e controle autônomo, de modo que pode ser manejada como um escravo total e absoluto por parte do ladrão. Com o passar do tempo, o zumbi vai deteriorando-se, como se apodrecesse, e finalmente seu corpo acaba por morrer também. O conceito do zumbi serve também como referência à servidão ou desgaste físico e doença.

Os zumbis são frequentemente temas de filmes, videogames, canções, livros e outras manifestações populares. Mito ou realidade, esse tema permanece de alguma forma, crescente no imaginário popular.

O que Cristo veio propor à humanidade? Segundo o apostolo Paulo, o cristão é alguém que morreu para o mundo e agora vive para Deus.
"Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que atua agora nos filhos da desobediência; entre os quais também todos nos andávamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza, filhos da ira, como também os demais. Mas Deus que é rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando vós mortos em delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, pela graça sois salvos, e juntamente com ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus. Para mostrar, nos séculos vindouros, a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus. Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vos; é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie. Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas." Efésios 2:1-10
O verdadeiro cristão não é um zumbi. Alguém que morreu espiritualmente e foi reanimado para continuar entre os vivos, como vivo (embora permaneça morto). Cristo não veio nos reanimar, ele veio nos ressuscitar; gerar-nos outra vez; Fazer de nós novas criaturas, seres dotados de uma nova mentalidade para o oficio do bem.

Zumbis não tem sentimento. Não pensam criticamente, nem defendem suas convicções. Temos, como a igreja de Sardes, muitos zumbis entre nós, que não conseguem entender ainda a razão de sua existência; o propósito da manifestação do amor de Deus em favor deles. Nem sabem se foram ressuscitados ou apenas reanimados.

Não é difícil diferenciar um cristão genuíno de um zumbi com nome de cristão. O zumbi não sabe pra onde vai, o que faz; se está vivo ou morto; suas ações são aparentemente desconexas e desprovidas de responsabilidades, não avalia consequências, o que ele faz é somente com base no momento. O verdadeiro cristão em contrapartida reconhece sua filiação com o Deus pai. Sabe que um preço foi pago pela sua ressurreição espiritual e física no futuro. Sabe de suas responsabilidades como filho de Deus e como servo de Cristo. Manifesta o amor que por Deus lhe foi comunicado em questões espirituais e físicas. Sabe enfrentar as tribulações da vida, na certeza de que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus, e que são chamados segundo o seu propósito.

AQUI VALE A ANÁLISE: O QUE TEMOS SIDO?

Cristãos verdadeiros, ou apenas zumbis engravatados?

Fonte: Metanoia

Quem precisa de Halloween?


Abóboras, bruxa, gato preto, morcegos, vampiro são alguns símbolos utilizados nesta semana para enfeitar as famosas festas de Halloween. Uma festa que teve origem no Hemisfério Norte e tem fincado raízes cada vez mais fortes em nosso país. Uma festa que muitos acham sem maldade, mas que traz, em sua origem, uma mensagem negativa e anti cristã muito grande, pois, em sua essência, nada mais é que uma comemoração aos mortos e ao inimigo de nossa alma. Por que participar de uma comemoração aos mortos quando podemos celebrar a vida?

Quando aqui esteve, Cristo afirmou que um de Seus propósitos principais era o de nos conceder vida, e vida abundante (João 10:10). Cada gesto, cada palavra, cada olhar, cada atitude Sua mostrava que as pessoas sempre poderiam esperar algo de muito bom vindo de Sua parte. Participou de festas, banquetes, cultos, mas onde mais era encontrado era junto aos aflitos e oprimidos pelos efeitos do pecado. Ninguém que dEle se aproximou, precisando de auxílio, saiu sem ser atendido. Assim era Cristo, o Doador da vida.

Hoje muitos estão fazendo preparativos para uma festa que, nem em sua essência, tem a ver com a vida. Daqui a dois dias, milhões irão a um cemitério chorar um morto. Ao ressuscitar Cristo mostrou que tinha poder até sobre sobre a morte. Temos apenas duas escolhas: ficar ao lado daqueles que na dor ou, até mesmo em uma festa, valorizam a morte ou ao lado dAquele que tem vida em si mesmo. Escolha, mas escolha certo para ter a vida.

Fonte: Nova Semente

Nota: Leia mais sobre o Halloween aqui.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Lançado livro missionário adventista para 2014


A tarde do dia 29 de outubro foi bastante importante, não somente para os servidores da editora Casa Publicadora Brasileira, mas para toda a comunidade adventista da América do Sul. A razão foi o lançamento oficial do livro missionário de 2014: “A Única Esperança”, de autoria do conhecido pastor Alejandro Bullón. A expectativa é de uma tiragem de 20 milhões de exemplares. O livro tem aspectos que se identificam com o ser humano da atualidade. “Nossa mensagem é relevante, mas precisamos vesti-la de tal maneira que as pessoas possam se sentir atraídas e se identificarem com ela. Esse tem sido o segredo do sucesso das grandes produções dos nossos dias. O conteúdo não deve mudar, mas a forma de propagá-lo, sim”, explicou o autor após contar porque, dessa vez, escolheu a estrutura narrativa para explanar mensagens espirituais.

Atento às tendências dessa era, Bullón acredita que é preciso usar recursos criativos para tocar as pessoas. Para ele, quando se trata de leitura, tanto convencer como conquistar, dependem da abordagem. “Pesquisas apontam que 62% de todos os livros vendidos no mundo são de literatura, histórias e narrativas. Se é assim, se o mundo capta melhor uma mensagem, quando escrita assim, então adaptemos nosso jeito de escrever, a fim de acessar a mentalidade do homem pós-moderno. À semelhança de Jesus, observemos mais as pessoas, seus interesses, a maneira como formulam suas opiniões e tomam decisões. Dessa forma, estudando o modo de pensar de uma geração, poderemos oferecer luz numa embalagem desejável e passível de apropriação”, conclui. A cerimônia de apresentação e dedicação do livro contou com a presença da liderança sul americana da Igreja Adventista, da Rede Novo Tempo, bem como de outros líderes adventistas representativos de cada região do Brasil.

Para Almir Marroni, vice-presidente da Igreja na América do Sul, o livro missionário traduz exatamente a descrição feita por Ellen G. White no livro “O Colportor Evangelista”, página 2: “Compete a nossas publicações a mais sagrada obra de tornar clara, compreensível e simples a base espiritual de nossa fé”. Mais que tinta e papel O que aparentemente se resume a tinta e papel é, na verdade, um grande agente da esperança. Emocionado, o diretor da Casa Publicadora Brasileira, José Carlos Lima, lembrou-se do primeiro livro missionário, da escolha da capa e de cada detalhe pensado, a fim de que, ao suprir a igreja, renovando suas bases espirituais, tornasse a disseminação do evangelho uma consequência do fortalecimento de seus membros. A ideia nascida no coração da liderança da igreja e materializada pela editora deu certo. Desde o primeiro livro missionário, lançado em 2006, até o último, em 2011, o crescimento foi de 686%. O mais interessante disso tudo é o comprometimento dos membros adventistas, especialmente os brasileiros, em todo território sul americano. “O que mais me impressiona é ver o envolvimento da igreja. Não é de se espantar que tenhamos aproximadamente 80 milhões de livros missionários circulando pela América do Sul e que só no Brasil tenham sido investidos 35 milhões de reais em livros missionários”, destacou o líder sul-americano adventista, pastor Erton Köhler.

Apenas um real

Outro ponto do livro missionário que mereceu ênfase foi seu valor, fator que favorece a compra e distribuição do mesmo. “Foi uma atitude muito ousada da Casa Publicadora Brasileira não só vender, mas manter a um real apenas, já por cinco anos, o preço do livro missionário”, declarou Köhler. Contrariando a lógica do mercado, o livro missionário aumenta sua tiragem, mantendo-se altamente sustentável, mesmo sendo vendido a um real. Mas a estratégia missionária não alcançaria tamanho sucesso sem o incentivo dos pastores locais, de cada igreja. “Nosso sonho evangelístico cai nas mãos dos nossos 4200 pastores sul americanos. Eles são imprescindíveis na batalha de nos fazer entender que é preciso se envolver na missão”, continuou Erton. Sobre isso, pastor Domingos Souza – líder da Igreja Adventista do Sétimo Dia para o Estado de São Paulo – relatou casos de várias faixas etárias entusiasmadas com a proposta do livro missionário. “Já ouvi histórias que vão de uma criança que vendeu picolé e reverteu o dinheiro da venda na compra de livros até de uma igreja como a do Unasp, campus Hortolândia, que, sem ver o livro missionário de 2014 pronto, já encomendou 208 mil exemplares para doar à Colômbia”.

Palavra que não volta vazia

Inúmeros são os casos de conversões após a leitura de um livro missionário. Mas os anos de 2012 e 2013 trouxeram fatos realmente surpreendentes, talvez jamais imaginados pela igreja. Exemplo disso foi o que aconteceu com Vagner Carriel da Rosa, cuja vida foi transformada a partir de um livro achado no lixo. Parece estranho, a palavra que perfuma a vida ser encontrada em condições tão paradoxais, num lugar onde se despeja sobras e tudo o mais considerado sem utilidade ou valor. Ao passar e ver um livro jogado entre o lixo, Vagner não pensou duas vezes: tomou para si “A Grande Esperança”. Desde então sua trajetória vem sendo junto à igreja adventista, mais precisamente como servidor na Casa Publicadora Brasileira. É como se Vagner, agora, tivesse a chance de fazer pelos outros o que um dia a página impressa fez por ele. “A Grande Esperança” foi algo inusitado também na vida de Maria Aparecida de Souza. Curiosamente, o livro surgiu, mudando sua história. Sendo ela funcionária de uma gráfica terceirizada pela Casa Publicadora Brasileira, admirou-se com a qualidade do material. Cida, como é conhecida, conta que ao pegar o livro sentiu vontade de ler seu conteúdo, afinal ele era muito bem feito para ser distribuído gratuitamente. Por gostar da leitura, Cida decidiu presentear um amigo, que mal sabia ela, era um membro afastado da igreja adventista há pelo menos dez anos. 

Equipe ASN, Agatha Lemos

AnoLivroExemplares distribuídos
2006-2007Os Dez Mandamentos2.162.000
2007-2008Esperança para Viver (Caminho a Cristo)1.215.000
2008-2009Sinais de Esperança4.020.000
2009-2010Tempo de Esperança7.475.000
2010-2011Ainda existe Esperança8.528.000
2011-2013A Última Esperança34.200.000

Dia de Finados - Uma Reflexão Bíblica


Segundo a Enciclopédia Online Wikipédia, o Dia dos Fiéis Defuntos, Dia dos Mortos ou Dia de Finados é celebrado pela Igreja Católica no dia 2 de Novembro, logo a seguir ao Dia de Todos-os-Santos.

Desde o século II, os cristãos rezavam pelos falecidos, visitando os túmulos dos mártires para rezar pelos que morreram. No século V, a Igreja dedicava um dia do ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém lembrava. Também o abade de Cluny, santo Odilon, em 998 pedia aos monges que orassem pelos mortos. Desde o século XI os Papas Silvestre II (1009), João XVII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia aos mortos.

No século XIII, esse dia anual passa a ser comemorado em 2 de novembro, porque 1 de novembro é a Festa de Todos os Santos. O Brasil por ser um país predominantemente católico, adotou essa data como feriado nacional segundo as leis n°10.607/02 e n° 662/49.

Os protestantes e evangélicos não recomendam a oração pelos mortos por que essa doutrina é desprovida de apoio Bíblico. Já os católicos afirmam haver respaldo no Livro de II Macabeus 12: 43-46, mas a canonicidade desse livro não é reconhecida pela maioria das religiões cristãs.

É durante o estado de vida, que o ser humano é convidado a aceitar a salvação pela fé em Cristo Jesus (Gl 2:16; At 4:12; 1Jo 5:11-12) e aguardar o dia da gloriosa ressurreição onde Deus chamará os que dormem para devolver-lhes a vida (1Ts 4:16-17, 1Co 15:51-54). Mas não há nada que se possa fazer para ajudar alguém a aceitar essa verdade, depois de descer a sepultura.

O motivo é que para alguém ser salvo, é necessário crer em Jesus, pois sem Jesus somos pecadores perdidos (Rm 3:23; 6:23); confessar sua condição pecaminosa (1Jo 1:9; Mq 7:18,19) e arrepender-se dos seus pecados (At 3:19; 1Jo 1:9). Porém os mortos estão inconscientes, “não sabem coisa alguma”, não pensam, nem agem (Ec 9:5, 6 e 10; Sl 146:4). Como pode então, um morto, crer, confessar e arrepender-se em seu estado mortal?

O apóstolo João declarou em Apocalipse 14:13 – Felizes (Bem Aventurados) são os mortos que descansaram no Senhor… ou seja; durante o estado “vivo” (Racional), tomaram a decisão por aceitar o plano da salvação. A felicidade é creditada pelo fato de que um dia Deus devolverá a vida a estas pessoas e por isso, a morte é comparada para estes, como um sono.

Embora muitos no dia 02 de novembro, tenham vertido lágrimas diante dos túmulos pela ausência afetiva e pessoal de um familiar ou amigo falecido, a Bíblia não nos deixou sem esperança. A morte não será um fim em si mesma para aqueles que morreram em Cristo. Resta uma esperança a estas pessoas e a todos que crêem.
“Eis que vos digo um mistério: Nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque é necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e o que é mortal se revista da imortalidade… Então se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?” (1Co 15:51-55)
É preciso valorizar mais os vivos e não os mortos. Os vivos podem tomar a decisão por Jesus enquanto são vivos, mas os mortos já estão com o destino selados pelas escolhas que fizeram em vida. Isso não que dizer que que as boas lembranças de um falecido devam ser esquecidas. Assim como contamos lindas histórias de personagens bíblicos já falecidos, creio que existam milhares de pessoas que deixaram um bom legado e cujo testemunho ainda soa como exemplo de vida.

Certa vez uma mulher me contou que o seu esposo nunca a presenteou com flores e rosas, mas que no dia de finados, os parentes já falecidos, recebiam homenagens que ela nunca recebera durante os longos anos de vida conjugal. Essa mulher clamava por socorro: “Eu estou viva e preciso de atenção”.

Olhe ao seu redor e verás pessoas carentes de bons relacionamentos, apoio, carinho, amor, atenção, mas principalmente, de encorajamento, para “Buscarem o Senhor enquanto se pode achar…” (Is 55:6).

Concentre os seus esforços por aqueles que ainda estão debaixo do sol (os vivos) e que almejamos encontrá-los um dia no céu. Hoje mesmo, leve a estas pessoas um presente. Pode até ser uma flor, uma rosa, mas não se esqueça do principal, o melhor presente, Aquele que é a ressurreição e a vida – Cristo Jesus.

Fonte: Sétimo Dia

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Cantor adventista morre afogado em Ilhéus


O cantor Cleiton Frack morreu afogado no início desta tarde na praia do São Miguel, em Ilhéus. O músico estava na cidade sul-baiana, onde fez apresentações em igrejas locais. A estada em Ilhéus foi prolongada após o Cleiton perder voo de retorno para São Paulo, informa o Blog do Gusmão.

Batizado Cleiton Oliveira Francisco, o músico apareceu no cenário nacional ao se destacar no programa de talentos Astros, do SBT, com o grupo adventista Artpella. No Facebook, um amigo comentou que o músico retornaria para São Paulo nesta terça-feira (29/10) à tarde. O contato teria ocorrido ao meio-dia desta terça-feira.

Ele resolveu caminhar na praia, após o almoço. Ao mergulhar, acabou morrendo afogado.

Ellen White e a violência urbana


"Vivemos em meio de uma epidemia de crime, diante da qual ficam estupefatos os homens pensantes e tementes a Deus em toda parte. A corrupção que predomina está além da descrição da pena humana. Cada dia traz novas revelações de conflitos políticos, de subornos e fraudes. Cada dia traz seu doloroso registro de violência e ilegalidade, de indiferença aos sofrimentos do próximo, de brutal e diabólica destruição de vidas humanas. Cada dia testifica do aumento da loucura, do assassínio, do suicídio. Quem pode duvidar que instrumentos satânicos se achem em operação entre os homens, numa atividade crescente, para perturbar e corromper a mente, contaminar e destruir o corpo?" A Ciência do Bom Viver, pág. 142

"As uniões trabalhistas rapidamente se agitam e apelam à violência se suas reivindicações não são atendidas. Mais e mais claro está se tornando que os habitantes do mundo não estão em harmonia com Deus. Nenhuma teoria científica pode explicar a firme marcha de obreiros iníquos sob o comando de Satanás. Em toda multidão, anjos ímpios estão em operação, instando homens a cometer atos de violência. A perversidade e crueldade dos homens alcançarão tal atitude que Deus Se revelará em Sua majestade. Muito em breve a impiedade do mundo terá atingido seu limite e, como nos dias de Noé, Deus derramará os Seus juízos." Olhando Para o Alto (Meditações Matinais, 1983), pág. 328. 

"Em todo o mundo, as cidades estão se tornando viveiros de vícios. Por toda parte se vê e ouve o que é mau, e encontram-se estimulantes à sensualidade e ao desregramento. Avoluma-se incessantemente a onda da corrupção e do crime. Cada dia oferece um registro de violência: roubos, assassínios, suicídios e crimes inomináveis." A Ciência do Bom Viver, pág. 363

"Nos dias de Noé a esmagadora maioria se opunha à verdade, e se apaixonara por um conjunto de falsidades. A Terra estava cheia de violência. A guerra, o crime e o homicídio eram a ordem do dia. Assim será também antes da segunda vinda de Cristo." The Seventh-day Adventist Bible Commentary, vol. 1, pág. 1.090.

"Os terríveis relatos que ouvimos de homicídios e roubos, e atos de violência, declaram que o fim de todas as coisas está próximo. Agora, agora mesmo, precisamos estar nos preparando para a segunda vinda do Senhor." Carta 308, 1907.