segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

6 dicas de Ellen White para alcançar o sucesso em 2020

Pergunte para qualquer pessoa que estiver perto de você agora: todas querem alcançar o sucesso. Seja na carreira, no relacionamento ou com a família, ser bem-sucedido é o desejo de dez entre dez pessoas. Contudo, poucas delas entram em ação para fazer com que esse sonho se torne realidade. A principal justificativa para isso? É muito difícil alcançar o sucesso. Entretanto, se você prestar atenção, verá que ser alguém bem-sucedido não é um bicho de sete cabeças. Na verdade, é mais simples do que você pensa. Basta que você siga esses preciosos conselhos de Ellen G. White que compartilhamos aqui, para que você alcance êxito não somente em 2020, mas em toda a sua vida.

1. Necessidade de uma meta, um objetivo 
“A necessidade de uma meta aparece como inevitável. Uma vida sem objetivo é uma vida morta.” (Conselhos sobre Saúde, p. 51)

“O êxito em qualquer coisa que empreendamos exige um objetivo definido. Aquele que desejar alcançar o verdadeiro êxito na vida deve conservar firmemente em vista o alvo digno de seus esforços.” (Educação, p. 262)

"Onde não há um objetivo, há uma tendência a indolência; mas onde há uma meta suficientemente importante em vista, todas as faculdades mentais se colocam em atividade. Para obter êxito na vida, os pensamentos devem fixar-se firmemente no objetivo da vida e não se deve deixá-los vagar, nem ocuparem-se de assuntos sem importância ou saciarem-se de ociosas reflexões, os quais são os frutos de evitar as responsabilidades." (Testemunhos para a Igreja, vol. 2, p. 382)

2. Aprender com as supostas derrotas
“Algumas vezes, Deus disciplina Seus obreiros levando-os a desapontamentos e aparente fracasso. É Seu propósito que aprendam a dominar as dificuldades. Ele procura inspirá-los com a determinação de fazer com que todo fracasso aparente resulte em sucesso.” (E Recebereis Poder, p. 272)

“Frequentemente os homens oram e lamentam por causa das perplexidades e obstáculos que os confrontam. Mas é propósito de Deus que enfrentem perplexidades e obstáculos, e se mantiverem firme até o fim o princípio de sua confiança, determinados a levar avante a obra do Senhor, Ele lhes tornará o caminho claro. Terão êxito ao lutarem com perseverança contra dificuldades aparentemente insuperáveis e com o êxito virá a maior alegria.” (Olhando para o Alto, p. 110)

3. Ter sempre uma atitude positiva
“Na luta por alcançar a norma mais elevada, o êxito ou o fracasso dependem muito do seu caráter e da forma como seus pensamentos são canalizados. Se forem bem direcionados, como Deus deseja a cada dia, se abrirão espaço para os temas que vão ajudar a aumentar nossa devoção. Se os pensamentos são corretos, então, como resultado, as palavras também serão corretas; as ações serão de tal natureza que produzirão alegria, consolo e descanso.” (Cada Dia com Deus, p. 66)

4. Esforço e perseverança
“O verdadeiro sucesso em cada setor de trabalho não é o resultado do acaso, ou acidente ou destino. É a operação da providência de Deus, a recompensa da fé e a prudência, da virtude e perseverança. Superiores qualidades mentais e elevado caráter moral não se adquirem por casualidade. Deus dá oportunidades; o êxito depende do uso que delas se fizer.” (Profetas e Reis, p. 486)

“Quando Deus abre o caminho para a realização de certa obra e dá garantias de sucesso, o instrumento escolhido deve fazer tudo que estiver em seu poder para alcançar os resultados prometidos. O sucesso será proporcional ao entusiasmo e perseverança com que o trabalho é levado a cabo.” (Profetas e Reis, p. 263)

5. Confiança e fidelidade 
“Ninguém que seja fervoroso e perseverante deixará de alcançar sucesso. Não é dos ligeiros a carreira, nem dos valentes a peleja. O mais fraco dos santos, bem como o mais forte, podem alcançar a coroa de glória imortal. Podem vencer todos os que, pelo poder da divina graça, conduzem a vida em conformidade com a vontade de Cristo. Cada ato acrescenta seu peso na balança que determina a vitória ou fracasso na vida. E a recompensa dada aos que triunfam será proporcional à energia e fervor com que lutaram.” (Atos dos Apóstolos, pp. 313 e 314)

“Mas se nos entregarmos completamente a Deus, e seguirmos Sua direção em nosso trabalho, Ele mesmo Se responsabilizará pelo cumprimento. Não quer que nos entreguemos a conjeturas sobre o êxito de nossos esforços honestos. Nem uma vez devemos pensar em fracasso. Devemos cooperar com Aquele que não conhece fracasso. Não devemos falar de nossa fraqueza e inaptidão. Com isso manifestamos desconfiança para com Deus, e negamos Sua palavra. Ao murmurarmos por causa de nossas cargas, ou recusarmos assumir as responsabilidades de que nos encarregou, estamos dizendo virtualmente que Ele é um Senhor severo e que requer o que não nos deu força para executar.” (Parábolas de Jesus, p. 363)

6. Sociedade com o Céu
“O segredo do êxito está na união do poder divino com o esforço humano. Quando o povo de Deus for inteiramente consagrado a Ele, o Senhor os usará para levar avante Sua obra na Terra. Mas devemos lembrar-nos de que, seja qual for o êxito que venhamos a ter, a glória e a honra pertencem a Deus; pois toda faculdade e todo poder são uma dádiva de Sua parte. Ele dará êxito aos mais débeis esforços, aos métodos menos promissores, quando designados por determinação divina e empreendidos com confiança e humildade.” (E Recebereis Poder, p. 260)

sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Documentário adventista alerta sobre o abuso sexual na infância

Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), por hora, 228 crianças são exploradas sexualmente em países da América Latina e do Caribe. O Brasil está em primeiro lugar nesse ranking e quem mais sofre são as meninas. Pensando nesse e em outros números sobre o abuso sexual infantil, o Feliz7Play lança nesta sexta, 22, um documentário de conscientização sobre o assunto.

O curta O Esconderijo (The Hideout) tem aproximadamente quinze minutos e conta a história da pequena Molly, uma menina alegre e espontânea. Todo o seu brilho se apaga quando ela passa por um episódio de abuso. Mas com a ajuda de seu amigo, Sam, ela encontra forças para buscar ajuda. Trata-se de uma história de amizade e superação para assistir com toda a família. A produção é da Igreja Adventista nos Estados Unidos, com apoio da Southern Adventist University.

Neste ano, a Igreja Adventista em oito países sul-americanos também realiza uma ampla campanha de combate ao abuso sexual infantil. A iniciativa Quebrando o Silêncio, presente em países como Brasil, Chile, Bolívia, Paraguai, Uruguai e Equador, distribui materiais educativos e realiza ações de conscientização em escolas, igrejas e órgãos públicos. Para conhecer detalhes, visite quebrandoosilencio.org.

Confira a estreia do documentário às 19h desta sexta-feira em feliz7play.com.

Assista ao teaser: 



quinta-feira, 21 de novembro de 2019

O modo bíblico de escolher os presentes de Natal

Que título estranho tem este post. Existe mesmo um “modo bíblico de escolher os presentes que daremos de Natal”? A meu ver, sim. Mas, antes de ir direto ao ponto, deixe-me contar como cheguei a essa conclusão. No final de outubro, fui almoçar no shopping Rio Sul e fiquei impressionado: já havia uma gigantesca árvore de Natal montada no vão central do prédio, que ia do chão ao teto, cercada por montes de robozinhos animados, renas, esquilos, vegetação de plástico, muitas luzes piscantes e bolas coloridas. Não havia dúvida: o Natal estava chegando. Bem… mais ou menos, né? Afinal, ainda era outubro e faltavam dois meses para à época de festas. Mas o comércio já tinha decidido: estava dada a largada para a temporada de compras de presentes. Eu me senti inclinado a escrever um texto falando mal do consumismo, da exploração materialista e das deturpações que a sociedade faz da celebração do nascimento de nosso Senhor. Mas pensei um pouco e lembrei que anualmente batemos nessa tecla, sem que nada mude: cristãos e não cristãos continuam gastando uma fortuna em compras natalinas. Então resolvi compartilhar outra reflexão: já que vamos dar presentes de qualquer maneira, o melhor é pensar como decidir que presentes dar.

O hábito de se presentear no Natal tem influências variadas, dependendo do lugar do mundo em que se está. Mas a origem vem do relato bíblico dos magos que presentearam Jesus com ouro, incenso e mirra. Se formos pensar por esse ângulo, fugirmos da sanha consumista e tratarmos a troca de presentes como algo que remete ao nascimento de Cristo, de modo que não tire o foco das verdadeiras razões da celebração, não vejo mal nessa prática. E como devemos fazê-lo? Aqui segue uma sugestão.

Penso que não devemos entregar os presentes na noite de Natal. Esquisito? Acredite, é totalmente possível fazê-lo um ou mais dias antes ou depois. Com isso, removemos a ideia de que festas natalinas têm a ver com consumismo – em especial no ensino das nossas crianças. Se fizermos assim, elas não crescerão associando Natal a presentes e à figura do Papai Noel, mas também não ficarão de fora do hábito da cultura em que vivem e poderão receber preciosas lições sobre a alegria que é dar. Isto é fundamental: cada presente deve sempre vir acompanhado de instrução e lições de vida. Dependendo da forma como tratarmos esse hábito, ele será visto e compreendido de modo mais cristão ou menos cristão pelos nossos filhos e as demais pessoas. A noite de Natal deve ser momento de orações, de louvores e da comunhão que celebra o nascimento de Jesus (seja num culto, seja numa ceia em família ou entre amigos). O foco não pode estar nos presentes. Tampouco na comida. Muito menos na festa: o foco do Natal é a encarnação do Verbo e tudo deve ser feito com isso em mente. A celebração do Natal deve ser inquestionavelmente cristocêntrica.

E, finalmente, chegamos ao ponto: há algum tipo de pensamento bíblico que devemos ter quanto ao que comprar para dar de presente a nossos amigos e parentes? Sim, há. Se vamos presentear alguém, deve ser por amor a ela; e gestos de amor contêm em si essencialmente a preocupação com o que é melhor para o outro. Em outras palavras, entendo que você não deve presentear alguém com algo de que ela goste, como costumamos fazer. O presente ideal e mais bíblico possível é, isto sim, algo de que a pessoa precisa.

Repare: Deus não entregou Jesus ao mundo de presente porque gostássemos dEle. Pelo contrário, Jesus foi presenteado a uma humanidade que estava morta em seus delitos e pecados e, por isso, amava os prazeres e a maldade. Mas era uma humanidade que precisava desesperadamente do Cordeiro de Deus, que viesse para o que cada ser humano mais precisa: o perdão dos pecados. Assim, o Pai não nos presenteou com algo que satisfizesse nossas concupiscências ou nossos desejos carnais: Ele nos deu aquilo que Ele sabia que nos faria bem.

Na hora de escolher os presentes que você vai comprar para determinada pessoa, imite o Pai: não pense “o que será que ela vai gostar de ganhar?”, mas, sim, “o que será que ela precisa ganhar?”. Se você tiver esse pensamento em mente, estará presenteando como o Pai nos presenteou. E fará do ato de dar presentes algo muito mais cristão.

Paz a todos vocês que estão em Cristo,

Maurício Zágari (via Apenas)

"As festas estão chegando rapidamente com sua troca de presentes, e jovens e idosos estão estudando intensamente o que poderão dar a seus amigos como sinal de afetuosa lembrança. É agradável receber um presente, mesmo simples, daqueles a quem amamos. É uma afirmação de que não estamos esquecidos, e parece ligar-nos a eles mais intimamente. Está certo concedermos a outros demonstrações de amor e afeto, se em assim fazendo não esquecemos a Deus, nosso melhor amigo. Devemos dar nossos presentes de tal maneira que se provem um real benefício ao que recebe. Eu recomendaria determinados livros que fossem um auxílio na compreensão da Palavra de Deus ou que aumentem nosso amor por seus preceitos." (Ellen G. White - O Lar Adventista, p. 479)

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Reflexões sobre o Dia da Consciência Negra

A melhor cor para se comemorar o Dia da Consciência Negra é a da inclusão. No Brasil, a data foi instituída por lei federal 12.519 em 10 de novembro de 2011, todavia, na contabilidade da Fundação Cultural Palmares, só é feriado em 832 dos 5.570 municípios brasileiros. Segundo a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), o feriado é observado em apenas seis dos 26 Estados, sendo que nove, o fazem de forma parcial e onze a vida toca normal, sem nada parar.

Deus criou a diversidade, por isso, o mundo é belo. A flora e a fauna se caracterizam por tons, matizes e pigmentos. No espectro humano, a diversidade é ainda mais bela. Cores de olhos, cabelos, tez de pele, deveriam tornar a convivência mais rica, mais humana e mais relacional. Neste contexto, o racismo é intolerável, porque em lugar de colorir, ele mancha, machuca e avilta.

No Dia da Consciência Negra, Deus nos convida a olhar a paleta de cores e procurar a cor da inclusão, por ser a cor mais sensível, mais desejável, mais cristã. Quando se fala de cor, fala-se de percepção visual e de estímulos sensoriais no cérebro. Danger (1973), afirma que a “visão está tanto no cérebro como nos olhos, mas, é o olho que registra a imagem, e o cérebro constrói sentido ao que é visto. A percepção da cor é dirigida pelo cérebro”[1]. Por isso, relacionamentos saudáveis são aqueles em que o Espírito Santo atua na pessoa a ponto de transformá-la pela “renovação da mente”[2]. É desta forma que traços étnicos deixam de ser empecilhos sociais para se tornarem elos de aproximação.

Toda cor tem pigmentos ou substâncias que absorve, reflete ou refrata a luz. A cor inclusiva não é diferente. Entre os mais poderosos pigmentos desse espectro, se destacam a tolerância e o amor. O primeiro absorve os impactos nocivos da discriminação que envolve raça, origem étnica, nacionalidade, cor da pele ou gênero. A tolerância é fator de união das cores, que combinadas entre si, criam-se novos mosaicos, novas harmonias, novas possibilidades. A base da tolerância está no amor-princípio, aquele que “tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”[3]. Somente uma consciência mediada pelo Espírito Santo pode amar o outro verdadeiramente, sem interferência do status econômico ou racial.

A Igreja Adventista do Sétimo Dia se posicionou quanto ao tema. Ao declarar que “a igualdade entre todas as pessoas é uma doutrina”, a Crença Fundamental 13 afirma que “em Cristo somos uma nova criação; distinções de raça, cultura e nacionalidade, e diferenças entre grandes e pequenos, ricos e pobres, homens e mulheres, não devem ser motivo de dissensões entre nós. Todos somos iguais em Cristo, o qual por um só Espírito nos uniu numa comunhão com Ele e uns com os outros; devemos servir e ser servidos sem parcialidade ou restrição”[4].

Não há beleza plural sem diversidade, por isso, o Dia da Consciência Negra tem uma cor: a da inclusão, com pigmento, matiz, brilho e saturação especiais. Que no manejo dos relacionamentos, o Espírito Santo nos ensine a escolher a cor, cujo pigmento seja a tolerância mediada pelo amor, que a matiz provenha do sangue de Cristo, a pureza de Seus incomparáveis méritos e o brilho seja unicamente da cruz. O maior ataque contra o racismo são os braços estendidos de Cristo na cruz do calvário, reconciliando o mundo, independente de raça e cor. Deus seja louvado!

Jael Enéas (via Notícias Adventistas)

Referências
[
1] DANGER, Eric P. “A Cor na Comunicação”. Rio de Janeiro: Fórum, 1973.
[2] BÍBLIA SAGRADA. Romanos 12: 2. Sociedade Bíblica Internacional. São Paulo: NVI, 1993.
[3] BÍBLIA SAGRADA. 1º. Coríntios 13: 7. Sociedade Bíblica do Brasil. São Paulo: 2012.
[4] DECLARAÇÕES DA IGREJA ADVENTISTA. Disponível em
http://www.adventistas.org.pt/statements/19


Nota do blog: Enquanto não houver consciência da desigualdade que as pessoas negras sofrem em nossa sociedade ainda será necessário haver um dia para nos lembrar de olharmos para isso. Se valorizamos a igualdade, a equidade e a justiça para todas as pessoas independentemente de sua cor ou raça, precisamos nos conscientizar da importância de transformar essa realidade. O racismo que vivemos hoje é fruto dos mais de 300 anos de escravidão e da subsequente falta de reparação e contínua opressão sistêmica que os negros ainda sofrem. Então a primeira coisa a fazer é nos conscientizar, perceber essas desigualdades e discutir o assunto, para então nos mobilizarmos e transformar essa realidade. Se não conseguimos nem ao menos enxergar e reconhecer o racismo presente na sociedade onde vivemos, não fazemos nada a respeito. E assim ele se perpetua, invisibilizado dentro de uma normalidade desigual e injusta no dia a dia. Então celebro o Dia da Consciência Negra e todos os movimentos e debates que têm surgido cada vez mais para que essa consciência se espalhe, ao ponto de não ser mais necessária uma data específica para nos lembrar que a igualdade racial ainda não existe no nosso país e no mundo.

terça-feira, 19 de novembro de 2019

Qual é a sua bandeira?

A história nos conta que a bandeira foi inventada na Idade Média, onde os exércitos começaram a utilizar pedaços de pano com suas cores, para não se confundirem uns com os outros. Pequenas tiras de tecidos eram amarradas em varetas retiradas das árvores, hasteadas em locais visíveis. Aos poucos foram sendo aperfeiçoadas, tornando-se mais bonitas e com símbolos específicos.

No Brasil, existe um dia especial para se comemorar o Dia da Bandeira, que é 19 de novembro, devido à bandeira de nosso país ter sido criada nesta data, no ano de 1889, quatro dias após a Proclamação da República de nosso país.

A bandeira é a identidade de alguém, de um povo, de um movimento. Quando vemos a bandeira que alguém carrega, literalmente falando, ou bandeira essa defendida por suas filosofias e idéias, conseguimos identificá-lo. Atualmente vemos tantas bandeiras, tantos grupos e idéias diferentes que às vezes ficamos perdidos no meio delas. Quando alguém levanta uma bandeira, levanta junto tudo que está implícito naquela bandeira, tudo aquilo que ela representa.

Moisés edificou um altar ao Senhor e o chamou de "O Senhor é Minha Bandeira" (Êx 17:15), ou seja, sua identidade era marcada pelo Senhor. E também queria deixar claro que à sua frente estava o Senhor, a vontade dEle e não a sua. Portanto, que a nossa bandeira seja o SENHOR e que possamos hastear a bandeira do Reino de Deus acima de tudo aquilo que é impuro, carnal e passageiro. E, quando Jesus vier para os Seus, não terá problemas em nos reconhecer. Nossa bandeira estará clara!

"Oro fervorosamente para que a obra que fazemos a este tempo se grave profundamente no coração, mente e alma. Aumentarão as perplexidades; como crentes em Deus, porém, encorajemo-nos uns aos outros. Não abaixemos a bandeira, antes conservemo-la alçada bem alto, olhando Àquele que é o Autor e Consumador de nossa fé." (Ellen G. White - Conselhos para a Igreja, p. 366)

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Bora se exercitar!

Se você está precisando de coragem para começar a se exercitar, saiba que existem inúmeras pesquisas que mostram os mais diversos benefícios da atividade física. Além do mais, Ellen White já destacava também a importância de uma vida ativa. Ela advertiu sobre a ociosidade ou inatividade como um risco para a saúde. A pessoa inativa está se debilitando física e espiritualmente. Para os cristãos, o corpo, a mente e o espírito estão conectados. 

Para motivá-lo, confira 18 vantagens das quais você pode passar a desfrutar assim que colocar sua roupa de ginástica, e logo abaixo de cada fato científico, veja relacionados conselhos sábios de Ellen G. White escritos há mais de 100 anos:

1. Exercitar-se regularmente foi associado a menos sintomas de ansiedade e depressão. 

"As diversões excitam a mente, mas é certo seguir-se a depressão. O trabalho útil e o exercício físico terão sobre a mente uma influência sadia e fortalecerão os músculos, melhorarão a circulação, e demonstrar-se-ão poderoso agente na recuperação da saúde." (Conselhos sobre Saúde, p. 627) 

2. A atividade física pode ajudar a prevenir e gerir a diabetes tipo 2. De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo Ministério da Saúde em parceria com o IBGE, a diabetes atinge 9 milhões de brasileiros. 

"O sangue não é tão capaz de expelir as impurezas como seria se a circulação ativa fosse produzida pelo exercício." (Conselhos sobre Saúde, p. 52) 

3. Exercício pode desempenhar um papel no aumento do colesterol “bom” e diminuir o “mau”. 

"O exercício aviva e equilibra a circulação do sangue, mas na ociosidade o sangue não circula livremente, e não ocorrem as mudanças que nele se operam, e são tão necessárias à vida e à saúde." (A Ciência do Bom Viver, p. 238) 

4. Estudos descobriram que o exercício reduz a inflamação das vias aéreas em pessoas com asma. 

"Aqueles cujos hábitos são sedentários devem, quando o tempo permitir, fazer exercício ao ar livre todos os dias, de verão e de inverno. Caminhar é preferível a andar de carro, pois movimenta mais músculos. Os pulmões são forçados a uma ação benéfica, uma vez que é impossível andar em passo rápido sem os dilatar." (A Ciência do Bom Viver, p. 240) 

5. O treinamento de força pode deixar seus ossos mais resistentes e tem sido associado a um menor risco de osteoporose. 

"O exercício rigoroso, severo, fortalece cérebro, ossos e músculos." (Carta 103, 1900) 

6. Pessoas que se exercitam vigorosamente têm níveis mais elevados de vitamina D, o que impulsiona o humor. Isso é provavelmente porque elas passam mais tempo no sol. 

"Exercício, e o livre e abundante uso do ar e luz solar — bênçãos que o Céu tem outorgado a todos nós livremente — dará vida e força ao enfermo macilento." (Conselhos sobre Saúde, p. 54) 

7. Embora exista uma crença popular de que o exercício pode aumentar o seu metabolismo, isso não é verdade. No entanto, de fato queima calorias.

"Hábitos estritamente temperantes, combinados com o exercício dos músculos assim como da mente, preservarão tanto o vigor mental como o físico." (Mente, Caráter e Personalidade 2, p. 389)

8. Se exercitar tem sido associado com um sistema cardiovascular mais eficaz e um menor risco de doença cardíaca. 

"Quando se faz exercício físico, a circulação é ativada. O coração recebe sangue mais rapidamente e o envia mais depressa aos pulmões. Os pulmões trabalham mais vigorosamente, abastecendo uma maior quantidade de sangue, o qual é impelido com mais força para todo o organismo. O exercício dá nova vida e vigor a cada órgão do corpo." (Refletindo a Cristo, p. 139) 

9. O exercício físico regular pode diminuir os níveis de estresse. 

"Umas poucas horas de trabalho físico diariamente, tenderiam a renovar o vigor físico e dar repouso e alívio à mente." (Testimonies 4, p. 264) 

10. Pesquisas concluíram que treinos curtos e intensos podem ajudar as pessoas a perder peso e gordura

"Não obstante tudo quanto se diz e escreve sobre sua importância, existem ainda muitos que negligenciam o exercício físico. Muitos se tornam corpulentos porque o organismo está carregado." (A Ciência do Bom Viver, p. 240) 

11. Seu corpo pode se tornar mais ágil através do exercício físico e do treinamento de força, o que poderia melhorar o seu equilíbrio e ajudar a prevenir quedas e outras lesões. 

"Aqueles que deixam de fazer uso de seus membros cada dia, perceberão um enfraquecimento ao procurarem exercitar-se. As veias e músculos não estarão em condições de desempenhar o seu trabalho e conservar todo o mecanismo vital em atividade sadia, cada órgão do corpo fazendo sua parte. Os membros serão fortalecidos pelo uso." (Conselhos sobre Saúde, p. 54) 

12. O exercício regular pode aumentar a imunidade, embora os cientistas não tenham certeza de como isso funciona. Pode ser através da limpeza de suas vias respiratórias de bactérias, ou fazendo o corpo produzir mais anticorpos que combatem doenças. 

"O ar puro, a alegre luz solar, as belas flores e árvores, os belos vinhedos e o exercício ao ar livre em meio desse ambiente, são transmissores de saúde – o elixir da vida." (Conselhos Sobre Saúde, p. 170) 

13. O exercício aeróbico tem sido associado a manutenção da memória, por isso é especialmente importante para adultos mais velhos. 

"Se continuar a inatividade física, haverá cada vez menos atividade do cérebro." (Carta 103, 1900) 

14. Ser fisicamente ativo está associado com uma vida mais longa. Pessoas que são ativas durante sete horas por semana são 40% menos propensas a morrer jovens do que as que se exercitam por 30 minutos ou menos. 

"Ao negligenciarmos fazer exercício físico, ao sobrecarregarmos a mente ou o corpo, desequilibramos o sistema nervoso. Aqueles que assim encurtam a existência, desatendendo as leis da Natureza, são culpados de roubo para com Deus." (Conselhos sobre saúde, p. 41) 

15. Ser ativo já foi associado também com um risco reduzido de alguns tipos de câncer. 

"A inatividade é prolífera causa de doenças. O exercício aviva e equilibra a circulação do sangue, mas na ociosidade o sangue não circula livremente, e não ocorrem as mudanças que nele se operam, e são tão necessárias à vida e à saúde." (A Ciência do Bom Viver, p. 238) 

16. O exercício pode levar a um risco reduzido de esgotamento no local de trabalho. 

"Muitos têm sofrido por causa de excesso de trabalho mental sem o refrigério do exercício físico. O resultado é a debilitação de suas faculdades." (Evangelismo, p. 661) 

17. A atividade física regular pode ajudar a aliviar os sintomas de transtorno do déficit de atenção com hiperatividade. 

"O tempo despendido em exercícios físicos não é perdido. Quando o cérebro está constantemente sobrecarregado enquanto os outros órgãos da estrutura viva ficam inativos, há uma perda de força, tanto física como mental. O sistema físico é lesado em seu tono saudável, a mente perde seu frescor e vigor, e o resultado é uma agitação mórbida." (Conselhos para a Igreja, p. 164) 

18. Manter-se ativo é ligado a um sono melhor. 

"O exercício ao ar livre estimula o apetite, tornando mais perfeita a digestão do alimento e induzindo um sono suave e sadio." (Testimonies 1, p. 702) 

[Com informações de Hypescience]

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

A renovação do louvor e de quem louva

A grande questão da “música da igreja” não é musical, mas sim uma questão espiritual. Queremos resolver os problemas discutindo sobre música, quando deveríamos buscar soluções espirituais. Fala-se de escalas e estilos musicais, lançam-se anátemas contra a percussão, contra o melisma e até contra a síncope, quando deveríamos estar examinando os próprios corações e buscando edificar a congregação, a igreja.
É claro que se deve estudar música, sua história, sua relação com a mídia, com a cultura e com a religião. Da mesma forma, também é preciso seguir falando de princípios teológicos de adoração e, sobretudo, se engajar na missão confiada à igreja.
Mas nem o estudo musical nem o conhecimento teológico são capazes de estimular sozinhos um espírito de louvor ou de envolver pessoas no evangelho. Então a saída seria modernizar o equipamento de som, apagar as luzes e fazer o coral cantar “louvorzão”? Ou, por outro lado, usar somente o piano no louvor, cantar música do hinário e ter um coral entoando “Com Som de Trombetas”? Nada disso significa que um grupo ou outro esteja mais comprometido com a comunhão e a pregação do evangelho. Aliás, pode significar apenas que um grupo está comprometido com os tradicionalismos e outro está comprometido com as novidades.
Na verdade, essas atitudes são mais musicais do que espirituais e evidenciam uma preocupação em renovar a música do culto sem antes renovar aqueles que oferecem um culto a Deus. Toda renovação genuína da adoração passa primeiro pela renovação genuína do coração dos adoradores a fim de que Deus seja adorado “em espírito e em verdade” (João 4:23).
Os profetas (Is 29:13; Os 6:6; Am 5:21) repudiavam os cultos solenes não por causa da solenidade, mas por causa da hipocrisia dos que ofereciam o serviço de adoração. O povo centrava sua adoração em formas externas, como cânticos e holocaustos, mas seu coração estava longe de Deus. “Misericórdia quero, e não sacrifícios”, pedia Jesus (Mt 9:13).
Isso não implica o abandono de cânticos e ofertas, mas sim que a adoração espiritual genuína vale muito mais que louvores antigos ou contemporâneos e instrumentos acústicos ou eletrônicos. Por isso, adoradores reconsagrados oferecem um culto renovado, pois a transformação espiritual deve preceder a modificação ou a manutenção de liturgias e louvores.
Se a congregação é pouco participativa no louvor, pode ser que a seleção dos cânticos e/ou a forma de conduzir o louvor não estejam adequadas. No entanto, mesmo esses fatores não são apenas musicais, mas são também espirituais. E questões espirituais se resolvem espiritualmente. Por exemplo, a dedicação de músicos e cantores no serviço da igreja é uma questão espiritual, decorrendo daí suas escolhas e suas condutas. Como escreveu A. W. Tozer em The Knowledge of Holy: “Por sermos obra das mãos de Deus, segue que todos os nossos problemas e suas soluções são teológicos”.
A renovação genuína daqueles que louvam produz adoradores contritos pela morte redentora do Cordeiro na cruz e também felizes pela esperança de vida que só encontram no Cristo que ressurgiu dentre os mortos. Adoradores imperfeitos, mas dedicados à missão das boas-novas, reunidos para celebrar a fé, a esperança e o amor. É possível louvar a Deus sem amar, mas é impossível amar a Deus e não louvar.
Joêzer Mendonça (via Revista Adventista)