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quarta-feira, 17 de abril de 2024

NOVO FILME "THE HOPEFUL"

Um novo filme adventista intitulado The Hopeful, que conta a história das origens da Igreja Adventista do Sétimo Dia, desde William Miller até John N. Andrews e os seus filhos, será exibido nos cinemas dos Estados Unidos nos dias 17 e 18 de abril.

John N. Andrews foi o primeiro missionário enviado pela Igreja Adventista para um destino fora dos Estados Unidos. O filme, realizado por Kyle Portbury, centra-se no viúvo Andrews que viaja para a Suíça com os seus filhos. Ele conta-lhes histórias, que são retratadas no filme, sobre os primórdios do movimento Adventista e os pioneiros que nele se destacaram. À medida que o filme recua no tempo, leva o público na viagem emocional da dor, decepção, alegrias e esperanças dos pioneiros da igreja, e como o desenvolvimento do movimento levou a família Andrews ao seu posto no estrangeiro.

A descrição do filme, feita pelos produtores, diz o seguinte:

A fé de William Miller está em ruínas. Depois de sobreviver milagrosamente a uma batalha feroz na Guerra de 1812, Miller questiona porque é que Deus o poupou. A sua busca por sabedoria leva-o a uma profecia surpreendente - o mundo vai acabar. The Hopeful é a história de um homem sobrecarregado com o conhecimento da volta de Cristo. A mensagem de Miller ressoa em alguns - mesmo quando é desprezada por outros. Quando uma jovem chamada Ellen Harmon ouve um dos seus sermões, ela é transformada. E, através do seu testemunho, a mensagem começa a ganhar força. A sua pregação cresce para além da profecia e desenvolve-se numa visão mais holística de como os cristãos devem viver e adorar. Vemos florescer as sementes de um novo movimento global de fé - a Igreja Adventista do Sétimo Dia. The Hopeful é a história verídica de uma comunidade cujas vidas foram transformadas ao aprenderem o que significa esperar verdadeiramente por Jesus. Este drama arrebatador, que se desenrola na Nova Inglaterra do século XIX, convida o público de todas as idades a imaginar como a esperança pode mudar o mundo.

Os produtores da Hope Studios desenvolveram The Hopeful para que fosse partilhado.

Em maio de 2023, o filme foi o centro das atenções sendo a projeção principal no Festival Internacional de Cinema Cristão (ICFF) em Orlando, Florida. O ICFF, fundado pelo cineasta adventista do sétimo dia Marty Jean-Louis, cresceu e tornou-se o maior festival de cinema cristão do mundo, ostentando uma lista internacional de mais de 20 mil assinantes. Embora o festival organize normalmente várias projeções simultâneas, The Hopeful reivindicou um estatuto único, como a única sessão de quinta-feira à noite, atraindo a maior audiência. Participantes em representação de várias denominações cristãs elogiaram a cinematografia e a narrativa do filme, tendo muitos expressado que este lhes serviu de apresentação ao Adventismo do Sétimo Dia e à sua história.

As exibições do filme destacaram o seu potencial para ser uma ferramenta eficaz para evangelismo e divulgação, disseram os produtores, e culminaram com o apoio oficial da Divisão Norte-Americana na sua Reunião de Final de Ano em Outubro de 2023.

O filme tem a duração de 1 hora e 30 minutos e foi produzido pelo Hope Studios, sediado no Hope Channel International, no edifício sede da Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia. A Hope Studios forneceu recursos para a promoção do filme.

Assista o trailer:

 

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Netflix lançará série “Messias”, que mostra a segunda vinda de Jesus nos dias atuais

No dia de Ano Novo, a Netflix libera a série "Messiah" (Messias), um thriller geopolítico que envolve a fé cristã sobre um dos eventos mais importantes relatados na Bíblia: a volta de Jesus.

A história, que tem a atriz Michelle Monaghan, estrela de “Missão Impossível - Fallout”, como a cética agente da CIA Eva Geller, narra como seria se a segunda vinda de Jesus acontecesse no atual clima político, social e cultural.

"Messias" é criado pelo escritor Michael Petroni ("O Ladrão de Livros"), dirigido por James McTeigue ("V de Vingança") e produzido por Mark Burnett e Roma Downey ("Filho de Deus") e Andrew Deane ("O dobro").

História
A agente Geller, interpretada por Monaghan, descobre informações sobre um misterioso homem messiânico, interpretado por Mehdi Dehbi. Seu personagem é do Oriente Médio e afirma ter sido enviado por Deus.

Quando o homem passa a realizar atividades que causam perturbações públicas, Geller começa a investigar de onde ele poderia ter vindo. Mas, enquanto ela continua sua busca, o homem misterioso acumula rapidamente seguidores que estão convencidos de que ele está realizando milagres. À medida que o tempo passa, a agente da CIA está determinada a descobrir se ele é uma figura divina ou um vigarista talentoso que desvenda a ordem mundial.

No trailer, os espectadores ouvem um oficial de inteligência israelense, um pastor do Texas e um refugiado palestino. Enquanto isso, a misteriosa figura messiânica viaja de Israel e da Síria para o Texas - tudo sem deixar rasto. "Ele surgiu do nada e não sabemos quem ele é", diz Geller a certa altura. "Ele está liderando pessoas desesperadas."

Quando perguntado sobre o que ele está fazendo, o personagem de Dehbi diz que está "entregando uma mensagem ... do meu pai". Em outro ponto do trailer, quando ele está algemado em uma sala de interrogatório, ele diz a Geller que está na Terra para fazer o "trabalho de Deus".

Esta série da Netflix é o mais recente projeto dos cineastas cristãos Burnett e Downey, a dupla de marido e mulher por trás da minissérie do History Channel "A Bíblia", o filme "Mulheres da Bíblia", a série da NBC "A.D. A Bíblia continua”, e a CBS mostra “Os Dovekeepers”. Além disso, Burnett é bem conhecido por seus sucessos na TV “Survivor”, “Shark Tank” e “O Aprendiz”.

"Messias" começará a ser transmitido em 1º de janeiro de 2020 (Guiame).

Assista o trailer:



Nota do blog: Infelizmente, a série acaba colaborando para reforçar mal-entendidos sobre a segunda vinda de Jesus. Cristo virá em glória e majestade, não tornará a pisar neste planeta (a não ser após o milênio) e não virá para salvar nem curar; virá para buscar os que aceitaram Seu plano de salvação. Muitas pessoas vivem despreocupadamente justamente porque não acreditam que Ele voltará como prediz a Bíblia. Uma série como essa tem potencial para ampliar essa indiferença e ainda aumentar as distorções sobre o Evangelho. Uma pena.

A segunda vinda de Jesus, mencionada mais de 300 vezes no Novo Testamento, é o ponto alto dos nossos ensinamentos. É essencial para nossa identidade como cristãos adventistas do sétimo dia. Essa doutrina está gravada em nosso nome e é parte fundamental do evangelho que somos chamados a proclamar. Sem a promessa de Sua vinda, nossa fé seria inútil. Essa gloriosa verdade nos dá um senso de destino e motiva nosso trabalho missionário. O grande plano da redenção terá seu ponto culminante na segunda vinda de Jesus. Sem o retorno de Cristo à Terra, Sua encarnação, morte e ressurreição não teriam nenhum efeito para nossa salvação.

Em Seu sermão profético, Cristo manifestou preocupação a respeito dos ensinamentos errados acerca da Sua segunda vinda, e advertiu os discípulos contra pessoas que viriam em Seu nome dizendo: “Eu sou o Cristo” (Mt 24:5, 23-26). Ele não quer que Seus seguidores sejam enganados. Por isso, indicou claramente de que modo virá (Mt 24:27). O relâmpago não pode ser escondido nem falsificado. Ele se manifesta e brilha em todo o céu de tal forma que todos podem vê-lo. Assim será a segunda vinda de Jesus. Nenhuma propaganda será necessária para chamar a atenção das pessoas com relação a ela. Todos os seres humanos, bons e maus, salvos e perdidos, e “até mesmo aqueles que O traspassaram” (Ap 1:7) verão a Sua vinda (Mt 26:64). 

Em Seu segundo advento, Cristo será visto com toda a Sua glória divina como “REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES” (Ap 19:16). Na encarnação, o Filho veio sozinho e sem nenhum esplendor externo. “Nenhuma beleza havia que nos agradasse” (Is 53:2). Mas desta vez Ele descerá com toda a Sua majestade e magnificência, rodeado por “todos os santos anjos” (Mt 25:31, ARC) e “com grande som de trombeta” (Mt 24:31, NVI). Se tudo isso não bastasse, os mortos em Cristo ressuscitarão para a imortalidade.

“Surge logo no Oriente uma pequena nuvem negra, aproximadamente da metade do tamanho da mão de um homem. É a nuvem que rodeia o Salvador, e que, a distância, parece estar envolta em trevas. O povo de Deus sabe ser esse o sinal do Filho do homem. Em solene silêncio fitam-na enquanto se aproxima da Terra, mais e mais brilhante e gloriosa, até se tornar uma grande nuvem branca, mostrando na base uma glória semelhante ao fogo consumidor. Sobre ela está o arco-íris do concerto. Jesus, na nuvem, avança como poderoso vencedor. […] Com antífonas de melodia celestial, os santos anjos, em vasta e inumerável multidão, O acompanham em Seu avanço. O firmamento parece repleto de formas radiantes – ‘milhões de milhões e milhares de milhares’ (Ap 5:11). Nenhuma linguagem humana pode descrever a cena, mente mortal alguma é apta para conceber seu esplendor” (Ellen G. White, O Grande Conflito, pp. 640, 641).

sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Documentário adventista alerta sobre o abuso sexual na infância

Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), por hora, 228 crianças são exploradas sexualmente em países da América Latina e do Caribe. O Brasil está em primeiro lugar nesse ranking e quem mais sofre são as meninas. Pensando nesse e em outros números sobre o abuso sexual infantil, o Feliz7Play lança nesta sexta, 22, um documentário de conscientização sobre o assunto.

O curta O Esconderijo (The Hideout) tem aproximadamente quinze minutos e conta a história da pequena Molly, uma menina alegre e espontânea. Todo o seu brilho se apaga quando ela passa por um episódio de abuso. Mas com a ajuda de seu amigo, Sam, ela encontra forças para buscar ajuda. Trata-se de uma história de amizade e superação para assistir com toda a família. A produção é da Igreja Adventista nos Estados Unidos, com apoio da Southern Adventist University.

Neste ano, a Igreja Adventista em oito países sul-americanos também realiza uma ampla campanha de combate ao abuso sexual infantil. A iniciativa Quebrando o Silêncio, presente em países como Brasil, Chile, Bolívia, Paraguai, Uruguai e Equador, distribui materiais educativos e realiza ações de conscientização em escolas, igrejas e órgãos públicos. Para conhecer detalhes, visite quebrandoosilencio.org.

Confira a estreia do documentário às 19h desta sexta-feira em feliz7play.com.

Assista ao teaser: 



segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Filmes, Internet e a Igreja: o que precisamos entender

O objetivo principal deste artigo é discutir como os filmes podem ser uma ferramenta importante para a Igreja compartilhar o evangelho.

Assistir a filmes é uma questão sensível para muitos cristãos. Alguns rejeitam todo tipo de filme, e há outros que não rejeitam filmes de nenhum tipo. Isso não significa que não haja padrões para um cristão quando se trata de filmes, mas indica que é necessário equilíbrio e discernimento quando o assunto é esse[1].

Os filmes são um meio poderoso de comunicação e têm um profundo impacto na cultura. Histórias contadas por meio de filmes podem capturar nossa atenção e estimular nossa imaginação como nenhuma outra mídia faz. Assistir a um filme é diferente de estar em um museu observando uma obra-prima. Eles têm imagens e sons dinâmicos que captam os nossos sentidos de uma forma que perdemos a percepção do mundo à nossa volta.

Os filmes facilitam a memorização de histórias e simplificam a compreensão de conceitos complexos ou abstratos. Anos depois de assistir a um filme é possível lembrar dos detalhes que mais nos impactaram e recontar a mesma estória[2]. Além disso, eles também têm o poder para influenciar o comportamento das pessoas para o bem ou para o mal. Alguns dos roubos e crimes mais elaborados da atualidade foram inspirados em filmes[3]. Sendo assim, se os filmes apresentam essa capacidade tão grande de influência, será que também podem ser eficazes no ensino de valores morais e espirituais?

Crescimento do consumo de filmes
Foi a partir de 1950 que os aparelhos de TV se popularizaram e se tornaram parte essencial da mobília das casas. Desde então, o consumo de filmes cresceu como parte do cotidiano de bilhões de pessoas. Mais recentemente, com o surgimento da Internet e dos smartphones, o número cresceu ainda mais. Isso porque agora podemos carregá-los na palma da mão e escolher onde e quando queremos assistir. Estima-se que um americano assiste, em média, s 5.000 filmes em toda sua vida, mas esse número está em crescimento[4]. Acredita-se que até 2024, os conteúdos nesse formato vão consumir 74% de todo o tráfego da Internet e até 2028 o consumo de vídeos crescerá seis vezes mais[5].

De acordo com o IMDB, desde 1900 havia uma média de 2.577 filmes produzidos por ano em todo o mundo, mas na última década esse número mais que triplicou chegando a 9.387 filmes por ano. Porém, isso ainda não captura o incrível crescimento que está ocorrendo na indústria com a chegada da Internet e mais filmes sendo produzidos apenas para o meio digital[6].


Gráfico: Crescimento mundial na produção de filmes

Filmes e a Igreja Adventista
Logo que indústria cinematográfica iniciou, cristãos viram nessa mídia uma oportunidade para compartilhar o evangelho. O primeiro filme cristão produzido foi o The Manger to the Cross or Jesus of Nazareth, em 1912 e que foi filmado no Egito e na Palestina retratando a história de Jesus[7] . O primeiro filme da Igreja Adventista no mundo, não se sabe ao certo qual foi, mas na América do Sul se tem notícia de que, em 1969, a igreja de Costín, na Argentina, produziu um filme, que mais tarde foi melhorado e distribuído pela Divisão Sul-Americana.

Esse primeiro filme foi chamado de A Vitória Final e era baseado nos últimos capítulos do livro O Grande Conflito (feliz7play.com/o-grande-conflito). O enredo alertava para os eventos finais da história. Embora algumas experiências e curtas-metragens tenham sido produzidos após isso, foi somente em meados de 2017 que a igreja começou a produzir filmes sistematicamente em português e espanhol, para alimentar a demanda da recém-criada plataforma de vídeos Feliz7Play.com.

Com o Feliz7Play.com, a Igreja Adventista entendeu que os filmes poderiam ser:

1. Uma ferramenta importante para o evangelismo;
2. Usados para fortalecer o conhecimento bíblico dos adventistas;
3. Usados para comunicar valores morais e doutrinários às novas gerações.

Contudo, a Igreja Adventista não foi a única a entender o poder dos filmes. Até o momento, muitas outras igrejas criam plataformas de filmes e vídeos para compartilhar suas crenças como, por exemplo, os mórmons, os católicos e muitas igrejas pentecostais.

Adventistas, filmes e o evangelismo
Na Igreja Adventista, o uso de filmes não é algo recente. A Revista Adventista de abril de 1939 descreve o pastor Leo Halliwell. O missionário utilizava recursos audiovisuais em suas viagens missionárias pelo rio Amazonas. Durante o dia, ele cuidava da saúde física da população e, à noite, exibia filmes sobre a vida de Jesus[8]. O objetivo da Igreja Adventista, com o uso de filmes, sempre foi o de usá-los como um meio e não como um fim em si mesmo, ou seja, como método de evangelismo e não como entretenimento[9].

Atualmente, na era da comunicação digital, mais pessoas seguem assistindo os filmes adventistas e sendo impactadas por eles na Internet. Por exemplo, o filme O Resgate, lançado em 2017, ultrapassou 1,4 milhões de visualizações no Youtube [10] e o filme Libertos – O Preço da Vida chegou a 1,2 milhões de visualizações[11]. Algumas pessoas expressam alegria e gratidão ao entender de forma mais real o sacrifício de Jesus (assista as reações do filme O Resgate aqui). Ainda existem histórias interessantes de pessoas que se tornaram adventistas após assistirem os filmes.

As formas de se levar o evangelho podem diferir com o passar do tempo, mas o princípio da mensagem deve permanecer inalterado. No início do adventismo, a mídia impressa com texto e imagens estáticas era o principal meio para influenciar pessoas e a igreja usou intensamente esse recurso.

Mas, hoje, temos várias ferramentas tecnológicas com as quais os pioneiros nunca sonharam. E que levam áudio, imagens em movimento e geram maior impacto na vida das pessoas. O conselho inspirado para nossos dias é que a igreja aproveite todos os recursos à sua disposição a fim de cumprir a missão que Jesus deixou. “Novos métodos precisam ser introduzidos. O povo de Deus tem que despertar para as necessidades da época em que vive”. (Ellen White, Evangelismo, p. 70).

Você pode conferir algumas histórias interessantes sobre os resultados dos filmes adventistas nos links abaixo:




Para saber mais sobre o tema, leia:




Carlos Magalhães (via Igreja Conectada)

Referências:
[1] Horner, Grant. Meaning at the Movies: Becoming a Discerning Viewer (p. 16). Crossway. Edição do Kindle.
[2] Ibdem.

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Longa-metragem adventista ensina valores de mordomia cristã

“Sr. Aguilera, obrigado por fazer este filme. Eu não posso levar meus amigos à igreja, mas certamente posso levá-los a assistir um filme comigo”. As palavras, vindas de uma adolescente de Michigan, jamais saíram da mente de Richard Aguilera, produtor do longa The Mysterious Note (A Nota Misteriosa), ainda sem versão para o português.

O depoimento fez Richard perceber que o potencial evangelístico do filme era bem maior do que ele pensava. Além de ensinar princípios de mordomia a jovens, pais e anciãos, o vídeo poderia ser uma nova maneira de atrair amigos, familiares, vizinhos e colegas de trabalho para Cristo.

Quando foi chamado por John Mathews, diretor do departamento de Mordomia Cristã da Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Norte, para produzir materiais didáticos sobre o assunto, especialmente para jovens, Richard não tinha bem claro o conceito de mordomia.

O produtor confessa: “Como muitos, quando ouvia a palavra “mordomia”, pensava que as palavras “dízimo e ofertas” viriam logo em seguida”. Através do filme, ele descobriu “o quanto a mordomia é realmente maior! Eu também aprendi que, em sua essência, mordomia é o reconhecimento de Deus como proprietário de tudo o que temos, e que fomos postos como administradores dessas coisas”.

O filme conta a história de uma família de Chicago que, ao viajar para uma pequena cidade do estado vizinho de Michigan, aprende o que é mordomia por meio de uma aventura de quatro dias. Além do costume do dono de uma loja administrar seu negócio usando princípios bíblicos, o filme mostra o filho mais novo da família Vargas, Josh, tentando desvendar, junto de dois novos amigos, o segredo de uma nota muito misteriosa. Assista o trailer oficial. (via Revista Adventista)

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Filme "Maria Madalena" estreia em março - Afinal... quem foi ela?

O antes e o depois da mulher que encontrou em Jesus uma nova maneira de viver: é assim que podemos classificar o filme Maria Madalena, próximo lançamento da distribuidora Universal Pictures. Com estreia marcada para 15 de março cinemas brasileiros, o longa traz Rooney Mara no papel-título e apresenta a jornada de uma das figuras mais enigmáticas e incompreendidas da história.

Mesmo contra sua família e a hierarquia social da época, ao ser impactada pelos ensinamentos de Cristo, interpretado por Joaquin Phoenix, Maria vê sua vida mudar completamente, tornando-se assim, uma grande discípula de Jesus e uma das líderes responsáveis por espalhar Sua Palavra.

Além dos indicados ao Oscar Rooney Mara e Joaquin Phoenix, o filme ainda traz Chiwetel Ejiofor e Tahar Rahim no elenco. Dirigido por Garth Davis, Maria Madalena tem roteiro assinado por Helen Edmundson e Philip Goslett. Confira o trailer:


Quem foi Maria Madalena? 
Tem-se como certo que o nome “Madalena” (em grego, Magdaléné) seja alusão a Magdala, pequeno vilarejo na praia ocidental do Mar da Galileia, um pouco ao sul de Cafarnaum. Alguns antigos manuscritos se referem a esse vilarejo como “Magdã”, e é assim que ele é citado na maioria de nossas versões de Mt 15:39. Não há dúvida de que Maria “Madalena” era assim chamada por ser originária de Magdala, ou pelo menos por ter morado ali parte de sua vida.

Maria Madalena só é mencionada pelo nome uma vez nos evangelhos, antes do relato da paixão de Cristo (Lc 8:2). Mas foi ela que se assentou aos pés de Jesus e dEle aprendeu (Lc 10:39) e que Lhe derramou na cabeça o precioso unguento, e banhou os pés com as próprias lágrimas (Mt 26:6-13; Mc 14:3-9; Jo:12:1-8). Depois, ela é citada no contexto da crucifixão. Em companhia de outras mulheres que haviam acompanhado o Mestre desde a Galileia, presenciou a Sua morte (Mt 27:55, 56; Mc 15:40, 41; Jo 19:25), Seu sepultamento (Mt 27:61; Mc 15:47) e depois o túmulo vazio (Mt 28:1-7; Mc 16:1-8; Lc 23:55-24:22; Jo 20:1). Jesus aparece, após a ressurreição, primeiramente a Maria Madalena (Jo 20:11-18; Mc 16:9-10).
"Maria fora considerada grande pecadora, mas Cristo sabia as circunstâncias que lhe tinham moldado a vida. Poderia haver-lhe extinguido n'alma toda centelha de esperança, mas não o fez. Fora Ele que a erguera do desespero e da ruína. Sete vezes ouvira ela Sua repreensão aos demônios que lhe dominavam o coração e a mente. Ouvira-Lhe o forte clamor ao Pai em benefício dela. Sabia quão ofensivo é o pecado à Sua imaculada pureza, e em Sua força vencera. Quando, aos olhos humanos, seu caso parecia desesperado, Cristo viu em Maria aptidões para o bem. Viu os melhores traços de seu caráter. O plano da redenção dotou a humanidade de grandes possibilidades, e em Maria se deviam as mesmas realizar. Mediante Sua graça, tornou-se participante da natureza divina. Aquela que caíra e cuja mente fora habitação de demônios, chegara bem perto do Salvador em associação e serviço. Foi Maria que se assentou aos pés de Jesus e dEle aprendeu. Foi ela que Lhe derramou na cabeça o precioso unguento, e banhou os pés com as próprias lágrimas. Achou-se aos pés da cruz e O seguiu ao sepulcro. Foi a primeira junto ao sepulcro, depois da ressurreição. A primeira a proclamar o Salvador ressuscitado." (Ellen G. White - O Desejado de Todas as Nações, p. 568)
Leia mais sobre Maria Madalena no artigo Afinal... a "Mulher Adúltera" era Maria Madalena?

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

“Deus Não Está Morto 3” divulga trailer e data de lançamento

O filme independente Deus Não Está Morto (2014) foi um tremendo sucesso no mundo inteiro. Ganhou uma continuação em 2016 e recentemente seus produtores terminaram as filmagens do terceiro filme. Com estreia prevista para a Páscoa do ano que vem, a parte final da trilogia está rendendo uma onda de comentários por escancarar o que todos sabem: as opiniões dos cristãos são cada vez menos bem-vindas na sociedade.

John Corbett, David A. R. White, 
Ted McGinley and Tatum O'Neal 
O primeiro trailer mostra um pouco de como a trama deve se desenrolar, com a igreja sendo atacada tanto fisicamente – através de um incêndio criminoso – quanto no campo das ideias, com o questionamento de seus ensinamentos.

O pastor Dave (David A. R. White) vê a Igreja de Saint James ser queimada. Quando ele fala em reconstruí-la, a Universidade Hadley não aceita que seja no seu campus, acusando-a de ser ‘controversa’. Dave vai precisar se juntar a seu irmão Pearce (John Corbett), um advogado ateu, para vencer essa luta no tribunal.


O filme conta com as participações de Shane Harper e Benjamin Onyango, que estavam nos primeiros filmes. Os novos personagens são interpretados por Ted McGinley, Jennifer Taylor, Tatum O’Neal, além do rapper Shwayze e da cantora gospel Cissy, ganhadora do Grammy. (Com informações de Gospel Prime e USA Today)

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Filmes adventistas são premiados em festival internacional

Leonardo Goulart durante a premiação
Duas produções cinematográficas da Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Sul foram premiadas no Festival Internacional de Cinema Cristão (FICC), no dia 15 de novembro, no Rio de Janeiro. Eleito pelo júri popular, o filme O Resgate – Salvação ao Extremo (assista aqui), foi o ganhador na categoria Melhor Média-Metragem e Melhor Filme. A obra, produzida pela Seven Filmes a pedido da sede sul-americana adventista, foi uma das 176 inscritas na quinta edição do evento. A produção adventista foi premiada com o troféu de Melhor Filme Evangelístico de 2017, considerada uma das premiações mais importantes do festival.

Lançada especialmente para servir de apoio ao programa da Semana Santa de 2017 e disponibilizada no YouTube, nas versões em português e espanhol, O Resgate já soma, apenas online, mais de 2 milhões de visualizações.

A trama conta a história de Adan (Maurício Pitanga) e sua noiva Joana (Daniela Paschoal), que decidem subir uma montanha, no Chile, em busca de uma aventura. No entanto, uma inesperada tempestade resulta em um acidente que muda completamente a história do casal e do irmão mais velho de Adan, Miguel (Leonardo Goulart).

Sobre a premiação, Goulart diz que “é uma alegria muito grande. Uma vez que o filme fala diretamente (ainda que sob um contexto metafórico) sobre a vida de Jesus, acho que não tem como ser mais evangelístico. Espero que o prêmio estimule ainda mais quem assistiu a seguir o exemplo de abnegação e amor incondicional ao próximo, assim como Ele o fez para com todos nós”.

O pastor Everon Donato, organizador do programa de Semana Santa da Igreja Adventista na América do Sul, também vibrou com a conquista e afirma que “o melhor é saber que a mensagem desse filme alcançou muitas vidas”. O prêmio foi entregue ao diretor executivo, Jefferson Nali. Ele agradeceu a toda a equipe que participou da produção e ao apoio da instituição adventista e quer doar o troféu para a Igreja, a fim de evidenciar a gratidão por ter dirigido a produção.

O filme Escolhas (assista aqui) também foi premiado na categoria Melhor Filme de Ficção. Ele foi preparado para ajudar a conscientizar as pessoas sobre a importância do diálogo com quem já fez parte da denominação e, um dia, se afastou.

A história apresentada ilustra um tipo comum de situação de quem, por diferentes razões, abandona sua fé e, depois, graças à oração e à ação de pessoas interessadas no seu bem-estar, retorna à igreja.

Luciana Costa (via ASN)

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

A segunda vinda de Cristo será em 2018, pelo menos no cinema

Misturando porções bíblicas com relatos ficcionais, ao estilo de “Deixados para Trás”, o filme “A Segunda Vinda de Cristo” deseja despertar o interessante das pessoas sobre as profecias dos fins dos tempos. Misturando presente, passado e futuro, semelhantemente ao Livro de Apocalipse, o longa fala sobre desastres naturais que vão se desenrolando sobre a Terra, resultando em um “efeito dominó” que mostra os animais e as pessoas morrendo, a fome e a peste se alastrando pelo planeta, quando um “salvador” surge no cenário político.

A sobrevivência dos que ficaram na terra é o ponto central da trama, que mostra como a fé em Deus separou os justos dos injustos. A personagem principal é a cientista Beatrix Cera (interpretada por Diana Angelson) que tem dificuldades em discernir as mensagens bíblicas apesar de ver seu cumprimento diante de seus próprios olhos.

O filma deveria ter estrear no Natal de 2017, mas por problemas de distribuição só chegará às telas nos EUA em março de 2018. Até o momento não há previsão de lançamento no Brasil. (Gospel Prime/IMDB)

Assista o trailer:



A segunda vinda de Cristo é a bendita esperança da Igreja, o grande ponto culminante do evangelho. A vinda do Salvador será literal, pessoal, visível e universal. Quando Ele voltar, os justos falecidos serão ressuscitados e, juntamente com os justos que estiverem vivos, serão glorificados e levados para o Céu, mas os ímpios irão morrer. O cumprimento quase completo da maioria dos aspectos da profecia, bem como a condição atual do mundo, indica que a vinda de Cristo é iminente. O tempo exato desse acontecimento não foi revelado, e somos portanto exortados a estar preparados em todo o tempo. (Crença Fundamental nº 25 da IASD)

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Filme adventista retrata jornadas pessoais de fé e sexualidade

Mais de dez milhões de adultos nos Estados Unidos, ou 4,1% da população, identificam-se como parte da comunidade de lésbicas, gays, bissexuais ou transgêneros (LGBT). Isso significa um aumento de 3,5% quando comparado a 2012, de acordo com um relatório da Gallup, de janeiro de 2017. A crescente comunidade LGBT ganhou proeminência social nos últimos anos e os assuntos da comunidade são discutidos amplamente na mídia, nos campi universitários e no local de trabalho.

Em resposta às necessidades de alguns membros e às solicitações das congregações, a Igreja Adventista do Sétimo Dia começa a dar passos para o diálogo sobre essa questão a fim de aconselhar e orientar, com base nos princípios bíblicos, os membros adventistas, especialmente os jovens e jovens adultos.

Um dos últimos movimentos foi o apoio à produção e lançamento de um filme chamado Journey Interrupted (algo como Jornada Interrompida), somente em inglês ainda. Não há, por enquanto, previsão de lançamento em português e espanhol. A produção é de Brian e Anne Savinsky, com o cineasta Danny Woods, e apresenta os quatro líderes do Ministério Coming Out (‘Sair’, em inglês, termo usado para se referir ao momento que uma pessoa resolve revelar sua nova identidade sexual), que compartilham sua jornada de viver um estilo de vida gay ativo ao que eles descrevem como “caminhar em nova vida com Cristo”. Ele também apresenta a história da Anna, cuja jornada também foi interrompida, mas que ainda continua buscando a direção de Deus em sua vida.

“Reunimos os membros do Ministério Coming Out, cinco anos atrás na ASI (Adventist-Laymen’s Services & Industries), equivalente à Federação de Empreendedores Adventistas, e imediatamente soubemos que esse era um ministério que gostaríamos de apoiar”, disse a Anne à Adventist Review, por e-mail. “A cultura atual se debate com as questões do homossexualismo e de gênero, e assim sentimos que suas histórias necessitavam ser contadas em um filme. Nosso propósito é simplesmente disponibilizar ao mundo essas histórias que falam do poder transformador de Deus, como testemunhos de Seu amor e graça”.

Discussão crescente
Representantes das treze divisões da igreja (regiões administrativas mundiais) participaram de uma conferência na Cidade do Cabo, África do Sul, em março de 2014, para tratar da homossexualidade e sexualidades alternativas e para “obter maior compreensão das questões subjacentes” a elas. Então, em maio desse ano, mais de 400 delegados da igreja, de cerca de 60 países, participaram em uma conferência global histórica, realizada em Budapeste, Hungria, para estudar, explorar e discutir as questões relacionadas aos LGBT, entre outros tópicos.

Foram estabelecidas comissões focadas nas questões LGBT, não apenas a nível da Associação Geral, mas também em todas as divisões mundiais. Foi votada e emitida uma declaração sobre transgêneros pela igreja mundial, no Concílio de Primavera, em abril de 2017, enfatizando a crença de que “a Bíblia provê princípios orientadores e conselho aos transgêneros e à igreja, transcendendo as convicções e cultura humana”. Também se focou na necessidade de compreensão e de compaixão por todas as pessoas.

As conclusões de um estudo memorável feito por pesquisadores adventistas foram recentemente publicadas no Journal of Social Work and Christianity. O estudo abordou a preocupação de que “chegar a um acordo quanto à identidade sexual é um processo especialmente complexo para cristãos LGBT + jovens, muitos dos quais estão em alto risco de responder negativamente”. Os adventistas do sétimo dia creem, em seu posicionamento oficial, que “a intimidade sexual pertence apenas ao relacionamento conjugal entre um homem e uma mulher”, visto ter sido “o desígnio estabelecido por Deus na criação”. Os pesquisadores descobriram que os jovens adventistas não estão protegidos dos desafios e “muitos têm muita dificuldade para lidar com essas questões, devido às ‘normas comportamentais muito elevadas de nossa igreja’”.

O filme
“A mensagem central [do filme] é que não importa quem você é e com quais questões você luta, Deus o ama e pode prover a solução que você necessita”, Brian acrescentou. “Ele demonstra, poderosamente, que Deus ama e respeita a cada um de nós, a tal ponto de nos dar a liberdade de escolher Seu caminho ou o nosso. Journey Interrupted é agradavelmente diferente visto que incorpora cinco histórias muito transparentes e verdadeiras nas verdades bíblicas quanto a vencer o pecado sexual de forma aberta e compreensível”.

O documentário estreou em setembro de 2016 nos Estados Unidos e foi exibido no mês seguinte no Concílio Anual Mundial da Igreja, realizado no escritório da Associação Geral, em Silver Spring, Maryland, também nos Estados Unidos. Posteriormente, foi exibido na emissora de TV 3ABN e no programa Amazing Facts, no Seminário Teológico Adventista do Sétimo Dia, no campus da Universidade Andrews, e nas igrejas locais nos EUA, e em outras regiões do mundo. Recentemente, foi disponibilizado para compra por meio do site do Ministério Coming Out (AQUI).

Descrevendo o Ministério Coming Out como um ministério de apoio dinâmico, que auxilia pessoas que lutam com problemas e dilemas críticos, o presidente da Igreja Adventista mundial, Ted Wilson, diz que está veementemente motivando que o filme Journey Interrupted seja mostrado nas igrejas, escolas, hospitais, faculdades e “onde quer que possa ser uma bênção.

Trailer do filme (inglês):

A missão do Ministério
Os líderes do Ministério Coming Out, uma organização mantida com doações, diz que a crítica mais comum é que eles estão tentando “tornar o gay em heterossexual”, uma acusação que eles negam. Embora concordem que esse possa ser o “fruto da conversão” de algumas pessoas, o alvo é estar de acordo com a vontade de Deus e que pode ou não incluir o casamento.

“Quando o coração de alguém é transformado, o comportamento também muda para uma vida de acordo com Deus”, Blakely explica. “Isso não significa que você irá se apaixonar por alguém do sexo oposto, mas que você irá se apaixonar por Jesus”.

O alvo do grupo, eles dizem, pode ser dividido em três passos: inspirar, instruir e esclarecer, e equipar as pessoas com materiais.

Crescendo em graça
O codiretor Michael Carducci, criado na Igreja Adventista, viveu ativamente um estilo de vida gay, por vinte anos, antes de ouvir o chamado de Deus para manter um relacionamento com Ele. A transição do que Carducci descreveu como servir ao eu para caminhar na vontade de Deus não foi imediata. Citando experiências bíblicas de Maria Madalena sendo curada dos demônios sete vezes e de Naamã tendo de mergulhar no rio sete vezes, Carducci descreve o crescimento em graça como um processo. 

[via Adventist News Network / Notícias Adventistas]

Nota: O prof. Leandro Quadros explana sobre o que fazer quando um homossexual chega na igreja:

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Novo filme da Igreja Adventista "Libertos" será lançado em 2018

O filme fará parte das estratégias missionárias durante o período de Semana Santa 2018
Neste último domingo, 16, iniciaram as gravações de um novo média-metragem produzido pela Igreja Adventista do Sétimo Dia, que será lançado em março do próximo ano, pouco antes da Semana Santa. A produção audiovisual, intitulada Libertos, tem locações na Floresta Amazônica, na região Norte do Brasil. Como aconteceu neste ano com o filme O Resgate: Salvação ao Extremo, o novo média-metragem fará parte das estratégias de promoção das ações missionárias da Igreja Adventista neste período em que muitos lembram do sacrifício de Cristo. O diretor geral do filme, Jefferson Nali, afirma que a nova produção será diferente da que foi destaque em 2017, apresentando uma outra linguagem, porém com o mesmo propósito de impactar vidas. Nali preferiu não adiantar detalhes do enredo, mas a história promete ser empolgante e levar a audiência à reflexão sobre a vida.

No sábado, 15, foi realizada a primeira reunião com todos os participantes da produção do filme. Na ocasião, o grupo pôde se conhecer e saber mais detalhes de como acontecerá todo o processo de gravações. Segundo a roteirista do filme, a jornalista Luciana Costa, para participar da produção, os atores profissionais tiveram de ler o livro História da Redenção e alguns capítulos do livro O Desejado de Todas as Nações. As obras, de autoria de Ellen White, apresentam importantes aspectos do plano redentor de Deus segundo a ótica bíblica, e fazem alusão ao ministério de Jesus Cristo em favor da humanidade.

“Os frutos do primeiro filme foram muito positivos, pois o filme impactou vidas de jovens e adultos, e a intenção foi passar a mensagem de alguém que deu a vida pela humanidade e de que não existe maior demonstração de amor. Então, agora, ao iniciarmos todo o processo de gravação do segundo, as expectativas são as melhores possíveis”, afirma Nali. O filme O Resgate: Salvação ao Extremo garantiu, somente no canal do YouTube oficial da Igreja Adventista, mais de 600 mil visualizações na versão em português. Confira no vídeo mais informações sobre a produção do média-metragem em uma entrevista exclusiva com o diretor do filme:



[Com informações de Notícias Adventistas]

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Mulher Maravilha, Superman e os paralelos com Jesus Cristo

Que a história do Superman é um verdadeiro plágio da de Jesus Cristo chega a ser óbvio (confira). O garoto é enviado à Terra por seus verdadeiros pais (“deuses” kryptonianos), acaba adotado por pais humanos e inicia seu “ministério” público aos 33 anos, sendo considerado o salvador da humanidade. Depois, em uma luta contra um inimigo chamado Apocalipse, ele morre para ressuscitar no terceiro dia (pelo menos em uma história em quadrinhos foi assim). 

Pelo visto, imitar as grandes histórias da Bíblia é o segredo do sucesso garantido – pois elas pertencem ao ideário geral ­– e é garantia de acaloradas discussões a respeito do que essas paródias realmente fazem: (1) se confundem a cabeça das pessoas e impõem deuses substitutos ou (2) se as fazem pensar no relato original do qual derivaram. Como o conhecimento bíblico de modo geral está cada vez mais “rarefeito”, inclino-me a pensar que a alternativa 1 seja a predominante.

Outra personagem dos quadrinhos que tem a história claramente inspirada em Jesus é a Mulher Maravilha. Na verdade, a história dela se parece muito com a do Superman. A amazona Diana é filha do deus grego Zeus e de uma amazona terráquea. A missão da guerreira consiste em deixar o paraíso, derrotar o mal (encarnado no deus Ares) e salvar a humanidade (o mundo dos homens). Diana e Kal-el (o Superman) servem de ponte entre dois mundos e procuram ajudar os terráqueos a encontrar a paz. Assim como em “Man of Steel”, o Superman se lança ao espaço em direção à Terra com os braços abertos, em seu filme, Diana desce lentamente do céu com os braços igualmente abertos, formando uma cruz. (A propósito, Thor também parodia Jesus. Confira.)

Em uma sociedade cada vez mais secularizada, os deuses e o desejo de salvação continuam por aqui. Isso porque fomos criados para crer e sabemos intuitivamente que estamos perdidos. O problema é que os substitutos não salvam, apenas entretêm.

Michelson Borges (via Criacionismo)

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Filme "Até o Último Homem" já está disponível na Netflix

Já está disponível na Netflix, desde ontem 02/05, o filme de 2016 dirigido por Mel Gibson Até o Último Homem, baseado na vida do médico Desmond Doss, adventista do sétimo dia.

Doss foi convocado para lutar na Segunda Guerra Mundial, em 1942, mas, por motivos religiosos, recusou-se a carregar uma arma ou matar. Ele acabou servindo como médico no Teatro de Operações do Pacífico, onde foi ridicularizado e condenado ao ostracismo por outros soldados por suas crenças adventistas. Ainda assim, ele decidiu fazer o seu melhor e foi declarado um herói de Guerra quando, sozinho, salvou 75 homens na Batalha de Okinawa.

A devoção de Doss a Deus e a seu país recebeu atenção nacional. Em 4 de julho de 2004, uma estátua de Doss foi colocada no Museu Nacional de Patriotismo em Atlanta, Geórgia, juntamente com estátuas de Martin Luther King, Jr. e outros norte-americanos célebres. Doss, o único objetor de consciência a receber a Medalha de Honra do Congresso durante a Segunda Guerra Mundial e um membro de longa data da Igreja Adventista na região de Georgia-Cumberland, morreu em 23 de março de 2006, aos 87 anos.

Tendo em vista a grande repercussão dessa história e as oportunidades para a igreja, a editora Casa Publicadora Brasileira lançou a versão em língua portuguesa da biografia de Desmond Doss, escrita por Frances M. Doss, segunda esposa do veterano de guerra. Intitulado Soldado Desarmado: O Herói que Resgatou até o Último Homem, o livro narra os principais detalhes da vida de Desmond Doss: sua infância, a entrada no exército, as grandes batalhas e o seu grande amor, mostrado na prática, primeiramente a Deus e depois aos seus semelhantes.

O filme tem roteiro de Randall Wallace e Robert Schenkkan. No elenco estão Teresa Palmer, Sam Worthington, Vince Vaughn, Andrew Garfield, Luke Bracey, Hugo Weaving e Rachel Griffiths.


segunda-feira, 24 de abril de 2017

Veja o filme adventista preparado para o projeto Reencontro 2017

O conceito de crescimento de uma igreja envolve não apenas a adesão de novos membros, mas ações para promover o retorno dos que já fizeram parte da comunidade algum dia. Por essa razão, a sede sul-americana adventista definiu, nesse ano, o tema escolhas dentro do projeto Reencontro, voltado para essa realidade. 

A ideia de usar, em 2017, o tema escolhas é justamente o interesse em levar os membros e ex-membros a refletir sobre a importância das decisões espirituais tomadas diariamente. Os dados do sistema integrado da Secretaria da Igreja Adventista indicam que, anualmente, mais de 30 mil pessoas retornam à denominação por meio do rebatismo.

O filme oficial da campanha apresenta a história de um jovem que, por entender que precisava viver sua vida longe da família, acaba se envolvendo com drogas e finalmente passa a mendigar pelas ruas de uma grande cidade. Veja abaixo o filme preparado para a campanha desse ano. [ASN]

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Ellen White, dramatizações e filmes

Nesse ano, a Igreja Adventista do Sétimo Dia lançou um filme intitulado O Resgate para apresentar às pessoas uma parábola moderna sobre o significado da vida e da morte de Jesus. O filme ultrapassou 400 mil visualizações em português e espanhol no Youtube, e os números não param de crescer. Os testemunhos são inúmeros de como as pessoas foram impactadas pela mensagem central, que nos leva a refletir no maior resgate da história, quando Jesus tornou-se um de nós.

Para dirimir qualquer dúvida, o departamento de Comunicação da Divisão Sul-Americana apresenta o seguinte texto que esclarece as bases para usar esse tipo de mídia para pregar.

Um dos temas de preocupação de Ellen White em seus escritos foram o teatro e as dramatizações ou encenações teatrais. Os principais estudos que sistematizaram o pensamento de White a respeito dessa questão são dois: Representações dramáticas em instituições adventistas, de Arthur White, publicado originalmente em 1963, e o recente verbete Drama and theather, de Liliane Doukhan, publicado na The Ellen G. White Encyclopedia, livro de 2013 ainda não traduzido para o português.

Em um breve panorama desses estudos, fica claro que Ellen White escreveu sobre o tema a partir de duas perspectivas: (1) o teatro como meio de entretenimento e (2) a inserção de atitudes teatrais por pregadores e evangelistas.

A respeito do primeiro foco, o do teatro como meio de entretenimento, ela critica essa forma de diversão pelo seu conteúdo vulgar e pelo seu ambiente estar associado à vida boêmia (jogos de azar, bebida e fumo), o que era realidade na época. Geralmente as declarações de Ellen White sobre o perigo da influência do teatro estão ligadas ao contexto institucional adventista a partir da década de 1880: o problema da formação de sociedades literárias adventistas, que levavam muitos jovens a frequentarem o teatro, e das encenações teatrais “mundanas” feitas em instituições adventistas como colégios e hospitais, embora até hoje não se saiba ao certo que tipo de peças e entretenimento eram apresentados no Sanatório de Battle Creek, por exemplo. Sabe-se apenas que eles não tinha caráter religioso ou evangelístico, mas de entretenimento somente.

Sobre o segundo foco, que é o uso de posturas teatrais por ministros e pregadores, White condena essa prática. Para ela, era inaceitável que pregadores e ministros agissem de forma sensacionalista ou vulgar para atrair os ouvintes.

Abaixo seguem trechos do texto de Doukhan, o estudo mais recente a respeito da temática feito pela igreja, já mencionado anteriormente:
“Outra das preocupações de Ellen White tem a ver com o comportamento teatral em contextos religiosos. Com frequência ela usa a palavra teatral para se referir a um conjunto de atitudes e comportamentos no contexto de reuniões públicas, como o púlpito, reuniões de temperança, reuniões evangelísticas, Escola Sabatina e reuniões de angariação de fundos. Muitas de suas referências a atitudes teatrais tratam do comportamento do pregador no púlpito. White condena especialmente as ‘atitudes e expressões calculadas a causar efeito’, ‘gestos indignos, impetuosos’ e ‘vulgaridade’, durante as quais os pregadores ‘atacam, gritam, saltam para cima e para baixo, esmurram o púlpito’. (Evangelismo, p. 640, Obreiros Evangélicos, p. 172 e Review and Herald, 8 de agosto de 1878)
"Em vez de usar anedotas para divertir a congregação, o pregador deve buscar qualidades como dignidade, simplicidade, bondade e beleza. Além disso, ela fala contra o uso da ‘habilidade no palco’ com o propósito de se exibir, ou o desejo de obter sucesso mediante o cultivo do sensacionalismo e da exibição externa, e usando a tolice vulgar para tornar as reuniões atrativas e interessantes." (Testemunhos para a Igreja 5, p. 127)
“O que é condenado em todas essas atitudes teatrais é uma abordagem ‘superficial’ que confunde os sentidos e ofusca a verdade. White encoraja o uso de métodos sensíveis e racionais caracterizados por profunda experiência religiosa, verdadeira piedade e humilde espiritualidade. Por meio do cultivo de expressões que elevam e enobrecem, o intelecto será fortalecido e a moral será confirmada. Simplicidade, humildade, graciosa dignidade e sabedoria devem ser as qualidades que governam a apresentação da verdade de maneira que os ouvintes possam ser impressionados favoravelmente.” (Lilianne Doukhan, Drama and theater, em The Ellen G. White Encyclopedia, ed. Denis Fortin e Jerry Moon [Review and Herald, 2014], pp. 783-784 [a ser lançada pela CPB])
Diante disso, os textos usados para desqualificar a criação de produções audiovisuais de ficção pela organização adventista, encontrados em livros como Evangelismo, por exemplo, referem-se a “posturas teatrais“ e “exibições teatrais” apresentadas por ministros e pregadores. Tais textos não se referem a encenações e dramatizações produzidas por adventistas, seja dentro ou fora do ambiente de culto. Não é possível considerar os textos de White sobre o ambiente e o conteúdo do teatro, e muito menos as críticas que ela faz à teatralidade de pregadores, como argumento para tornar as produções evangelísticas da igreja como estando contra os testemunhos.

A Igreja Adventista jamais buscará meios de produção audiovisual ou comunicação que entrem em conflito com os princípios bíblicos e conceitos dos escritos de Ellen White e cujo objetivo seja meramente entreter uma plateia ou exibir a performance de alguém. Nossa intenção é a de termos relevância junto aos públicos da atualidade, mas sempre mantendo uma coerência com nossa identidade histórica fundamentada em sólida base bíblico-teológica.
"Crede no Senhor vosso Deus e estareis seguros." (2 Crônicas 20:20)
Pr. Rafael Rossi (via Em dia com o nosso tempo)

Nota: Grupos de dramatização têm participado frequentemente em vários programas de TV mantidos pela Igreja Adventista do Sétimo Dia, ao redor do mundo. Elencos especiais de dramatização foram necessários também para a produção dos filmes e/ou vídeos “Um em Vinte Mil” (EUA), “O Grande Conflito” (Argentina), “Heróis da Fé” (Austrália), “O Barquinho Azul” (Brasil) e muitos outros [como “Tell the World”, “Opostos” e “O Resgate”]. Evangelistas adventistas usam um número significativo de filmes em suas séries de conferências públicas. Dramatizações fazem parte ainda da vida da grande maioria dos internatos mantidos pela denominação. Elas são usadas também em nível de igrejas locais, tanto em programas alusivos ao Dia das Mães e ao Natal, quanto nos departamentos infantis da Escola Sabatina. Várias dessas dramatizações têm elevado espiritualmente tanto os apresentadores quanto os que a elas assistem. 

[Leia mais sobre o assunto em O uso de dramatizações na Igreja Adventista]

terça-feira, 28 de março de 2017

Assista Opostos - produção adventista em parceria com Unasp

O filme Opostos é uma produção do Departamento de Comunicação da Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia em parceria com a Escola de Comunicação do Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp-EC). Lançado no último dia 22, em todo o Brasil, o documentário é uma inspiração principalmente para jovens estudantes. Foi com base nessa ideia, que a Rede de Educação Adventista resolveu fazer uma distribuição em massa do conteúdo da produção para mais de 300 mil alunos em oito países sul-americanos, incluindo o Brasil.

Filmado no Brasil, na Inglaterra, na Itália e nos Estados Unidos, Opostos mostra os dois lados da mesma história. A figura do menino Luiz que saiu cedo de casa, fugindo da violência do pai, e viveu durante três anos nas ruas da maior metrópole do país, contrasta com a do professor universitário adventista Cietto que, com esforço e determinação, chegou ao topo da carreira acadêmica.

Digna das telas, a história deles já foi contada em outro videodocumentário produzido em 2009 por formandos do curso de Jornalismo da instituição. Na época, o enredo acabou chamando a atenção da liderança mundial da Igreja Adventista, que decidiu patrocinar algo maior.

Exibição na TV Novo Tempo: 31/03 às 21h, 01/04 às 13h30 e 20h, e 02/04 às 14h.

terça-feira, 7 de março de 2017

Empresária adventista presenteia famosos de Hollywood com livros

Kevin Sorbo, ator norte-americano que interpretou o
professor Jeffrey Radisson no filme “Deus Não Está Morto”
Pelo terceiro ano consecutivo, uma empresária adventista pôde testemunhar nos bastidores do maior evento de cinema do mundo. Rayanne Sabará Rodrigues passou a frequentar o mundo das celebridades depois que uma estilista de Nova York experimentou seus doces veganos e apresentou o produto para um dos produtores da semana do Oscar. Ele gostou tanto que a convidou para expor as guloseimas durante o evento. A partir dali, a marca de chocolates Glamour Bombonier conquistou o paladar dos famosos e a brasileira passou a ser conhecida como a “dama do chocolate” em Hollywood. Seu cartão de visitas e a etiqueta dos produtos trazem a frase: “Always trust in the Lord” (Confie sempre no Senhor). “Essa é a mensagem que passo aos clientes”, ressalta.

Neste ano, Rayanne expôs os doces no Hollywood Museum, localizado em frente ao local em que acontece a cerimônia do Oscar. Ela também produziu 550 estatuetas de chocolate para convidados de dois eventos paralelos: o Roger Neal Hollywood Style e o Children Uniting Nation, do Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), coordenado por Daphna Ziman, dona da mansão Warner Brothers, e por Sharon Stone.

“Sinto-me honrada por receber pessoalmente o convite dessas pessoas tão especiais para a sociedade hollywoodiana. Não há palavras que expressem o que sinto ao participar desse evento. Apenas agradeço a Deus por abrir essa porta”, disse ao site do Brazilian Times, maior e mais antigo jornal brasileiro em circulação nos EUA.

Rayanne na foto com o ator Benjamin Onyango
Rayanne diz manter contato com alguns desses famosos. No ano passado, por exemplo, foi convidada pela atriz e compositora Carol Connors para visitá-la na mansão em Beverly Hills. “Fui muito bem recebida. Pude vê-la tocando ao piano uma de suas composições mais famosas: a música tema do filme Rocky“, conta.

No Oscar 2017, Rayanne vislumbrou no filme Hacksaw Ridge, que recebeu seis indicações ao Oscar e ganhou duas estatuetas, uma oportunidade ainda maior de compartilhar sua fé. Dirigido por Mel Gibson, o longa-metragem conta a história do paramédico adventista que manteve seus princípios em meio à guerra e lutou sem armas para salvar dezenas de companheiros feridos na batalha de Okinawa, em um sábado de 1945.

Diante da repercussão da história, a empresária presenteou algumas celebridades com a biografia do herói adventista da II Guerra Mundial. A brasileira também distribuiu exemplares do livro The Great Hope, uma edição condensada da obra O Grande Conflito, de Ellen G. White. “Tenho percebido que muitas celebridades sofrem com a solidão e o vazio, o que me levou a compartilhar amor e esperança por meio da nossa literatura”, conta.

Exposição no Hollywood Museum
Procurada por uma atriz durante a semana do Oscar, Rayanne conta que recebeu o convite para participar de um programa de televisão a fim de contar sobre sua trajetória empreendedora e a respeito de suas crenças religiosas. “Foi por um propósito especial que o Senhor me trouxe aqui. Por isso quero continuar usando a publicidade dos meus produtos e essa abertura em Hollywood para exaltar o nome de Deus”, realça.

Natural de Cariacica (ES), a capixaba frequenta a comunidade adventista brasileira de Worcester, Massachusetts (EUA). Eleita em 2015 pela CTBI (Central do Trabalhador Imigrante Brasileiro nos Estados Unidos) uma das 30 personalidades brasileiras no país, ela também é reconhecida pelo apoio que presta a imigrantes. 

“Ajudamos famílias que chegam do Brasil com roupas e alimentos”, relata a empresária, que também criou um grupo no Facebook para compartilhar informações sobre vagas de emprego e aluguel de imóveis. Rayanne ainda atua como voluntária na capelania hospitalar. Além de orar pelos doentes, o grupo do qual faz parte arrecada também brinquedos para crianças hospitalizadas. Como fruto desse trabalho, ela conta que algumas pessoas já pediram estudos bíblicos. 

[Revista Adventista / Com informações de Márcio Basso Gomes]