sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

O testemunho cristão de Nelson Mandela


A morte de Nelson Rolihlahla Mandela, mostra sua importância como uma das figuras mais reverenciadas do mundo. Ele foi preso político na África do Sul durante 27 anos. Ao sair, consagrou-se como uma dos maiores opositores do apartheid. Tornou-se presidente e governou sua nação entre 1994 e 1999.

Em 1993, recebeu o prêmio Nobel da Paz. Depois que deixou a presidência, passou a se dedicar a campanhas contra a Aids na África do Sul, visando diminuir os casos da doença que ainda é um grande problema no continente africano. Depois de se aposentar da vida pública em 2004, raramente era visto em público. A última aparição foi em 2010, na cerimônia de encerramento da Copa do Mundo.

Ao partir deste mundo aos 95 anos deixa um legado histórico. Mas poucos lembram da fé do primeiro presidente negro da África do Sul.

Em sua autobiografia, Long Walk to Freedom [Um Longo Caminho para a Liberdade], Mandela conta sua conversão ao cristianismo. Ele vem de uma família evangélica metodista: “A Igreja estava tão preocupada com este mundo quanto com o céu. Eu vi que praticamente todas as realizações dos africanos pareciam ter surgido através do trabalho missionário da Igreja”.

Em Long Walk, que deverá chegar aos cinemas em 2014, Mandela lembra como se tornou membro da Associação de Estudantes Cristãos e dava aulas aos domingos em escolas bíblicas nas aldeias vizinhas. Tendo estudado em escolas evangélicas até o ensino médio, sempre defendeu o poder transformador da educação.

Também conta como, algumas semanas antes de ser eleito presidente, pregou num culto de Páscoa de uma igreja cristã. Após ler as bem-aventuranças, começou a louvar a Deus por que “nosso Messias ressuscitado não escolheu uma raça, não escolheu um país, não escolheu uma língua, não escolheu uma tribo, mas escolheu salvar toda a humanidade! ”

Makaziwe Mandela, sua filha, contou que com a saúde cada vez pior, “O que fazemos a cada dia é pedir graça ao bom Deus… Ele está em paz consigo mesmo, já deu tanto para o mundo. Acredito que ele está pronto para partir em paz”.

Embora nem sempre destacado pela imprensa, Mandela, assim como Martin Luther King Jr., pautou sua luta pelos ensinamentos de Cristo. Não advogava a violência e sempre falava sobre seu compromisso com Cristo. Uma das ideias que mais difundiu nos anos que governou foi “perdão”, evitando que se iniciasse um processo de descriminação reverso na África do Sul. No famoso sermão da Páscoa de 1993, Mandela proclamou: “Cada Páscoa marca o renascimento da nossa fé. Marca a vitória do nosso Salvador ressuscitado sobre o suplício da cruz e da sepultura”. 

Com informações Gospel Prime, Christian Post e Christian Today

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Cid Moreira é padrinho de Mutirão de Natal no Paraná


Assista a reportagem da TV Globo do Paraná aqui

Campanha Cartão de Natal em apoio aos adventistas presos


Adventistas do sétimo dia defensores dos direitos humanos estão incitando os membros da igreja em todo o mundo a enviar incentivo na forma de cartões de Natal para três membros que estão na prisão cujas autoridades da igreja dizem estarem sob falsas acusações. 

Mais de um ano e meio se passou desde que pastor adventista do sétimo dia Antonio Monteiro e o ancião de igreja Bruno Amah foram presos no Togo, país do Oeste Africano, em um caso criminal sem provas ou julgamento. Cartões para Monteiro e Amah, de preferência em inglês ou francês, podem ser enviados para o escritório da União Sahel. O endereço é: 

Antonio Monteiro / Bruno Amah 
União du Sahal 
B. P. 2157 
Lomé, Togo

"Todos podem fazer alguma coisa por nossos membros na prisão. Queremos mostrar-lhes que eles não estão sozinhos; que têm irmãos e irmãs orando por eles", disse John Graz, diretor de Relações Públicas e Liberdade Religiosa da Igreja Adventista a nível mundial. "Todo o cartão de Natal que irão receber será um incentivo." 

Em março de 2012, um homem togolês implicou Monteiro e Amah como conspiradores em uma suposta rede de tráfico de sangue. A busca da polícia na casa do pastor e na sede da igreja local não produziu nenhuma evidência, mas Monteiro e Amah não foram liberados. Desde então, milhões de adventistas por todo o mundo se uniram em apoio aos dois homens, respondendo a uma campanha de mídia social conclamando em dezembro passado por um dia de oração pela libertação deles. Internautas interagiram, através do Facebook, no tópico 'Ore por Togo' mais de 50.000 vezes, enquanto a hashtag do evento chegou a mais de 7 milhões de usuários do Twitter. Os membros são encorajados a visitar o site Pray4Togo.com e assinar a petição.

Líderes da Igreja também estão exortando os membros a enviar cartões de Natal de encorajamento para Sajjad Masih, que está em uma prisão no Paquistão sob a acusação de blasfêmia, apesar de retração posterior de seu acusador e falha dos promotores em produzir provas de seu envolvimento (leia mais sobre aqui). Cartões podem ser enviadas para Masih em: 

Sajjad Masih 
Pakistan Union 
Post Box 32 
Lahore, Paquistão 

Oficiais da Igreja têm trabalhado através de procedimentos legais e canais diplomáticos para que os três homens sejam libertados.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

História do Natal Digital



Como as Redes Sociais, a web e o mobile contam a história do nascimento de Jesus. 

Moedas que descrevem vida de Jesus foram descobertas?

O arqueólogo e historiador Ronald Stewart está divulgando uma descoberta que pode mudar a maneira como a arqueologia vê a figura de Jesus. Ele acredita ter encontrado moedas datadas entre os anos 33 e 47 d.C. que trazem imagens da vida de Cristo.

O doutor Stewart explica que esse tipo de moedas cunhadas a mão eram parte de uma forma de arte popular, que teve início no tempo dos imperadores gregos, entre 336 e 300 a.C. O objetivo era fazer homenagens a pessoas importantes. Em geral, retratavam acontecimentos ​na vida de uma pessoa, com uma imagem do homenageado de um lado e o evento do outro. Esse tipo de objeto continuou sendo feito até o século 14.

As moedas encontradas por ele são de origem judaica. As imagens retratam uma série de eventos bem conhecidos da vida em Jesus, incluindo seus milagres e o julgamento perante Pôncio Pilatos. Portanto, de acordo com ele, são parte de uma série que ilustra “a vida, os milagres, a prisão, o julgamento, a execução e o sepultamento” de Jesus, conforme registrados nos Evangelhos. Calcula que seriam 50 moedas ao todo, por isso continua sua busca pelas que ainda faltam.

Ronald Stewart também é inventor. Para estudar essas moedas, usa um instrumento criado por ele mesmo para analisar desenhos macroscópicos. O aparelho fornece uma imagem 3D da moeda, que revela detalhes invisíveis ao olho humano.

Inicialmente, pensava-se que as moedas retratavam a vida de algum judeu importante, mas usando esse equipamento de alta tecnologia, Stewart foi capaz de obter mais detalhes sobre as ilustrações. Ele explica que só quem conhecia o relato dos Evangelhos pode entender as imagens. Como na época em que foram feitas, era grande a perseguição aos cristãos, possivelmente o artesão desenhou as moedas de tal maneira que só quem estava familiarizado com a vida de Jesus entenderia.

Trata-se de uma grande descoberta, pois a primeira imagem conhecida de Jesus foi encontrada na cidade síria de Dura Europos. Feita no ano de 235, retrata Jesus curando um paralítico. A primeira moeda conhecida que retratava Jesus era de ouro e só foi feita por volta de 692.

Stewart pretende colocar as que encontrou em exibição no ano que vem. Acredita-se que, se confirmada, sua descoberta será a primeira imagem de Cristo já retratada artisticamente. Não se tem notícia de qualquer desenho, pintura, ou escultura retratando Jesus feita nos primeiros dois séculos após a sua morte. Em grande parte por que os primeiros convertidos eram judeus e eles mantiveram a tradição religiosa de não fazer imagem alguma de Deus. 

Com informações Christian Telegraph / Gospel Prime

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Entrevista - Ellen White e o Natal


Quando chega o Natal, muitos interrogam: É certo fazermos comemoração do Natal, uma vez que não sabemos nem o dia em que Jesus nasceu? É certo colocarmos uma árvore de Natal na igreja, para alegria das crianças? 

Ellen White, nesta entrevista, nos orienta a respeito deste assunto. As perguntas são formuladas por nós, mas as respostas são literalmente da pena de Ellen G. White. Veja a fonte no final da entrevista.

Pergunta: Sra. White, podemos saber exatamente o dia em que Jesus nasceu?

E.G.W.: “A Bíblia não nos informa a data precisa do nascimento de Jesus. Se o Senhor tivesse considerado este conhecimento essencial para nossa salvação, ele se teria pronunciado através de Seus profetas e apóstolos, para que pudéssemos saber tudo a respeito do assunto. Mas o silêncio das Escrituras sobre este ponto dá-nos a evidência de que ele nos foi ocultado por razões as mais sábias.”

Pergunta: Se não sabemos o dia exato do nascimento de Jesus, é lícito realizarmos algum tipo de comemoração no dia 25 de dezembro, dia em que o mundo cristão comemora esse acontecimento?

E.G.W.: “Sendo que o 25 de dezembro é observado em comemoração do nascimento de Cristo, e sendo que as crianças têm sido instruídas por preceito e exemplo que este foi indubitavelmente um dia de alegria e regozijo, ser-vos-á difícil passar por alto este período sem lhes dar alguma atenção. Ele pode ser utilizado para um bom propósito.”

Pergunta: O que a senhora acha sobre o costume de dar presentes na época do Natal?

E.G.W.: “É agradável receber um presente, mesmo simples, daqueles a quem amamos. É uma afirmação de que não estamos esquecidos, e parece ligar-nos a eles mais intimamente… Está certo concedermos a outros demonstrações de amor e afeto, se em assim fazendo não esquecermos a Deus, o nosso melhor amigo. Devemos dar nossos presentes de tal maneira que se provem um real benefício ao que recebe. Eu recomendaria determinados livros que fossem um auxílio na compreensão da Palavra de Deus, ou que aumentem nosso amor por seus preceitos.

Pergunta: E como podemos manifestar a Jesus nosso reconhecimento nas festividades do Natal?

E.G.W.: “Irmãos e irmãs, enquanto estais planejando dar presentes uns aos outros, desejo lembrar-vos nosso Amigo celestial, para que não passeis por alto Suas reivindicações. Não se agradará Ele se mostrarmos que não O esquecemos? Jesus, o Príncipe da Vida, deu tudo a fim de pôr a salvação ao nosso alcance. Ele sofreu mesmo até a morte, para que nos pudesse dar a vida eterna… Não deve nosso Benfeitor celestial participar das provas de nossa gratidão e amor? Vinde, irmãos e irmãs, vinde com vossos filhos, mesmo os bebês em vossos braços, e trazei ofertas a Deus, segundo vossas possibilidades. Cantai ao Senhor em vosso coração, e esteja em vossos lábios o Seu louvor.”

Pergunta: A senhora vê alguma forma mais sensata de comemorarmos o Natal, do que aquela que é freqüentemente praticada entre os cristãos?

E.G.W.: “Temos o privilégio de afastar-nos dos costumes e práticas desta época degenerada; em vez de gastar meios meramente na satisfação do apetite, ou com ornamentos desnecessários ou artigos de vestuário, podemos tornar as festividades uma ocasião para honrar e glorificar a Deus. Cristo deve ser o objetivo supremo; mas da maneira em que o Natal tem sido observado, a glória é desviada dEle para o homem mortal, cujo caráter pecaminoso e defeituoso tornou necessário que Ele viesse ao nosso mundo. Jesus a Majestade do Céu, o nobre Rei do Céu, pôs de lado Sua realeza, deixou Seu trono de glória, Sua alta posição, e veio ao nosso mundo para trazer ao homem caído, debilitado nas faculdades morais e corrompido pelo pecado, auxílio divino… Os pais deviam trazer essas coisas ao conhecimento de seus filhos e instruí-los mandamento sobre mandamento, regra sobre regra, em suas obrigações para com Deus.”

Pergunta: E como fazer isso de tal forma que as crianças compreendam e aceitem de boa vontade?

E.G.W.: “Há muita coisa que pode ser planejada com gosto e muito menos dispêndio do que os desnecessários presentes que são freqüentemente oferecidos a nosso filhos e parentes, podendo assim ser mostrada cortesia e a felicidade de ser levada ao lar. Podeis ensinar uma lição aos vossos filhos enquanto lhes explicais a razão por que tendes feito uma mudança no valor de seus presentes, dizendo-lhes que estais convencidos de que tendes até então considerado o prazer deles mais que a glória de Deus… Como os magos do passado, podeis oferecer a Deus vossos melhores dons e mostrar por vossas ofertas a Ele que apreciais Seu dom por um mundo pecaminoso. Levai os pensamentos de vossos filhos através de um canal novo, altruístico, incitando-os a apresentar ofertas a Deus pelo dom do Seu Unigênito Filho.

Pergunta: E quanto ao costume de se colocar uma árvore de Natal na igreja?

E.G.W.: “Deus muito se alegraria se no Natal cada igreja tivesse uma árvore de Natal sobre a qual pendurar ofertas, grandes e pequenas, para essas casas de culto. Têm chegado a nós cartas com a interrogação: Devemos ter árvore de Natal? Não seria isto acompanhar o mundo? Respondemos: Podeis fazê-lo à semelhança do mundo, se tiverdes disposição para isto, ou podeis fazê-lo muito diferente. Não há particular pecado em selecionar um perfumoso pinheiro e pô-lo em nossas igrejas, mas o pecado está no motivo que induz à ação e no uso que é feito dos presentes postos na árvore. A árvore pode ser tão alta e seus ramos tão vastos quanto o requeiram a ocasião; mas os seus galhos estejam carregados com o fruto de ouro e prata de vossa beneficência, e apresentai vossas doações santificadas pela oração. As festividades de Natal e Ano Novo podem e devem ser celebradas em favor dos necessitados que têm família grande para sustentar.”

Nota: Todas as respostas acima colocadas são da pena de Ellen G. White, e encontram-se no livro Lar Adventista, às páginas 477 – 482.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

O testemunho cristão de Paul Walker (Velozes e Furiosos)


O ator Paul Walker, 40, ficou famoso mundialmente pelos filmes da franquia “Velozes e furiosos”. Ele morreu neste sábado (30), após o Porshe onde ele estava ter sofrido um acidente, o carro bateu em um poste e pegou fogo.

O assunto foi um dos mais comentados nas redes sociais durante o final de semana. Entre os muitos comentários, estavam trechos de uma entrevista que ele concedeu à revista GQ em agosto. Nela, ele conta que passava por uma fase de “reavaliação” da vida e pretendia mudar o ritmo depois dos 40 anos para dedicar mais tempo à sua filha Meadow, 16, que vivia com ele.

Walker também queria se envolver mais com sua própria fundação, a Reach Out Worldwide, criada em 2010 para ajudar pessoas afetadas por catástrofes naturais. O último evento da Reach Out foi nesta semana, arrecadando dinheiro para as vítimas do tufão Haiyan, nas Filipinas.

“Ele estava muito feliz. Estava sorrindo para todo mundo, agradando todas essas pessoas que vieram a esse evento de caridade. Estava fazendo o que amava, rodeado por amigos e cercado por carros”, declarou Bill Townsend, amigo do ator.

Também durante a conversa com a GQ, ele contou que foi criado em uma família mórmon, mas frequentou uma escola de ensino médio protestante, o que lhe influenciou muito. Embora circule na internet uma declaração atribuída ao ator Stephen Baldwin que Walker teria aceitado Jesus antes de morrer, não há uma fonte confiável para atestar isso. 

Baldwin que é evangélico, teria dito que nos últimos cinco dias vinha pregando pra ele: “Dinheiro não é nada na vida, tudo isso passa, não vivemos eternamente aqui. Ele me disse tantas coisas sobre sua espiritualidade e chorando me disse: Gosto muito de Jesus. Pelas lágrimas estampadas no seu rosto, senti o Espírito lhe convencendo de algo. Ela tinha um coração extraordinário, ajuda os pobres e ainda tinha um passado ligado a vida religiosa, sua mãe era evangélica. Creio que Deus me colocou no caminho pra resgatar nele esses valores espirituais. Com certeza eu o verei na glória e darei um abraço nele lá."

Por outro lado, o influente site Christian Post resgatou uma declaração da biografia oficial de Walker no IMDB: “Eu sou um cristão agora. As coisas que me deixaram louco enquanto eu crescia é como todo mundo que fica procurando os erros das religiões diferentes da sua. As únicas pessoas que não entendo são os ateus. Eu pratico surfe e snowboard, estou sempre por perto da natureza. Olho para tudo isso e penso: ‘Quem pode acreditar que não existe um Deus? Tudo isso é um engano?’ Isso só me deixa chocado”.

Embora não forneça muitos detalhes sobre que igreja ele frequentava, o portal Christian Post afirma que ele era um “cristão não-denominacional” e que essa seria sua motivação para criar a Reach Out Worldwide.