quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Esposa de Pastor - a crise de ser

 
Quem é essa mulher? Guerreira, anônima ou solitária? Ou seria um híbrido das três? Percebo uma mulher marcada, incompreendida, exageradamente cobrada. Tenho visitado muitos sites, blogs e redes sociais, lido muitos artigos sobre essa figura emblemática, contudo, em sua grande maioria paira a mesma tônica: uma mulher cujos olhos estão machucados pelas luzes que intensamente brilham sobre seus maridos, mas que não afastam a penumbra de sua crise. É a dor da invisibilidade no mundo dos holofotes.

A esposa do pastor ainda é uma mulher em contradição. Tem a missão de Eva num mundo de serpentes, as lágrimas de Ana em igrejas de Peninas e, como diz o título de um livro, tem “o coração de Maria num mundo de Marta”.

Vamos observar algumas das mais sérias crises que a esposa do pastor enfrenta na guerra da vida, na cotidianidade da fé:

A crise da perfeição
 
Em muitos lugares a esposa do pastor é escrava da perfeição. É condenada ao êxito sempre. Não pode falhar, errar, sofrer, sentir alguma dor. O pior é que nunca chega a essa perfeição dela cobrada. Se olha feio, é má; se sorri para todos, é falsa! Se tem amigos, faz acepção! Ela é proibida de sentir aquela tristeza sagrada de todo humano. A tentação da esposa perfeita ainda mata muitas mulheres que tinham tudo para marcar uma geração.

A crise do resultado: a obsessão de funcionar 
 
Para o imaginário popular é inadmissível uma esposa de pastor que não tenha alguma ocupação. É a tentação do ativismo. É a desumanização, a mania do desempenho de máquinas. Ela fica como alvo principal da língua de todos: o sucesso do pastor é sua obrigação; o fracasso, é sua culpa! É a clonagem ministerial: uma esposa à imagem e semelhança do seu “dono”.

A crise do retorno: escrava da aprovação
 
Muitas são as esposas frustradas por não se sentirem aceitas. No afã da aprovação, sacrificam sua identidade e sufocam a alma. Vivem apenas pelo retorno. Sofrem demais quando percebem um certo desprezo à sua sofrida obra.

A crise da solidão: o medo da confiança 
 
Ela vive no chão da suspeita. Não pode abrir a casa pra todo mundo, mas também não pode fechar! É a encruzilhada do medo. Como disse um escritor antigo: “O medo é um gigente que se nutre da carência”, e carência é o que a esposa do pastor mais possui. Ela é conhecida da multidão, mas não tem o afeto de indivíduos dissociados da massa. Sofre, pois não sabe quando a aproximação é feita por interesses.

O que Deus diz a essas mulheres?

Você é aceita pela graça assim como é! 
 
A graça liberta da tirania da perfeição. É Maria, uma moça simples, grávida, fazendo história pra Deus!

Deus jamais te medirá pelos resultados
 
Tudo que fazemos só é possível porque Ele já trabalhou em nós! É Raquel, marcada pela tradição e esterilidade, mas amada – os filhos nascem por um poder que ela não possui!
 
Deus conhece o seu coração
 
Ele sabe do seu desejo sincero de servir. É isso o que Ele mais aprova. Thomas Merton dizia que “O desejo de Te agradar, já Te agrada”. É Tamar: no turbilhão das crises, entra na genealogia do Messias.

Nos braços do Pai, a solidão termina 
 
O Pai que nos vê no secreto (Mt 6: 6) é o que nos sustenta em amor. É Ana: chorando sozinha, mas para aquele que pode resolver!

Mesmo numa sociedade de crises, a esposa do pastor ainda faz grande diferença.

Alan Brizotti - Um Lugar para Refletir

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Dez Mandamentos NO casamento


Muitos de nós estamos acostumados a ver “dez mandamentos” disso ou daquilo que aparecem em todos os lugares e são aplicados a todos os tipos de empreendimentos humanos. Na realização de negócios imobiliários à caça de alces, gostamos de imitar o Decálogo. Assim, alguns talvez foram atraídos a essa coluna esperando encontrar um “mandamento três” que proíbe a prática deixar meias estendidas no sofá da sala – um tipo de decoração masculina – ou o “mandamento sete” que exige um programa romântico semanal.

Mas isso não é sobre os dez mandamentos do casamento. Precisamos pensar no assunto bem mais importante dos Dez Mandamentos no casamento. A Bíblia nos ensina que, em termos de seu conteúdo, o amor é sempre definido pela lei (Rm 13:8-10). Uma vez que o amor claramente deve existir em cada lar de crentes, em todo casamento cristão, isso significa que a Lei deve sempre ser vista como a bela irmã gêmea do amor, e os dois nunca devem ser separados.

“Não terás outros deuses diante de mim” (Êx 20:3). Um marido deve amar sua esposa menos do que ele ama a Deus. Quando um homem ama a Deus como deveria, isso o capacita a amar aos outros como deveria. Porém, quando uma mulher torna-se um ídolo, ela frequentemente se encontrará sendo maltratada nesse relacionamento. Isso acontece porque o homem que a idolatra tem, com essa atitude, se separado da fonte de toda caridade e graça genuínas, que é, claro, o Pai. “Se alguém vier a mim, e não aborrecer a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também a sua própria vida, não pode ser meu discípulo.” (Lucas 14.26). Um homem não pode ser um discípulo a não ser que ele aborreça a sua esposa e, a não ser que ele seja um discípulo de Cristo, ele não pode aprender a amar sua esposa.

“Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o SENHOR teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a  iniquidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos” (v.4-6). Esse mandamento menciona o fruto do casamento, contado nas gerações futuras. Uma maneira certa de permitir que o sofrimento visite esses filhos que ainda não nasceram é tolerar qualquer imagem e concepção de Deus e Cristo criada por homens, a fim de manter um lar “piedoso”.

“Não tomarás o nome do SENHOR teu Deus em vão; porque o SENHOR não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão” (v.7). Carregamos o nome de Cristo em tudo o que fazemos. Se somos cristãos, então nossos casamentos são casamentos cristãos. Porém, os casamentos evangélicos modernos são praticamente indistinguíveis dos casamentos incrédulos. Manifestamos a mesma evidência de doenças patológicas em nossos casamentos que as vistas no mundo – divórcio generalizado, preocupação com minhas necessidades matrimoniais, obsessão com sexo, e por aí vai. Carregamos o nome de Deus em vão. Até que aprendamos o que a palavra cristão significa, não entenderemos bem o que o casamento cristão é.

“Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR teu Deus” (v.8-10). O padrão frenético de nossa cultura moderna é subsidiado por maridos que se esqueceram de que têm uma obrigação de dar descanso a todo membro da família e de fazer isso na presença de Deus. Em particular, um marido deveria perceber que o ditado “o trabalho de uma mulher nunca acaba” é falso em sua casa. Uma pessoa em posição de autoridade que não dá descanso não sabe o que o amor é.

“Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR teu Deus te dá” (v.12). Pai e mãe gostam de receber honra, mas frequentemente se esquecem de que também são filhos, e que foram colocados como exemplos aos seus filhos sobre como tratar seus avós. Muitas crianças aprenderam a desrespeitar seus pais simplesmente ouvindo a conversa à mesa de jantar. E os pequenos têm grandes ouvidos.

“Não matarás” (v.13). A antítese da malícia que termina em derramamento de sangue é um comportamento de afeição e gentileza. O homem que ama sua esposa como Cristo amou a igreja está demonstrando seu ódio a todo assassinato ímpio. Graças à nossa cultura do aborto, o lar tornou-se o lugar principal em que esse mandamento é desprezado. Mas o lar deveria ser um refúgio de vida.

“Não adulterarás” (v.14). É claro, um marido obedece a Deus aqui ao afastar-se da infidelidade em todas as suas formas e disfarces. Ele põe guarda sobre seus olhos, coração e seu corpo, e recusa todas as ofertas. Ele evita as capas de revistas no caixa do supermercado, fica longe de conversa com mulheres em chats de internet, foge de dormir com outras mulheres, recusa a sonhar acordado sobre estar casado com outra pessoa, e qualquer outra tentação não mencionada.

“Não furtarás” (v.15). Um homem que não providencia alimentação e roupas para sua esposa está roubando dela. Ele lhe deve o suporte financeiro e jamais deve cobiçá-lo (Êx 21.10).

“Não dirás falso testemunho contra o teu próximo” (v.16). A esposa é o próximo mais próximo do marido. Portanto, ele deve ser escrupulosamente honesto com ela o tempo todo. Um esposo e uma esposa devem ser capazes de conversar com o outro sobre tudo.

“Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo” (v.17). Um homem feliz em seu casamento nunca desperdiçará nada de seu tempo olhando desejosamente  por cima do muro dos outros. Ele não cobiçará o cortador de grama do outro, a esposa tomando banho de sol, o carro, a casa, as habilidades de jardinagem ou qualquer coisa pertencente a seu vizinho.

Faça isso e você fará bem.

Douglas Wilson | Traduzido por Josaías Jr | iPródigo | Original aqui

Spotwish: nova rede social que valoriza o “mundo real”


É só acessar a página para sentir-se cercado de gente disposta a sair de casa e fazer algo. 

No ar, apenas para convidados, há um mês e aberta publicamente na última semana, a rede social Spotwish – com sua nuvem que mostra, por uma escala no tamanho das fotos de perfil, os que estão mais próximos naquele instante.

Pode ser descrita como uma ferramenta baseada em geolocalização para descobrir oportunidades e combinar atividades no “mundo real”. Os criadores são os gaúchos João Otero e Rafael Jannone, sócios na empresa Bullb.

Uma possível semelhança com outras redes também baseadas na localização do usuário, segundo os criadores, deve ser esquecida. “A geolocalização é o que mais chama a atenção agora, mas isso todas as redes podem oferecer daqui a pouco. O nosso diferencial é descobrir o que é legal para ti e te informar exatamente isso, como se fosse uma rede de avisos”, explica João. O destaque fica com a ferramenta “convide-me para…”, que facilita que, ao navegar pela nuvem, já se veja o interesse do amigo naquele momento e logo engate um papo para combinar a atividade.

Por enquanto, a rede só está em funcionamento para a web, mas o foco, no futuro, será o uso em celulares. O aplicativo do Spotwish para Android e iPhone deve estar pronto até o Carnaval. “As coisas mais legais a gente nem lançou ainda”, anuncia Rafael.

A ideia de criar o Spotwish surgiu no início de 2011, depois de a Bullb quase acabar, como confessam os sócios. Eles conheceram-se em aulas do curso de informática da UFRGS. Em fevereiro, a Bullb deve mudar-se para São Paulo, onde ficará incubada e receberá apoio financeiro e coaching da Telefonica, como premiação do concurso Wayra. De lá, a rede deve receber uma série de novidades nos próximos meses – todas focadas em tentar facilitar a reunião de pessoas no mundo físico. “Se não tiver ninguém usando, a gente nunca vai saber se é porque deu muito certo ou muito errado”, brinca João.

Confira o vídeo de apresentação do Spotwish:



Fonte: Clic RBS

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Estudo comprova a existência da Estrela de Belém


Quando a ex-professora de astronomia de uma escola secundária de Worthington, Irene Baron, recebeu 60 softwares de informática de astronomia da NASA para sua classe, começou a se perguntar se poderia usar para verificar se realmente existiu uma estrela de Natal.

Baron, que recentemente se aposentou depois de 40 anos de ensino, acaba de publicar um novo livro eletrônico “e-book” para desvendar o mistério da Estrela de Natal (Unraveling the Christmas Star Mystery).

Em seu livro, ela explica como utilizou os antigos símbolos de astronomia e os modernos programas de computadores para descobrir os eventos que cercam o nascimento de Jesus.

Irene Baron disse ao The Christian Post: “sempre pensei o que era uma estrela de Natal e queria encontrá-la”, assim Baron começou a estudar os símbolos dos antigos astrônomos.

Ela afirma em seu livro que suas descobertas revelam que foram 10 grandes eventos celestes que anunciaram o nascimento de Jesus Cristo, sendo a ultima marcada, na posição da estrela sobre Belém.

Ela escreve: “O sexto evento importante do anúncio do nascimento de Jesus ocorreu no 01 de setembro 0004, quando um eclipse solar ocorreu espetacularmente perto de Marte, Vênus e Saturno, enquanto o Sol foi eclipsado em parte por um movimento lento de Saturno. A Lua, em seguida, mudou-se em frente do sol, até que foi completamente ofuscado.”

Baron, explicou que a “estrela de Natal era, na realidade, Saturno. Estava do outro lado do sol durante esse tempo e era muito brilhante no céu noturno. Se movimentou a direita em Belém, durante um período de duas semanas.”

A autora começou a utilizar os softwares da NASA para investigar o amanhecer do céu no momento do nascimento de Cristo. Baron imaginou que pudesse voltar no tempo com os programas de computador para ver os padrões das estrelas naquele tempo.

Baron colocou todos os cálculos em seu computador durante as pesquisas de seu equipamento para encontrar o amanhecer no fuso horário local de Belém, usando a latitude e a longitude correta daquela localização. Os programas do computador retrocederam no tempo e imprimiu mapas do céu com a hora e o lugar, indicado.

Os dados de Irene Baron se basearam principalmente em registros históricos, pinturas e esculturas do templos antigos, moedas e selos legal.

“Eles (os reis magos) utilizaram seu simbolismo para interpretar o que aconteceu no céu. E cada planeta e uma estrela simbolizavam um deus. Quando começaram a ver o eclipse que rodeou o nascimento de Cristo, tomaram este símbolo a um deus maior e mais poderoso que se aproximava da terra.”

Devido a isso, disse Baron, que “os sábios tinham um prévio conhecimento através de seus estudos das estrelas, que Cristo iria nascer por causa dos eventos diferentes no movimento dos planetas e estrelas. Então, eles foram capazes de ter tempo suficiente para viajar de seus países de origem a Belém para prestar homenagem a Jesus”.

Em seu livro eletrônico, Baron proporciona gráficos e imagens para explicar melhor seus resultados. Ela disse que sua pesquisa “confirma o que os cristãos acreditam, e valida a Bíblia.”

O seu livro digital está sendo vendido pela Amazon, escrito e ilustrado por ela própria, de uma fácil compreensão por pessoas a partir de 12 anos de idade.

Fonte: Portal Padom

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Forever Alone

Quem tem internet (e usa) provavelmente já conhece o tal ‘Forever Alone’, uma piadinha de internet que é a personificação da pessoa solitária. 

Em todas as situações, ele está sozinho. Mais do que isso: quem está sozinho é um ‘Forever Alone’. Se você nunca ouviu falar, dá uma pesquisada no Google e depois volta aqui. Pronto.

Será que a Palavra de Deus fala algo a respeito de solidão? Será que nós, usuários da internet, essa enorme multidão de pessoas solitárias, podemos aprender algo sobre esse assunto na Bíblia?

Foi pensando nisso (em um momento bem solitário) que resolvi tentar escrever essa série de pequenas reflexões a respeito da solidão à luz da Bíblia. Se você é uma pessoa solitária, não fique com medo: a ideia não é fazer um monte de piadinhas sobre o fato de você estar só. Sei que é um assunto sério, então vou tentar tratar de forma (mais ou menos) séria.

Então, pra começar colocando as coisas numa perspectiva Bíblica, vamos ler alguns textos:
“Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e Ele será chamado pelo nome de Emanuel (que quer dizer: Deus conosco).” (Mateus 1:23 e Isaías 7:14)

Jesus Cristo é a plena revelação de Deus. Em Hebreus 1:1-2 aprendemos que Deus revelou-se de várias formas no passado, mas, nos últimos dias, revelou-se por meio de Jesus, o Filho de Deus, o Deus-homem, semelhante a nós. Anunciando a vinda do Messias, o nome que Deus escolheu foi esse: ‘Deus conosco’. A ideia central do Evangelho é que o perfeito Filho de Deus morre em nosso lugar e, assim, não precisamos mais sofrer a merecida condenação pelos nossos pecados. E parte dessa missão do Filho é também uma das características do nosso Deus: Deus conosco. Deus aqui, durante a encarnação, sofrendo as mesmas dores e dificuldades que nós, sendo tentado, passando frio, fome e dor. Mas Deus não esteve “conosco” somente durante a encarnação.
“E eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século.” (Mateus 28:20)

Como o C. S. Lewis disse uma vez, temos somente duas alternativas: ou Jesus é um louco varrido, que mentia e enganava todo mundo o tempo todo e formou um grupo de gente mais louca do que Ele, malucos dispostos a enfrentarem a morte por causa de um monte de mentiras sem o menor sentido… ou Jesus é Deus e falou a verdade em tudo o que Ele disse.

Se Jesus é Deus e falou a verdade, então temos o dever de confiar nessa promessa. Podemos estar sem a companhia de outras pessoas, podemos não ter a companhia que gostaríamos de ter, mas Jesus continua conosco, todos os dias. Não estamos sozinhos quando estamos sozinhos.

Se você se sente solitário, mesmo ‘sabendo’ dessas coisas, você não está sozinho nisso. O texto de 1 Pedro 5:9 nos ensina que sofrimentos iguais aos nossos estão acontecendo com os nossos irmãos ao redor do mundo. No entanto, temos que lutar contra a incredulidade, da mesma forma que lutamos contra outros pecados. Em João 14:1, vemos Jesus nos dizendo ‘Acreditem em mim’ e, em Marcos 9:24, vemos Quem é o único que pode nos ajudar na luta contra a incredulidade.

Da mesma forma que lutamos contra nossa tendência pecaminosa à lascívia, à preguiça, à mentira, à inveja, temos que lutar contra a nossa incredulidade. Temos que crer em Deus quando Ele diz de Si próprio que é Deus Conosco, devemos acreditar em Jesus quando Ele promete estar conosco todos os dias. Aquilo que cremos molda tudo o que somos.

Daniel Torres Cavalcante – Nisso Pensai

(vídeo) Não dê conselhos. Dê exemplos!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Vencedores do Prêmio Comunicando Jesus 2011


Acaba de ser divulgado no site do GADW (Grupo Adventista de Desenvolvedores Web) o resultado da edição 2011 do Prêmio Comunicando Jesus na Web. O prêmio é uma iniciativa destinada a apontar os melhores websites relacionados à Igreja Adventista do Sétimo Dia, objetivando incentivar o aprimoramento dos mesmos.

Em sua nona edição (edição 2011), 88 sites e blogs se inscreveram para concorrer em uma das categorias do prêmio.
 
Após o prazo de inscrição dos sites, 1.455 internautas participaram votando e os três sites mais votados de cada categoria foram encaminhados para uma equipe de jurados que avaliaram dando nota para cada site.

Em cada categoria, seis jurados participaram dando notas e também foi acrescentado uma nota, referente ao percentual de votos dos internautas que o site recebeu. A equipe de jurados é composta por profissionais da web que trabalham em algumas instituições da Igreja Adventista e também de profissionais que fazem parte do Grupo Adventista de Desenvolvedores da Web - GADW.

O GADW foi criado em 2003 e tem como objetivo principal integrar todas as pessoas que desenvolvem ou estão interessadas em desenvolver websites relacionados á Igreja Adventista do Sétimo Dia.

Sites vencedores da edição 2011:


Evangelismo: Rede Maranatha



Revelação: Escolhi Ser Pastor

Os sites vencedores recebem um troféu que é patrocinado pelo departamento de Comunicação da Igreja Adventista na América do Sul. O troféu da edição 2011 será entregue no encontro do GiAN Sul-Americano que será realizado em junho de 2012.

Para maiores informações sobre o Prêmio Comunicando Jesus na Web, acesse o site do GADW

Fonte: Portal Adventista [Vanio Fortes - Equipe ASN]