segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Giving - Lindo comercial se torna viral na internet


Em 5 dias, quase quatro milhões de visitas! Viral do mês na Ásia é um comercial da operadora de celular tailandesa True Move.

Em três minutos, uma bela história é contada.

Um menino é pego roubando remédios para a mãe doente. O dono de um pequeno restaurante livra o menino da polícia ao pagar pelos remédios e ainda lhe oferece comida.

Trinta anos se passam. O dono do restaurante tem um derrame e precisa ser operado de emergência. A família não tem o dinheiro e coloca o restaurante à venda. De maneira inesperada, a cirurgia é feita e a conta paga.

O menino havia crescido e se tornou neurologista. Em uma carta avisa: sua conta foi paga 30 anos atrás, com 3 cartelas de remédio e um prato de sopa.

No final, a mensagem: Generosidade é a melhor forma de comunicação.

OBS: Nenhum aparelho de celular aparece em cena.

Publicado no The Finance

Dança dos Famosos e a Dança dos Cristãos


Dança dos Famosos é a versão brasileira do reality show britânico, Strictly Come Dancing, que é exibido anualmente pelo Domingão do Faustão. Várias celebridades competem por meio da dança de salão. Carol Castro venceu o Dança dos Famosos 2013. A atriz ganhou mais pontos que Bruna Marquezine e Tiago Abravanel e foi premiada como a grande vencedora desta edição.

Os adventistas e outros cristãos conservadores têm, em geral, se oposto à dança social, tão popularizada em nossos dias. Pergunta: A dança é apropriada para os cristãos hoje?

Você já foi a algum lugar, talvez em um shopping, um restaurante ou até mesmo em uma esquina quando, de repente, começou a ouvir música? Não estou falando de qualquer música, mas de um ritmo quente, uma batida de matar. Pode ser que você nunca tenha ouvido aquela música e nem conhece a letra, mas antes de se dar conta, seus pés estão acompanhando a batida e seu corpo começa a balançar no ritmo. Você está – dançando!

Bem, todos nós sabemos que os cristãos adventistas do sétimo dia não dançam. Eles não se balançam no ritmo da música e, com toda certeza, não giram, nem fazem piruetas de qualquer tipo ou forma. Mas sabe por quê? Se acha que é porque todo tipo de dança é errado, você não acertou, tente outra vez.

Veja só, as pessoas dançavam nos tempos bíblicos! Elas dançavam e nem sempre era errado. Qual é o critério para definir o certo e o errado neste caso? Para responder a essa pergunta, vamos começar com Davi.

Tensa de entusiasmo, a multidão se acotovelava para ver o cortejo que passaria em seguida. Eles podiam ouvir as trombetas e os tamborins e as canções de louvor a Deus ecoavam pelos campos. A Arca do concerto, finalmente, estava voltando a Jerusalém depois de tantos anos que havia sido levada de seu lugar de honra. Tudo seria diferente agora. À medida que o cortejo se aproximava, uma figura sobressaía à vista dos observadores. Davi, o rei de Israel, não vestia os trajes reais. Ao invés disso, ele dançava diante da arca do concerto vestido com uma estola sacerdotal de linho branco. Davi tinha conseguido o que queria. Naqueles dias, quando um exército capturava tropas inimigas, era costume forçar um ou mais cativos a dançar alegremente diante do rei vitorioso. Isso simbolizava submissão e humilhação na presença do rei. Quando Davi dançou diante da arca, ele queria que todo Israel reconhecesse que ele era cativo de Deus e estava demonstrando submissão e humildade ao Rei do Universo.

Você acha que o povo ficou chocado por que ele dançou? De jeito nenhum. Você acha que a multidão entendeu a mensagem que Davi queria passar? É claro que sim. E que mensagem foi aquela!

A Bíblia tem apenas 27 versos que mencionam diretamente a dança. A partir deles, temos elementos para compreender que tipo de atitude deve estar por trás da dança. Em Salmo 150:3-5, lemos:

“Cantem glória ao Senhor com trombetas, com harpas e liras! Cantem glória ao Senhor com tamborins e danças, com instrumentos de corda e flautas! Cantem glória ao Senhor com címbalos de som bem forte e puro!”

Esses versos, obviamente, falam da dança como um meio de louvar a Deus. É importante compreender o significado hebraico da palavra “dança” nesse texto. A dança mencionada aqui é a dança de roda ou círculo. Não é uma dança individual ou em pares como muitas danças seculares hoje. Nada sugere isso no contexto. Esse tipo de dança consiste de movimentos como bater os pés, saltar, girar e dar pequenos pulos com os pés juntos.

Outros versos falam a respeito da dança como um meio de expressar alegria entre a comunidade. Isso acontecia quando uma vitória era conquistada sobre o inimigo. (Exemplos desse tipo se encontram em Êxodo 15:20; Juízes 11:34; I Sam. 21:11; Jer. 31:4 e Lucas 15:25).

Se estiver pensando: “Ah, viu só? Não tem nada de errado com a dança”, não se esqueça de que há outros pontos a considerar além de sua aceitabilidade como forma de louvor. Se você começar a pular e a dançar no corredor central de sua igreja no próximo sábado, imitando Davi, não espere ser recebido calorosamente como ele foi. Como qualquer outra atividade, é importante relembrar o conselho de Paulo aos coríntios: “Bem, vou dizer-lhes a razão. É que vocês devem fazer tudo para a glória de Deus, até mesmo ao comer e ao beber. Portanto, não sejam pedra de tropeço para ninguém, quer sejam eles judeus, gentios ou cristãos”(I Cor. 10:31-32, BV).

É certo que Satanás trabalha muito para perverter qualquer coisa boa que Deus nos deu. Ele fez a mesma coisa com a dança, torcendo-a de tal modo que nada de bom ficasse na dança secular; e, embora ela esteja tão cheia de intenções pecaminosas, alguns cristãos relutam em evitá-la completamente.

Quando os israelitas se juntaram ao pé do Monte Sinai, Deus ordenou que eles não tivessem outros deuses diante dEle. Hoje, reconhecemos tal ordem como um dos Dez Mandamentos. Alguns capítulos adiante, em Êxodo 32, esses mesmos israelitas estão cultuando um bezerro de ouro através de danças.

Em algumas partes do mundo, danças folclóricas são usadas para cultuar os deuses da fertilidade, o espírito dos mortos e para apaziguar Buda e outros deuses

Em Mateus 14, a história de Salomé, a filha de Herodias que dançou diante de Herodes, acrescenta outra dimensão à degradação da dança. O episódio implica que a performance de Salomé foi muito sensual. Ao se tornar excitado sensualmente, Herodes de modo insensato prometeu que daria a Salomé qualquer coisa que pedisse. E, por ter deixado que as emoções o controlassem, João Batista perdeu a cabeça – literalmente.

Antes de os israelitas cruzarem o Jordão, muitos deles foram seduzidos por mulheres moabitas (veja Números 25). Como parte de seu envolvimento, os homens participaram de atos de perversão que incluíam a dança. A dança promovia excitação sexual de modo inadequado. A Bíblia diz: “a ira do Senhor se acendeu contra Israel” (Núm. 25:3). Deus deu instruções a Moisés para que matasse os que haviam participado desses eventos. Depois de tudo acabado, vinte e quatro mil israelitas foram mortos. Foram mortos por que dançaram? Não. Morreram porque aquele tipo de comportamento inapropriado levou a ações indecentes e inaceitáveis diante de Deus.

Como podemos observar, a partir dessas histórias podemos saber que há vários tipos de dança, como por exemplo:

1 - Aquelas que cultuam qualquer outro deus que não o Deus do universo.

2 – Danças que estimulam sexualmente os participantes.

A dança secular, além de ser bem insinuante, geralmente acontece em ambientes menos do que desejáveis. Os salões de dança geralmente são lugares apinhados, poluídos pelo fumo, onde álcool e drogas são usados. Mesmo os não-fumantes acabam se expondo a concentrações perigosas de nicotina, tornando-se fumantes de segunda mão. O som é tão forte que você pode sentir as vibrações dentro do seu corpo. Com freqüência, os dançarinos acabam contraindo tinidos, um som agudo e constante no ouvido causado pela exposição ao excesso de decibéis. Esse trinado pode durar vários dias, depois de passar a noite dançando.

Considerado tudo isso, você pode dizer honestamente que sua participação na dança secular demonstraria aos outros um caráter cristão? Ou será que seu testemunho ficaria comprometido? Em cada decisão que tomamos, escolhemos ficar a favor ou contra Deus. Por isso, é bom ter certeza absoluta do que está escolhendo. Isso fará diferença no mundo – neste e no vindouro.

Maioria dos evangélicos acredita já estar vivendo no “fim dos tempos”


Uma pesquisa realizada pelo Grupo Barna, uma respeitada empresa de pesquisa especializada em fé e cultura, localizada em Ventura, na Califórnia, revelou que a grande maioria dos evangélicos acredita que já estamos vivendo no “fim dos tempos” bíblico.

De acordo com a pesquisa, 41 por cento dos adultos norte-americanos acreditam que o mundo está vivendo agora no fim dos tempos bíblicos, esse número aumenta para 77 por cento entre os evangélicos.

- Você, pessoalmente, acredita que o mundo está vivendo atualmente nos “fim dos tempos”, como descrito por profecias na Bíblia, ou não? – essa foi a pergunta feita pelo Grupo Barna, que revelou resultados surpreendentes, segundo os responsáveis pela pesquisa.

Entre os católicos a opinião sobre o tema é bem diferente das obtidas entre os evangélicos, com 73 por cento dizendo que não. Porém, entre católicos praticantes foi registrado que quase 45 por cento disseram sim para o questionamento de estarem vivendo no fim dos tempos.

Para chegar a suas conclusões, o Grupo Barna realizou 1.000 pesquisas online em uma amostra representativa de adultos, com idades acima de 18 nos Estados Unidos. As pesquisas foram realizadas entre 29 de julho e 01 de agosto de 2013. A margem de erro é de + / -3,2 pontos percentuais, e o nível de confiança de 95 por cento.

A pesquisa foi encomendada por James F. Fitzgerald, produtor de “O lema bíblico do Novo Testamento”, em conjunto com o lançamento de seu novo livro, “The 9/11 Prophecy—Startling Evidence the Endtimes Have Begun (WND Books)”, durante o 12º aniversário dos ataques de 11 de setembro de 2001.

- Até eu fiquei surpreso com os resultados. Eu pensei que os números seriam em torno de 10 por cento para a população em geral e, talvez, 30 por cento para os cristãos em geral, ou menos – afirmou Fitzgerald, que disse ainda que a resposta da população geral foi maior do que esperava entre os cristãos, e a resposta dos evangélicos mais que o dobro do que pensava.

A pesquisa mostrou ainda uma diferença dos resultados entre diferentes grupos étnicos sobrea visão de estarmos vivendo no fim dos tempos. 54 por cento dos negros disseram que sim, assim como 48 por cento dos hispânicos, cerca de 1 em 2 em ambos os casos. Brancos estavam em 39 por cento, ligeiramente abaixo da média nacional como um todo, mas ainda significativa.

A pesquisa também revelou que os adultos casados são mais propensos a acreditar que estamos vivendo no fim dos tempos (46 por cento), em comparação com a média nacional. O mesmo acontece com as famílias que têm crianças em casa, 47 por cento, o que representa quase 1 em cada 2 pais com as crianças.

Fonte: Gospel+

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Sermão: Dia do Jovem Adventista 2013


Ideia: este sermão foi escrito para fortalecer a fé de quem já faz parte da igreja, mas é um apelo principalmente para os jovens que estão afastados. É importante o trabalho prévio de convidar os ex-adventistas e os que estão fracos na fé. Este trabalho pode ser feito por telefone, e-mail, convites pessoais, etc.

Cristãos estão sendo decapitados na Síria

Após a tomada da cidade de Maaloula, um novo capítulo tem sido escrito na situação de guerra que vive a Síria. De maneira intrigante, a grande mídia silencia sobre o massacre bárbaro e diário dos cristãos. Enquanto muçulmanos alauitas e sunitas brigam pelo poder, quem mais sofre são os cristãos.

Como em toda guerra, surgem muitas informações desencontradas, mas entre os relatos existe uma consistência. As tropas rebeldes, que lutam contra o governo de Bashar al-Assad, são treinadas pela Al Qaeda e financiadas indiretamente pelo governo dos EUA. Possivelmente por isso a “grande mídia” deixe a questão dos cristãos convenientemente de lado.

O fato é que milhares de pessoas têm morrido ao longo desses dois anos e meio de conflitos étnicos e religiosos. De maneira quase unânime, quando se fala ou mostra a morte de soldados leais ao presidente, elas ocorrem por fuzilamento. Quando são cristãos, a forma padrão parece ser decapitar e expor a cabeça em público.

A conquista de Maaloula pelos rebeldes foi marcante pois ali vivia uma das mais antigas comunidades cristãs do mundo, onde ainda se fala o aramaico, língua usada por Jesus . Situada a 50 quilômetros da capital Damasco, a pequena cidade de 3 mil pessoas ficou quase deserta. Estima-se que 80% da população, a maioria de cristãos ortodoxos e católicos, refugiou-se em cidades vizinhas. Mas não sem ver antes a maioria de suas igrejas e casas serem saqueadas, queimadas e ouvirem a ameaça que todo aquele que não se converter ao Islã teria a cabeça cortada.

O avanço dos rebeldes na área foi liderado por Jabhat al-Nusra, ligado a grupos jihadistas islâmicos. A liderança da Frente de Libertação Qalamon se mudou para a aldeia, agora cerca de 1.500 soldados de grupos liderados pela Al-Qaeda estão na pequena Maaloula.

A tomada da aldeia enviou duas fortes mensagens ao mundo: os rebeldes estão mais próximos que nunca de tomarem a capital e os rebeldes extremistas muçulmanos tentarão eliminar os cristãos da Síria.

Muitos dos habitantes que ficaram estão experimentando o horror diariamente. Segundo o site Sky News, da Inglaterra, esta semana três cristãos foram mortos em praça pública e seu enterro se transformou em uma verdadeira passeata de protesto. A grande concentração foi na parte antiga da cidade, que segundo a tradição foi onde o apóstolo Paulo parava em suas viagens até Damasco. O cortejo foi até a igreja ortodoxa Zaytoun, onde fizeram o culto fúnebre. Enquanto os sinos badalavam, partiram para o cemitério.

Mulheres vestidas de negro jogavam grãos de arroz no ar, uma forma tradicional de demonstrar luto. Um pequeno grupo tocava tambores e, em meio ao choro se ouviam gritos. Uma mulher perguntava: “É isso que vocês chamam de democracia… isso é o que o governo quer?”, enquanto um homem fazia gestos obscenos e gritava palavrões contra o presidente Obama e o premiê inglês David Cameron.

Hoje, outras imagens chocantes correram o mundo. São da cidade de Keferghan, onde quatro jovens cristãos foram decapitados publicamente. Um fotógrafo que não quer se identificar, fez imagens que foram publicados pelo site da revista Time. Embora a revista não confirme, outras fontes alegam que o que motivou a morte deles foi sua fé.

Ele fez uma narrativa breve, mas chocante, do que presenciou:
“Eu vi uma cena de crueldade absoluta: um ser humano sendo tratado de uma maneira que nenhum ser humano jamais deveria ser tratado… Eu não sei quantos anos a vítima tinha, mas era jovem. Eles o forçaram a ficar de joelhos. Os rebeldes ao seu redor liam os seus ‘crimes’ listados em um pedaço de papel. Eles o cercaram. O jovem estava com as mãos atadas. Ele parecia congelado. Dois rebeldes sussurraram algo em seu ouvido e o jovem respondeu de uma forma inocente e triste, mas eu não conseguia entender o que ele disse… No momento da execução, os rebeldes agarraram sua garganta. O jovem reagiu, mas três ou quatro rebeldes conseguiram imobilizá-lo. Ele tentou proteger a garganta com as mãos, que ainda estavam amarradas. Tentou resistir, mas os rebeldes eram mais fortes e cortaram sua garganta. Depois, levantaram a cabeça. As pessoas aplaudiram. Todo mundo estava feliz porque a execução aconteceu”.
Muitos estudiosos das profecias cristãos e muçulmanos acreditam que a s segunda vinda de Jesus está ligada à cidade de Damasco, capital da Síria. A crescente ameaça de guerra dos sírios contra outros países gerou uma série de análises nesse sentido. Em comum entre as previsões está o iminente retorno de Cristo. Da parte dos cristãos, alguns apontam para Isaías 17:1. Para alguns, pode ser um prenúncio do Armagedom, a batalha final. 

Entre os sírios prevalece a tristeza pelos milhares de mortos e feridos, mas para milhares deles a esperança na vida eterna se fortalece. As agências cristãs têm oferecido ajuda material, emocional e, acima de tudo, espiritual para os refugiados nos países vizinhos. Milhares de muçulmanos estão ouvindo o evangelho livremente, alguns pela primeira vez na vida. Existem muitos testemunhos de conversões.

Com informações de Sky News e Time - Assista (imagens fortes):


Fonte: Gospel Prime

Quem tem medo da sexta-feira 13?

Hoje é sexta-feira. 13. A lembrança disso perturba e preocupa muita gente desinformada por aí, portanto resolvi pesquisar um pouquinho mais sobre a origem dessa superstição. Descobri que existem pelo menos três explicações mais aceitas. A mais “contundente” delas tem origem em uma antiga crença católica. Argumentam que o dia é de azar porque Jesus foi crucificado numa sexta-feira e também porque na última ceia que participou, estiveram 13 pessoas à mesa: Ele e os 12 discípulos. Imagine só! O dia da redenção, o dia em que o Salvador ofereceu a vida para salvar a humanidade é considerado “azarado”… Quando foi, justamente, o contrário. 

As outras duas “explicações” para a sexta-feira 13 vêm de lendas. Uma, nórdica, onde num banquete 12 deuses foram convidados. Apareceu lá, sem ser convidado, um espírito do mal, chamado Loki. Criou-se uma confusão onde morreu um tal de Balder. Daí veio a crendice de que convidar 13 pessoas para um jantar era uma desgraça na certa. A segunda, tão absurda quanto a primeira, tem uma deusa do amor e da beleza, chamada Friga (que deu origem à palavra friadagr = sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, a Friga se transformou em bruxa. Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demônio. Os 13 ficavam rogando pragas aos humanos. 

Não sei se as razões para a existência da “assustadora” sexta-feira 13 são para rir ou chorar. O estudante da Palavra de Deus não pode ser levado a temer ou tremer diante de tamanhos absurdos da fértil imaginação humana. 

Aproveite bem esta sexta-feira 13. Aliás, a Bíblia chama a sexta-feira de “dia da preparação” para o sábado, aniversário da criação do planeta Terra (Marcos 15:42 e Lucas 23:54). Então, toque a vida na certeza de quando passares pelas eventuais turbulências do dia, Deus estará com você (Isaías 43:1-3). Você nunca está só. 

Amilton Menezes - Novo Tempo

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Projeto adventista adota famílias carentes no Morro do Alemão


A Igreja Adventista do Rio de Janeiro lançou o programa "Adote uma Família", que faz parte do Mutirão de Natal, um projeto que, todos os anos, ajuda diversas famílias carentes e dá oportunidade para que elas tenham um Natal especial.

O programa iniciou no Morro do Alemão em setembro de 2013. O Morro do Alemão é uma comunidade com mais de 380 mil pessoas. E duas delas já foram escolhidas para serem beneficiadas: as famílias Silva e Santiago.

De acordo com o coordenador do programa, pastor Edimilson Possmoser, a ideia é de ajudar pelo menos 11 famílias até o final do ano. “Ajudaremos com cestas básicas, moradia e também na área financeira”, destaca.

Acordar e olhar o céu azul, ver os teleféricos passando de um lado para o outro na certeza e esperança de ver um mundo melhor, é isso que Vanessa Silva pensa todos os dias.

A equipe de reportagem da Igreja Adventista do Rio de Janeiro foi conferir de perto a história da jovem Vanessa Silva, de 16 anos, moradora do complexo do Morro do Alemão, que ajuda no sustento de três irmãos e também de sua mãe, que é deficiente auditiva. Segundo Vanessa, a vida na comunidade é muito triste.

“Recebia pouco mais de 300 Reais do Bolsa Família, mas meus irmãos pararam de estudar. A minha mãe, por ser deficiente, não tem emprego fixo. Para conseguirmos sobreviver, limpamos as casas dos amigos ou lavamos roupas quando aparecem. Mas já houve dias em que a fome foi maior”, disse.

O grande sonho de Vanessa é conseguir uma casa e ter uma vida melhor. E para realizar o desejo de Vanessa, a Igreja Adventista do Rio de Janeiro se uniu e vai ajudar na reforma da casa da família Silva, bem como na doação de alimentos. [Equipe ASN, Dina Karla]

Acompanhe a reportagem especial: