quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Jovens adventistas realizam ceia de natal com moradores de rua


Sábado, 13 de dezembro, o relógio marca 22h40. Um grupo de jovens adventistas se deslocam para a Rua XV de Novembro, no centro de Curitiba, com o objetivo de realizar uma ação diferente, de amor ao próximo: uma ceia de natal antecipada para os moradores de rua.

Com direito a arroz a grega, acompanhamento, saladas e frutas, mesas foram colocadas no calçadão e tapumes espalhados pelo chão para que todos se assentassem. Em clima de amizade, os jovens da Igreja Adventista Central de São José dos Pinhais conversaram, cantaram, oraram, compartilharam o alimento e também distribuíram doações aos moradores de rua.

Poliane Carvalho conta que foi uma experiência marcante. “Eles cantavam, pregavam pra gente, um deles pediu para orar e fez uma oração tão linda e sincera de gratidão a Deus! Na verdade, foi como se toda a programação fosse deles para nós, foi lindo”, descreve a líder jovem que revela ser a primeira vez que o grupo faz esse tipo de ação.
Todos os alimentos oferecidos foram resultado da ajuda de diversas pessoas, inclusive a refeição foi preparada pela Ação Solidária Adventista (ASA) local. Ao todo, mais de 30 moradores de rua participaram desta ceia especial que contou com o trabalho de aproximadamente 20 voluntários.

Os momentos foram tão agradáveis que a hora passou sem ao menos perceberem. Eram quase duas da manhã quando os jovens foram embora do calçadão. “Acho que todos nós tiramos muitas lições de como ser feliz, perseverante e entender o que é Deus e como Ele se faz presente nas coisas simples, mesmo em tais circunstâncias”, reflete Poliane.

Equipe ASN, Jéssica Guidolin

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

As 8 piores atrocidades cometidas em nome da religião


Ontem, depois de quase 17 horas, a polícia de Sydney, na Austrália, invadiu um café onde foram mantidos reféns 17 pessoas, entre eles uma brasileira. O sequestrador era um iraniano conhecido pelas autoridades e que se identificava como um religioso muçulmano. Três pessoas morreram, incluindo o criminoso, e quatro estão feridas, três delas em estado grave. 

Hoje, pelo menos 126 pessoas, a maioria crianças e adolescentes, foram mortos em um ataque do Talibã contra uma escola para filhos de militares em Peshawar, principal cidade do noroeste do Paquistão, informaram as autoridades locais. Outras 122 pessoas ficaram feridas.

Ao longo da história, a religião tem sido usada como uma desculpa, ou a força motriz, para algumas das piores atrocidades imagináveis. Da pré-história à história moderna, a religião é, para muitas pessoas, apenas uma desculpa para matar outras pessoas. Essa lista destaca oito das piores atrocidades (mas não necessariamente o top 8).

8 – Sacrifícios humanos na Birmânia budista
Os sacrifícios humanos ainda ocorriam na Birmânia budista por volta de 1850. Quando a capital foi transferida para Mandalay, 56 homens “imaculados” foram enterrados sob as muralhas da cidade nova, para santificar e proteger a lugar. Quando dois dos locais de sepultamento foram, mais tarde, encontrados vazios, os magos reais decretaram que 500 homens, mulheres, meninos e meninas, deveriam ser mortos e enterrados de uma vez, ou a capital seria abandonada. Cerca de 100 foram realmente enterrados antes de governadores britânicos pararem as cerimônias.


7 - Assassinatos pela Seita Thug
Na lndia, membros da seita Thug (os vilões de "Caçadores da Arca Perdida") estrangulavam pessoas como sacrifícios para apaziguar a ira da deusa sanguinária Kali, prática iniciada em 1500. O número de vítimas foi estimada no absurdo e elevado número de mais de 2 milhões. Os - ditos - sacerdotes estavam reivindicando cerca de 20.000 vidas por ano, até que em 1800, com a interferência de governantes britânicos, os rituais foram interrompidos e os religiosos devidamente presos. Em um julgamento em 1840, um único réu foi acusado de matar 931 pessoas. Ainda hoje, alguns sacerdotes hindus sacrificam cabras para Kali.

6 - Massacre de Mountain Meadows
O Massacre de Mountain Meadows ocorreu com o assassinato em massa de passageiros migrantes do vagão de trem Fancher-Baker, em Mountain Meadows, território americano de Utah, na sugestiva data de 11 de setembro de 1857, chacina essa cometida por um grupo de mórmons e índios Paiute. Os migrantes saíram do Arkansas, tendo como destino a Califórnia, tendo sua saída ocorrido pouco antes de iniciada a Guerra de Utah. Mórmons em todo o território juntaram-se para lutar contra a invasão do exército americano, crendo que o governo tinha a intenção de destruir sua comunidade.

A desastrosa operação de retaliação contra o imaginário inimigo foi orquestrada por dois homens, líderes da igreja local, além da organização política e militar entre os mórmons, Isaac C. Haight e John D. Lee. Esse segundo foi quem conspirou em levar milicianos disfarçados de índios americanos, juntamente com um contingente de homens da tribo Paiute, em um ataque.

Os migrantes revidaram o ataque e um cerco se seguiu, descobrindo então que os passageiros nada mais eram que civis em viagem. Descoberto isso, e com o intuito de não deixar testemunhas da cumplicidade Mórmon no cerco, o que evitaria represálias que complicariam a Guerra de Utah, os milicianos levaram os migrantes a se render e desistir de suas armas. Depois de escoltá-los para fora da seus leitos, os milicianos e seus auxiliares indígenas executaram todos, cerca de 120 homens, mulheres e crianças.

5 - A Inquisição
A Inquisição medieval foi a criação de uma série de inquisições (organismos da Igreja Católica destinados a levantar heresias) iniciada por volta de 1184, incluindo a Inquisição Episcopal (1184-1230) e mais tarde, a Inquisição papal (1230). Foi uma tentativa de resposta a grandes movimentos populares de toda a Europa, considerados apóstatas ou heréticos para o cristianismo, em particular, o catarismo e valdenses no sul da França e norte da Itália. Estes foram os primeiros movimentos de inquisição de muitos que viriam a seguir, muito mais bárbaros e mortíferos, com fogueiras queimando gente viva, em praça pública.

A tortura foi usada a partir de 1252. Em 15 de maio, o Papa Inocêncio IV publicou uma bula papal, intitulado Ad exstirpanda, que autorizou o uso da tortura pelos inquisidores. Até ali, estes eram proibidos de usar métodos que resultassem em derramamento de sangue, mutilações ou morte. Uma das formas mais comuns de tortura usadas pela inquisição medieval era conhecido como strappado: as mãos eram amarradas atrás das costas com uma corda, e o acusado era suspenso dessa maneira, deslocando as juntas em ambos os braços dolorosamente. Pesos eram adicionados para as pernas, deslocando essas juntas também. A organização está ativa até hoje sob o nome da “Congregação para a Doutrina da Fé”. Antes de se tornar o Papa Bento XVI, o Cardeal Ratzinger era o chefe da congregação.

4 - A caça às bruxas
Quando os puritanos se estabeleceram em Massachusetts em 1600, criaram um estado de polícia religiosa, onde o desvio doutrinário poderia levar a flagelação, pillorying (aquela canga que prendia o condenado pelas mãos e cabeça), enforcamento, corte de orelhas, ou chato através da língua com um ferro quente. A divulgação da doutrina Quaker era considerada ofensa capital. Quatro Quakers teimosos desafiaram essa lei e foram enforcados. Em 1690, o medo de bruxas acabou por gerar pânico na colônia. Vinte supostas bruxas foram mortas e outras 150, presas.

3 - A perseguição romana aos cristãos
Os cristãos foram os primeiros, e horrivelmente, alvo de perseguição, por parte do imperador Nero em 64 dC. Um incêndio colossal estourou em Roma, e destruiu grande parte da cidade. Rumores abundavam que o próprio Nero foi o responsável.

Para desviar a atenção dos rumores, Nero ordenou que os cristãos fossem caçados e mortos. Alguns foram dilacerados por cães, outros queimados vivos como tochas humanas. Ao longo dos próximos cem anos - ou mais, os cristãos foram perseguidos de forma esporádica. Então, em meados do século terceiro, imperadores iniciaram perseguições ainda mais intensas.

"A Grande Perseguição", foi considerada a pior: começando com uma série de quatro decretos que proibiam rituais cristãos, e ordenando a prisão do clero cristão, a perseguição intensificou-se até que todos os cristãos no império fossem ordenados a sacrificar aos deuses romanos, ou ser condenado à execução imediata. Esta perseguição seria a última, já que Constantino I assumiria o Império em 313 e legalizaria o Cristianismo como religião oficial.

2 – O sacrífico humano pelos astecas
Os astecas começaram elaborar sua teocracia por volta de 1300, atribuindo os bons anos de suas colheitas aos sacrifícios humanos. Cerca de 20.000 pessoas eram mortas anualmente para apaziguar a ira dos deuses, especialmente o deus sol, que precisava de "alimento" diário de sangue. Corações de vítimas de sacrifício eram cortados, e alguns corpos eram canibalizados como parte da cerimônia. Outras vítimas morriam afogadas, decapitadas, queimadas ou lançadas de grandes alturas. Em um ritual para o deus da chuva, crianças, aos prantos, eram mortas em várias regiões do país, na intenção de fazer as lágrimas produzirem chuva. Em um ritual para a deusa do milho, uma virgem dançou durante 24 horas, em seguida, foi morta e esfolada, tendo sua pele usada por um sacerdote, para a continuidade da dança.

Relatos registram que na coroação do Rei Ahuitzotl, 80.000 prisioneiros foram massacrados para agradar os deuses. Um filme interessante sobre o tema é a produção de Mel Gibson, Apocalypto, gravado totalmente em dialeto maia.

1 - Jihads islâmicas
Jihads (guerras santas islâmicas), mandatadas pelo Corão, mataram milhões ao longo de 12 séculos. Nos primeiros anos, os exércitos muçulmanos espalharam a fé rapidamente: de leste a oeste, na Índia e Marrocos. Mesmo assim, pequenas seitas restaram, e não demoraram a ser classificados como infiéis e declarada jihad contra eles.

Os Kharijis lutaram contra governantes sunitas. Os Azariqis decretaram a morte a todos os "pecadores" e suas respectivas famílias que não confessavam a fé islâmica. Em 1804, um homem santo sudânes, Usman dan Fodio, travou sangrenta jihad, quebrando a influência religiosa exercida pelo então Sultão de Gobir. Por volta de 1850, um outro sudanês da religião, Omar al-Hajj, liderou uma sangrenta jihad para conversão de pagãos de tribos africanas.

Com informações de Listverse

Parabéns, Beethoven!


Certo dia, na Alemanha do século dezoito, uma mulher foi ao médico. Ela estava grávida de seu quarto filho e queria realizar um aborto. O motivo? Seus três outros filhos haviam nascido com problemas, limitações físicas. Depois de uma longa conversa, o doutor conseguiu dissuadi-la e o aborto não foi feito. Mas se a tal mulher tivesse seguido com a ideia, o mundo hoje não conheceria a música de Ludwig van Beethoven...

De fato o garoto nasceu com uma desabilidade auditiva e aos 33 anos de idade perdeu completamente a audição. Dizem que para completar sua quinta sinfonia, ele teve que serrar as pernas de seu piano, para terminar a obra sentindo apenas as vibrações das notas no chão. Beethoven teve uma noiva. Ele era baixinho, tinha mãos pequenas e peludas. Mas a figura estranha, escondia um talento nada comum. Desencantada com o que via, a moça decidiu terminar o noivado. E não muito depois, quando Beethoven se tornou um nome famoso na música, alguém questionou a jovem, quase que em tom de repreensão: "Mas como você pôde terminar o noivado com um gênio?" Ao que ela simplesmente respondeu: "Naquele tempo tudo que eu via nele era um rapaz de baixa estatura"...

Quem é Jesus? As respostas se perdem entre placas de igrejas, letras de músicas, rituais, discussões... A verdade é que mesmo entre cristãos, ainda há quem tenha uma imagem distorcida, trocada, pequena do Cristo dos evangelhos. Há quem busque Seus milagres e lhe impeça o senhorio. Há quem ame Sua cruz e rejeite Sua guia. Há quem queira Seu abraço, mas evite Seu olhar. Não compreendem a natureza de Sua obra, nem percebem a grandeza divina escondida nos limites humanos. Mais do que cumprir uma lei, Ele veio consertar um relacionamento. Mais do que oferecer cura, veio realizar salvação. Mais que trazer respostas, Cristo veio devolver sentido à vida.

E para você... quem é Jesus? 

Não aprisione Cristo nas páginas de um livro, nas palavras de uma oração ou em uns poucos minutos de seu dia. Que Ele seja o primeiro, o maior e o melhor em cada uma de suas escolhas. Que a luz da graça desfaça as trevas em sua volta e que seus dias sejam invadidos pela alegria da salvação.

E descanse...

Pr. Cândido Gomes

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Equipes de saúde que combatem o ebola são 'Pessoa do Ano' da Time


As equipes de saúde que combateram o vírus ebola foram as escolhidas pela revista americana Time como "personalidade do ano" de 2014. Segundo a revista, "eles se arriscaram, persistiram, se sacrificaram e salvaram."

A editora Nancy Gibbs assinou o texto em que diz que "por décadas os vilarejos rurais africanos foram assombrados pelo ebola como um monstro mítico que aparecia de poucos em poucos anos e demandava um sacrifício humano até retornar à sua caverna. Ele chegou ao Ocidente sob forma de pesadelo, um filme de terror de Hollywood que faz olhos sangrarem, órgãos dissolverem e médicos se desesperarem porque não há cura."

O número de mortos em decorrência da epidemia de ebola subiu para 6.070, dentre 17.145 casos registrados da doença, até 30 de novembro, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). O vírus continua se espalhando intensamente em Serra Leoa.

A prestigiosa revista elege a personalidade "que mais afetou as notícias e as nossas vidas" desde 1927. A pessoa ou grupo vencedor ocupa a capa da edição de fim de ano da revista. No ano passado, o escolhido foi o Papa Francisco.

Os oito finalistas de 2014 eram: os manifestantes de Ferguson, cidade americana que foi às ruas após a morte de um jovem negro desarmado por um policial branco, o presidente russo, Vladimir Putin, a cantora pop Taylor Swift, o chinês fundador da empresa Alibaba, Jack Ma, o CEO da Apple, Tim Cook, o presidente da região curda do Iraque, Masoud Barzani, e Roger Goodell, presidente da Liga Nacional de Futebol dos EUA. (G1)

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Os animais também vão para o céu? Papa Francisco diz que sim


Papa Francisco confirmou durante sua pregação na Praça São Pedro, no Vaticano, que todos os animais vão para o Céu. Tentando consolar um garoto com o coração partido pela morte de seu cachorro de estimação, o pontífice fez uma confissão: "Um dia, nós veremos nossos animais de novo na eternidade de Cristo. O Paraíso está aberto para todas as criaturas de Deus".

A fala do Papa foi aplaudida por diversos grupos protetores dos animais que estavam no local, contrariando um dos dogmas da Igreja Católica de que os animais não iriam para o paraíso pois não teriam alma. O nome escolhido por Jorge Mario Bergoglio -- o Papa Francisco -- deriva de São Francisco de Assis, o santo patrono dos animais. (UOL)

Nota: A Bíblia não menciona a ressurreição dos animais. Podemos ler apenas citações sobre a ressurreição dos justos para a salvação e acerca da ressurreição dos maus para a perdição (João 5:28 e 29; Apocalipse 20:5 e 6, etc.).

Conquanto as Escrituras não confirmem a existência de animais no Céu, afirmam que eles existirão na Nova Terra. Eis alguns textos que você poderá ler em sua Bíblia sobre o assunto: Isaías 11:6-9; Isaías 65:17 e 25.

Não temos como explicar plenamente como Deus trará os animais à existência na Nova Terra. O que encontramos na Bíblia é um Deus amoroso, que se preocupa com todos os animaizinhos, por menores que sejam. Isso indica que o Criador tem bons planos para tais criaturinhas. Não há como ter dúvidas.

Não podemos afirmar com base na Bíblia que teremos o mesmo animalzinho de estimação na Nova Terra e muito menos que não o teremos! A Bíblia nos dá a certeza de que Deus fará aquilo que for melhor para a nossa felicidade. Com toda a certeza, nosso Criador tem poder para recriar o mesmo animalzinho de estimação que um dia perdemos.

No mundo restaurado teremos muitas surpresas; por que nos admirarmos de que o Senhor possa querer alegrar Seus filhos com os animais domésticos que tanto lhes fizeram bem? Gosto muito de ver a Deus como um pai que se alegra em dar ao seu filho um presente que ele menos espera. Confie no amor de Deus e descanse em Suas promessas. O que Ele fez na cruz do calvário (João 3:16; Romanos 5:6-8) é suficiente para nos provar que o Seu amor por todas as Suas criaturas é infinito.

CORREÇÃO: Na verdade, conforme o jornal USA Today (confira), a história não ocorreu como divulgada. Foi uma falha do The New York Times, reproduzida por vários outros meios de comunicação, mas as opiniões expressas na nota acima não mudam por isso.

Por uma ceia de Natal sem animais

“A todo aquele que derramar sangue, tanto homem como animal, pedirei contas; 
a cada um pedirei contas da vida do seu próximo.” Gênesis 9:5

Com a aproximação do Natal, as pessoas em breve estarão trabalhando no planejamento de uma reunião de família e amigos, e decidindo que pratos servir no menu. Se você, como milhões de outros brasileiros, está considerando um peru como a peça central de sua ceia de Natal, por que não parar por um momento para pensar de onde estará vindo a refeição de sua família?
“Deus requeira supremo amor a Deus e amor imparcial ao próximo, o vasto alcance dos seus reclamos toca também às criaturas mudas que não podem expressar em palavras suas necessidades e sofrimentos. “O jumento que é de teu irmão ou o seu boi não verás caídos no caminho e deles te esconderás; com ele os levantarás, sem falta.” Deut. 22:4. Aquele que ama a Deus, não somente amará o seu semelhante, mas considerará com terna compaixão as criaturas que Deus fez. Quando o Espírito de Deus está no homem, leva-o a aliviar o sofrimento antes que a criá-lo.” Beneficência Social, pág. 48
Em primeiro lugar, o Natal é uma festividade religiosa que celebra o nascimento de Cristo, porém também é um sofrimento sem fim para os perus e outras espécies de animais consumidos pelos humanos. Em se tratando de perus, 300 milhões deles são criados e mortos nos EUA por sua carne a cada ano, com 67 milhões sendo mortos durante a temporada de festas de fim de ano. Mesmo antes de sua morte, as condições em que os perus são criados são horríveis. Uma investigação secreta recente em Minnesota revelou 25.000 fêmeas trancadas em cinco galpões que os repórteres descreveram estar “imundos e em condições cruéis”. Infelizmente, ambientes como estes são muito comuns, uma vez que as leis em qualquer parte do mundo não proíbem a criação de aves para consumo humano em condições desumanas. Devido aos alojamentos apertados, as aves têm seus bicos queimados e arrancados sem anestesia para que não se firam ao brigar entre si por causa do estresse do confinamento, e muitas vezes sofrem lesões graves e infecções devido às condições miseráveis. As informações são do Ecorazzi.
“Deus deu aos nossos primeiros pais o alimento que pretendia que a humanidade comesse. Era contrário ao Seu plano que se tirasse a vida a qualquer criatura. Não devia haver morte no Éden. Os frutos das árvores do jardim eram o alimento que as necessidades do homem requeriam. Deus não deu ao homem permissão para comer alimento animal, senão depois do dilúvio. Fora destruído tudo que pudesse servir para a subsistência do homem, e diante da necessidade deste, o Senhor deu a Noé permissão de comer dos animais limpos que ele levara consigo na arca. Mas o alimento animal não era o artigo de alimentação mais saudável para o homem. ” Conselhos Sobre o Regime Alimentar, pág. 373
Em investigações secretas, grandes fazendas de criações de perus, como a americana Butterball em 2012, têm sido flagradas torturando aves. Os repórteres viram funcionários “chutando e pisando sobre os perus, arrastando-os por suas frágeis asas e pescoços, e maliciosamente arremessando-os”. Além de maus-tratos nas mãos dos funcionários, muitos dos pássaros sofriam de doenças não tratadas e lesões graves, incluindo feridas abertas, infecções e ossos quebrados. Segundo a reportagem, infelizmente, investigações em outras fazendas criadoras de perus em todo o território americano produziram resultados semelhantes. Se isso ocorre em um país de primeiro mundo como os EUA, pode-se imaginar o que acontece em países menos desenvolvidos. Apesar dos perus serem criados nessas condições imundas e torturantes, a maioria das pessoas não questiona exatamente de onde seus jantares estão vindo e o efeito que a escolha da refeição pode ter na sua saúde, para os próprios animais e para o meio ambiente.
“Os animais são muitas vezes transportados a longas distâncias e sujeitos a grandes sofrimentos para chegar ao mercado. Tirados dos verdes pastos e viajando por fatigantes quilômetros sobre cálidos e poentos caminhos, ou aglomerados em carros sujos, febris e exaustos, muitas vezes privados por muitas horas de alimento e água, as pobres criaturas são guiadas para a morte a fim de que seres humanos se banqueteiem com seu cadáver.” A Ciência do Bom Viver, pág. 314
Dizer não ao consumo de carne neste Natal não apenas pode salvar vidas animais como também é uma boa escolha para a saúde humana. Pesquisas têm mostrado que os vegetarianos e veganos são menos propensos a muitos dos problemas de saúde fatais do nosso tempo – incluindo câncer, doenças cardíacas, diabetes tipo 2 e hipertensão arterial. Um estudo recente realizado pela Universidade de Carolina do Sul mostrou que uma dieta vegana é a mais eficaz para a perda de peso duradoura, a qual, por sua vez, protege as pessoas contra inúmeras doenças relacionadas com o peso. Em resumo, para se manter um peso adequado e viver uma vida mais longa e mais saudável, a alimentação livre de carne é o caminho a percorrer.
"Não é tempo de que todos visem dispensar a carne na alimentação? Como podem aqueles que estão buscando tornar-se puros, refinados e santos a fim de poderem fruir a companhia dos anjos celestes, continuar a usar como alimento qualquer coisa que exerça tão nocivo efeito na alma e no corpo? Como podem eles tirar a vida às criaturas de Deus a fim de consumirem a carne como uma iguaria? Volvam eles antes à saudável e deliciosa comida dada ao homem no princípio, e a praticarem eles próprios e ensinarem a seus filhos, a misericórdia para com as mudas criaturas que Deus fez e colocou sob nosso domínio.“ A Ciência do Bom Viver, pág. 317
Ignorar a carne nesta temporada de festas também pode ter um impacto positivo sobre o meio ambiente. Nos Estados Unidos, a pecuária superou as indústrias de transporte e de energia elétrica na emissão de gases prejudiciais de efeito estufa, tornando a produção de carne a principal causa das mudanças climáticas do país. Uma extensão de 56.000 km de rios norte-americanos estão poluídos com resíduos animais e, no mundo, dois hectares de floresta tropical são destruídos a cada minuto pela pecuária. Atualmente há inúmeras alternativas de pratos para uma ceia livre de crueldade e, ao manter a carne fora da mesa durante as festas, você estará fazendo a sua parte não só pelos animais, mas também para reduzir a emissão de carbono pela sua família. A ideia quanto à abstenção de carne de peru no Natal também se aplica ao consumo de todos os animais e todos os dias, pelo simples fato de todos terem o direito à vida.
"Pensem na crueldade que o regime cárneo envolve para com os animais, e seus efeitos sobre os que a infligem e nos que a observam. Como isso destrói a ternura com que devemos considerar as criaturas de Deus". Conselhos Sobre o Regime Alimentar, pág. 383
Deus se importa com Suas criaturas. Ele as ama. Não devemos causar o sofrimento animal. Não devemos sustentar uma indústria que causa tanta morte e sofrimento. O nosso papel, dado a Deus no Éden, é cuidar, proteger as criaturas dEle.

O ser humano está cada dia mais frio e não se importa mais com a dor alheia. É preciso renunciar a tudo o que nos deixa frios e nos afasta de Deus.

Que possamos amar as criaturas de Deus e fazer a vontade do nosso Criador.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Líder adventista elogia a ganhadora do Prêmio Nobel da Paz


Um líder adventista na Europa elogiou a mais nova vencedora do Prêmio Nobel da Paz, a paquistanesa Malala Yousafzai, 17 anos, por sua "incrível coragem" em meio a seus esforços para apoiar a educação de meninas e mulheres no Paquistão. Lá, menos de metade das meninas frequenta a escola, segundo um relatório da ONU.

Bruno Vertallier, presidente da Divisão Inter-Europeia da Igreja Adventista do Sétimo Dia, agradeceu Malala Yousafzai pelo seu exemplo.

"Obrigado por sua incrível coragem e compromisso pela paz, igualdade de oportunidades e direitos humanos", disse Vertallier. "Que o Senhor Todo-Poderoso abençoe e proteja sempre você, e que muitos outros meninos e meninas possam seguir o seu exemplo maravilhoso."

Aos 15 anos, quando voltava do colégio em um ônibus escolar, Malala sofreu uma tentativa de assassinato por militantes do talibã, grupo fundamentalista que domina parte do país. Isto porque ela vinha defendendo o direito de garotas paquistanesas estudarem, enquanto esta prática era frequentemente atacada pelos líderes do grupo radical.

Em 2008, mesmo com a ordem do líder talibã de interromper as aulas dadas às meninas, Malala continuou estudando no colégio de que seu pai era dono. Logo após, a garota começou a escrever, sob um pseudônimo, o blog Diário de uma Estudante Paquistanesa, em que contava a situação das estudantes no país.

Depois do ataque, em 2012, a garota foi levada à Inglaterra para fazer seu tratamento. Sua família se mudou para a cidade de Birmingham, onde Malala mora e estuda atualmente. "Eu espero que chegue o dia em que o povo do Paquistão seja livre, tenha seus direitos, paz e que todas as meninas e crianças possam ir à escola", afirmou a jovem, em entrevista à BBC.

Malala dividiu o Prêmio Nobel com o indiano Kailash Satyarthi, que milita pelo fim da exploração de crianças em seu país.

Com informações da Adventist Review Online e UOL