segunda-feira, 13 de maio de 2013

Geração EU EU EU - Jovens preguiçosos e narcisistas

Após publicação americana dizer que jovens são preguiçosos e exibicionistas, tema foi assunto mais comentado nas redes sociais.

Tão excitantes quanto ameaçadores. Foi desta forma que a revista americana Time classificou, na edição desta semana, os jovens nascidos entre 1980 e 2000. Eles fazem parte da geração Millennials – chamada de Eu Eu Eu (em inglês, Me Me Me): muito conectados, preguiçosos e extremamente narcisistas. Mas que também são gente boa, acreditam em Deus, sem se apegar a religiões, e otimistas. 

Todos estes adjetivos movimentaram as redes sociais, dividindo opiniões. 

Viviane Mondrzak, presidente da Sociedade Psicanalítica de Porto Alegre, é contrária ao hábito popular de atribuir quase todos os problemas dos jovens à internet e às novas tecnologias. Para ela, este comportamento “eu futebol clube” tem muito mais a ver com a estrutura familiar e com as bases formadas ao longo da vida, de limite e de orientação, do que com a proximidade com a web.

– Nossa cultura ocidental tende a reforçar posições narcisistas, porque valoriza a rapidez, aparências, autossuficiência. É a cultura do pode tudo, tu vais conseguir tudo – diz Viviane.

Ao contrário do que dizem as fontes consultadas na publicação americana, Viviane não considera que os jovens estejam mais preguiçosos. Ela prefere falar em intolerância à frustração:

– Temos jovens despreparados para enfrentar as frustações do mundo real.

Paulo Berél Sukiennik, médico psiquiatra e psicanalista, lembra que Freud cunhou o termo narcisismo para designar algo necessário, em certa dose, para o desenvolvimento do ser humano. É preocupante, entretanto, quando se torna patológico – ligado ao egocentrismo. O médico reforça que, neste sentido, são os adultos o foco de preocupação.

– A sociedade adulta está vivendo momentos infantis. Você vê isto no trânsito, nas relações de trabalho, onde há importância para o seu próprio umbigo em detrimento de respeitar o outro. O adolescente está copiando este modelo – diz o psiquiatra.

E é na arrogância que Sukiennik busca explicações:

– O adolescente que se acha, pensa que não precisa aprender com os mais velhos ou ler porque ele sabe tudo.

Lucas Liedke, diretor de tendências da Box1824, empresa de pesquisa, enxerga estes assuntos por outro prisma. Para ele, o poder da “registrabilidade” dá a estes jovens novas dimensões, como maior consciência do que colocam para o mundo.

AS CARAS DA NOVA GERAÇÃO

Quando se coloca uma lupa sobre as criaturas que compõem a nova geração, as verdadeiras cores do “eu, eu, eu” – assim como as justificativas para seus bons e maus comportamentos característicos – acabam aparecendo. Na página de Facebook de Gabriela Guerra, 26 anos, por exemplo, se encontra fotos dela nos mais diferentes ambientes sociais, mas também se percebe que ela está sempre engajada em alguma causa para melhorar o universo ao seu redor, desde ajudar a organizar um cinema na Praça da Matriz, até levar um grupo de amigos com mantimentos e tintas para alimentar o corpo e a alma das crianças da Vila Liberdade, na Capital. Ela acredita que há individualismo na sua geração, mas também vê uma energia para mudar as realidades ao redor. Mudar e postar na rede social o resultado, claro.

– Vejo muita gente mais individualista, que reclama de protesto, mas acho que até essa segurança do momento do país e a internet fazem a causa do coletivo mais evidente – diz.

Gabriela, que é cofundadora do projeto Porto Alegre Como Vamos, enxerga, sim, o reforço da autoimagem, mas não acredita que isso reflita um grupo de narcisistas.

Talvez seja por esse motivo que Carolina Lopes, 19 anos, tire tantas fotos de si mesma para postar nas redes sociais. Mais fã do Instagram que do Facebook – o que evidencia outra característica de sua geração, a obsessão por imagens – ela registra lá e compartilha com 600 seguidores sua própria figura, sempre impecável, em diversos momentos da vida. As selfies (do termo self shots, em inglês) são sempre as mais curtidas.

– Se estou me achando bonitinha tiro uma foto, se não, não (risos). Mas não fico prestando atenção em quem curte, publico e deixo – conta.

Receber 20, 30 ou 100 likes em uma postagem só não é mais emocionante que ver a notificação na rede social que avisa quando eles chegam. Um sinal, mesmo que silencioso, de que alguém está “te dando bola”.

Renata Fortes, estudante de administração, poderia estar lendo receita de bolo no telefone que, mesmo assim, sua ansiedade seria claramente perceptível. Enfileirando palavras em uma velocidade que só os seus 19 anos poderiam permitir, conta que chega a dormir com o celular debaixo do travesseiro e acorda quando ouve o barulho de uma nova mensagem para responder. O frenesi já rendeu até crise de choro no supermercado por ficar sem bateria no celular.

Outra característica dessa nova geração é a falta de paciência com os mais velhos. Renata confessa que chegar a fazer os trabalhos de faculdade sozinha quando fica em um grupo com algum colega muito mais velho:

– Geralmente faço a parte deles, senão fico muito nervosa e pensando “ah, por que essa pessoa é tão lenta?”.

COMO A NOVA GERAÇÃO MUDA O MUNDO

— O estudo o sonho Brasileiro, da Box1824, empresa de pesquisa especializada no mapeamento de tendências de comportamento, em parceria com o Instituto Datafolha, investigou jovens entre 18 e 24 anos e mostrou que 8% deles são caracterizados como jovens-ponte. Seriam estes os que vão canalizar todas as características para fazer algo que sempre foi dito como tarefa da juventude: mudar o mundo.

— A média das pessoas se relaciona de forma mais intensa com três ou quatro grupos: família, trabalho, estudo e mais algum. O jovem que está age pelo coletivo transita por muito mais grupos. Mais do que isto: recolhe ideias e pensamentos destes grupos, para evoluir seu próprio pensamento e suas ações.

— Seu papel mais importante é o de redistribuir estes pensamentos e ideias, conectando redes e pessoas que nunca se falariam.

— Não aceitam os discursos que velam o preconceito.

— Dá nova dimensão ao trabalho. Além da felicidade e realização pessoal, quer fazer diferença na sociedade por meio da sua profissão.

— A política partidária e institucionalizada não o representa. Vê muito mais sentido em agir politicamente no seu dia a dia, seja no consumo ou em atitudes mais proativas.

Fonte: Zero Hora

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Obesidade faz Coca-Cola 'desistir' de crianças de doze anos


Acusada de colaborar muito para a obesidade de adultos e crianças, a Coca-Cola anunciou uma série de medidas globais para tentar melhorar sua imagem. Uma delas é deixar de fazer propagandas direcionadas a menores de 12 anos.

Além disso, a empresa disse que vai intensificar a venda de refrigerantes, sucos e chás com menos calorias e passará a informar, na frente de todas as suas embalagens, o valor energético de cada produto.

A Coca-Cola também vai colocar em prática programas que estimulam os consumidores e fazer atividade física.

Apesar de divulgar que não vai mais focar no público infantil, alguns elementos da propaganda da empresa que atraem crianças vão continuar existindo. Os tradicionais comerciais feitos com os ursos polares, por exemplo, não serão abandonados.

A companhia considera que eles não são voltados diretamente às crianças, e sim às famílias.

"Nosso foco é tornar a empresa parte de uma solução para as grandes questões de saúde do século 21. Queremos que a companhia ajude o mundo a se tornar mais saudável", diz Marco Simões, vice-presidente de comunicação e sustentabilidade da Coca-Cola no Brasil.

Lata menor tem menos calorias
A empresa diz que vai intensificar a venda de produtos com baixa ou nenhuma caloria, como versões light de refrigerantes, sucos e chás. Pretende, também, aumentar a oferta de produtos com uma quantidade próxima de 100 calorias por embalagem (latas e garrafas pet de 250ml, por exemplo, contêm 106 calorias cada).

No Brasil, atualmente, 23% do portfólio da empresa é de bebidas de baixa e sem caloria. Até 2014, a meta é que todos os pontos de venda no mundo que tiverem produtos da Coca-Cola ofereçam ao menos uma opção com cerca de 100 calorias ou menos.

A companhia diz, ainda, que vai colocar, na parte da frente de todas as suas embalagens, a quantidade de calorias de cada produto. A informação já é dada nos refrigerantes com a marca Coca-Cola há cerca de um ano.

Todas as embalagens também terão tabelas grandes informando a quantidade de calorias, açúcares, gorduras totais e saturadas e sódio. Essa tabela também já consta de parte dos produtos.

Simões diz que a empresa considera que tem a obrigação de liderar o debate sobre vida saudável. Ele afirma, porém, que é errada a ideia de que o refrigerante é o grande responsável pela obesidade. A responsabilidade, afirma ele, seriam a diminuição da atividade física e o aumento da ingestão de calorias no mundo todo.

"Acreditamos que faz parte do nosso trabalho educar a sociedade com relação a isso. As pessoas têm a percepção de que o refrigerante pode contribuir para o aumento da ingestão calórica e da obesidade, mas é uma percepção errada. Temos estudos que mostram que em média, no Brasil, o refrigerante corresponde a 7% do consumo real diário de calorias das famílias. Não é uma quantidade irrelevante, mas é pouca com relação ao total", diz Marco Simões.

Incentivo à prática de esportes
A Coca-Cola também quer intensificar programas como o Copa Coca-Cola, feito no Brasil, que incentiva a participação de jovens de baixa renda em campeonatos de futebol.

Conheça a história por trás da foto mais perturbadora da tragédia em Bangladesh


A fotógrafa e ativista bengalesa Taslima Akhter percorria os escombros do prédio em situação irregular que desabou em Savar, nos subúrbios de Daca, capital de Bangladesh, no dia 24 de abril, quando se deparou com o casal da foto acima. Desde então, essa foto a assombra. Não exatamente pelo que a imagem mostra à primeira vista, mas pelo que só é possível sentir quando se sabe o contexto que envolve a tragédia ocorrida em uma fábrica de roupas e cujo número de mortos já se aproxima de mil.

Em um texto publicado dia 8 no site da revista americana Time, Akhter afirmou que o que a aterroriza nessa imagem é, na verdade, sua capacidade de dizer o que muitas vezes é ignorado em acontecimentos dessa natureza em Bangladesh: o fato de que os operários que trabalham sob as péssimas condições oferecidas pela indústria têxtil do país não são apenas números. São seres humanos cujas vidas valem tanto quanto as de qualquer outra pessoa.

Não por acaso a Time classificou a foto tirada por Akhter como a “mais perturbadora” da tragédia em Bangladesh, a mais representativa de uma cobertura fotográfica marcada por imagens fortes, como é possível observar na galeria dispónível ao final desse texto.

O Terra entrou em contato com Akhter, que cedeu a imagem do “Abraço Final”. Abaixo, a tradução do texto publicado na Time.
Eu venho fazendo muitas peguntas a respeito do casal que morreu abraçado após o colapso. Eu tentei desesperadamente, mas ainda não achei nenhuma pista a respeito deles. Eu não sei quem são ou qual a relação eles tinham. 
Eu passei o dia inteiro do desabamento no local, assistindo aos trabalhadores serem retirados das ruínas. Eu lembro do olhar aterrorizado dos familiares – eu estava exausta mental e fisicamente. Por volta das 2h, encontrei um casal abraçado nos escombros. A parte inferior dos seus corpos estava enterrada sob o concreto. O sangue que saía dos olhos do homem corria como se fosse uma lágrima. Quando os vi, não pude acreditar. Era como se eu os conhecesse – eles pareciam ser muito próximos a mim. Eu vi quem eles foram em seus últimos momentos, quando, juntos, tentaram salvar um ao outro – salvar suas vidas amadas.
Cada vez que eu olho para essa foto, me sinto desconfortável – ela me assombra. É como se eles estivessem me dizendo, nós não somos um número – não somos apenas trabalho barato e vidas baratas. Nós somos humanos como você. Nossa vida é preciosa como a sua, e nossos sonhos são preciosos também. 
Eles são testemunhas nessa história cruel. O número de mortos agora passa de 750 (nesta sexta-feira, já passa de 1000). Que situação desagradável nós estamos, onde humanos são tratados apenas como números. 
Essa foto me assombra todo o tempo. Se as pessoas responsáveis não receberem a punição merecida, nós veremos esse tipo de tragédia de novo. Não haverá consolo para esses sentimentos horríveis. Cercada de corpos, eu senti uma imensa pressão e dor nas duas últimas semanas. Como testemunha dessa crueldade, tenho necessidade de compartilhar essa dor com todos. Por isso eu quero que essa foto seja vista.
Fonte: Terra

O Infiltrado - Reportagem debochada do Canal History sobre a igreja evangélica


Fred Melo Paiva podia ser um repórter convencional, mas escolheu outro ponto de vista. Para se infiltrar em universos estranhos, ele aceitou uma missão difícil: virar parte destes mundos, mesmo tendo que se transformar em outra pessoa. Nessa série do HISTORY, Fred é O INFILTRADO.
Pode-se avaliar um programa como este de pelo menos dois ângulos: como um escárnio ao movimento evangélico, fruto do preconceito religioso, ou ainda, como um feedback que nos revela a imagem que a igreja evangélica brasileira tem construído no imaginário popular.

Se a segunda opção estiver correta, como acredito, deveríamos aproveitar o ensejo para submeter-nos a uma autocrítica, desfazendo-nos do esteriótipo religioso, em vez de ficarmos lamentando, sentindo-nos vítimas de perseguição.

Em vez de nos infiltrarmos no mundo como agentes transformadores do reino de Deus, estamos sendo infiltrados pelo mundo e servindo de chacota por causa de nossas idiossincrasias.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

David Bowie lança polêmico clipe vestido de Jesus


O cantor David Bowie lançou na manhã de ontem seu novo videoclipe intitulado “The Next Day” (O dia seguinte). Nele, os atores Gary Oldman e Marion Cotillard estrelam o vídeo. Oldman interpreta um clérigo católigo e Cotillard uma dançarina enquanto Bowie aparece como Jesus.

No vídeo, Bowie interpreta a canção vestido de Jesus ao lado de sua banda, dentro de um bar no qual passam por ele prostitutas, clientes, religiosos, enquanto a personagem de Cotillard dança com o padre vivido por Oldman. Enquanto ela dança, estigmas (marcas das chagas de Jesus pregado na cruz) aparecem em suas mãos.

Enquanto a dançarina sangra, o padre se vira para “Jesus” que entoa a música e grita: “Você está vendo isso? Isso é culpa sua e você se considera um profeta?”

Um dos trechos da música diz: “Primeiro eles te dão tudo o que você quer / Então eles levam de volta tudo o que você tem / Eles vivem em seus pés e eles morrem de joelhos / Eles podem trabalhar com satanás, enquanto eles se vestem como os santos / Eles sabem que Deus existe porque o diabo os disse isso / Eles gritam o meu nome em voz alta no poço”.

O vídeo foi concebido e escrito pelo próprio Bowie e dirigido pela italiana Floria Sigismondi, responsável pelo primeiro clipe que Bowie publicou em 2013, após dez anos sem lançar nenhuma novidade.

No início da tarde de ontem, o portal Terra anunciou que o YouTube havia tirado o vídeo do ar, sem explicação dos motivos. No entanto, ele ainda está disponível no canal de Bowie no Vevo.



Fonte: The Christian Post

quarta-feira, 8 de maio de 2013

ADRA desenvolve projeto de energia renovável na China

A partir da direita: Marcel Wagner, gerente de projeto; Linda Zhu, diretora da ADRA China;
Arthur Wellinger, presidente da Associação Europeia de Biogás,
com representantes da Universidade de Pequim e do Ministério de Ciência e Tecnologia da China
O braço humanitário da Igreja Adventista do Sétimo Dia está desenvolvendo planos para a construção de usinas de biomassa em Chengdu, capital da província de Sichuan, no sudoeste da China. Como uma fonte de energia renovável as usinas de biomassa convertem lixo orgânico em biogás e energia elétrica. 

Representantes da Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA) na Suíça e China dizem que um recente giro para estudo de viabilidade com as autoridades locais e Arthur Wellinger, presidente da Associação Europeia de Biogás, foi produtivo. O grupo de estudo foi capaz de avaliar a cadeia local de resíduos e colher amostras para uma análise mais aprofundada, disse o gerente do projeto, Marcel Wagner.

“O projeto ainda está bem no início, mas as portas estão abertas”, disse Wagner, acrescentando que os próximos passos envolvem a elaboração de um plano de negócios detalhado, a proposta do projeto e contrato para os potenciais investidores e parceiros.

Os relatórios indicam que cerca de 5.000 toneladas de lixo são recolhidas diariamente em Chengdu. Para reduzir a contaminação do solo e da água, e evitar o uso de valiosos terrenos agrícolas para os aterros sanitários, os funcionários estão cada vez mais se voltando para novos métodos de reciclagem.

A China já opera usinas de biomassa em várias províncias. Até agora, as usinas operam apenas através da queima de lixo orgânico seco, tais como lascas de madeira, galhos e folhas. Resíduos orgânicos úmidos de cozinhas, frigoríficos e restaurantes, estimadamente constituem 60 por cento de todos os resíduos orgânicos, e muitas vezes permanecem sem tratamento. Representantes da ADRA China dizem que esse lixo ainda não utilizado tem potencial para gerar biogás e adubo orgânico.

“Esta é a primeira incursão da ADRA em energia renovável”, disse Crister DelaCruz, diretor de Marketing e Comunicação da ADRA Internacional. “Esperamos que este projeto represente uma nova trajetória para a ADRA. Claro que vamos continuar a resolver os problemas sociais tradicionais da fome, da saúde e de ajuda humanitária, mas preservar o meio ambiente é uma grande preocupação para a geração atual, e queremos lidar com isso”.

Talvez o mais significativo, DelaCruz disse, é que cuidar do meio ambiente representa “a expressão máxima de mordomia“, especialmente durante um ano em que a Igreja Adventista está comemorando o poder criativo de Deus.

Desbravadores doam cabelo para crianças com câncer

Mil e duzentas pessoas entre desbravadores, jovens, irmãos da igreja e amigos, participaram da Feira do Desbravador, uma atividade que foi desenvolvida no Parque Ecológico "Chibunga", na cidade da província de Riobamba Chimborazo, no Equador.

Cada clube apresentou uma especialidade manual que aprendeu em suas várias reuniões, incluindo a especialidade da modelagem em gesso, fazendo uma máscara por desbravador. Também foi realizado um desfile com 44 clubes desde o Parque Guayaquil até o Parque Ecológico pelas principais ruas da cidade, partilhando ao longo do caminho de literatura e folhetos para os espectadores. 

No mesmo dia de recreação e exposição, a Feira do Desbravador também mostrou solidariedade, com 46 pessoas que doaram seus cabelos em apoio à Fundação para a Criança com Câncer, na cidade de Riobamba. 

Finalmente, a Feira fechou com o batismo de dois adolescentes que decidiram dar a sua vida a Deus, e com eles, os demais membros do Clube de Desbravadores renovaram seu compromisso de serviço e fidelidade a Deus. [Equipe ASN, Janeth Limachi]