No último sábado, dia 13/09, ocorreu a cerimônia de batismo de Fábio Vaz de Lima, esposo da candidata à Presidência da República, Marina Silva, na Igreja Adventista do Sétimo Dia - Central de Santos. O pastor Crislem Marlon oficializou o batismo. Esteve presente também na ocasião o pastor Anderson Oliveira Santos, da Associação Paulistana.
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
Esposo de Marina Silva é batizado na Igreja Adventista de Santos
Parábola do Filho Pródigo chega aos cinemas
O Filho Pródigo possivelmente seja a parábola bíblica mais conhecida. Esse é o tema do filme “Wayward: The Prodigal Son” que estreia em novembro nos Estados Unidos. Ainda não há previsão de quando chegará ao Brasil.
O filme conta a história de Tyler McMillan, um garoto rico e mimado que perde quase tudo, inclusive sua própria vida. O último desejo do pai de Tyler é ver o filho rebelde voltar para casa. O longa é estrelado por Landon Henneman (Tyler) e Rob Diamond (Robert, o pai de Tyler), além de Blake Webb, que vive Will (o irmão mais velho).
A produção independente é da Cedar Fort Entertainment e terá inicialmente uma distribuição limitada, mas pode repetir o sucesso de “Deus não está morto”, filme cristão de baixo orçamento que surpreendeu Hollywood com seu sucesso nas bilheterias.
Além de atuar, Diamond escreveu, dirigiu e produziu o filme. “Eu decidi filmá-lo por que essa história bíblica sempre tocou no fundo da minha alma”, explica. “Eu recebi perdão muitas vezes pelos erros que cometi na vida. É a história perfeita de amor, redenção e perdão.”
Para Diamond o filme vai tocar um público diverso, mas que seu objetivo primeiro foi fazer algo para Deus. “Eu também fiz isso para quem gosta de histórias de redenção e aqueles que procuram um pouco de esperança e perdão em suas vidas”, enfatiza. Em sua opinião, a história é atemporal e o filme tenta dar um visual moderno para uma antiga verdade espiritual.
Com informações de Christian Today
Assista o trailer (em inglês):
Medicina relaciona depressão com intestinos - Ellen White já sabia...
O médico americano Michael D. Gershon, da Universidade de Columbia NY, recentemente confirmou que o intestino tem seu próprio sistema nervoso autônomo, com uma rede de 100 milhões de neurônios, que por sua vez, liberam os neurotransmissores, substâncias químicas responsáveis pela comunicação entre as células nervosas. Deste modo, 90% da serotonina, neurotransmissor responsável pela sensação de bem estar, é produzida pelos intestinos. Ele produz também 80% do potencial de imunidade do corpo humano, além de ser grande produtor do hormônio do crescimento.
Atualmente, os tratamentos de depressão envolvem a recaptação desse neurotransmissor (estudos comprovam a relação entre a falta de serotonina no cérebro e os suicídios). Várias necropsias apontaram a falta de serotonina no hipocampo, região do cérebro responsável pelos circuitos de prazer e dor. “Uma noite mal dormida, excesso de bebida, fumo e muito açúcar podem interferir no funcionamento do intestino, já que estes fatores modificam o PH intestinal e aceleram o envelhecimento, a falta de vitalidade e podem ainda agravar os quadros de depressão”, afirma Adriana Splendore, psicoterapeuta e terapeuta ortomolecular.
Água e fibras são importantes para o funcionamento dos intestinos, assim como a aveia, o inhame, o arroz integral e a linhaça, de acordo com a terapeuta. “Para aumentar os níveis cerebrais de serotonina precisamos ingerir alimentos que contenham os minerais Cálcio e Magnésio, os quais estimulam a produção de triptofano, o aminoácido precursor da serotonina. Entre as fontes de cálcio estão requeijão, queijos magros, brócolis e gergelim. Já as fontes de magnésio são tofu, soja, caju, salmão, espinafre, aveia e arroz integral”, indica Adriana. (Exame)
Como Ellen White entendia a saúde mental
Quando Ellen White usou o termo “saúde mental”, associou-o a “clareza mental, nervos calmos, sossego, espírito pacífico como de Jesus”.1 A fim de compreender suas observações sobre questões de saúde mental, é necessário compreender também a linguagem do século 19. Por exemplo, ela usou a expressão “doente imaginário” para pensamento ilusório ou desequilíbrio emocional; e “desânimo, o que aumenta até o desespero”, para depressão.2 Também usou o termo “a cura da mente” para descrever a saúde mental.
Em Ellen White, há uma convergência entre Psicologia e Teologia. As duas devem interagir e quando corretamente integradas, fornecem a maior ajuda para a mente humana e emoções. Para ela, a verdadeira fonte da saúde mental e emocional é Deus, o amante Pai; Jesus, o “Grande Médico”; e o Espírito Santo, o Conselheiro.
Ellen White defendeu a apropriada ligação entre o desenvolvimento físico, mental e espiritual na experiência humana. “A vida espiritual é construída a partir do alimento dado para a mente; e se comemos a comida fornecida na Palavra de Deus, o resultado será saúde espiritual e mental.”3 A verdadeira saúde mental é dependente, estabelecendo um equilíbrio adequado entre o corpo e a mente. “Não podemos nos dar ao luxo de impedir o crescimento ou debilitar uma única função da mente ou do corpo, pelo excesso de trabalho ou abuso de qualquer parte do mecanismo vivente.”4 Ela utilizou a frase “a saúde física e mental” para mostrar a ligação entre as duas. As dimensões físicas e mentais estão intimamente ligadas e exigem adequado equilíbrio e cuidado. Ela cria que o meio ambiente apropriado, ações corretas e uma dieta adequada proporcionavam saúde mental. Também foi uma forte defensora da cura pelos benefícios da natureza, uma postura correta e os atos de serviço aos outros.5
1. Ellen G. White to D. T. Bourdeau, 10 fev., 1895, Carta 7, 1885, Ellen G. White Estate, Silver Spring, Maryland (EGWE); veja também Ellen G. White a D. T. Bourdeau, Carta 39, 1887, EGWE. Salvo indicação em contrário, todas as referências abaixo são de Ellen White.
3. “Search the Scriptures,” Review and Herald (March 22, 1906), p. 8.
4. “The Primal Cause of Intemperance,” Signs of the Times (20 de Abril), 1882, p. 181.
5. Veja Medical Ministry (Mountain View, Publicadora Pacific Press Assn., 1963), pp. 105-117.
Com informações de Diálogo Universitário
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Crise da água coloca em risco um dos oito remédios da natureza
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| Peixes mortos na Lagoa Maravilha, em Serrana, SP, que secou devido à estiagem |
No passado brincamos com o preço do tomate e a escassez dele. Mas, hoje, não estamos falando de um produto que se eliminarmos da nossa salada ou molho não fará falta, e sim de um recurso fundamental para a vida do homem, a água.
A água está em constante processo de renovação em nosso planeta. A população, de modo geral, não imaginava que este recurso tão essencial correria o risco de acabar ou se tornar ainda mais valioso, principalmente sendo o Brasil um dos países que ostenta a maior descarga de água doce do mundo nos rios. A atual crise hídrica coloca em risco um dos oito remédios da natureza. (Materiais sobre os oito remédios da natureza)
Problema humano, solução humana
Em função da distribuição do calor sobre a terra não ser igual em toda a sua superfície e assim como a vegetação e os cursos d’água também estarem mais concentrados em áreas como a Amazônia, ocorre que em determinadas áreas temos um volume maior de chuva do que em outras. Esta má distribuição tem afetado muitas regiões como o sudeste brasileiro e o sertão do nordeste, por exemplo. Na região sudeste, em função da industrialização em massa, do processo de irrigação e do índice populacional elevado e desordenado, o volume de água própria para abastecimento humano está cada vez mais comprometido.
Enquanto algumas cidades sofrem com enchentes, outras passam por secas terríveis. Esse desequilíbrio se dá por diversas razões: desmatamento, emissão de poluentes na atmosfera, falta de planejamento, movimentação de terras em áreas de encostas, entre tantas outras.
Segundo dados da Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), menos da metade da população mundial tem acesso à água potável. A irrigação corresponde a 73% do consumo de água, 21% vão para a indústria e apenas 6% destinam-se ao consumo doméstico.
De acordo com dados da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiente (Cetesb), cerca de 70% dos leitos dos hospitais estão ocupados por doenças causadas pela veiculação hídrica ou seja, problemas por causa das águas infectadas.
Esse dados poderiam se mudados se fôssemos mais racionais e mais mais solidários. Enfim, mais humanos. A falta de planejamento urbano, de políticas públicas e educacionais voltadas para a população, tem dificultado a manutenção de ambientes mais saudáveis.
O professor da Educação Adventista Caetano Consolo, Geógrafo e pós graduado em Ecoturismo: Interpretação e Educação Ambiental, aponta que este é o momento de arrumar a casa. “Temos que avaliar os impactos causados pelas nossa ações, usar a ciência em benefício da humanidade e descobrir novas formas de produzir e de consumir”, opina.
O ranking de saneamento básico divulgado no final de agosto pelo Instituto Trata Brasil 90% da maiores cidades brasileiras não conseguiram reduzir o desperdício de água. O instituto considerou para montagem do ranking o volume de água perdido por causa de vazamentos, erros de medição, ligações clandestinas e outras irregularidades entre os anos de 2011 e 2012. O resultado apontou que, nessas cidades, a redução do desperdício foi nula ou de até 10%.
“Estamos vivendo uma era de extremos, a população precisa se conscientizar e autoridades públicas precisam realizar obras nas cidades para sobreviverem em tempos com a falta de chuva ou excesso dela”, comenta Caetano.
Gestão pública
No Brasil, a gestão urbana se torna um item necessário, já que um estudo da Agência Nacional de Águas (ANA) indica que o país precisa investir 70 bilhões para oferecer água de boa qualidade para todo o seu território. Ainda segundo o relatório, 55% dos municípios nacionais podem sofrer com o desabastecimento até 2015.
Já a ONU pediu que os governos reconhecessem que a crise da água em áreas urbanas é um problema de gestão governamental e não de escassez. A organização sugeriu a adoção de melhores políticas em relação ao tema e ressaltou que a falta de água é um risco à dignidade e à boa saúde das pessoas.
Fonte: Notícias Adventistas
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
11 de setembro, Obama, Estado Islâmico e o medo dos americanos
O atentado
Na manhã de 11 de setembro de 2001, dois aviões se chocaram contra as torres gêmeas do World Trade Center, em Nova York. Em seguida, uma terceira aeronave de passageiros foi derrubada sobre o Pentágono, nos arredores de Washington. Além disso, um quarto avião caiu em uma área aberta na Pensilvânia, após seus ocupantes terem desafiado os sequestradores. Ele teria como alvo a Casa Branca. A série de atentados provocou quase 3.000 mortes.
O medo
Já se passaram 13 anos dos atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos, mas o país continua com medo de que novos ataques terroristas repitam a tragédia. E as recentes decapitações dos jornalistas norte-americanos James Foley e Steven Sotloff pelo grupo jihadista Estado Islâmico reforçaram esse sentimento.
Segundo uma pesquisa publicada pelo diário "Wall Street Journal" e pela rede NBC, 47% dos habitantes dos EUA estão convencidos de que a nação está menos segura do que antes dos atentados cometidos pela Al Qaeda. O prefeito de Nova York, Bill De Blasio, afirmou nesta quarta-feira (10) que a cidade continua sendo um alvo preferencial dos terroristas. A declaração foi dada à agência "Associated Press".
"A responsabilidade que eu tenho hoje nasce daquele dia horrível. O meu papel agora é cuidar das equipes de socorro que estão doentes desde então e permanecer alerta", disse.
Sequestro de aviões
Autoridades americanas e europeias estão em estado de alerta com as últimas notícias vindas da Líbia. As milícias do Estado Islâmico sequestraram onze aeronaves de um aeroporto nos últimos dias. Com o aniversário dos atentados de 11 de setembro de 2001, o sumiço dos aviões comerciais fez com que as agências de inteligência ocidentais começassem a trabalhar com a possibilidade real de ataques. O EI poderá querer lembrar dos atentados realizados em Nova York e Washington, realizados pela Al Qaeda, de onde se originou o Estado Islâmico.
Obama e o ataque ao Estado Islâmico
Um dia antes do aniversário dos ataques de 11 de setembro, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou ontem que "não hesitará" em realizar ataques contra o Estado Islâmico na Síria e no Iraque. Em um pronunciamento à nação, Obama também disse que vai financiar e treinar rebeldes sírios para combater o grupo radical islâmico.
Ele afirmou ainda que pedirá apoio do Congresso do país para levar o plano adiante. "Quem ameaçar os Estados Unidos, não encontrará porto seguro", afirmou Obama, referindo-se ao terrorismo. Ele destacou, entretanto, que a ofensiva será diferente das ocorridas no Afeganistão e no Iraque, acrescentando que não haverá tropas americanas em solo.
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
A Família na Era Digital / Geração Z
Você sabia que as crianças brasileiras estão entre as que passam mais tempo utilizando a Internet e ficam na terceira posição entre países que possuem maior índice de desenvolvimento e habilidades tecnológicas, na faixa etária de 3 a 5 anos?
Assustou? Ainda tem mais…
- 66% delas sabem operar jogos de computador, mas apenas 14% sabem amarrar os sapatos.
- 57% sabem utilizar um aplicativo no smartphone, enquanto 50% não sabem o caminho de casa.
No grupo entre seis e nove anos:
- 97% usam a internet e passam mais de dez horas por semana na web.
- 54% deles têm conta ativa no Facebook, apesar da idade mínima ser 13 anos.
- 33% das mães não têm nenhuma ideia do que os filhos acessam.
Os especialistas chamam essa nova geração tecnológica de “Nativos Digitais” ou “Geração Z”. Eles são meninos e meninas nascidos depois de 1995 e somam atualmente 2 bilhões em todo mundo. Eles são apontados como a primeira geração na história da humanidade a ser mais inteligente e esperta (tecnologicamente falando) que seus pais e avós.
Uma das características que define o comportamento dessa geração é que a Internet é tão importante para eles quanto o ar que respiram. Também são mais autoconfiantes e solidários que as gerações anteriores. Por outro lado, tendem a ser mais sedentários e obesos.
Para a maioria dos pais e educadores, ensinar filhos em um mundo de tantas opções e ofertas tecnológicas, que não podem ser controladas totalmente, é simplesmente desafiador. Qual é o pai ou professor que tem tempo para estudar e aprender tudo aquilo que as crianças de hoje já fazem com tanta naturalidade no mundo virtual?
O fato mais triste, talvez, é que esse ainda é o começo. A tecnologia estará cada vez mais presente na vida das pessoas. Não será possível alienar as crianças da tecnologia. Isso significa que o melhor caminho hoje é preparar os filhos e a si mesmo para essa nova realidade.
Seguem algumas dicas que podem ser úteis para pais responsáveis e preocupados:
- Mantenha-se atualizado. Pergunte aos filhos maiores sobre as últimas novidades em redes sociais ou jogos e aprenda com eles. Visite sites e blogs em busca de informação.
- Fique atento. As crianças menores precisam estar próximas a um adulto quando acessarem a internet. Instale aplicativos e programas de controle parental no computador, smartphone ou tablet que ela usa.
- Limites: estabeleça horários para a criança usar a internet ou jogos. Defina com elas alguns sites onde pode entrar sem risco e que tipos de jogos pode instalar e jogar.
- Converse: fale claramente com a criança sobre os riscos da Internet e sobre o que ela deve evitar.
- Eduque: procure incentivar atividades educativas que a criança aprende enquanto brinca.
- Espiritualize: existem vários conteúdos, jogos e aplicativos que ajudam as crianças a aprender mais sobre a Bíblia. Vários canais no Youtube também apresentam a animação de histórias bíblicas. Avalie antes se o conteúdo apresentado está em conformidade com a Bíblia.
Sugestões:
o Novotempo.com/tiaceceu – vídeos e jogos
o Educacaoadventista.org.br/multimídia – jogos educativos
o biblical.com.br/atividades – jogos e atividades bíblicas
o www.gracelink.net ou youtube.com/user/SabbathSchool – lição da Escola Sabatina Jardim da Infância e Primários em animação – inglês. Tem aplicativo para tablets e smartphones.
o www.bible.com/kids – aplicativo Bíblia para crianças – inglês
o nuevotiempo.org/tv/mundo-arco-iris – programa de tv em espanhol.
o myplacewithjesus.com – estudo bíblico para crianças – inglês.
Fonte: Notícias Adventistas
Conheça 5 pessoas ricas que doaram todo seu dinheiro à caridade
O que você faria se tivesse muito dinheiro? Compraria uma casa gigante? Teria uma coleção de carros? Investiria em ações e imóveis? Ou, quem sabe, você doaria boa parte do seu dinheiro? Ou, melhor: será que você teria coragem de se desfazer de tudo? Essas últimas opções parecem as mais malucas de todas e, para algumas pessoas, talvez sejam mesmo. O fato é que há muita gente por aí que não tem ambições assim tão grandiosas e que usaram boa parte de seu dinheiro para quem realmente precisa. Confira:
1 – O milionário que doou dinheiro e um rim
Depois de enriquecer investindo em ações, Zell Kravinsky decidiu que seu dinheiro deveria servir para um propósito maior do que ficar acumulando juros de poupança. Em 2001 Kravinsky começou a doar não apenas dinheiro, mas também terras para instituições de caridade e, com o passar do tempo, US$ 45 milhões já tinham sido distribuídos.
Sua família e seus amigos o aconselharam e ir com calma nessa coisa de doar dinheiro, mas Kravinsky sempre deixou claro que tinha guardado o suficiente para fazer mais dinheiro quando precisasse e que, sempre que o valor ficasse alto demais, ele doaria novas quantias.
Não satisfeito, Kravinsky doou um de seus rins a um completo estranho que precisava de um transplante para viver. Quando decidiu ajudar assim tão profundamente, sua esposa ameaçou pedir o divórcio – ela só não fez isso porque o cantor Pat Boone, quando soube da situação, pediu para que a mulher perdoasse seu marido por ser “tão generoso”. Quando a Kravinsky, ele disse que doaria qualquer parte de seu corpo para alguém que precisasse.
2 – O diretor de Hollywood
Tom Shadyac dirigiu filmes como “Ace Ventura: Detetive de Animais” e “O Professor Aloprado”, sempre esteve entre alguns dos grandes nomes do cinema mundial, tinha dinheiro e reconhecimento, mas não era uma pessoa feliz. Pelo contrário: ele se sentia vazio. Essa sensação só aumentou quando, em 2007, ele sofreu um grave acidente que o deixou pensando sobre a efemeridade da vida.
Em uma entrevista dada à apresentadora Oprah, Shadyac disse ter descoberto que o segredo para uma felicidade completa era viver de acordo com aquilo que ele acreditava e dividir tudo o que era excesso com os mais pobres. Foi assim que ele resolveu se desfazer de suas mansões e bens para comprar uma casa móvel e uma bicicleta. Depois de distribuir sua riqueza para o mundo, Shadyac passou a espalhar sua filosofia de vida.
Em uma declaração dada recentemente, o ex-diretor disse que sua escolha o transformou em uma pessoa verdadeiramente feliz, muito mais do que ele era quando vivia em função de Hollywood.
3 – Uma luta maior
O britânico Brian Burnie sempre foi rico, mas também sempre doou parte de seu dinheiro à caridade. Quando sua mulher enfrentou o câncer de mama, Burnie resolveu fazer alguma coisa em prol das pacientes que passaram pelos mesmos problemas de saúde sem ter condições financeiras para fazer o tratamento.
Em 2009 Burnie vendeu um hotel e uma de suas casas. Com os US$ 26 milhões que conseguiu pelas vendas ele fundou sua própria instituição de caridade, que era voltada a acompanhar pacientes com câncer, sem qualquer tipo de cobrança.
Em 2012, o empresário vendeu mais uma casa, aquela na qual vivia com sua esposa. O imóvel valia US$ 1 milhão, e o dinheiro foi direcionado à sua fundação. Desde então, ele tem vivido uma vida sem luxos.
4 – O bilionário que inspirou Bill Gates
Chuck Feeney enriqueceu com muitas lojas em aeroportos. Desde sempre ele deixou claro que pretende doar toda a sua fortuna antes de morrer. Feeney já doou US$ 6,2 bilhões de seu império para instituições de caridade. Estima-se que US$ 1,3 bilhão do dinheiro que ele ainda tem seja doado em 2016.
Um dos desejos do bilionário, além de morrer sem dinheiro, é inspirar outras pessoas muito ricas a doarem seus bens antes de morrerem. Aliás, ele já fez isso: foi graças às declarações desse cara que Bill Gates e Warren Buffett adotaram a mesma filosofia.
5 – O milionário japonês
O magnata Yu Panglin anunciou, em 2010, que seus dois filhos não receberão sua fortuna depois de sua morte e que, em vez disso, ele iria doar o equivalente a US$ 470 milhões sua fundação de caridade. A decisão do milionário foi tomada porque ele acredita que os filhos devem, assim como ele, trabalhar para conseguir dinheiro.
Para evitar maiores problemas e especulações, Panglin já disse que sua fortuna está sob os cuidados do banco HSBC, que deve administrar tudo quando ele morrer.
Panglin foi uma criança pobre e disse ter conhecido de perto as dificuldades enfrentadas por quem não tem dinheiro. Como conheceu os dois lados, o de pobre e o de milionário, Panglin preferiu não deixar nada para seus filhos, temendo, inclusive, que o dinheiro os corrompesse. Além disso, ele sempre acreditou que os filhos poderiam se virar muito bem sem o cartão de crédito do pai.
Fonte: Tecmundo
Nota: Em Mateus 19:16-30 (ver também Mc 10:17-31; Lc 18:18-30) aparecem o relato do jovem rico, que não conseguiu se desvencilhar de suas posses materiais, e as declarações de Cristo sobre o perigo das riquezas. Depois que o jovem “retirou-se triste”, Cristo afirmou: “Em verdade vos digo que um rico dificilmente entrará no reino dos céus. E ainda vos digo que é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus” (Mt 19:22-24). Este texto deixa claro que o propósito de Jesus era levar Seus discípulos a entender a completa impossibilidade de alguém, semelhante ao jovem rico, ser salvo enquanto ainda apegado às suas riquezas. O problema não está nas riquezas em si, mas no apego indevido a elas. Mas quando o ser humano aceita o convite à renúncia de si mesmo (ver Mt 16:24-26), aquilo que é “impossível aos homens” se torna possível ao poder transformador da graça divina (Mt 19:26).
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