terça-feira, 18 de outubro de 2016

Sabrina Sato e Kelly Key da TV Record visitam projeto da ADRA no Rio


A ADRA Brasil tem diversos projetos no Brasil e no mundo. O projeto AMA – Apoio a Mães Adolescentes acontece nos estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Pará e atende adolescentes entre 13 a 19 anos. O projeto AMA possui três unidades no estado do Rio de Janeiro: Belford Roxo, Campos dos Goytacazes e Rio das Outras. Somando os atendimentos feitos aos cariocas, são mais de 400 pessoas beneficiadas, entre adolescentes e seus filhos, além dos familiares responsáveis pelas mães. Os objetivos do projeto são orientar na educação para o lar, instruir os responsáveis para lidar com as adolescentes grávidas e com a alimentação delas durante a gestação, além de dispor de oficinas para geração de renda às meninas e seus responsáveis através de cursos de artesanato e culinária.

A unidade que funciona no município de Belford Roxo, completará um ano em dezembro deste ano. Nela estão cadastradas 47 adolescentes, das quais duas darão à luz até o início de novembro. Totalizando o atendimento feito entre as adolescentes, seus filhos e responsáveis, o número chega a 150 pessoas.

E foi no município de Belford Roxo que a produção do Programa da Sabrina, da TV Record, escolheu para fazer as gravações com a cantora Kelly Key, que tratará do tema da gravidez durante a adolescência. Durante a visita, a organizadora do projeto, Rosangela de Jesus Alves Vidal, fez a entrega do livro missionário Esperança Viva.

A assessoria de Sabrina Sato ficou sabendo do projeto AMA através de pesquisa feita pela internet. “Estamos gravando um programa com a Kelly e procuramos um projeto social que ajudasse meninas adolescentes grávidas e aí encontramos o AMA, único projeto deste cunho no Brasil!”, comentou a assessoria de imprensa de Sabrina, que ainda não tem a data exata para a exibição do programa.

Durante as gravações, Kelly Key destacou que as meninas não devem desistir dos sonhos. “Minha carreira artística começou logo após o nascimento da minha filha Suzanna. Não pensem que a vida de vocês vai parar, na verdade é um recomeço”, frisou a cantora que está grávida do terceiro filho e teve sua primogênita aos 16 anos. (Com informações de Notícias Adventistas)

Dia do Médico - Lucas, o médico amado da Bíblia


"O médico amado". Assim o apóstolo Paulo se refere a Lucas, na epístola aos Colossenses, no capítulo 4, versículo 14. E o dia 18 de outubro foi escolhido como "Dia do Médico" em homenagem a ele, considerado o patrono dos médicos nos países que professam o cristianismo. 

Ellen White nos deixou este pequeno relato sobre Lucas no livro A Ciência do Bom Viver, p. 140, 141:
“Lucas, o autor do evangelho que tem seu nome, era médico-missionário. Nas Escrituras ele é chamado ‘o médico amado’ (Colossenses 4:14). O apóstolo Paulo ouviu falar de sua habilidade como médico, e o procurou como a alguém a quem o Senhor havia confiado uma obra especial. Obteve sua cooperação, e por algum tempo Lucas o acompanhou em suas viagens de um lugar para outro. Depois de certo tempo, Paulo deixou Lucas em Filipos, na Macedônia. Ali ele continuou a trabalhar por vários anos, tanto como médico, como na qualidade de professor do evangelho. Em sua obra médica, ministrava aos enfermos, e orava então para que o poder restaurador de Deus repousasse sobre os aflitos. Assim o caminho era aberto para a mensagem evangélica. O êxito de Lucas como médico concedeu-lhe muitas oportunidades para pregar Cristo entre os gentios.”
Lucas é um exemplo. Ellen White diz que "é o plano divino que trabalhemos da mesma maneira como o fizeram os discípulos. Ligados ao Médico divino, grande é o bem que podemos realizar no mundo. O evangelho é o único antídoto para o pecado. Como testemunhas de Cristo, cumpre-nos dar testemunho de Seu poder. Devemos levar os doentes ao Salvador. Sua graça transformadora e miraculoso poder ganhará muitas almas para a verdade. Seu poder de curar, aliado à mensagem evangélica, trará êxito nas emergências. O Espírito Santo há de atuar nos corações, e veremos a salvação de Deus. Em sentido especial, a cura dos doentes é nossa obra." (Evangelismo, p. 544).

Tell the World (dublado e completo) - A História da Igreja Adventista


Produzido pelo Hope Channel, canal adventista da Austrália, o filme Tell the World (em português será divulgado com o nome Como Tudo Começou) narra a história dos pioneiros do movimento adventista. O longa-metragem, que totalizou cinco milhões de dólares, contou com o maior elenco já envolvido em obras adventistas: 95 atores, 157 pessoas da equipe de apoio e mil figurantes. O projeto é a realização do sonho do ex-presidente da Igreja Adventista na Austrália, pastor Chester Stanley. O líder mundial da denominação, pastor Ted Wilson, afirmou que o filme “vai ser um tremendo encorajamento espiritual para o povo de Deus e o público em geral”. Assista agora:

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Ellen G. White fala sobre... Ninguém Explica Deus


As Escrituras Sagradas ressaltam que “as coisas encobertas pertencem ao Senhor, nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem, a nós e a nossos filhos, para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei” (Deuteronômio 29:29). De igual modo, Ellen White recomendou ter cautela ao tratar de certos assuntos que não temos revelação. Os textos seguintes são bons exemplos da aplicação desse princípio sobre a natureza de Deus:

“Os homens podem apresentar suas próprias interpretações acima de Deus, mas nenhuma mente humana pode compreendê-Lo. Este problema não nos foi dado para solucionar. Que o homem finito não tente interpretar a Jeová. Ninguém se ponha a especular quanto a Sua natureza. Aqui o silêncio é eloquência. O Onisciente está acima de discussão” (Olhando para o Alto, p. 147).

"A palavra de Deus e Suas obras contêm o conhecimento de Si mesmo que Ele julgou próprio para nos ser revelado. Podemos assim compreender a revelação que Ele nos deu de Si mesmo. Mas é com temor e tremor e com um senso de nossa própria pecaminosidade que devemos empreender esse estudo, e não com o desejo de tentar explicar a Deus, mas visando obter esse conhecimento que nos capacitará a servi-Lo mais aceitavelmente.

Que ninguém se aventure a explicar a Deus. O ser humano não pode explicar-se a si mesmo, e como, então, ousa aventurar-se a explicar o Onisciente? Satanás está pronto a oferecer falsas concepções de Deus. … Para os curiosos, apresento a mensagem de que Deus me instruiu a não formular respostas às perguntas daqueles que indagam sobre aquilo que não foi revelado. As verdades reveladas pertencem a nós e a nossos filhos. Os seres humanos não devem tentar avançar além. Não devemos procurar explicar aquilo que Deus não revelou. Devemos estudar a revelação que Cristo, o Grande Mestre, apresentou do caráter de Deus, para que em espírito, palavra e ação possamos representá-Lo àqueles que não O conhecem.

A personalidade e prerrogativas de Deus, onde Ele está e o que Ele é, são assuntos nos quais não devemos ousar tocar. Nesse sentido, o silêncio é eloquente. Aqueles que não têm conhecimento prático de Deus são os que se aventuram a especular a Seu respeito. Se o conhecessem melhor, teriam menos a dizer sobre o que Ele é. Aquele que mantém uma comunhão mais próxima com Deus, em sua vida diária e que tem o mais profundo conhecimento dEle, reconhece perfeitamente a total incapacidade dos seres humanos explicarem o Criador." (Olhando para o Alto, p. 320).

O Deus acessível


Quero lhe apresentar meu amigo João. João acredita que Deus existe. Ele só não acha que conhecer a Deus seja tão complicado quanto lhe disseram. Ele ouviu que a “igreja” é o lugar no qual podemos encontrar Deus. Mas João não está muito interessado em ir à igreja. Lá você tem que ficar parado. Cantar. Ouvir um sermão. Vestir-se bem. Tem que se comportar de determinada maneira. Você não tem a chance de interagir, fazer perguntas ou contribuir com suas próprias ideias. Você não pode ser você mesmo.

Mas pense comigo. Jesus foi a manifestação visível do Deus invisível. Ele era o Deus acessível. Jesus não se escondeu em um edifício, atrás de um diploma ou dentro de um ritual. Ele veio para onde estávamos. Viveu uma vida humana. Interagiu com todo tipo de pessoa, de todas as origens. Ele se encontrava com as pessoas face a face. Ele as envolvia em diálogos pessoais. Claro, às vezes Ele pregou para grandes multidões, mas esta não era a sua principal estratégia.

Em Jesus, Deus se fez completamente acessível. Ele rasgou a cortina do templo. Ele se fez sacrifício para acabar com todos os sacrifícios. Removeu todos os obstáculos entre si e a humanidade.

Seria impossível ser mais acessível do que isso.

Será que estamos apenas levando o evangelho a pessoas que gostam de cantar hinos e de ouvir sermões? Não podemos tornar mais fácil para as pessoas conhecerem a Deus – esse Deus profundamente relacional – em nossas igrejas? Talvez pudéssemos começar a ter encontros mais pessoais. Permitir a interação e o diálogo. Incentivar as pessoas a fazer perguntas, contribuir com suas ideias e ouvir um ao outro. Deixar as pessoas serem elas mesmas.

Isso pode não se parecer muito com a ideia comum de “igreja”, mas assim talvez João (e muitos outros) pudesse finalmente encontrar o Deus acessível.


"A prevalecente monotonia da rotina religiosa em nossas igrejas precisa ser modificada. A influência da atividade necessita ser introduzido, para que os membros da igreja possam trabalhar em novos ramos e planejar novos métodos. O poder do Espírito Santo moverá corações à medida que for quebrada essa monotonia morta, sem vida, e muitos que nunca antes haviam pensado em ser além de espectadores ociosos começarão a trabalhar com vigor. […] Devem ser feitos esforços para fazer algo enquanto é dia, e a graça de Deus se manifestará, a fim de que pessoas possam ser alcançadas para Cristo." (Ellen G. White – Testemunhos Para Ministros, p. 204)

domingo, 16 de outubro de 2016

O verdadeiro horário de verão na Nova Terra


À zero hora deste domingo (16), começou em nosso país o horário de verão, ocasião em que parte do mesmo adianta o relógio em uma hora, para que se aproveite o máximo possível a parte clara do dia, que é maior nesta época do ano. Embora meu organismo seja totalmente contrário a ele, muitos especialistas dizem ser bom pela economia que proporciona.

Pensando no horário de verão, nos dias mais longos e nas noites mais curtas, lembrei de uma promessa bíblica que muito me intrigava quando criança: 
“E a cidade não necessita de sol nem de lua… porque a glória de Deus a tem iluminado, e o Cordeiro é a sua lâmpada.” (Apocalipse 21:23)
Sempre perguntava ao meu pai como seria isto de não haver sol e lua, dia e noite na Nova Terra, e ele, com muita paciência me dizia: “Filho, lá não precisaremos dormir, pois não sentiremos cansaço, isso é coisa do pecado e lá tudo será perfeito”. Minha mente finita ainda tem dificuldade em imaginar um lugar onde sempre haverá uma Luz muito mais forte que a do Sol, mas como confio no meu Deus e em tudo que Ele faz, não vejo a hora de desfrutar dessa Luz e do calor que irradiará, esse sim, o verdadeiro horário de verão.

Em nosso mundo atual, temos momentos de alegria, mas na Nova Terra, a alegria será perene. Preocupação, dor, sofrimento e tristeza serão completamente abolidos desse lugar (Apocalipse 21:4). Não importa o tamanho de sua tristeza, um dia ela poderá acabar. Não importa o tamanho de sua alegria e felicidade, elas poderão chegar a níveis inimagináveis. Tudo depende de você e da escolha que fizer. Esse “horário de verão” está próximo. Acerte o relógio de sua vida, escolha o Sol da Justiça e isto, e muito mais, lhe será acrescentado.

Gelson de Almeida Jr. (via Nova Semente)

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

A geração do analfabetismo teológico e do cristianismo fast-food


Em nossos dias, a expressão geração tem estado em alta. De fato, ela tem se tornando um tipo de mote presente em muitos círculos cristãos. Fala-se em Geração de cristãos radicais, muitos ministérios jovens trabalham temas em suas igrejas intitulados como a Geração de Gideão, a Geração de Daniel, a Geração de Elias, a Geração de Eliseu. Quem dera tivéssemos, de fato, a coragem de Gideão; buscássemos a vida de oração e a santidade assim como Daniel; tivéssemos a unção de Elias e a integridade de Eliseu.

Mas, realmente, quais as marcas da nossa geração?

Sem querer ser pessimista, mas sendo, na realidade, bastante realista, penso que o que tem caracterizado a nossa geração é motivo de preocupação e reflexão. Pontos extremamente relevantes e que marcaram a cristandade no decorrer da sua história têm sido desprezados. Falar de doutrina, teologia, apologética, história da igreja, exemplo de homens do passado, etc., têm sido motivo de repúdio para muitos cristãos.

Sob o pretexto de “espiritualidade” muitos têm estigmatizado o estudo sincero da doutrina e da história cristã. As Sagradas Escrituras se transformaram, para muitos, simplesmente em um símbolo desprovido de qualquer sentido e relação com o cotidiano do cristão, ou ainda, têm sido tratadas como objeto mágico, que serve apenas para ser carregado e não para ser examinado. O exemplo dado pelos bereianos, que fora registrado por Lucas, está cada vez mais raro: 
“Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim” (Atos 17:11).
Existe uma enorme atração por um tipo de cristianismo fast-food, onde se esperam resultados imediatos, milagres, prosperidade, satisfação emocional, etc., independente da mensagem que esteja sendo pregada. O reformador Martinho Lutero já refletia e se mantinha vigilante com este respeito ao afirmar:
“Qualquer ensinamento que não se enquadre nas Escrituras deve ser rejeitado, mesmo que faça chover milagres todos os dias” (John Blanchard, Pérolas para a vida [São Paulo: Vida nova, 1993], p. 132).
O reflexo deste desapego teológico se faz sentir em todas as esferas que compõe as igrejas cristãs. Os cânticos se transformaram em mantras, sem conteúdo e profundidade. As pregações se mostram mais como um espetáculo de animação do que com a transmissão da Verdade. A evangelização tem perdido sua eficácia. Por quê? Simples: não se canta o que não se conhece, não se prega o que não se conhece e não se transmite o que não se conhece. 
“O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento” (Oséias 4:6).
Seria redundante afirmar que a vontade de Deus é que sejamos profundos conhecedores de Sua Palavra, mas a grande verdade é que essa questão tem sido deixada de lado. A atitude normal do cristão deveria ser o amor pela sã doutrina, mas o que se percebe é que a regra virou exceção e a exceção regra, isto é, a maioria dos cristãos tem desprezado o estudo sincero e comprometido da teologia e apenas uma minoria se mantêm fiel à doutrina e ao exame das Escrituras.

O tempo de revermos o nosso posicionamento com respeito à importância da teologia em nossas vidas é hoje! Hoje é o tempo de nos mostrarmos amantes da sã doutrina, militantes contra as heresias e praticantes do que temos aprendido. As gerações futuras se espelharão no nosso exemplo e, como já afirmara Francis Schaeffer: 
“Se não tornarmos clara nossa posição, com palavras e obras, em favor da verdade e contra as falsas doutrinas, estaremos edificando um muro entre a próxima geração e o evangelho” (Blanchard, Pérolas para a vida, p. 132).
Por fim, ficam as palavras de nosso Senhor que nos afirmam que todo o nosso viver presente e o porvir dependem das Santas Palavras: 
“Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam” (João 5:39).
Rafael de Lima (via Cosmovisão cristã)