sexta-feira, 3 de junho de 2011

10 coisas que a submissão não é


1. Simplesmente, ou apenas, uma questão conjugal

Submissão é desígnio de Deus. É um reflexo da interação dentro da Trindade. Seja solteiro ou casado, submissão é uma questão central do coração que revela a dependência em relação a Deus. Para uma esposa, a submissão demonstra sua vontade de ceder à liderança ao marido em obediência e na crença da aliança de Deus com ela.

 

2. Degradante

As mulheres têm sido levadas a acreditar que submissão é, de alguma forma, humilhante. Ela não impõe qualquer tipo de situação secundária. A glória de Cristo foi submeter-se ao plano redentor de seu Pai para seus filhos; a glória da esposa é submeter-se ao plano de Deus de provisão e proteção para sua vida.

 

3. Silenciosa

Quando a submissão é retratada como uma opressão de censura, tanto o homem como a mulher perdem. Deus declarou que os homens necessitam de ajuda e deixá-los sem nossa oração penetrante é negá-los ajuda – exatamente aquilo que Deus disse que eles precisam. Submissão é usar sua voz para dizer palavras de graça e vigor na vida de seus maridos.

 

4. Medrosa

Uma mulher com medo terá dificuldades em submeter-se ao seu marido. Uma mulher medrosa não confia sua vida inteiramente a Deus, o que faz confiar seu futuro a um homem uma causa impossível. Submissão a Cristo é libertar-se do medo e descansar no caráter e provisão de Deus, entregues a ela através de seu marido.

 

5. Triste

Uma esposa triste é uma esposa ingrata. Como Jesus disse, submissão é: “Não seja feita a minha vontade, mas a tua.” Encontra-se grande alegria em fazer a vontade de Deus. Mesmo nas circunstâncias mais difíceis, a alegria borbulha em um coração grato a Deus por quem ele é e o que ele dá.

 

6. Sufocante

É uma mentira quando as mulheres submissas são retratadas como se tivessem suas liberdades atrofiadas ou limitadas. Submissão é um lugar seguro onde estamos aptas a expressar nossos dons e criatividades para a glória de Deus e beneficiar nossos maridos.

 

7. Estúpida

Não é uma coisa estúpida a se fazer, nem te torna uma idiota. Não há nada do pensamento “Deixo meu cérebro do lado de fora (antes de entrar em casa) porque quem manda é meu marido” como o mundo muitas vezes retrata. Submissão é a resposta de uma mulher inteligente que conhece a Bíblia e acredita que o projeto de Deus é o melhor.

 

8. Fraca

Mulheres submissas não são fracas. Elas não se contentarão em ser apenas capachos. A postura de submissão é força, voluntariamente colocada abaixo da autoridade de outro. Nossos maridos precisam do nosso melhor. Nosso melhor é o poder que vem somente de Cristo, assim como nós dependemos d’Ele mesmo para refleti-lo a nossos maridos.

 

9. Automática

Um espírito submisso não é algo que aparece magicamente no momento que você diz “Eu aceito” lá no altar. É uma resposta do coração que toda mulher começa a cultivar quando primeiro nos submetemos a Cristo. Esposas terão as áreas de submissão de seus corações expostos a Deus. Uma esposa que se submete de bom grado e graciosamente a seu marido sempre terá o centro de seu coração submisso a Cristo.

 

10. Focada em si mesma

Um verdadeiro coração submisso não precisa se preocupar em cuidar de si mesmo. O coração submisso não pergunta: “O que eu vou receber?”, mas sim: “Como posso servir a Deus e meu marido com minha vida?”

Jennifer Smidt | Traduzido por André Carvalho | iPródigo.com | Original aqui

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Justificação pelo Twitter

Redes sociais
João Calvino escreveu que o coração humano é uma fábrica de ídolos. Ele estava certo. No decorrer da história, nos ajoelhamos ao bezerro de ouro, seres celestiais, animais de pedra, e mesmo partes do corpo humano. 

A passagem do tempo apenas aumentou a variedade de formas em que trocamos a adoração do Único e Verdadeiro Deus por deuses falsos e menores. Hoje, infelizmente podemos adicionar mais um ídolo à lista – redes sociais.

Redes sociais (blogs, Facebook, Twitter, etc.), sendo tecnologia, são neutras e inofensivas. As redes sociais podem e devem ser usadas para a glória de Deus e para o avanço do Evangelho de todas as formas possíveis. Mas, idólatras de nascença, como eu e você, estão a pouco mais que alguns cliques de tornar uma coisa boa em uma coisa divina.

 

Alimentos estragados

Redes sociais trazem um conjunto único de tentações. Assim como a adúltera descrita em Provérbios, as redes sociais nos oferecem o convite para entrar em sua casa e deleitar-se de comidas seletas, apenas para descobrirmos que estavam envenenadas.

O mais perigoso desses alimentos estragados é o orgulho. Poucas criações na história nos permitiram ver quão “importantes” nós e nossos pensamentos somos, de uma maneira atrativamente imediata, quanto nossas estatísticas de blogs e no twitter. 

Há momentos em que checamos nossos dados porque estamos mais preocupados com o aplauso do homem que com a aprovação de Jesus, e trocamos a verdadeira justificação de quem somos no Evangelho pela falsa justificação de quem somos aos olhos de nossos seguidores. Fazemos o oposto do que deveríamos fazer em primeiro lugar; servimos a nós mesmos ao invés de servir a Deus e a Seu povo.

 

Examinando nossos corações

O orgulho espreita por meio de tweets e atualizações de perfil. Embora não haja nada inerentemente errado em mencionar onde estamos almoçando e com quem estamos, seríamos abençoados em examinar nossos corações antes de fazê-lo. Estamos compartilhando essa informação para dar às pessoas uma visão proveitosa de nossas vidas, de como procuramos viver o Evangelho, ou estamos inadvertidamente (ou mesmo propositalmente) provocando nossos amigos a invejar a vida que vivemos? A boca twita do que o coração está cheio.

Então, qual é a resposta?

1. Pense antes de postar.
Parece simples, mas parar para pensar por que iremos fazer o que vamos fazer é uma maravilhosa arma destruidora de pecado. Use-a e use-a frequentemente. Tem sido de grande ajuda para mim.

2. Considere o “jejum” das redes sociais por um tempo.
Embora isso possa parecer extremo, à luz do conselho de Jesus sobre arrancar nosso olho se ele nos leva a pecar (Mateus 5.29), jejuar parece o mínimo que podemos fazer para expor a verdadeira condição de nossos corações. Se estamos incondicionalmente relutantes em considerar o assunto, isso já nos diz algo.

3. Creia no Evangelho.
Faça da sua teologia sólida algo claramente prático na vida diária. Quando somos tentados a procurar a momentânea aprovação do homem para combater nossas seguranças, ao invés disso procuremos a aprovação de Deus que é nossa em Cristo, a aprovação que não é afetada pela abundância ou ausência de retweets, por nós ou nossos seguidores.

Calvino estava certo. O coração é uma fábrica de ídolos.

Mas, nesta interação de tecnologia e idolatria, desligue o ruim e salve o que é bom.

Dustin Neeley | Traduzido por Josaías Jr. | iPródigo | Original aqui

Saiba como foi o protesto e manifestação contra o PLC 122


















A última quarta-feira, 1º de junho, foi considerada um marco para os ativistas pró-família. Uma manifestação contra o PLC 122 organizada pelo Pastor Silas Malafaia, em Brasília, reuniu milhares de evangélicos, católicos e pessoas que não concordam com bandeiras como o PLC 122, legalização do aborto e maconha e o kit gay. O evento foi denominado como Marcha pela Família. O foco principal da manifestação foi o PLC 122, polêmica lei anti-homofobia que é constantemente contestada por líderes religiosos que acreditam que a mesma poderá criminalizar o direito de expressão de quem não é a favor do homossexualismo. 

Entre os políticos que participaram estavam João Campos (PSDB-GO), Ronaldo Fonseca (PR-DF), Jair Bolsonaro (PP-RJ) e Anthony Garotinho (PR-RJ), além dos senadores Marcelo Crivella (PR-RJ), Magno Malta (PR-ES) e Walter Pinheiro (PT-BA). Entre os evangélicos que estavam presentes, houve a participação de diversos cantores e pastores de todo o Brasil, além do próprio Pastor Silas Malafaia, organizador da manifestação pacífica.

Os manifestantes exibiam cartazes com dizeres como “Diga não ao PL 122″, “Daqui a pouco vão dizer que a Bíblia é homofóbica”, “I love my family” e “Pela união entre o homem e a mulher” e gritavam palavras de ordem. No palanque o Pastor Silas Malafaia foi enfático afirmando que “Marta Suplicy pensa que crente é otário” e criticou a decisão do Supremo Tribunal Federal que reconheceu a união gay no Brasil: “O STF rasgou a Constituição”. O líder ainda completou dando sua opinião sobre o PLC 122: “O projeto de lei é inconstitucional. Lei contra a homofobia já existe, isso é conversa para dar privilégio a uma minoria” afirma. Em dado momento o Pastor rasgou uma cópia do PLC 122 no palanque, levando o público ao delírio.

Já o Senador Magno Malta acusou o Senado de querer criar um “terceiro sexo” dando preferência aos homossexuais: “Se Deus criou macho e fêmea, não vai ser o Senado que vai criar um terceiro sexo com uma lei. É preciso que eles [homossexuais] entendam que o anseio grotesco de uma minoria não vai se fazer engolir”, acredita. Já o deputado federal e ex Governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho foi mais polido em seus comentários: “Eles [os participantes da marcha] amam a todas as pessoas, só que não concordam com o pecado de algumas,” disse. Outro Senador que também se pronunciou foi o evangélico Marcelo Crivella, da Igreja Universal do Reino de Deus: “Nunca vi a igreja evangélica tão unida, deixando de lado as denominações em prol do reino de Deus” conclui.

A quantidade de manifestantes é contraditória, a imprensa em geral fala entre 25 e 50 mil participantes, a polícia militar estima 20 mil e os organizadores falam entre 70 e 80 mil. O Pastor Silas Malafaia esperava cerca de 30 mil pessoas na Marcha pela Família, diversas caravanas foram até o local para protestar.

Reportagem do Jornal Nacional (Globo) sobre o protesto.


quarta-feira, 1 de junho de 2011

Material - Sábado Missionário da Mulher Adventista










Clique na imagem para acessar o material do Sábado Missionário da Mulher Adventista

AIDS - 30 anos, 30 milhões de mortes + Posição da Igreja


















A AIDS, uma doença ainda sem cura, foi descoberta há trinta anos e já provocou 30 milhões de mortes, transformou o mundo, gerou um investimento financeiro exemplar, uma mobilização de larga escala e avanços médicos espetaculares.

Há três décadas, no dia 5 de junho de 1981, o Centro de Controle de Doenças de Atlanta, nos Estados Unidos, descobriu em cinco jovens homossexuais, uma estranha pneumonia que até então só afetava pessoas com o sistema imunológico muito debilitado.

Um mês depois, foi diagnosticado um câncer de pele em 26 homossexuais americanos e se começou a falar de "câncer gay". No ano seguinte, a doença foi batizada com o nome de Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (SIDA), em inglês AIDS.

Em 1983, uma equipe francesa isolou o vírus transmitido pelo sangue, secreções vaginais, leite materno ou sêmen, que ataca o sistema imunológico e expõe o paciente a "infecções oportunistas" como a tuberculose ou a pneumonia.

Estes 30 anos também foram uma época de grandes êxitos contra o vírus. Em 1996, com o desenvolvimento dos anti-retrovirais, a doença mortal passou a ser uma enfermidade crônica.

O Fundo Mundial, criado em 2002, já distribuiu 22 bilhões de dólares em subsídios e um "programa de urgência" foi organizado nos Estados Unidos. "A AIDS mudou o mundo; uma nova relação social foi criada entre os países do norte e do sul, de maneira que nenhuma outra doença havia provocado", destacou Michel Sidibé, diretor da ONUAIDS.

À sua maneira, os doentes participam também da luta e se transformam em "pacientes experts", que relatam aos especialistas sua experiência, definem as necessidades e anotam os efeitos indesejáveis dos tratamentos, segundo Bruno Spira, presidente da associação AIDES.

A AIDS tem matado menos, no entanto ela não desaparece. Pelo contrário, o número de pessoas infectadas tem aumentado nos últimos anos, exigindo mais pesquisas, mais tratamentos e mais dinheiro. Por enquanto, apenas uma em cada três pessoas que necessitam de tratamento tem acesso às drogas. Ainda pior é que para cada duas pessoas que iniciam o tratamento, cinco outras pessoas são contaminadas.


Os esforços agora são direcionados para a prevenção com novos métodos: a circuncisão, que segundo pesquisas ainda não conclusivas, podem diminuir as chances de contágio; um gel microbicida para as mulheres; e o tratamento dos doentes que diminui em mais de 90% as chances de transmissão do vírus. No entanto, mesmo com 30 anos de pesquisas e muitos investimentos, ainda não há cura e a AIDS está longe de ser vencida.

Sem contar o fato que, segundo o Fundo Mundial, os financiamentos previstos para os próximos anos são claramente inferiores às necessidades. Além disso, dois terços dos soropositivos no mundo desconhecem a própria doença e disseminam o vírus. Na França, por exemplo, uma pesquisa revelou que 18% dos clientes de bares e saunas gays estão contaminados e 20% destes desconhecem.

Socialmente, a AIDS ainda é uma doença pouco comum, e muitos preferem ignorá-la. "Ainda assim, como há 30 anos, é difícil reconhecer uma 'doença vergonhosa', que não quer ser discutida mostrada falada e examinada", diz Bruno Spire, também portador do HIV."A AIDS foi a maior epidemia do século XX e é a maior do século XXI", afirma por sua vez o professor Jean-François Delfraissy, da Agência de Pesquisa sobre a AIDS.

Fonte: iG Saúde

Leia aqui a posição da Igreja Adventista sobre a AIDS.

Vem aí o PLC 666

A igreja evangélica brasileira está bastante apreensiva com a possibilidade de o nefando e anticonstitucional PLC 122 ser aprovado. Se esse projeto de lei receber o aval do Senado, uma simples opinião a respeito das ideologias do movimento LGBTUVWXYZ será considerada crime idêntico a racismo, inafiançável e com punição pesada para os “criminosos”.

Quem puder, participe, nesse dia 1 de junho de 2011, da manifestação pacífica em Brasília-DF contra o o PLC 122. Não haverá queima de livros, xingamentos e ameaças. Afinal, somos cidadãos brasileiros e cristãos. 

Devemos orar, pregar o Evangelho com verdade e exigir, pacificamente (repito), dos nossos parlamentares que cumpram o que está previsto na Constituição Federal.

Pressione agora a tecla [ironia]. Estou preocupado com a degradação da humanidade e do Brasil, em especial. E acredito que as coisas poderão ficar ainda piores para igreja evangélica, nesses últimos dias. O PANIC (Partido Anticonstitucional dos Numerosos Inimigos do Cristianismo) pretende apresentar, em breve, o PLC 666 (Projeto de Lei do Cão, número 666).

O autor do aludido projeto de lei é o conhecido deputado federal Adolf Nero Diocleciano, que já manifestou o desejo de queimar exemplares da Bíblia em praça pública. Ele alega que esse livro é altamente hamartiofóbico, isto é, incentiva o preconceito e a discriminação contra os pecadores.

Conhecido por sua luta pelos direitos do movimento LABAS (Liga dos Adoradores da Besta Apocalíptica e Simpatizantes), Diocleciano tem como meta eliminar toda e qualquer influência do cristianismo no Brasil. Ele pretende, com o PLC 666, proibir os cristãos de difundirem passagens da Bíblia que condenem o pecado.

A nova lei, se aprovada, contemplará punições para diversos crimes, como a idolatrofobia, a pornofobia, a adulterofobia, a sodomofobia, a pedofilofobia, a efebofilofobia, a latrofobia, etc. O objetivo é diminuir a quantidade de mortes e agressões contra determinados tipos de pecadores. Segundo o DataSodoma e o Ibopedof, o Brasil é campeão de assassinatos e agressões contra sodomitas, pedófilos e efebófilos.

Pregadores, escritores, articulistas e editores de blog que vierem a cercear, de alguma forma, o direito dos pecadores de pecar em paz, sem serem incomodados, em qualquer lugar, serão punidos exemplarmente. Não se permitirá que, num Estado Democrático de Direito e Laico, alguém emita qualquer opinião a respeito dos pecados que as pessoas quiserem cometer...

Desligue agora o modo [ironia]. Haja o que houver, os cristãos que se prezam não se calarão, ainda que sejam condenados à morte. E continuarão pregando o santo Evangelho, que apresenta, não só o amor de Deus, mas também a sua justiça.

Maranata!

 

A SBB chega a 100 milhões de Bíblias














A Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) acaba de realizar um feito histórico para o País e para o mundo. Na tarde de 26 de maio, imprimiu e encadernou a Bíblia de número 100 milhões, em cerimônia interna, realizada na Encadernadora da Bíblia.

Na cerimônia, compareceram cerca de 100 pessoas, entre membros da Diretoria, funcionários e convidados. A expressiva marca é contabilizada desde setembro de 1995, quando a Gráfica da Bíblia, instalada na Sede Nacional da SBB, em Barueri (SP), foi inaugurada.

“Trata-se de um momento histórico. Celebramos hoje os 100 milhões de Bíblias que Deus nos concedeu para a semeadura de Sua Palavra a todas as nações,” afirmou o presidente da SBB, Adail Carvalho Sandoval. E completou que “a história da Gráfica da Bíblia é também a história de nosso País, que queremos evangelizar e abençoar com a glória de Deus.”

Um dispositivo digital foi instalado nas máquinas da unidade de encadernação, para fazer a contagem regressiva até o tão esperado centésimo milionésimo exemplar da Bíblia.  O símbolo dessa marca mundialmente inédita foi justamente uma edição comemorativa, alusiva a essa conquista.

A publicação é composta por duas traduções: a Tradução Brasileira, uma tradução histórica, de 1917, a primeira a ser feita totalmente no Brasil, e a Nova Tradução na Linguagem de Hoje, tradução pioneira, lançada no ano 2000, responsável por trazer o conteúdo bíblico em uma linguagem mais simples e fácil de ser compreendida pela população brasileira.

O diretor executivo da SBB, Rudi Zimmer, homenageou todas as pessoas envolvidas no trabalho de produção bíblica, desde a inauguração da Gráfica da Bíblia. “Todos tiveram papel fundamental para que chegássemos a esse número, mas esse feito, alcançado em tão pouco tempo, não é nosso, é de Deus.”

“A Bíblia nos mostra em diversas passagens que Deus sempre multiplica o que a Ele interessa. E Deus quer que esta boa notícia seja abundante, para fazer brotar e espalhar Seu perdão e amor,” declarou.

O secretário de Comunicação e Ação Social da SBB, Erní Seibert, reiterou a gratidão a Deus: “Quando a Gráfica foi inaugurada, nenhum de nós imaginava que esse momento abençoado chegaria tão rápido. É hora de agradecer e reverenciar a difusão da Palavra de Deus.”

Desde a sua inauguração, a Gráfica da Bíblia representou um verdadeiro divisor de águas na produção, encadernação e distribuição de literatura bíblica no Brasil. Hoje, constitui-se um dos maiores centros produtores de Bíblias do mundo.