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quarta-feira, 27 de abril de 2022

EVIDÊNCIAS DO DILÚVIO

Fóssil da perna do dinossauro encontrado no sítio paleontológico de Tanis. (Fonte: BBC)
A única forma de conhecer animais que foram extintos é por meio dos registros fósseis. Estudando esses elementos, podemos ter pistas de como essas criaturas viviam, se alimentavam, se reproduziam e até mesmo como morreram. Os fósseis são motivo de fascínio para muitos, e dão asas à imaginação de crianças e adultos, especialmente quando o assunto são os dinossauros.

Para a maioria dos cientistas, que adotam a cosmovisão evolucionista, o início da extinção dos dinossauros começou há cerca de 66 milhões de anos, quando um grande asteroide, de 12 km de largura, atingiu a região que hoje conhecemos como Península de Yucatán, no México. Já para os pesquisadores que consideram a cosmovisão criacionista, as evidências científicas apontam para um dilúvio universal como sendo o principal evento responsável pela extinção de grande parte das espécies que viveram há muito tempo, e pela formação dos seus fósseis.

Sítio de Tanis
Um achado recente tem enchido pesquisadores de expectativa. Em uma região conhecida como Tanis, no Estado de Dakota do Norte, nos Estados Unidos, foram encontrados fósseis reveladores: uma perna completamente preservada, um embrião de pterossauro ainda dentro do ovo e outros fósseis de peixes.

O mais interessante a respeito desse fóssil é que cientistas afirmam ser possível que ele tenha morrido, instantaneamente, no dia do impacto do asteroide que teria dizimado os dinossauros. Isso é totalmente novo, já que pouquíssimos fósseis de alguns milhares de anos antes do impacto foram encontrados, mas não do mesmo período. Daí a importância desse achado. [1]

Mais curioso ainda é a localização em que esses fósseis foram encontrados: a cerca de três mil quilômetros do local atingido pelo asteroide. Isso mostra a monstruosidade desse impacto e suas consequências, que foram sentidas em proporções globais.
Distância entre o local do impacto (Yucatán, Chicxulub, México) e o sítio paleontológico de Tanis, Estados Unidos. (Fonte: BBC One)
Mas você pode se perguntar: como os paleontólogos sabem que esses animais morreram imediatamente após a colisão desse asteroide? É certo que um impacto dessa magnitude teria provocado tsunamis, terremotos, erupções vulcânicas, além de levantar uma grande nuvem de poeira que continha, inclusive, partículas do próprio asteroide. De acordo com os pesquisadores envolvidos no estudo dos fósseis em Tanis, “os restos dos animais e plantas parecem ter sido rolados juntos com sedimentos por ondas do rio provocadas por inimagináveis tremores. Organismos aquáticos foram misturados com criaturas terrestres. [...] Parece que esse animal teve a perna arrancada muito rapidamente. Não há evidência do contrário. Então, a melhor explicação que temos é que esse animal morreu rapidamente”. [2]

Análises químicas e físicas mostraram pequenas partículas de vidro preservadas em resinas de árvores e em peixes que, provavelmente, respiraram essas partículas junto com a água do rio. Elas possuem a mesma composição e características extraterrestres que aquelas identificadas na região do impacto, no México. Ainda são necessárias mais pesquisas e artigos para confirmar essas observações. Elas ainda não são consenso, havendo alguns cientistas céticos a respeito do momento da morte desses animais. [1][2]

Os efeitos do dilúvio, como conhecemos a partir da Bíblia, se parecem muito com as descrições feitas por esses especialistas. No capítulo 7 de Gênesis, a descrição é assustadora: “(...) romperam-se todas as fontes do grande abismo, e as comportas dos céus se abriram, e caiu chuva sobre a terra durante quarenta dias e quarenta noites” (versos 11 e 12). Termos bem conhecidos hoje, como tsunamis, meteoros e placas tectônicas, não existiam na época em que o Gênesis foi escrito, mas as evidências científicas mostram que é possível que esses tipos de eventos tenham acontecido durante o dilúvio, inclusive impactos de grandes asteroides, mudando a geografia e o clima do planeta Terra.

Também é possível perceber, pelas afirmações dos pesquisadores, que os eventos responsáveis pela morte desses animais foram instantâneos, matando-os rapidamente. Mais uma vez, há coerência com as condições do dilúvio bíblico.

Referências:

[via ASN]

sexta-feira, 8 de abril de 2022

DILEMA OVO-GALINHA: QUEM VEIO PRIMEIRO?

Quem veio primeiro, o ovo ou a galinha?

A pergunta pode até parecer engraçada e sem sentido, porém, o assunto tem tudo a ver com os modelos evolucionista e criacionista. Para os criacionistas, que acreditam que Deus é o Criador de todos os seres, o tipo básico original que deu origem à galinha veio primeiro. Sim, criacionistas não são fixistas e aceitam o mecanismo de diversificação das espécies. Portanto, Deus criou os tipos básicos e depois eles se diversificaram. A nossa galinha doméstica é resultado dessa diversificação. Mas, para defensores da macroevolução, os seres vivos compartilham ancestrais comuns, foi o ovo que veio primeiro. E o ovo podia ser até de um dinossauro. Em geral, a cosmovisão darwiniana nos diz que o mais simples deu origem ao mais complexo, nessa ordem.

Nessa pergunta, é importante ressaltar que a galinha é uma subespécie gerada por seleção artificial. Então, entre o ovo e especificamente a galinha, quem veio primeiro foi o ovo mesmo. Deus criou os primeiros seres vivos originais, e estes botavam ovos. A galinha não estava entre eles já que é uma espécie “moderna".

As galinhas domésticas criadas no Brasil têm origem no sudeste da Ásia e chegaram por aqui pelas mãos dos primeiros navegadores europeus, ainda em 1500. As aves foram deixadas soltas em fazendas, sítios e nos quintais das casas. Com os cruzamentos aleatórios e a miscigenação das raças, surgiu a galinha caipira do Brasil. Conhecidas também como naturalizadas, crioulas, de terreiro e capoeiras, a “galinha brasileira” pode ser de diferentes raças.

O dilema “ovo-galinha” é útil para testarmos a evolução darwinista. Se conseguirmos de algum modo provar que o ovo veio antes da galinha, a evolução de fato estará no caminho certo.

No entanto, uma nova descoberta aponta para o fato de que a galinha veio primeiro. Segundo os cientistas, a formação da casca do ovo depende de uma proteína que só é encontrada nos ovários desse tipo de ave. Portanto, o ovo só existiu depois que a primeira galinha foi criada. A proteína – chamada ovocledidin-17 (OC-17) – atua como catalisadora para acelerar o desenvolvimento da casca. A sua estrutura rígida é necessária para abrigar a gema e seus fluidos de proteção enquanto o filhote se desenvolve lá dentro. A descoberta foi publicada sob o título “Structural control of crystak nuclei by eggshell protein” – em tradução livre: “Controle estrutural de núcleo de cristais pela proteína da casca do ovo.”[1]

Nessa pesquisa, foi utilizado um supercomputador para visualizar de forma ampliada a formação de um ovo. A máquina, chamada de HECToR, revelou que a OC-17 é fundamental no início da formação da casca. Essa proteína é que transforma o carbonato de cálcio em cristais de calcita, que compõem a casca do ovo. Dr. Colin Freeman, do departamento de Engenharia Material da Universidade de Sheffield, constatou: “Há muito tempo se suspeita que o ovo veio primeiro, mas agora temos a evidência de que, na verdade, foi a galinha.”

Para o professor John Harding, o estudo poderá servir como base para outras pesquisas: “Entender como funciona a produção da casca de ovo é interessante, mas também pode ser pista para a concepção de novos materiais e processos”, disse ele. “A cada dia a natureza [leia-se Deus] nos mostra suas soluções inovadoras para todo o tipo de problema que ela encontra. Isso só comprova que podemos aprender muito com ela”, finalizou o professor.

Como falamos no início do texto, esse dilema serve de teste para o evolucionismo darwinista. Testamos, e nessa situação ele foi reprovado. Podemos citar outros dilemas “ovo-galinha” a fim de que o evolucionismo darwinista seja posto à prova. Exemplos:

1. Quem veio primeiro: DNA/RNA ou a proteína? Se você não tem DNA não tem proteína, e o contrário também é um problema.

2. Oxigênio ou a capacidade do ser vivo de processar esse oxigênio?

3. Homoquiralidade se refere à propriedade de um grupo de moléculas que têm a mesma quiralidade. Uma substância é considerada homoquiral se todas as unidades constituintes são moléculas da mesma forma quiral[2] (enantiômero).

A vida requer polímeros com todos os blocos com a mesma forma quiral, como DNA e RNA tendo apenas açúcares “destros” e proteínas sendo formadas apenas por aminoácidos “canhotos”.[3] A homoquiralidade é uma propriedade única da matéria viva e gradualmente desaparece após a morte da matéria viva. A homoquiralidade representa um desafio para os materialistas que precisam explicar a origem da vida por meio de mecanismos puramente naturais.

Existem inúmeras situações em que podemos colocar à prova o mecanismo de evolução ocasional. Será mesmo que os organismos evoluíram de simples para complexos, ou foram criados prontos e funcionais? Pare, pense e analise.

Alexandre Kretzschmar (via Onze de Gênesis)

REFERÊNCIAS:
[1] Freeman CL, et al. Structural control of crystal nuclei by an eggshell protein. Angew Chem Int Ed Engl 2010 Jul;49(30):5135-7.
[2] Dembski, William A. The Design of Life: Discovering Signs of Inteligence in Biological Systems. Dallas: The Foundation for Thought and Ethics, 2008. p. 227. ISBN 978-0-9800213-0-1
[3] Sarfati, Jonathan. By Design. Australia: Creation Book Publishers, 2008. p. 175

Assista no vídeo abaixo, a palestra com o renomado Prof. Dr. Marcos Eberlin, da Unicamp, Os dilemas ovo-galinha: acaso ou design?

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Dilema Ovo-Galinha

Quem veio primeiro, o ovo ou a galinha?

A pergunta pode até parecer engraçada e sem sentido, porém, o assunto tem tudo a ver com os modelos evolucionista e criacionista. Para os criacionistas, que acreditam que Deus é o Criador de todos os seres, o tipo básico original que deu origem à galinha veio primeiro. Sim, criacionistas não são fixistas e aceitam o mecanismo de diversificação das espécies. Portanto, Deus criou os tipos básicos e depois eles se diversificaram. A nossa galinha doméstica é resultado dessa diversificação. Mas, para defensores da macroevolução, os seres vivos compartilham ancestrais comuns, foi o ovo que veio primeiro. E o ovo podia ser até de um dinossauro. Em geral, a cosmovisão darwiniana nos diz que o mais simples deu origem ao mais complexo, nessa ordem.

Nessa pergunta, é importante ressaltar que a galinha é uma subespécie gerada por seleção artificial. Então, entre o ovo e especificamente a galinha, quem veio primeiro foi o ovo mesmo. Deus criou os primeiros seres vivos originais, e estes botavam ovos. A galinha não estava entre eles já que é uma espécie “moderna".

As galinhas domésticas criadas no Brasil têm origem no sudeste da Ásia e chegaram por aqui pelas mãos dos primeiros navegadores europeus, ainda em 1500. As aves foram deixadas soltas em fazendas, sítios e nos quintais das casas. Com os cruzamentos aleatórios e a miscigenação das raças, surgiu a galinha caipira do Brasil. Conhecidas também como naturalizadas, crioulas, de terreiro e capoeiras, a “galinha brasileira” pode ser de diferentes raças.

O dilema “ovo-galinha” é útil para testarmos a evolução darwinista. Se conseguirmos de algum modo provar que o ovo veio antes da galinha, a evolução de fato estará no caminho certo.

No entanto, uma nova descoberta aponta para o fato de que a galinha veio primeiro. Segundo os cientistas, a formação da casca do ovo depende de uma proteína que só é encontrada nos ovários desse tipo de ave. Portanto, o ovo só existiu depois que a primeira galinha foi criada. A proteína – chamada ovocledidin-17 (OC-17) – atua como catalisadora para acelerar o desenvolvimento da casca. A sua estrutura rígida é necessária para abrigar a gema e seus fluidos de proteção enquanto o filhote se desenvolve lá dentro. A descoberta foi publicada sob o título “Structural control of crystak nuclei by eggshell protein” – em tradução livre: “Controle estrutural de núcleo de cristais pela proteína da casca do ovo.”[1]

Nessa pesquisa, foi utilizado um supercomputador para visualizar de forma ampliada a formação de um ovo. A máquina, chamada de HECToR, revelou que a OC-17 é fundamental no início da formação da casca. Essa proteína é que transforma o carbonato de cálcio em cristais de calcita, que compõem a casca do ovo. Dr. Colin Freeman, do departamento de Engenharia Material da Universidade de Sheffield, constatou: “Há muito tempo se suspeita que o ovo veio primeiro, mas agora temos a evidência de que, na verdade, foi a galinha.”

Para o professor John Harding, o estudo poderá servir como base para outras pesquisas: “Entender como funciona a produção da casca de ovo é interessante, mas também pode ser pista para a concepção de novos materiais e processos”, disse ele. “A cada dia a natureza [leia-se Deus] nos mostra suas soluções inovadoras para todo o tipo de problema que ela encontra. Isso só comprova que podemos aprender muito com ela”, finalizou o professor.

Como falamos no início do texto, esse dilema serve de teste para o evolucionismo darwinista. Testamos, e nessa situação ele foi reprovado. Podemos citar outros dilemas “ovo-galinha” a fim de que o evolucionismo darwinista seja posto à prova. Exemplos:

1. Quem veio primeiro: DNA/RNA ou a proteína? Se você não tem DNA não tem proteína, e o contrário também é um problema.

2. Oxigênio ou a capacidade do ser vivo de processar esse oxigênio?

3. Homoquiralidade se refere à propriedade de um grupo de moléculas que têm a mesma quiralidade. Uma substância é considerada homoquiral se todas as unidades constituintes são moléculas da mesma forma quiral[2] (enantiômero).

A vida requer polímeros com todos os blocos com a mesma forma quiral, como DNA e RNA tendo apenas açúcares “destros” e proteínas sendo formadas apenas por aminoácidos “canhotos”.[3] A homoquiralidade é uma propriedade única da matéria viva e gradualmente desaparece após a morte da matéria viva. A homoquiralidade representa um desafio para os materialistas que precisam explicar a origem da vida por meio de mecanismos puramente naturais.

Existem inúmeras situações em que podemos colocar à prova o mecanismo de evolução ocasional. Será mesmo que os organismos evoluíram de simples para complexos, ou foram criados prontos e funcionais? Pare, pense e analise.

Alexandre Kretzschmar (via Onze de Gênesis)

REFERÊNCIAS:
[1] Freeman CL, et al. Structural control of crystal nuclei by an eggshell protein. Angew Chem Int Ed Engl 2010 Jul;49(30):5135-7. 
[2] Dembski, William A. The Design of Life: Discovering Signs of Inteligence in Biological Systems. Dallas: The Foundation for Thought and Ethics, 2008. p. 227. ISBN 978-0-9800213-0-1 
[3] Sarfati, Jonathan. By Design. Australia: Creation Book Publishers, 2008. p. 175

Assista no vídeo abaixo, a palestra com o renomado Prof. Dr. Marcos Eberlin, da Unicamp, Os dilemas ovo-galinha: acaso ou design?

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Podemos encaixar os dinossauros no relato bíblico da criação?


O termo “dinossauro” foi usado pela primeira vez pelo zoólogo britânico Richard Owen, em 1842, para nomear um grupo de fósseis de répteis então recentemente descobertos. O uso do termo espalhou-se à medida que ocorreram novas descobertas na Europa e na América do Norte. Dinossauro vem de dois vocábulos gregos: deinos (terrível) e sauros (lagarto). 

A Bíblia é clara em afirmar que Deus é o originador da vida. Ou seja, todos os seres vivos do Universo, incluindo os que vivem no planeta Terra, são obra do Criador. Paulo, em seu discurso aos sábios de Atenas, afirmou que “Deus fez o mundo e tudo o que nele existe” (Atos 17:24), e isso inclui os dinossauros. 
Pelo relato da criação, percebe-se que os dinossauros aquáticos (também conhecidos como plesiossauros) foram criados no quinto dia (Gênesis 1:21) e os dinossauros terrestres no sexto dia da criação (Gênesis 1:24). 

Mas por que foram criados animais tão grandes e qual teria sido a utilidade deles para o ser humano? Embora não tenhamos todas as respostas, devemos atentar para o que a Bíblia nos informa sobre os seres criados. Entre as informações sobre o mundo antediluviano está a de que “havia gigantes na terra” (Gênesis 6:4). Pelo contexto imediato, vê-se que o termo “gigantes” (nephilim) foi empregado para se referir a seres humanos de elevada estatura. Assim, para esses gigantes humanos, os dinossauros talvez não parecessem tão grandes. Digamos, a título de comparação, que um elefante e uma girafa não parecem tão grandes assim para pessoas de estatura mediana de 1,70 m. Dessa maneira, podemos imaginar que os antediluvianos olhavam para os dinossauros como hoje olhamos para elefantes e girafas.

Podemos apenas conjecturar sobre a utilidade dos dinossauros para os seres humanos antes da entrada do pecado em nosso planeta. Talvez eles fossem empregados como animais de carga, como os elefantes de hoje, em alguns países. Acontece que, com a entrada do pecado, muitos animais se tornaram carnívoros, entre os quais algumas espécies de dinossauros. Nesse caso, em vez de servir ao ser humano, eles se tornaram uma ameaça. Talvez essa ameaça à vida humana tenha sido a causa da não entrada deles na arca e sua consequente extinção por ocasião do dilúvio (Gênesis 7:21-23).

Comentando sobre a destruição causada pelo dilúvio aos seres humanos e também aos animais (alguns deles chamados de “animais poderosos”, o que deve incluir os dinossauros), disse Ellen G. White:
“Os animais, expostos à tempestade, corriam para perto dos homens, buscando unir-se com os seres humanos, como a esperar deles auxílio. Alguns do povo amarraram seus filhos e a si mesmos em cima de animais poderosos, sabendo que estes se apegariam à vida, e subiriam aos pontos mais altos para escapar das águas que se elevavam. A tempestade não abrandou sua fúria – as águas aumentaram mais rapidamente do que no começo. Alguns ataram-se a altas árvores sobre os elevados pontos da terra, mas essas árvores foram desarraigadas e lançadas com violência através do ar, como que arremessadas furiosamente, com pedras e terra, nas elevadas e encapeladas ondas. Sobre os mais elevados pontos, seres humanos e animais lutavam para manter sua posição, até que todos foram arremessados às águas enfurecidas, que quase alcançavam os locais mais altos da Terra. Os pontos mais elevados foram afinal alcançados, e homens e animais igualmente pereceram pelas águas do dilúvio." (História da Redenção, p. 69)
A extinção dos dinossauros foi permitida por Deus, pois os seres humanos haveriam de decrescer em estatura e força e poderiam ser presa desses grandes animais. Assim, para o bem da humanidade eles foram extintos.

Somos informados de que, na nova Terra, os animais serão mansos. O “leão comerá palha como o boi” (Isaías 65:25). Dessa maneira, os animais não mais precisarão matar para se alimentar. E, se lá houver dinossauros, eles serão mansos e herbívoros, como eram alguns deles, mesmo depois da entrada do pecado no mundo. Com certeza, será maravilhoso viver na Terra renovada, onde seres humanos e animais existirão em perfeita união. Façamos planos de lá estar!

Ozeas C. Moura (via Revista Adventista)

Nota: Não há certeza sobre a possível relação entre os dinossauros e dois grandes e temidos animais citados na Bíblia: o behemoth (Jó 40:15-18) e o leviathan (Jó 41:1). A desconfiança de alguns é que esses nomes poderiam estar se referindo a outros animais de grande porte como crocodilos e hipopótamos, e não aos dinossauros.

Leia também os artigos "Perguntas e respostas sobre os dinossauros" escrito por Elaine Graham-Kennedy na revista Diálogo Universitário e "Dinossauros" escrito por Wendel Lima no blog Conexão 2.0.

domingo, 27 de novembro de 2016

Universidade adventista abre Museu dos Dinossauros nos EUA


Por mais de 20 anos, professores e estudantes da Southwestern Adventist University realizaram escavações em parceria com o Centro de Pesquisas Hanson em sítios arqueológicos da região leste do estado de Wyoming (EUA) em busca de ossos de dinossauros. Agora, a vasta coleção de fósseis pode ser vista em um museu inaugurado recentemente na instituição. O novo espaço aberto gratuitamente para visitação reúne mais de 20 mil ossos de dinossauros do período cretáceo. O Museu de Ciência dos Dinossauros também conta com telas interativas, réplicas de esqueleto, impressora 3-D e vídeos que apresentam curiosidades sobre a preservação dos fósseis. 

[Revista Adventista / Com informações de Darcy Force, da Adventist Review]

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Garoto de 9 anos entra na faculdade ‘para provar que Deus existe’


Aos 9 anos, o jovem William Maillis é parecido com as outras crianças da sua idade: gosta de passar horas na frente do videogame e brincar com os amigos na rua da sua casa. Quando o assunto é a vida acadêmica, no entanto, ele se diferencia da maioria dos outros garotos da sua faixa etária.

Em maio deste ano, William concluiu o ensino médio em Penn Towship, no Estado americano da Pensilvânia, e agora é um estudante universitário com suas próprias teorias sobre o universo. O objetivo do jovem é estudar e se aprofundar no estudo da física e química do espaço. “Eu quero provar a todos que Deus existe”, afirmou Maillis em entrevista à revista americana People.

Para conseguir provar a existência de Deus, William contou à People que o seu plano também inclui fazer um doutorado e ser astrofísico. O jovem quer atestar que somente uma força externa teria a capacidade de formar o universo. Com isso, ele contestaria as teorias dos físicos Albert Einstein e Stephen Hawking sobre o universo.

Atualmente, ele frequenta aulas de ensino superior em uma instituição menor, a Community College of Allegheny County. A ideia dos pais é que o garoto se acostume com a vida universitária, antes de tentar uma vaga para William na Universidade Carnegie Mellon, em Pittsburgh.

Desde bebê, Maillis já se destacava em comparação com as outras crianças da mesma idade. Aos 2 anos de idade, ele fazia contas de multiplicação, aos 4 anos, William aprendeu grego, um ano depois, ele sabia geometria e com 7 anos, o jovem já dominava conceitos de trigonometria. 

O pai de William, Peter, é um sacerdote da igreja grega ortodoxa. Conta que deu ao filho uma educação cristã. “Eu só quero que ele aproveite o dom que tem. Eu sempre digo a ele: ‘Deus lhe deu um presente. A pior coisa seria rejeitar esse dom e não usá-lo para melhorar o mundo.'” 

[Com informações de Veja e Gospel Prime]

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Telescópio Gaia revela mapa de Via Láctea com 1 bilhão de estrelas

Mapa de nossa galáxia, a Via Láctea, e galáxias vizinhas, baseado em informações coletadas pelo satélite Gaia. Regiões mais brilhantes indicam concentrações mais densas de estrelas e regiões mais escuras correspondem a locais no céu onde poucas estrelas são observadas. Os dois objetos brilhantes na direita inferior da imagem são a Grande Nuvem de Magalhães e a Pequena Nuvem de Magalhães, duas galáxias anãs que orbitam a Via Láctea. (Foto: ESA/Gaia/DPAC)

A Agência Espacial Europeia (ESA) divulgou, nesta quarta-feira (14), o mais detalhado mapa da nossa galáxia, a Via Láctea. O trabalho de mapeamento, feito pelo satélite Gaia, inclui a localização de mais de 1 bilhão de estrelas. "A divulgação de hoje nos dá uma primeira impressão das informações extraordinárias que nos esperam e que vão revolucionar nossa compreensão de como as estrelas estão distribuídas e se movem ao longo de nossa galáxia", disse Alvaro Giménez, Diretor de Ciência da ESA. O mapa divulgado nesta quarta-feira é resultado de informações coletadas nos primeiros 14 meses de trabalho do satélite: de julho de 2014 a setembro de 2015.

"Este bonito mapa que publicamos hoje mostra a densidade das estrelas medidas por Gaia por todo o céu, e confirma que foram coletadas informações magníficas durante seus primeiros anos de operações", disse Timo Prusti, cientista do projeto Gaia, na ESA. A Via Láctea é uma galáxia de formato espiral, com a maioria de suas estrelas concentradas em um disco de cerca de 100 mil anos luz de comprimento e mil anos luz de espessura. Essa região é vista, na imagem divulgada, como a região mais brilhante que segue horizontalmente e que é especialmente brilhante no centro. (G1)

Nota: As estrelas estão em desfile, diz o salmista. “Os céus declaram a glória de Deus” (Salmos 19:1). E Deus menciona por nome algumas poucas estrelas e constelações: Ursa, Órion e Plêiades (Jó 9:9; 38:31, 32; Amós 5:8). 
Um bilhão de estrelas somente na Via Láctea... Toda essa grandeza e majestade nos deixam abismados. Pense agora no conhecimento e no poder criativo de Deus. “Ele determina o número de estrelas e chama cada uma pelo nome” (Salmos 147:4). Em Isaías 40:26 lemos: 
“Levantai ao alto os vossos olhos, e vede: quem criou estas coisas? Foi aquele que faz sair o exército delas segundo o seu número; Ele as chama a todas pelos seus nomes; por ser Ele grande em força, e forte em poder, nenhuma faltará." 
E o que me deixa mais emocionado é saber que esse Deus que espalhou as estrelas pelo espaço e mantém o Universo é o mesmo que cuida de mim e me ajuda em meus problemas. Ainda mais: Ele sabe o meu nome! Tenho mais valor do que uma estrela, pois Ele pagou por mim um preço incalculável: o sangue do Seu Filho.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

XXIII Seminário "A Filosofia das Origens" - 12 a 15/10 no IAP


DATA: 12 a 15 de outubro de 2016

LOCAL: IAP - Instituto Adventista Paranaense
Endereço: PR-317, Km 119, s/n, zona rural, Ivatuba/PR
Outras informações pelo telefone: Fone: (44) 3236-8000 


PATROCINADORES: USB - União SuL Brasileira da IASD
Departamento de Educação da IASD
Instituto Adventista Paranaense
Consórcio Criacionista Adventista

INSCRIÇÕES: AQUI

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Cientista americano apresenta evidências do dilúvio


Hoje, 25 de agosto, será realizado o encontro criacionista “Diálogo sobre as Origens”, na Igreja Adventista do Sétimo Dia, templo central de Curitiba, PR. O encontro está sendo organizado pelo Núcleo Maringaense da Sociedade Criacionista Brasileira (Numar-SCB). O Numar-SCB é o primeiro núcleo de estudos oficial da Sociedade Criacionista Brasileira. O encontro contará com o palestrante norte-americano Dr. Grady S. McMurtry, que durante dez anos atuou como professor de Evolução e há 38 divulga o criacionismo bíblico científico. O título da palestra é “As águas romperam”, tratando-se de uma perspectiva sobre as evidências geológicas observadas em todo o planeta apontando para um dilúvio global, exatamente como a Bíblia descreve. 

O McMurtry é bacharel em Ciência pela Universidade do Tennessee, mestre em ciência pela Universidade Estadual de Nova York, doutor em Divindade pela Faculdade Teológica Beacon, de Columbus, doutor em Literatura pela Universidade Mid-Continent, no Kentucky, professor adjunto da Escola de Teologia, em Columbus, autor de três livros, entre eles Criação ou Evolução: Qual é a verdade? Além disso, ele é recomendado como palestrante por institutos como: Institute for Creation Research; Creation Moments (Bible-Science Association); e Creation Studies Institute.

Mais informações sobre o Dr. Grady S. McMurtry podem ser obtidas no site Creation Worldview.

O evento conta com o apoio da Igreja Adventista do Sétimo Dia Central de Curitiba, Associação Norte Paranaense (ANP), Departamento de Educação da União Sul-Brasileira (USB), Comunidade Nova Morada de Maringá, Creation Worldview Ministries e da Sociedade Criacionista Brasileira (SCB).

Palestrante: Dr. Grady S. McMurtry
Horário: 19h30 – 21h30
Data: 25/8/2016
Local: Alameda Doutor Carlos de Carvalho, 400 – Centro – Curitiba, PR

quarta-feira, 27 de julho de 2016

O atual Ranking Global da Altura Humana - Crescemos ou encolhemos?


Quando o assunto é altura, o homem da Holanda e a mulher da Letônia ficam por cima de todas as outras nacionalidades, aponta um novo estudo. O holandês médio tem hoje 1,83m e a mulher letã alcança 1,70 m. A pesquisa, publicada na revista científica eLife, mapeou tendências de crescimento em 187 países desde 1914. E descobriu que o homem do Irã e a mulher da Coreia do Sul registraram o maior salto na altura, crescendo uma média de 16 cm e 20 cm. O homem brasileiro tem, em média, 1,73m, e a mulher, 1,60m. Ambos registraram o mesmo crescimento desde 1914: 8,6 cm.


A pesquisa, chamada "Um Século de Tendências na Altura Humana", é resultado do trabalho de um grupo de mais de 800 cientistas, em associação com a Organização Mundial da Saúde. (G1)

Mas afinal, crescemos ou encolhemos? A altura de Adão não é mencionada de maneira precisa na Bíblia, mas os teólogos e estudiosos bíblicos concordam em afirmar que Adão foi criado à imagem e semelhança de Deus, na sua mais perfeita forma, beleza e simetria. A escritora Ellen G. White escreveu no seu livro História da Redenção (p. 21) que Adão possuía mais que o dobro do tamanho dos homens que vivem hoje. Calcula-se então que Adão tinha sua altura provável entre 4 e 5 metros:
"Ao sair Adão das mãos do Criador era de nobre estatura e perfeita simetria. Tinha mais de duas vezes o tamanho dos homens que ora vivem sobre a Terra, e era bem proporcionado. Suas formas eram perfeitas e cheias de beleza. Sua cútis não era branca ou pálida, mas rosada, reluzindo com a rica coloração da saúde. Eva não era tão alta quanto Adão. Sua cabeça alcançava pouco acima dos seus ombros. Ela, também, era nobre, perfeita em simetria e cheia de beleza."
Semelhante descrição é dada a Sete, filho de Adão, em Patriarcas e Profetas (p. 46). 
“Sete era de estatura mais nobre do que Caim ou Abel, e parecia-se muito mais com Adão do que os demais filhos.”
Ellen G. White, no livro Conselhos Sobre Regime Alimentar (p. 117) comenta:
"O homem surgiu das mãos do seu Criador perfeito em estrutura e belo na forma. O fato de ter ele resistido por seis mil anos o constante crescimento dos fardos da doença e do crime é prova suficiente do poder de resistência com a qual foi dotado no princípio. E embora os antediluvianos de modo geral se entregassem sem reservas ao pecado, passaram-se mais de dois mil anos para que a violação da lei natural fosse acentuadamente sentida. Não tivesse Adão originalmente possuído maior poder físico do que os homens possuem agora, e a presente raça ter-se-ia tornado extinta."
Também há descrições de elevada estatura de homens que viveram no período da conquista de Canaã pelo povo de Israel. Quando chegaram as fronteiras de Canaã, Moisés havia enviado doze espias para colher informações das terras e de seu povo. Dez dos espias voltaram trazendo informações de que seria impossível tomar as terras e batalhar contra o exército daquelas terras por causa da elevada estatura dos homens que ali habitavam. Lemos em Patriarcas e Profetas (p. 389): 
“Todo o povo que vimos no meio dela são homens de grande estatura. Também vimos ali gigantes, filhos de Enoque, descendentes dos gigantes; e éramos aos nossos olhos como gafanhotos, e assim também éramos aos seus olhos. (Números 13:31-33)” 
Portanto, se a versão bíblica é coerente, porque homens e mulheres são tão pequenos comparando-os principalmente com os antediluvianos? Por que existe hoje pessoas de estatura tão baixa? Qual seriam as razões dessa condição de decadência física? O homem condicionado ao pecado, especialmente no que diz respeito a transgressão das leis da saúde, tem sido o grande causador dessa decadência física. 
Ellen White escreveu em Conselhos sobre o Regime Alimentar (p. 145): 
“Adão e Eva no Éden eram nobres em estatura e perfeitos em simetria e beleza. Estavam sem pecado e em perfeita saúde. Que contraste com a humanidade agora! A beleza perdeu-se. A saúde perfeita é desconhecida. Por toda parte vemos doenças, deformidade e imbecilidade.”
Até quando essa decadência prevaleceria? Para os que não são céticos, existe uma promessa de restituir homens e mulheres em sua estatura original. Esta decadência não permanecerá por muito tempo mais. Enquanto Jesus não retornar, haverá maior fragilidade física resultante do pecado e das transgressões das leis da saúde. Mas após a segunda vinda de Cristo a este mundo, todos os salvos ressuscitarão em sua estatura comum a qual desceram a sepultura, mas ao longo dos mil anos todos crescerão a estatura original. 
Ellen White narra o grande contraste em O Grande Conflito (p. 644): 
"Todos saem do túmulo com a mesma estatura que tinham quando ali entraram. Adão, que está em pé entre a multidão dos ressuscitados, é de grande altura e formas majestosas, de estatura pouco menor que o Filho de Deus. Apresenta assinalado contraste com o povo das gerações posteriores; sob este único ponto de vista se revela a grande degeneração da raça. Todos, porém, surgem com a louçania e vigor de eterna mocidade... Restabelecidos à árvore da vida, no Éden há tanto tempo perdido, os remidos crescerão até à estatura completa da raça em sua glória primitiva."

terça-feira, 28 de junho de 2016

I Conferência Nacional Cristãos na Ciência - Dois Livros: Um Autor


A Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, sediará a I Conferência Nacional Cristãos na Ciência que acontece entre os dias 17 e 19 de novembro. O tema do evento será “Dois Livros: Um Autor” com discussões sobre os temas: o Livro das Escrituras, com ênfase na interpretação bíblica de Gênesis 1 a 3; o Livro da Natureza, com ênfase na discussão sobre teologia natural e filosofia da ciência e religião; e Modelos de atuação no diálogo entre ambos os livros.

Para essa conferência estão confirmados os nomes de palestrantes brasileiros e estrangeiros bastante conhecidos nessa temática ciência e fé cristã. Entre eles Alister McGrath, professor de Ciência e Religião na Universidade de Oxford e diretor do Ian Ramsey Centre for Science and Religion. A história desse pesquisador é interessante, pois ele já foi ateu e hoje é um dos mais influentes pensadores cristãos da atualidade. Outro preletor confirmado é Ted Davis, professor de História da Ciência no Messiah College, diretor do Fórum Central na Pensilvânia de Religião e Ciência.

Além deles também está confirmado a participação do professor de nanomateriais da Universidade de Oxford, Andrew Briggs; o professor de Antigo Testamento no Wheaton College, John H Walton; o presidente da Comissão de Relações Inter-eclesiásticas da Igreja Presbiteriana do Brasil (CRIE-IPB), Davi Gomes; o coordenador da Especialização em Teologia Pastoral e o Centro de Línguas Andrew Jumper (CLAJ), Tarcízio Carvalho; o presidente do Conselho de Educação Cristã e Publicações da Igreja Presbiteriana do Brasil e membro do Conselho Editorial da Cultura Cristã, Mauro Meister; o coordenador do Grupo de Neurofísica no Instituto de Física da Unicamp e vice-diretor do Instituto Brasileiro de Neurociências e Neurotecnologia – BRAINN e diretor geral do projeto ABC², Roberto Covolan; e o diretor de conteúdo do projeto da ABC², o teólogo Guilherme de Carvalho.

Para participar da I Conferência Nacional Cristãos na Ciência é preciso se inscrever a partir do dia 4 de julho através do site www.cristaosnaciencia.org.br.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

1º Núcleo Oficial de Estudos sobre Criacionismo em Maringá (PR)

Equipe que atuará no Numar/SCB em Maringá (PR)

No dia 5 de dezembro de 2015, terão início as atividades do Núcleo Maringaense da Sociedade Criacionista Brasileira (Numar/SCB). Trata-se do primeiro núcleo oficial de estudos da Sociedade Criacionista Brasileira. O início de suas atividades se dará no 1º Workshop do Numar/SCB, que será realizado na Câmara Municipal de Maringá, localizada na Av. Papa João XXIII, 239 – Zona 2. A inscrição para o evento é gratuita e deve ser realizada no site da SCB.

Os participantes receberão certificados de participação. A proposta do evento é divulgar o trabalho da SCB, bem como promover a extensão de suas atividades com a criação do núcleo. O Numar/SCB pretende oferecer ao público atividades semanais no auditório de sua sede a partir do mês de fevereiro de 2016. Para obter mais informações, é só se cadastrar na página do Facebook e aguardar as novidades. O diretor presidente do Numar/SCB é o Dr. Agrinaldo do Nascimento Junior, cuja formação é na área de Química.

 Vale lembrar que, em outubro deste ano, a UEM realizou o primeiro curso de extensão com o tema “Diferentes Olhares sobre as Origens”. E um dos maiores diferenciais desse evento foi a apresentação do tema criacionismo sob a perspectiva de um professor criacionista da própria instituição, o Dr. Rodrigo Meneghetti Pontes. 

Durante o evento, o público conhecerá algumas novidades do trabalho da SCB e presenciará o pré-lançamento do livro O Profeta Daniel, o Cientista Isaac Newton e o Advento do Messias, de autoria do Dr. Ruy Vieira – o lançamento oficial será no Unasp. Em seguida, o professor Fabio Porto apresentará a palestra “Teria a ciência o poder de validar os tempos proféticos?” Por fim, será apresentado o projeto Numar/SCB e feita a inauguração oficial das atividades do núcleo, com o recebimento da placa comemorativa de fundação das mãos do presidente da SCB.

Se você é da região, corra e garanta a sua participação! As vagas são limitadas. 

Com informações da Revista Adventista

domingo, 13 de setembro de 2015

Curso de extensão “Diferentes Olhares sobre a Origem da Vida”

FAÇA SUA INSCRIÇÃO CLICANDO EM "FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO".

Local: UEM - Universidade Estadual de Maringá
Avenida Colombo, 5790 - Jardim Universitário, Maringá/PR
Data: 6 a 8 de outubro de 2015

As últimas décadas têm testemunhado repetidos debates midiáticos sobre a controvérsia da origem da vida, particularmente na América do Norte. É o caso do famoso julgamento de Dover, em 2005. O debate a respeito da origem da vida no Brasil não é recente. Todavia, no final do último ano o assunto ganhou repercussão destacável da mídia por causa da realização do 1º Congresso Brasileiro do Design Inteligente, em Campinas, que contou com um comitê científico de mais de 300 pesquisadores.

Entendemos, portanto, que existe uma discussão instalada no meio acadêmico sobre a origem da vida, mas não encontramos nesse meio um espaço adequado para a apresentação e o confronto das ideias concorrentes. Em face a essa necessidade, a Comissão Organizadora, composta por alunos e professores da UEM, decidiu criar um evento para que a comunidade acadêmica e externa pudesse analisar as teorias concorrentes de uma forma sistemática.

O curso de extensão “Diferentes Olhares sobre a Origem da Vida” é uma iniciativa que busca tornar a informação acessível em uma base sistemática e fornecer um espaço para a discussão aberta e livre da questão. Contaremos com a participação de ministrantes que apresentarão as três grandes vertentes para a questão da origem da vida: a Teoria do Design Inteligente, a Teoria da Evolução e o Criacionismo. Cada uma dessas vertentes será apresentada por um cientista que a represente como adepto. Em outras palavras, a Teoria da Evolução será apresentada por um cientista evolucionista, a Teoria do Design Inteligente será apresentada por um cientista teórico do design inteligente e o Criacionismo será apresentado por um cientista criacionista. (Confira a programação aqui). O evento não terá como objetivo defender ou apresentar qualquer uma das três vertentes em preferência às demais. Nosso objetivo é conceder espaços e condições iguais para que os participantes possam adquirir uma visão crítica a respeito de cada vertente e formar suas próprias opiniões. O evento é aberto a toda a comunidade acadêmica e externa.

Esperamos por você!

A Comissão Organizadora 

quinta-feira, 5 de março de 2015

Unasp organiza I Encontro de Criacionismo e II Museu Aberto


O Unasp, campus São Paulo, realiza no próximo final de semana o I Encontro de Criacionismo e o II Museu Aberto. O evento, que começa na sexta-feira, às 20h, e vai até domingo, traz grandes nomes do criacionismo no Brasil para discutir a temática das origens.

Entre os palestrantes está o geólogo e doutor em Geotecnia pela USP, Nahor Neves de Souza Jr, que fala sobre como o presente é a chave para a compreensão do passado e do futuro. Também participa do evento o doutor Marcos Eberlin, diretor executivo da Sociedade Brasileira do Design Inteligente. Eberling, que coordena o Laboratório ThoMSon de Espectromia de Massas da Unicamp – área de sua especialização no pós-doutorado feito nos Estados Unidos -, apresenta a palestra “Falta-me fé para ser ateu e sobram-me razões para ser cristão”.

Já o presidente da Sociedade Criacionista Brasileira (SBB) e fundador da entidade, doutor Ruy Carlos de Camargo Vieira, aborda o ensino do criacionismo nas escolas. Estará em pauta ainda uma análise feita pelo jornalista Michelson Borges sobre como a mídia tem tratado o criacionismo. Além de palestras, a programação inclui o lançamento dos livros O professor; sessenta anos educando gerações e Estudos em Ciência e Religião, de autoria do professor Orlando Rubem Ritter.

No domingo, o evento encerra com uma visita dirigida ao Museu de Ciências Naturais do Unasp.

A programação faz parte das celebrações dos 100 anos do Centro Universitário Adventista de São Paulo. O evento é aberto ao público. 

I Encontro de Criacionismo e II Museu Aberto
Dia 6 às 20h, 7 às 8h30 e 16h30 e 8 às 9h
Local: Unasp SP - Centro Universitário Adventista de São Paulo
Endereço: Estrada de Itapecerica, 5859 – Capão Redondo – São Paulo/SP

Com informações de Revista Adventista e Gospel Prime

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

A Jornada da Vida - mais uma investida evolucionista do Fantástico


Neste domingo (19), estreou a série em cinco episódios, comandada por Sônia Bridi, sobre as origens da vida na Terra. O Fantástico viajou o mundo para falar sobre a evolução do homem e de outros seres vivos. A série vai contar as origens dos seres vivos na Terra e a adaptação deles ao meio ambiente. A jornada dos repórteres Sônia Bridi e Paulo Zero passou pelos lugares que armazenam mais informações sobre a evolução das espécies. A série conta ainda as origens do animal mais fascinante de todos: o ser humano. Na Etiópia, os maiores especialistas em paleontologia explicam de onde viemos, quem são nossos ancestrais e os 6 milhões de anos de evolução que resultaram no homem de hoje. (G1 Notícias)

Nota: Deus é o Criador de todas as coisas, e revelou nas Escrituras o relato autêntico da Sua atividade criadora."Em seis dias fez o Senhor os Céu e a Terra" e tudo que tem vida sobre a Terra, e descansou no sétimo dia dessa primeira semana. Assim Ele estabeleceu o sábado como perpétuo monumento comemorativo de Sua esmerada obra criadora. O primeiro homem e mulher foram formados à imagem de Deus como obra-prima da Criação, foi-lhes dado domínio sobre o mundo e atribuiu-lhes a responsabilidade de cuidar dele. Quando o mundo foi concluído, ele era "muito bom", proclamando a glória de Deus. Razões bíblicas: Gênesis 1; 2; Êxodo 20:8-11; Salmos 19:1-6; 33:6, 9; 104; Hebreus 11:3

terça-feira, 18 de novembro de 2014

1º Congresso Brasileiro do Design Inteligente - TV Novo Tempo


Aconteceu entre os dias 14 e 16 de novembro, em Campinas – SP, o 1º Congresso Brasileiro do Design Inteligente. O congresso é caracterizado como um evento histórico e foi organizado pela Sociedade Brasileira do Design Inteligente.

O 1º Congresso de TDI – BRASIL contou com um comitê científico que abrangeu várias áreas do conhecimento, congregando profissionais da química, biologia, engenharias, matemática, física, arqueologia, letras, direito, ciências médicas, ciências humanas, estatística e farmácia. A abertura contou com quase 300 participantes e, de acordo com o Dr. Marcos Eberlin, marca o início do debate aberto e sem preconceito acerca das nossas origens.

Primeiro Dia
O primeiro dia do evento (14/11) contou com duas palestras. A palestra de abertura ficou a cargo do Presidente da Associação Nacional de Juristas Evangélicos, ANAJURE, Dr. Uziel Santana. Logo em seguida, o evento contou com a participação do Prof. Adjunto do programa de MA Ciência e Religião da Universidade Biola (www.biola.edu) Paul Nelson, que também é pesquisador do Discovery Institute. 

Segundo Dia
O segundo dia teve suas atividades iniciadas logo pela manhã de sábado (15/11). O dia contou com um total de dez palestras e finalizou com a 1º Assembleia da Sociedade Brasileira de Design Inteligente, onde foi apresentada a composição da Mesa Diretora da entidade. Um acontecimento histórico para o cenário científico nacional. As palestras versaram sobre temas diversos, contemplando desde a biologia molecular até a psiquiatria.

Terceiro Dia
O encerramento do 1º Congresso Brasileiro do Design Inteligente, realizado em Campinas – SP, ocorreu na manhã do último domingo (16/11) e contou com uma sequência de quatro palestras excepcionais. Contou, ainda, com uma assembleia geral da entidade, realizada a fim de apresentar, publicamente, o posicionamento da sociedade sobre o ensino da Teoria da Evolução, TDI e Criacionismos nas escolas e universidade públicas e privadas. O que foi feito mediante a leitura, discussão e aprovação do 1º Manifesto da TDI-Brasil acerca do assunto mencionado. 

O 1º TDI – Brasil foi um marco histórico para o cenário científico brasileiro. Veremos quais serão os próximos passos da TDI – Brasil, por hora resta-nos parabenizar a iniciativa dos proponentes, a participação de todos os congressistas – que se dispuseram em ouvir a manifestação dessa parcela da comunidade científica/acadêmica nacional – e todos os meios de comunicação, que exercitando a tolerância, divulgaram o evento.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Papa diz que Big Bang e Teoria da Evolução não contradizem a lei cristã


O Papa Francisco afirmou nesta segunda-feira (27), durante discurso na Pontifícia Academia de Ciências, que a Teoria da Evolução e o Big Bang são reais e criticou a interpretação das pessoas que leem o Gênesis, livro da Bíblia, achando que Deus "tenha agido como um mago, com uma varinha mágica capaz de criar todas as coisas".

Segundo ele, a criação do mundo "não é obra do caos, mas deriva de um princípio supremo que cria por amor". "O Big Bang não contradiz a intervenção criadora, mas a exige", disse o pontífice na inauguração de um busto de bronze em homenagem ao Papa Emérito Bento XVI.

O Big Bang é, segundo aceita a maior parte da comunidade científica, a explosão ocorrida há cerca de 13,8 bilhões de anos que deu origem à expansão do Universo. Já a Teoria da Evolução, iniciada pelo britânico Charles Darwin (1809-1882), que prega que os seres vivos não são imutáveis e se transformam de acordo com sua melhor adaptação ao meio ambiente, pela seleção natural.

O Papa acrescentou dizendo que a "evolução da natureza não é incompatível com a noção de criação, pois exige a criação de seres que evoluem".

Ele criticou que quando as pessoas leem o livro do Gênesis, sobre como foi a origem do mundo, pensam que Deus tenha agido como um mago. "Mas não é assim", explica.

Segundo Francisco, o homem foi criado com uma característica especial – a liberdade – e recebe a incumbência de proteger a criação, mas quando a liberdade se torna autonomia, destrói a criação e homem assume o lugar do criador.

"Ao cientista, portanto, sobretudo ao cientista cristão, corresponde a atitude de interrogar-se sobre o futuro da humanidade e da Terra; de construir um mundo humano para todas as pessoas e não para um grupo ou uma classe de privilegiados", concluiu o pontífice.

Com informações de G1

Nota: Temos uma visão um pouco diferente...

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Jornalista adventista discute decisão inglesa de proibir ensino criacionista em escolas


O governo do Reino Unido proibiu o ensino do criacionismo como teoria científica em escolas e universidades públicas. A decisão faz parte de um documento oficial que estabelece novas diretrizes para unidades de ensino vinculadas às igrejas, em prol de um “currículo mais amplo e equilibrado”. Colégios também terão que começar a ensinar a teoria da evolução nas séries iniciais. O documento considera como criacionismo “qualquer doutrina ou teoria que sustenta que os processos biológicos naturais não podem explicar a história, a diversidade e a complexidade da vida na Terra e, portanto, rejeita a teoria científica da evolução”. O diretor de assuntos públicos da Associação Humanista Britânica, Pavan Dhaliwal, disse ao site britânico Politcs que “juntamente com esta medida, as escolas devem seguir o currículo nacional, que a partir de setembro irá incluir um módulo sobre a teoria da evolução no nível primário”.

Para o jornalista Michelson Borges, que possui um blog especializado no tema, “a decisão do governo mostra que, com o passar do tempo e o acirramento da controvérsia entre o criacionismo e o evolucionismo, cientistas evolucionistas e religiosos liberais vão se aproximando cada vez mais e hostilizando o grupo dos que defendem o relato da criação como registrado no livro bíblico de Gênesis”. Borges, ainda comentando a decisão do governo britânico, explica que “o governo do Reino Unido diz que, como não está de acordo com as evidências e consensos científicos, o criacionismo não deve ser apresentado aos alunos como uma teoria científica.’ Como diz o ditado, toda generalização é burra. E aqui parece que, uma vez mais, não interessa detalhar o problema. De fato, o criacionismo não deve ser apresentado como uma teoria científica, já que tem fundamentos religiosos, mas dizer que ele não conta com evidências científicas é ‘forçar a barra ‘”.

Na avaliação do jornalista criacionista, se o criacionismo não deve ser ensinado nas escolas por não ser científico, o macroevolucionismo também não deveria, pois é essencialmente filosófico, metafísico. Macro ou megaevolução é a hipótese segundo a qual a vida teria surgido da não vida, em um mar primordial, há bilhões de anos. Essa forma de vida rudimentar, em um passe de mágica, precisou adquirir complexidade (o que significa receber não se sabe de onde grande quantidade de informação genética para dar origem a órgãos antes inexistentes, como os sistemas reprodutores masculino e feminino, por exemplo, que deveriam surgir em dois organismos distintos, simultaneamente, no mesmo espaço geográfico, e tornar esses seres diferenciados compatíveis e capazes de gerar uma nova forma de vida igualmente sexuada). Assim, de uma célula primordial (e olha que uma célula, por mais simples que se possa concebê-la, já é ultracomplexa) teriam se originado todas as formas de vida, desde uma árvore até um ser humano, passando pelas aves, os insetos e as baleias. Isso não é científico. Isso não é empiricamente observável”. O especialista afirma, ainda, que o documento considera como criacionismo “qualquer doutrina ou teoria que sustenta que os processos biológicos naturais não podem explicar a história, a diversidade e a complexidade da vida na Terra e, portanto, rejeita a teoria científica da evolução”. E arremata: “note como é capcioso o tal documento: criacionismo é doutrina (religião), enquanto evolucionismo é ciência. Já vimos que a coisa não é tão simples. Ambos os modelos (criacionista e evolucionista) têm componentes científicos e metafísicos. Mas é conveniente que se polarize a discussão como sendo ciência versus religião, e assim eles blindam o evolucionismo de qualquer crítica”. 

Escolas confessionais, como a Educação Adventista, ensinam livremente o criacionismo e o evolucionismo. Veja vídeo abaixo:

 

sexta-feira, 21 de março de 2014

E disse Deus: "Haja um Big Bang"


No debate milenar entre a ciência e a religião, os cientistas e os religiosos apresentam seus argumentos tentando convencer os demais. Uma minoria busca um “mínimo denominador comum” convincente.

Esta semana, contudo, o embate entre criacionismo e Big Bang pode ter ganhado um capítulo importante. O professor Nathan Aviezer, da Universidade Bar Ilan de Israel veio a público defender fortemente que as crenças científicas e religiosas podem viver juntas em harmonia.

Ao lançar seu livro “In the Beginning” [No Princípio], ele afirmou que os cientistas há décadas estão buscando pelas ondas produzidas pela gravidade, mas esse tem sido um feito difícil. Afinal, a gravidade é um bilhão de bilhão de vezes mais fraca que as forças elétricas, que também produzem ondas.

Contudo, argumenta, “se houve uma enorme mudança gravitacional, então talvez com algum equipamento muito sensível, você poderia detectá-las.” Para ele, o Big Bang causou essa mudança “por isso não havia esperança de que talvez você pudesse ver as ondulações causadas pelo Big Bang”. É nesse momento que entra o relato do primeiro versículo de Gênesis, onde mostra que Deus criou o céu e a Terra.

Embora todos os cientistas também usem um momento inicial para estabelecer o surgimento do universo, eles não necessariamente atribuem isso a Deus, preferindo argumentar que aconteceu espontaneamente.


Nessa disputa pelo primeiro momento, os cientistas apostam na explosão conhecida como Big Bang, enquanto judeus e cristãos defendem que foi o momento em que Deus disse “Haja luz”.

“A criação da luz foi essencialmente a criação do universo”, resume Aviezer. “Cada palavra escrita na Torá [Antigo Testamento] se encaixa nas descobertas científicas mais recentes. Elas estão em harmonia exata com as palavras da Torá. ”

O renomado rabino Benny Lau, concorda que essa teoria científica é compatível com a história judaica revelada no Livro de Beresheet [Gênesis]. Para ele, os conceitos de tempo na Bíblia não são os mesmos que aqueles que usamos agora, pois ‘um dia’ pode perfeitamente ser o mesmo que um milhão de anos. Mesmo assim, para Lau, as últimas descobertas científicas não alteram o entendimento judaico sobre como tudo começou.

O debate voltou a ocorrer após o material divulgado pelo astrônomo John M Kovac, do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian. Esta semana, a equipe de cientistas americanos do projeto BICEP2, anunciou ter encontrado resíduos deixados pela chamada “inflação cósmica”. Esse é o nome dado ao crescimento exponencial pelo qual o universo passou em seu primeiro quadrilionésimo de segundo.

Usando poderosos telescópios situados no Polo Sul, eles comprovaram a existência de “micro-onda cósmica de fundo”, uma radiação muito fraca que permeia todo o universo. Tais ondas gravitacionais deixam marcas ao percorreram o espaço em sua “fase inflacionária”. As chamadas ondas gravitacionais funcionam na cosmologia como uma espécie de “eco” do Big Bang.

“Isso abre uma janela para um novo mundo da física, aquele que ocorreu na primeira fração de segundo do universo”, disse Kovac, que liderou as equipes do BICEP2 (Background Imaging of Cosmic Extragalactic Polarization 2)

Caso seja confirmada, a descoberta dos astrofísicos poderá lhes render um prêmio Nobel, pois seriam as provas necessárias para apoiar a teoria que o universo teve um começo.

O escritor e educador judeu Izzy Greenberg escreveu ao Jerusalém Post que: “Quando perguntamos sobre como o mundo foi criado, nós poderíamos ter tanto um Big Bang [Grande Explosão] quanto um Big Banger [Grande Explodidor]. Lembra que o famoso rabino-chefe de Israel Yitzchak Eizik HaLevi Herzog, em 1957 escreveu: “Segundo uma perspectiva científica, acreditamos que Deus criou bilhões de átomos, para os quais estabeleceu certas leis naturais. Esses átomos mais tarde desenvolveram-se e evoluíram de acordo com essas leis. Mas isso não é diferente que acreditar, segundo o relato simples de Gênesis, que Deus criou os céus e a Terra, no primeiro dia…”.

O professor Aviezri S. Fraenkel, do Instituto Weizmann, expressou um sentimento semelhante. Ele defende que a moderna teoria da cosmologia e a religião judaica, na verdade, podem se ajudar e se explicar mutuamente. Elas não anulam uma à outra. “Na verdade, as teorias modernas, mesmo que se aprofundem cada vez mais, ainda não explicam todos os fatos observados no cosmos, conferindo apenas um novo significado para o versículo de Salmo 92:5: “Quão grandes são, SENHOR, as tuas obras! Mui profundos são os Teus pensamentos“. 

Com informações de Jerusalem Post

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Vídeo adventista "A Criação" disponível em português


Vídeo produzido sobre a criação divina está disponível no canal de vídeos oficial da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Originalmente chamada The Creation, the Earth is a witness a produção da Igreja Adventista mundial combina uma trilha exclusiva feita para o vídeo com orquestra internacional, incríveis imagens feitas em vários continentes do mundo, da natureza e o texto bíblico de Gênesis que aponta para um Criador. O material tem 27 minutos de duração e está sendo lançado em todo o mundo. “Esse incrível projeto será uma bênção a cada congregação ao redor do mundo que o apresentar”, comentou o pastor Ted Wilson, líder mundial adventista. 

Equipe ASN, Felipe Lemos