quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Longevidade Adventista na TV - Série produzida por universidade nos EUA


Depois de estudar a saúde dos adventistas durante 50 anos, a Loma Linda University Health, localizada na Califórnia (EUA), decidiu compartilhar algumas das conclusões de suas pesquisas por meio da série “Live it”. Ao longo de 14 episódios, a universidade pretende apresentar ao público segredos para se ter uma vida longa e saudável.

O primeiro episódio, intitulado “Nuts” (nozes), questiona a ideia defendida por alguns de que se deve evitar comer nozes devido ao seu alto teor de colesterol. De fato, há colesterol nas nozes. Porém, como mostra o vídeo, é importante ressaltar que elas são ricas em HDL, o chamado “bom colesterol”, responsável por retirar moléculas de gordura do sangue.

No vídeo, Joan Sabaté, professor de nutrição e epidemiologia da Loma Linda University Health, esclarece que a ingestão diária de nozes pode reduzir o colesterol em até 10%, além de diminuir pela metade o risco de um ataque cardíaco.

O primeiro vídeo já está disponível no YouTube (em inglês). O segundo episódio está previsto para ser compartilhado na web no dia 8 deste mês. Os demais programas, que irão explicar sobre os benefícios da romã, do riso e da dieta vegetariana, serão divulgados semanalmente, às sextas-feiras. Cada episódio tem duração de 2 a 3 minutos. A série “Live it”, apresentada por um médico e uma jornalista, procura abordar os temas usando linguagem acessível a diversos públicos. Recursos como animações gráficas também facilitam o entendimento.

Nos últimos anos, a longevidade adventista também repercutiu na mídia externa, ganhando espaço naNational Geographic, no programa The Oprah Winfrey Show, e no canal de televisão CNN.

Daniela Fernandes / Com informações da Adventist Review

ASSISTA AO PRIMEIRO EPISÓDIO DA SÉRIE “LIVE IT”

Charlie Hebdo estampa 'Deus assassino' um ano após atentado ao jornal


Em memória do atentado de 7 de janeiro do ano passado, o semanário satírico francês Charlie Hebdo publica nesta quarta-feira (6) um número especial, que trará na capa a charge de um deus barbudo, com um Kalashnikov e com a veste ensanguentada. O título: “1 ano depois, o assassino ainda corre”. O número terá uma tiragem de quase um milhão de exemplares, e vários deles serão enviados para diferentes países. A edição contará com um caderno de charges das vítimas - Charb, Honoré, Cabu, Wolinski e Tignous, cartunistas mortos em 7 de janeiro por dois radicais -, assim como de outros profissionais, além de mensagens de apoio de várias personalidades. O atentado deixou 12 mortos. Entre os colaboradores externos, estão a ministra francesa da Cultura, Fleur Pellerin; atrizes, como Isabelle Adjani, Charlotte Gainsbourg e Juliette Binoche; intelectuais, como Élisabeth Badinter, a bengalesa Taslima Nasreen e o americano Russell Banks; e o músico Ibrahim Maalouf. 

O cartunista Riss, atual diretor do veículo, gravemente ferido em 7 de janeiro de 2015, assina um editorial com uma ferrenha defesa da laicidade e denuncia os “fanáticos alienados pelo Alcorão” e “devotos de outras religiões” que queriam a morte da publicação por “ousar rir do religioso”. “As convicções dos ateus e dos laicos podem mover mais montanhas do que a fé dos crentes”, escreve.

Hoje, o semanário tem tiragem de cerca de 100 mil exemplares em bancas e, destes, pelo menos 10 mil são distribuídos no exterior. A revista conta com 183 mil assinantes. (G1 Notícias)

Nota de Michelson Borges em Criacionismo: "A liberdade de expressão não deve ser desculpa para o desrespeito. Colocar uma representação de Deus com uma arma na capa de uma revista é querer atribuir ao Criador uma culpa que Ele não tem. Como se Santos Dumont fosse culpado pelos bombardeios aéreos por ter inventado o avião. Deus não é culpado pelos atos cruéis de pretensos religiosos. E “devotos de outras religiões” não são fanáticos ou intolerantes ou fundamentalistas pelo simples fato de ser devotos. Cristãos devotos que realmente entenderam a mensagem de Jesus estão dispostos a morrer pelo próximo e pela verdade que defendem, nunca a matar por isso. Em nome da laicidade e da liberdade, o pessoal da Charlie Hebdo demonstra quase tanta intolerância quanto a daqueles que condenam. E isso não leva a nada – ou melhor, leva a mais ódio e violência."

Dia de Reis - Ellen White e a verdadeira história dos magos


O Dia de Reis, segundo a tradição cristã, seria aquele em que Jesus Cristo recém-nascido recebera a visita de "alguns magos do oriente" (Mateus 2:1) que, segundo o hagiológio, foram três Reis Magos, e que ocorrera no dia 6 de janeiro. A noite do dia 5 de janeiro e madrugada do dia 6 é conhecida como "Noite de Reis". A data marca, para os católicos, o dia para a veneração aos Reis Magos, que a tradição surgida no século VIII converteu nos santos Belchior, Gaspar e Baltazar. Nesta data, ainda, encerram-se para os católicos os festejos natalícios - sendo o dia em que são desarmados os presépios e por conseguinte são retirados todos os enfeites natalícios.

Ellen White em O Desejado de Todas as Nações, no capítulo 6 "Vimos a sua estrela", nas páginas 33 a 38, faz o relato do que aconteceu naqueles dias. Vejamos alguns trechos:
"Tendo nascido Jesus em Belém de Judeia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magos vieram do Oriente a Jerusalém, dizendo: Onde está Aquele que é nascido rei dos judeus? porque vimos a Sua estrela no Oriente, e viemos a adorá-Lo”. (Mateus 2:1, 2)
Os magos do Oriente eram filósofos. Faziam parte de uma grande e influente classe que incluía homens de nobre nascimento, bem como muitos dos ricos e sábios de sua nação. Entre estes se achavam muitos que abusavam da credulidade do povo. Outros eram homens justos, que estudavam as indicações da Providência na natureza, sendo honrados por sua integridade e sabedoria. Desses eram os magos que foram em busca de Jesus. [...]

Viram os magos uma luz misteriosa nos céus, naquela noite em que a glória de Deus inundara as colinas de Belém. Ao dissipar-se a luz, surgiu uma luminosa estrela que permaneceu no céu. Não era uma estrela fixa, nem um planeta, e o fenômeno despertou o mais vivo interesse. Aquela estrela era um longínquo grupo de anjos resplandecentes, mas isso os sábios ignoravam. Tiveram, todavia, a impressão de que aquela estrela tinha para eles significado especial. Consultaram sacerdotes e filósofos, e examinaram os rolos dos antigos registros. A profecia de Balaão declarara: “Uma Estrela procederá de Jacó e um cetro subirá de Israel”. (Números 24:17). Teria acaso sido enviada essa singular estrela como precursora do Prometido? Os magos acolheram com agrado a luz da verdade enviada pelo Céu; agora era sobre eles derramada em mais luminosos raios. Foram instruídos em sonhos a ir em busca do recém-nascido Príncipe. [...]

Em Belém, não encontraram nenhuma guarda real a proteger o recém-nascido Rei. Não havia a assisti-Lo nenhum dos grandes da Terra. Jesus estava deitado numa manjedoura. Os pais, iletrados camponeses, eram Seus únicos guardas. Poderia ser Este Aquele de quem estava escrito que havia de restaurar “as tribos de Jacó”, e tornar a “trazer os remanescentes de Israel”; que seria “luz para os gentios”, e “salvação [...] até à extremidade da Terra”? (Isaías 49:6). 

“E, entrando na casa, acharam o Menino com Maria, Sua mãe, e, prostrando-se, O adoraram”. (Mateus 2:11). Através da humilde aparência exterior de Jesus, reconheceram a presença da Divindade. Deram-Lhe o coração como a seu Salvador, apresentando então suas dádivas — “ouro, incenso e mirra”. Que fé a sua! Como do centurião romano, mais tarde, poder-se-ia haver dito dos magos do Oriente: “Nem mesmo em Israel encontrei tanta fé”. (Mateus 8:10). [...]

Por meio dos magos, Deus chamara a atenção da nação judaica para o nascimento de Seu Filho. Suas indagações em Jerusalém, o despertar do interesse popular, e o próprio ciúme de Herodes, que forçou a atenção dos sacerdotes e rabis, dirigiu os espíritos para as profecias relativas ao Messias, e ao grande acontecimento que acabava de ocorrer.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Congresso GYC reúne milhares de jovens adventistas nos EUA


A última edição do congresso GYC (Geração de Jovens para Cristo), um movimento iniciado pela juventude adventista em busca de uma espiritualidade mais sólida e um testemunho mais efetivo, foi realizada nos Estados Unidos entre os dias 30 de dezembro de 2015 e 3 de janeiro deste ano. Pessoas de diversas nacionalidades compareceram ao evento. Ao todo, foram 56 países participantes. A solenidade, denominada “Called, Chosen, Faithful” (Chamados, eleitos e fiéis), que durou cinco dias, foi inspirada no verso 14 do capítulo 17 do livro de Apocalipse, que diz: “Estes combaterão contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, porque é o Senhor dos senhores e o Reis dos reis; vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com Ele”.

Com base nesse verso, a convenção propôs duas reflexões-chaves para os dias nos quais vivemos. A primeira é que estamos nos estágios finais do grande conflito entre as forças do bem e do mal. E a outra corrobora a vitória selada pelo Cordeiro, Jesus Cristo, para aqueles que o seguem. Em contraponto, resta àqueles que adoram o dragão uma derrota garantida.

A iniciativa visa disseminar o evangelho eterno de porta em porta através do compartilhamento de literatura religiosa. Sabe-se que essa difícil batalha desgasta o coração e a mente do ser humano. E as consequências de nossas ações são eternas. Por isso, o GYC instigou esta decisão: “A quem irei seguir? Quem irei adorar?” Para responder a essas questões, os jovens, em espírito de oração, estudaram a Palavra de Deus e exploraram o que significa em nossos dias seguir o Cordeiro e ser chamado, eleito e fiel. [...]

A edição deste ano foi considerada pelos organizadores a segunda maior de todos os tempos. Ao todo, 3.956 pessoas fizeram parte da convenção. O GYC que mais reuniu pessoas ocorreu em Houston em 2011, com 4.500 inscritos.

Maiores informações na Revista Adventista

Carta de Paulo aos cristãos do século 21


Se eu aprender inglês, espanhol, alemão ou qualquer outro idioma, mas não souber me comunicar com as pessoas, de nada vale tanto conhecimento.

Se tiver a maior nota no Enem, for aprovado no vestibular; se concluir com brilho a Universidade, for diplomado e frequentar cursos e mais cursos de aperfeiçoamento, pós-graduação, mestrado e doutorado, mas viver distante dos problemas do povo, tanto conhecimento acumulado não passará de inútil erudição.

Se moro numa grande cidade, frequento shoppings e outros pontos da moda, mas desconheço ou sou indiferente ao sofrimento dos que moram na periferia ou pelas ruas... 

Se, nas férias, a única coisa que me importa são projetos e programas de viagens fantásticas, dentro e fora do país, sem considerar a realidade dos que não podem nem mesmo sonhar, não sou um cristão verdadeiro.

Se passo meus fins de semana em festas, barzinhos e outros programas com minha turma, gastando, às vezes, numa noite, o equivalente ao salário de um trabalhador...

Se aproveito a vida sem ver a fome, o desemprego, o analfabetismo e a falta de recursos dos que estão tão próximos a mim...

Se não escuto o grito abafado que vem do menino de rua, do mendigo, do catador de papel, do aposentado e dos carentes nas filas do SUS, nas enfermarias dos hospitais, nas periferias da vida, eu não posso me considerar irmão de ninguém.

Se moro numa casa ou apartamento espaçoso e confortável, se estudo no melhor colégio, se uso a roupa e o tênis mais transados, mas não percebo que, também por causa da minha omissão, existem os que dormem sob marquises, e viadutos, os que andam de pé no chão, os que se cobrem com trapos sujos, sou apenas um belo manequim, vazio e colorido, nas vitrines da vida...

Desculpem se pareço duro e radical, mas o cristão não pode fugir aos desafios do seu tempo. Não fica de braços cruzados de boca fechada e cabeça vazia, com o coração anestesiado e insensível a tudo que o rodeia. 

Não engole a injustiça, não acha “normal” que haja desigualdades tão gritantes e absurdas no nosso mundo. O cristão tem no peito e nas mãos um Amor capaz de se indignar, mas que “não perde a ternura jamais”.

O cristão não prega ódio. Não há lugar para ódio no coração de um cristão. Ele não se desespera nem desanima diante das dificuldades e fracassos, pois sabe que para sustentá-lo existem a Fé, a Esperança e o Amor. E é com o Amor, a única arma verdadeiramente revolucionária, pois muda as coisas em profundidade, que o cristão vai à luta para construir um mundo mais justo e fraterno, tal como Deus sonhou desde sempre.

O Amor não se alegra com a injustiça, mas se regozija com a verdade...

O Amor tudo desculpa... Sem anotar nada “no caderninho” para cobrar depois...

O Amor tudo crê...

O Amor tudo espera...

O Amor tudo suporta... Porque sabe que o insuportável mesmo é viver sem Amor

O Amor jamais passará... Pois o que É não passa. O tempo do Amor é Sempre!

Um dia, o que não É, vai encontrar seu termo; profecias, conhecimento, a ciência da qual nos orgulhamos tanto, tudo desaparecerá. Mas em nós há, plantada, uma semente de eternidade. 

Quem plantou foi o Amor. E só o Amor é capaz de preencher todos os espaços, superar todos os limites, abrir todas as possibilidades. Em nós mora o amor, o desejo de amar, pois nós somos imagem e semelhança do amor que nos criou.

Quando tudo se perder nas brumas do tempo e da História, permanecerão a Fé, a Esperança e o Amor. Mas o que pode mudar tudo, a começar do meu coração, é o amor.

E o amor é a partilha do Ser e do Ter. 

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Turbine sua vida emocional em 2016


O livro best-seller nos Estados Unidos do psiquiatra M. Scott Peck, "O Caminho Menos Percorrido", trata do desenvolvimento emocional humano. Ele começa com a frase: "A vida é difícil". É? Creio ser difícil de maneiras diferentes para pessoas diferentes. Vamos pensar.

Para os pobres materialmente, a vida é difícil financeiramente. Para outros é difícil porque nasceram com déficit cerebral que favorece o surgimento de transtornos mentais. Há os que experimentam dificuldade devido à doenças incuráveis, bem limitadoras, como paralisias, ausência de algum órgão, deficiência visual, auditiva, etc. E a vida pode ser difícil para pessoas que, ainda que ricas materialmente, sentem um vazio existencial. 

Dr. Scott Peck comenta em seu livro sobre o fato de jovens aprenderem na escola matemática, geografia, história, biologia, química, física, línguas estrangeiras, etc., e não lhes ser ensinado a lidar com suas próprias emoções! Um dos fundamentos do pensamento pós-moderno vigente, praticado numa maioria de países, pela maioria das pessoas é: "Se me sinto bem, então vale à pena"! O que vale é como a pessoa se sente, e isto depende das emoções. Consegue ver o perigo disto? 

Leigh M. Vaillant, psiquiatra professora de Harvard, com quem troquei ideias sobre angústia humana, em seu livro " Changing Character", explica que o desafio para a saúde mental é "ter as emoções sem deixar que as emoções tenham você". Isto corresponde às ideias de Daniel Goleman sobre "inteligência emocional", e ao conceito de Diana Fosha, Ph.D., da Universidade Adelphi nos EUA, sobre "competência emocional". É bem diferente ter competência no mercado de trabalho e ter competência emocional. Uma coisa não vem obrigatoriamente ligada à outra. Para adquirir competência emocional temos que lutar por isto, buscar ativamente este crescimento, aprender a administrar nossas emoções.

Você já viu em algum currículo de alguma escola, curso, pós-graduação, mestrado, doutorado, pós-doutorado uma disciplina chamada "Administração de Emoções"? Eu nunca vi. Sabia que a Bíblia ensina isto? O conceito bíblico de comportamento saudável envolve o aprendizado do controle emocional. Por exemplo, o "Ph.D" Paulo diz: "Irai-vos e não pequeis." Efésios 4:26. Isto é exatamente o que Leigh Vaillant explica em seu livro. O problema não é a emoção, neste caso, a raiva. Há situações na vida que geram raiva e isto é normal. A questão é: Você é dominado por ela ou a administra para não ser movido pela raiva e, assim, fazer bobagem? 

Recomendo colocar um alvo para si mesmo para o novo ano: aprender a administrar suas emoções. Não conheço ninguém, a não ser Jesus Cristo, que aprendeu isto perfeitamente. (veja Hebreus 5:8 e 9). Vale à pena tentar e não desistir. Os benefícios serão enormes para sua paz interior, relação com as pessoas e autonomia na vida no sentido de não ser jogado para aqui ou para ali pelas emoções, ou ficar dependente de remédios, psicólogos, médicos. 

Como fazer isto? 

1. Reconheça que talvez você tem estado sem controle das próprias emoções. 

2. Identifique a emoção do momento. Dê um nome a ela: É raiva? Medo? Tristeza? Alegria? Vergonha? Culpa? Compaixão? 

3. Tente entender que evento produziu este sentimento que você acabou de identificar. 

4. Use o raciocínio lógico (não depende de emoção) para verificar se este sentimento cabe na situação, ou se é exagerado. Você pode negar o sentimento e por isso concluir que não está sentindo nada, quando, na verdade, ele pode estar reprimido. Se for o caso, pense: "O que uma pessoa sentiria normalmente nesta situação?" Assim é mais fácil você admitir que tem a emoção negada num primeiro momento. 

5. Expresse (fale, verbalize) este sentimento sem ser de maneira afetada, agressiva, abusiva, para a pessoa em foco e experimente (vivencie) o sentimento sem medo dele, sem fugir dele com álcool, outras drogas, excesso de trabalho, sexo, compras, viagens, etc. (ver 1 Coríntios 10:13). 

6. Não tenha medo do sentimento, seja medo, angústia, tristeza, culpa, vergonha. O sentimento não é você. Você é maior que ele e pode pensar sobre ele. 

7. Leia bons livros sobre o assunto, assista palestras sobre este tema, converse com pessoas interessadas nisto. 

Administrar a emoção envolve dar dois passos para trás em sua mente, olhar a si como expectador, e pensar no que sente. Sem este exercício, a emoção domina você. Com ele você pode ter a emoção sem deixar que ela tenha você. 

Bom Ano Novo com melhor controle emocional! 

Will Smith interpreta médico cristão em filme "Um homem entre gigantes"


O ator Will Smith está em cartaz, nos Estados Unidos, no filme “Concussion” (título no Brasil "Um homem entre gigantes"), em que interpreta o médico neuropatologista Bennet Omalu, um cristão nigeriano que ficou conhecido por importantes descobertas científicas.

Bennet Omalu descobriu a encefalopatia traumática crônica (CTE na sigla em inglês), doença degenerativa encontrada em número elevado em ex-jogadores da NFL (liga de futebol americano) e que é cada vez mais associada aos traumas das pancadas na cabeça sofridas por eles durante as partidas. Quando descobriu a causa da CTE nos ex-jogadores, Omalu tentou avisar a liga várias vezes sobre o perigo da doença, mas os responsáveis pelo esporte demoraram para reconhecer a gravidade do problema.

Recentemente, Smith contou que as vezes que sua avó o levou à igreja na infância contribuíram fortemente para a composição de seu papel no filme: “Minha avó era realmente a minha ligação com Deus. Ela foi minha professora espiritual”, disse ao Christian Post. Para o ator, sua avó é “a pessoa mais correta espiritualmente que eu já conheci na minha vida”.

No papel, o ator precisou mesclar suas experiências de fé com estudos sobre a ciência para compor o personagem, pois Omalu é conhecido por destacar que a linha que divide a fé e a ciência é inexistente: “[Elas] caminham juntas”, disse Omalu ao site RNS. “Elas não são antagônicos entre si. Existe a humanidade da ciência. A ciência busca a verdade. A fé procura a verdade. Portanto, há um traço comum entre ciência e fé”.

Para o neuropatologista Bennet Omalu, a interpretação de Will Smith como cristão no filme é bastante convincente: “Estou feliz quando ouço as pessoas dizerem ‘isto é o melhor que ele [Smith] tem feito’, porque foi esse mesmo espírito de Deus”, afirmou. “É por isso que eu quero todo mundo veja esse filme, cada cristão deve ir ver esse filme, porque quando você está saindo da sala depois de vê-lo, você vai estar muito orgulho de nossa fé como cristãos”, concluiu.

Assista ao trailer do filme, que estreou no dia 25 de dezembro nos Estados Unidos e tem previsão de estreia no Brasil para 3 de março de 2016:




Com informações de Gospel+