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quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Greta Thunberg é eleita 'Pessoa do Ano' pela revista Time

A ativista sueca Greta Thunberg, de 16 anos, foi eleita 'Pessoa do Ano' pela revista "Time" nesta quarta-feira (11). Ela ganhou fama e inspirou movimentos estudantis na luta contra o aquecimento global e em defesa da natureza. A estudante é a mais jovem a ser indicada individualmente ao título.

Em 2018, Greta deixou de ir a aulas nas sextas-feiras em Estocolmo para protestar contra o aquecimento global. O ato solitário ganhou apoio nas redes sociais e se tornou uma campanha mundial conhecida como "Fridays For Future" (ou 'Sexta-feiras pelo Futuro', em tradução livre).

Ela já discursou eventos internacionais como a Cúpula do Clima (Nova York), Conferência do Clima da ONU e o Fórum Econômico Mundial.

Em março deste ano, em entrevista ao G1, Greta afirmou que poucos adultos estão escutando as demandas dos jovens. "Eles estão ocupados fazendo outras coisas para serem reeleitos", disse ela.

Até 2019, a pessoa mais jovem a ser indicada ao título de 'Pessoa do Ano' tinha sido o pioneiro americano da aviação Charles Lindbergh que, em 1927, tinha 25 anos.

Greta apareceu na lista de termos mais procurados no Google em 2019. Ela ficou sétimo lugar na categoria "nomes" mais buscados no mundo.

'Pirralha'
Um dia antes de Greta ser nomeada “Pessoa do Ano”, o presidente Jair Bolsonaro criticou o espaço dado pela imprensa para a ativista, a quem chamou de “pirralha”.

Isso porque, no sábado (7), Greta compartilhou um vídeo sobre as mortes dos indígenas brasileiros e escreveu que esses povos são assassinados ao tentar proteger a floresta do desmatamento ilegal.

"A Greta já falou que os índios morreram porque estavam defendendo a Amazônia. É impressionante a imprensa dar espaço para uma pirralha dessa aí, pirralha", declarou o presidente.

Horas depois da fala do presidente brasileiro, Greta mudou a sua apresentação no Twitter para "Pirralha".

Trajetória de Greta
- Ela conta que aos 8 anos, na escola, ouviu falar pela 1ª vez sobre aquecimento global e disse ter ficado assustada com a falta de ação dos adultos.

- Ela conta que o temor em relação ao meio ambiente foi um dos fatores em um período depressivo, no qual deixou de ir à escola por um tempo.

- Aos 11 anos, ela foi diagnosticada com Asperger, um tipo de autismo. Ela diz que essa condição é chave em seu modo de agir e interpretar o mundo.

- Depois de pesquisar e convencer os pais sobre a crise climática, a estudante começou em 2018 a deixar de ir a aulas nas sextas para protestar.

-Ato solitário ganhou apoio nas redes sociais e foi seguido pelo mundo sob o nome de "Fridays For Future".

- Greta já discursou eventos internacionais como a COP24, a Conferência do Clima da ONU, e o Fórum Econômico Mundial.

Escolhidos em outros anos
A revista Time explica que, anualmente, solicita aos editores para que escolham uma pessoa que teve maior impacto nas notícias, boas ou más.

No ano passado, a Time escolheu jornalistas mortos e presos como “Pessoa do Ano” — em alguns casos, mais de um indivíduo recebe o título. Veja quem recebeu a homenagem da revista nos anos anteriores:

2018: Jornalistas mortos e presos
2017: Movimento de mulheres que denunciou assédio sexual
2016: Donald Trump, eleito naquele ano presidente dos EUA
2015: Angela Merkel, chanceler Alemanha
2014: Equipes de saúde que combatem o ebola
2013: Papa Francisco
2012: Barack Obama, reeleito presidente dos EUA naquele ano
2011: Manifestantes dos protestos que ocorreram naquele ano, como primavera árabe
2010: Mark Zuckerberg, fundador do Facebook

[Com informações de G1]

Nota do blog: Em tempos de discussão sobre mudanças climáticas, aquecimento global e outros temas, vejamos o que pensa a Igreja Adventista sobre cuidado do meio ambiente.

Os adventistas do sétimo dia, em nível mundial, já possuem declarações a favor da preservação do meio ambiente, mas sempre sob a ótica de preservação daquilo que Deus criou.

Na série Falando de Esperança, produzida pela Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Sul, o presidente da Igreja, pastor Erton Köhler, explica qual é o posicionamento da organização em relação ao assunto de preservação do meio ambiente e menciona preocupações relacionadas a aquecimento global e mudanças climáticas. “Estamos vendo tudo isso acontecer e o que temos individualmente para buscar o equilíbrio? Somos cristãos e é nosso dever cuidar da obra da criação de Deus. Para nós, essa é a principal motivação para cuidar do ambiente em que vivemos. Deus fez tudo e disse que era bom, mas, além disso, ordenou que o homem cuidasse do Jardim do Éden”.

Em 1995, em uma reunião administrativa mundial da Igreja Adventista, o tema de mudanças climáticas já havia sido objeto de debate. Ao final da discussão, ocorrida nos Estados Unidos, algumas declarações foram dadas oficialmente. Os adventistas se manifestaram e disseram que algumas medidas são necessárias para evitar os riscos desse fenômeno: cumprimento do acordo assinado no Rio de Janeiro (Convenção de 1992 sobre Mudanças Climáticas) a fim de estabilizar as emissões de dióxido de carbono por volta do ano 2000 a níveis de 1990; estabelecimento de planos para maiores reduções das emissões de dióxido de carbono após o ano 2000 e início de debates públicos mais eficazes sobre os riscos das mudanças climáticas.

Vejamos mais alguns trechos de duas declarações da Igreja Adventista sobre o meio ambiente:

"O mundo no qual vivemos é uma dádiva de amor do Deus Criador, que “fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Apocalipse 14:7; 11:17-18). Nesta criação, colocou os humanos, criados intencionalmente para relacionarem-se com Ele, com as outras pessoas e com o mundo ao redor. Assim, os adventistas do sétimo dia mantêm que a preservação e manutenção da criação estão intimamente relacionadas com o culto a Ele. [...]

A decisão humana de desobedecer a Deus interrompeu a ordem original da criação, resultando em uma desarmonia alheia a Seus propósitos. Desta forma, nossa atmosfera e águas estão poluídas, as florestas e a vida selvagem saqueadas, os recursos naturais esgotados. [...]

Os adventistas do sétimo dia estão comissionados a um relacionamento respeitoso e cooperativo entre as pessoas, reconhecendo nossa origem comum e compreendendo a dignidade humana como uma dádiva do Criador. Uma vez que a miséria humana e a degradação do meio ambiente estão inter-relacionadas, nós nos empenhamos por melhorar a qualidade de vida de todas as pessoas. Nosso objetivo é manter um crescimento dos recursos atendendo concomitantemente às necessidades humanas.

O verdadeiro progresso quanto a cuidar de nosso ambiente natural recai sobre o esforço individual e cooperativo. Nós aceitamos o desafio de trabalhar em prol da restauração do desígnio global de Deus. Movidos pela fé em Deus, nós nos comprometemos a promover o progresso que se revela nos níveis pessoal e ambiental em pessoas íntegras e dedicadas a servir a Deus e a humanidade.

Neste compromisso confirmamos ser mordomos para com a criação de Deus e cremos que a restauração total se concretizará apenas quando Deus fizer novas todas as coisas."

Esta declaração foi aprovada e votada pela Associação Geral do Comitê Executivo dos Adventistas do Sétimo Dia na sessão do Concílio Anual em Silver Spring, Maryland, EUA, 12 de outubro de 1992.

"Os adventistas do sétimo dia creem que a espécie humana foi criada à imagem de Deus, assim representando a Deus como Seus mordomos, para dominar o ambiente natural de uma maneira fiel e frutífera.

Infelizmente, a corrupção e a exploração podem ser atribuídas à responsabilidade humana. Homens e mulheres têm se envolvido cada vez mais em uma destruição megalomaníaca dos recursos naturais, resultando em grande sofrimento, descontrole ambiental e ameaça da mudança climática. Conquanto a pesquisa científica precise continuar, as evidências confirmam que a crescente emissão de gases destrutivos, a diminuição da camada protetora de ozônio, a destruição maciça das florestas americanas e o chamado efeito estufa, estão ameaçando o ecossistema terrestre.

Estes problemas são, em sua maioria, devidos ao egoísmo humano e à egocêntrica atividade para obter mais e mais por meio do aumento da produtividade, do consumo ilimitado e do esgotamento de recursos não-renováveis. A causa da crise ecológica está na ganância humana e na opção de não praticar a boa e fiel mordomia dentro dos limites divinos da criação.

Os adventistas do sétimo dia defendem um estilo de vida simples e saudável, onde as pessoas não participam da rotina do consumismo desenfreado, da obtenção de posses e da produção exagerada de lixo. É necessário que haja respeito pela criação, restrição no uso dos recursos naturais, reavaliação das necessidades e reiteração da dignidade da vida criada.

Esta declaração foi aprovada e votada pela Comissão Administrativa da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia (ADCOM) e foi liberada pelo gabinete do presidente, Robert S. Folkenberg, na sessão da Associação Geral em Utrecht, Holanda, de 29 de junho a 8 de julho de 1995.

Ellen G. White também foi uma forte defensora do cuidado com o meio ambiente. Sua consciência ambiental veio de duas fontes: as Escrituras e a inspiração vinda de Deus.

"Mas o que sobre todas as demais considerações deve levar-nos a apreciar a Bíblia é que nela está revelada aos homens a vontade de Deus. Ali aprendemos o objetivo de nossa criação e os meios pelos quais esse objetivo pode ser atingido. Aprendemos a melhorar sabiamente a presente vida, e a conseguir a futura." (Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, p. 53)

Em relação à poluição atmosférica, ela afirmou: 

"O ambiente material das cidades constitui muitas vezes um perigo para a saúde. O estar constantemente sujeito ao contato com doenças, o predomínio de ar poluído, água e alimento impuros, as habitações apinhadas, obscuras e insalubres, são alguns dos males a enfrentar." (A Ciência do Bom Viver, p. 365)

Adão e Eva perderam o ambiente perfeito do Éden por causa do pecado. Estamos novamente correndo o risco de perder o nosso meio ambiente por causa dos pecados do materialismo, ganância, poluição e desprezo dos recursos ambientais. Em Cristo, podemos ser restaurados à imagem de Deus, uns com os outros e com a natureza. O cristão não deve olhar só para a frente, para a restauração final da Terra ao seu estado original, mas também honrar a Deus hoje, cuidando de forma responsável do planeta que Ele lhe confiou.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Time elege 'pessoa do ano' mulheres que quebraram o silêncio

A tradicional publicação da revista norte-americana Time para a pessoa do ano ganhou uma novidade neste ano: em 2017, as verdadeiras pessoas do ano foram aquelas que “quebraram o silêncio”. A revista decidiu condecorar as várias mulheres que foram protagonistas na luta contra a misoginia na indústria do entretenimento e apostaram suas carreiras para denunciar criminosos que seguiam impunes há décadas.

A revista nomeou as mulheres que se posicionaram contra a cultura do assédio em Hollywood como as “quebradoras de silêncio”. Entre elas estão Tarana Burke (que começou a campanha #MeToo ainda em 2006), as atrizes Alyssa Milano e Ashley Judd (uma das primeiras a denunciarem Harvey Weinstein) e a cantora Taylor Swift (que processou um radialista após ser assediada). Outros nomes também estamparam a capa da revista como Susan Fowler, Adama Iwu, Isabel Pascual e Rose McGowan. Todas essas mulheres implementaram ações de combate ao assédio de alguma forma ao longo do ano.

Edward Felsenthal, editor-chefe da revista, contou ao programa Today Show as razões que corroboraram esta edição da publicação. “A ação das mulheres na nossa capa, junto com centenas de outras mulheres, e muito homens também, lançaram em alta velocidade uma das maiores mudanças culturais desde 1960. A ideia de que pessoas inspiradoras podem mudar a forma do mundo não poderia ser mais importante nos dias de hoje”, afirmou.

Após as “quebradoras de silêncio”, a revista Time elegeu Donald Trump como a segunda pessoa de mais importância no ano pela sua vitória na corrida eleitoral norte-americana. (Correio Braziliense)

Nota: Conheça o projeto Quebrando o Silêncio, que existe desde 2002 e é mantido pela Igreja Adventista do Sétimo Dia. Tem o objetivo de ajudar a diminuir a violência doméstica praticada contra mulheres, crianças e idosos. O projeto produz duas revistas informativas (uma voltada aos adultos com artigos e orientações e outra em linguagem infanto-juvenil) e um site (www.quebrandoosilencio.org).

Em 2017, o projeto Quebrando o Silêncio enfatizou a violência sexual, especificamente o estupro, como objeto de discussão. A coordenadora sul-americana do Quebrando o Silêncio, Marli Peyerl, explica que a intenção da campanha desse ano é alertar, principalmente, mulheres jovens solteiras e mães sobre a relação dos estupros e abusos sexuais na infância com o uso de drogas, os efeitos disso emocionalmente e espiritualmente e como é possível criar meios de proteção no lar. “Nosso trabalho educacional consiste em mobilizar nossa rede de igrejas, escolas e voluntários para ajudar a conscientizar pessoas sobre os riscos enormes que o estupro provoca na vida das pessoas. Sem falar que, evidentemente, trata-se de crime e precisa ser denunciado como tal. Nossa campanha é um permanente alerta para que as pessoas não sufoquem o grito de dor que sentem por conta de algum tipo de abuso sexual”, afirma.

Como denunciar — Por meio do telefone 100, é possível denunciar violência de qualquer tipo. O serviço funciona das 8 às 22 horas, inclusive finais de semana e feriados. O governo federal também mantém uma central gratuita para recebimento de denúncias de casos de violência contra a mulher, o Ligue 180. O atendimento é oferecido 24 horas por dia, todos os dias. É possível enviar e-mail pelo disquedenuncia@sdh.gov.br.

O prof. Leandro Quadros também comenta sobre esse assunto no vídeo abaixo:

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Testemunho de médicos adventistas é destaque na revista Vogue Brasil


O estilo de vida saudável, ensinado pelos adventistas desde o século XIX, encontra amparo em diferentes pesquisas científicas. Ao mesmo tempo, chama a atenção de publicações diferentes. Foi o caso da edição de novembro da revista Vogue Brasil que destacou, na reportagem intitulada Mudança de hábito, as orientações de saúde dadas por clínica em que trabalham dois médicos adventistas.

A reportagem, assinada por Ana Carolina Ralston, relata o testemunho de vida do casal de profissionais da Medicina Luiz Fernando Sella e Daniela Kanno. Sella lembrou do período em que passou a adotar hábitos saudáveis e perdeu 17 quilos em três meses sem uso de medicamentos. Ele e a esposa devem isso ao entendimento da saúde como algo mais amplo que envolve mudança na alimentação, prática de exercícios, repouso adequado, entre outras atitudes. “Hoje o que mais mata são as doenças que nascem de um estilo de vida nocivo, causadas pelo estresse e pela falta de exercício físico”, disse Daniela à reportagem da Vogue Brasil.

A matéria cita, ainda, o livro A ciência do bom viver, de autoria de Ellen White, como uma publicação que defende a união entre o cuidado da saúde física e espiritual.

Vogue é considerada a revista feminina de moda mais influente do mundo e é publicada desde 1892 em 21 países. No Brasil, o periódico existe desde 1975. [Com informações da ASN]

Veja o conteúdo da publicação:

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Revista Vida e Saúde lança portal na internet


A revista Vida e Saúde, a mais antiga do Brasil a divulgar o estilo de vida saudável, está também agora no mundo digital. É isso mesmo! Acessando www.revistavidaesaude.com.br, você encontra a mesma qualidade das páginas impressas nas páginas da internet. Além da história e da filosofia editorial da revista, algumas das seções já conhecidas na versão em papel estão presentes ali. Uma em especial chama bastante a atenção: “Receitas”. No site da revista você encontra muitas delas, com o passo a passo para tornar sua dieta mais saborosa e promotora de grande bem-estar.

Em “Sala de Espera”, você entra em contato com as novidades do mundo científico voltado para a saúde. Em “Dica de Leitura”, você descobre novas possibilidades de aumentar sua biblioteca com temas atuais e interessantes do universo da saúde. “Vida Plena” é a seção que convida a pensar a vida um pouco além; uma reflexão que compreende toda a transcendência do existir. “Destaque” traz reportagens de capa, matérias especiais sobre os principais assuntos do campo científico e do campo da saúde. A “TV VS” é um elemento extra do site. Entrevistas, vídeos com dicas de atividade física e até mesmo outras receitas compõem o espaço.

O site oferece ainda a você, leitor e internauta, a chance de aparecer na seção #EstiloVidaeSaúde. Se você tem algum hábito saudável ou vai participar de um evento (na sua cidade ou em outro lugar), ou mesmo se sua cidade estiver promovendo algo desse tipo, envie-nos um breve relato com imagem (vidaesaude@cpb.com.br). Sua foto (pode até ser um selfie) e seu relato podem ser selecionados e publicados no site. Você também pode comentar as notícias e as matérias, deixando sua opinião ou fazendo algum questionamento. Será um prazer interagir com você!

Sobre a revista
A revista Vida e Saúde circula ininterruptamente no Brasil desde 1939. Ela é composta por 52 páginas coloridas divididas em seções, na maioria fixas, que divulgam a ciência com o viés da saúde preventiva. Apoiada na reeducação alimentar e na atividade física, a revista VS tem trabalhado para a construção de uma mentalidade brasileira pró-saúde, há quase 80 anos.

Ágata Lemos (via Revista Adventista)

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Revista Veja, geração Z, gênero neutro e a sexualidade fluida

A capa da revista Veja desta semana é um retrato perfeito dos tempos em que vivemos, de uma geração definida pela indefinição, como bem definiu o amigo Odailson Fonseca. O título interno da matéria é “Amigues para sempre”, numa referência ao tal “gênero neutro”, que faz com que certas palavras terminem em “e” para suprimir os “a” e “o”, relacionados a mulher e homem. 

O texto diz que, “se voltassem hoje ao mundo dos vivos, o escritor Álvares de Azevedo, o poeta Manuel Bandeira e o e­x-pr­esidente Floriano Peixoto estranhariam muitas coisas. E uma delas seria o cabeçalho da prova de biologia aplicada no ano passado no colégio em que eles estudaram, o Pedro II, no Rio de Janeiro, o terceiro mais antigo em atividade no Brasil. Ao lado do campo a ser preenchido com o nome de cada estudante, a prova trazia a palavra alunx, em vez de ‘aluno’ ou ‘aluna’. Todos na classe conheciam o significado daquele xis. 

Em mensagens trocadas nas redes sociais, jovens e adolescentes usam a letra, assim como o ‘e’, para suprimir a identificação masculina ou feminina em palavras como ‘amigx’ ou ‘queridx’ – na versão com ‘e’, mais pronunciável, ‘amigue’ ou ‘queride’. É o chamado gênero neutro, utilizado basicamente em duas situações: a pedido, quando o outro diz que quer ser tratado assim, ou por iniciativa de quem escreve – e prefere não cravar se o destinatário é homem, mulher, e assim por diante.”

Por que “assim por diante”? Porque não são mais apenas dois gêneros, atualmente. “No Brasil, o Facebook acrescentou, em março passado, no espaço destinado à identificação do usuário, dezessete novas opções de gênero, além do masculino e feminino. Nos Estados Unidos são mais de cinquenta. A lista inclui cross gender, sem gênero e ainda uma alternativa para personalizar a resposta”, informa a Veja.

Mencionando dados de um levantamento da agência de publicidade J. Walter Thompson, a matéria dá conta de que 76% dos jovens brasileiros não dão importância à orientação sexual dos outros e 82% concordam que as pessoas devem explorar mais a própria sexualidade. Outra pesquisa, coordenada pela psicóloga Luciana Mutti, em Porto Alegre, revelou que 20% dos adolescentes entrevistados já haviam tido relações com pessoas de ambos os sexos.

Veja explica que, para a chamada geração Z, a sexualidade é fluida e as preferências nessa área podem mudar ao longo da vida. “Um indivíduo do sexo masculino, por exemplo, pode passar boa parte da existência sentindo-se atraído por outros indivíduos do sexo masculino e mais tarde mudar de ideia – o que não necessariamente quer dizer que começará a gostar de mulheres.”

Embora essas mudanças sociais assustem pela velocidade com que vêm se processando, a gênese delas é algo que vem lá de trás na História. Na verdade, este cenário atual só foi possível porque a corrosão de certos paradigmas e valores e de uma cosmovisão vem ocorrendo há muito tempo. Os pilares da tradição judaico-cristã tiveram que ser chutados (ou reinterpretados por cristãos liberais) a fim de que se pudesse defender a ideia de que gênero é, antes de tudo, uma construção social, não uma criação de Deus. A Bíblia deixa bem claro no primeiro capítulo de seu primeiro livro (o Gênesis) que um casal é composto por um homem e uma mulher, e que o casamento é a união íntima desses dois seres diferentes numa relação heterossexual monogâmica e de fidelidade.

O abandono da cosmovisão criacionista, inclusive por parte de muitos cristãos, levou a este estado de coisas. A mitologização do relato da criação tornou tudo “fluido” (a la Bauman). Relativizou tudo e tornou válido o vale-tudo. É o mundo das certezas incertas; dos fundamentos de areia movediça. Aonde vamos parar com essa perda de referenciais absolutos? Alguma sociedade pode sobreviver assim?

O curioso é que, embora preguem a tolerância, os defensores dos múltiplos gêneros não toleram críticas. E a chamada da capa da Veja desta semana é prova disso. Ela diz, embaixo da palavra vendável em letras garrafais “Sexo”: “Na revolução de costumes da geração z, eles e elas se dizem ‘neutros’ e ‘a sexualidade é fluida’... E você não tem nada com isso!”

Então só me resta aceitar tudo? Não posso nem dar minha opinião? Não tenho nada com a vida dos outros, mas eles podem criticar minha religião e me chamar de fundamentalista porque sou criacionista e defendo o casamento heterossexual? Que tolerância é essa que só tem uma via de mão única? A sociedade do “livre pensar” não quer que eu pense diferentemente do zeitgeist reinante!

É claro que o assunto é muito mais complexo do que isso. É claro que nascem pessoas geneticamente pertencentes a um gênero, mas que possuem características físicas de outro. É claro que há homens e mulheres que, por uma série de fatores e motivos, acabam tendo ou desenvolvendo atração por pessoas do mesmo sexo. Mas daí a dizer que tudo isso é normal e proibir essas pessoas de buscar uma solução que não passe pela simples aceitação do “fato”, é muita intolerância.

O cristão não pode e não deve ser homofóbico, porque não pode e não deve hostilizar qualquer tipo de pessoa. O cristão não pode e não deve forçar ninguém a nada e precisa respeitar a decisão dos outros, já que o próprio Deus os respeita. Só não me venham dizer que eu não tenho nada a ver com esse assunto! Só não me venham empurrar para o gueto dos ditos preconceituosos (coisa que não sou) nem me amordaçar, porque, quando isso acontecer (e, infelizmente, vai), aí teremos perdido todos os traços de civilidade e teremos nos transformado numa nova Sodoma, com pessoas se entregando às suas paixões e desejos desenfreados, com o apoio da mídia e das autoridades – se é que elas ainda terão alguma autoridade.

Não sei se Julian Huxley disse isto mesmo, mas a frase é mais do que verdadeira: “A razão de nos lançarmos sobre a Origem das Espécies é que a ideia de Deus interfere com nossos hábitos sexuais.” O mundo se tornou complexo. Estamos cortando o galho em que estamos sentados. Sem fundamentos, as paredes caem. Daqui a pouco, só sobrarão os escombros de uma sociedade perdida; de um mundo sem rumo.

Lamento lhes dizer, “amigues”, mas isso não será para sempre...


Leia também "Sexo neutro" por Rafael Rossi

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Charlie Hebdo estampa 'Deus assassino' um ano após atentado ao jornal


Em memória do atentado de 7 de janeiro do ano passado, o semanário satírico francês Charlie Hebdo publica nesta quarta-feira (6) um número especial, que trará na capa a charge de um deus barbudo, com um Kalashnikov e com a veste ensanguentada. O título: “1 ano depois, o assassino ainda corre”. O número terá uma tiragem de quase um milhão de exemplares, e vários deles serão enviados para diferentes países. A edição contará com um caderno de charges das vítimas - Charb, Honoré, Cabu, Wolinski e Tignous, cartunistas mortos em 7 de janeiro por dois radicais -, assim como de outros profissionais, além de mensagens de apoio de várias personalidades. O atentado deixou 12 mortos. Entre os colaboradores externos, estão a ministra francesa da Cultura, Fleur Pellerin; atrizes, como Isabelle Adjani, Charlotte Gainsbourg e Juliette Binoche; intelectuais, como Élisabeth Badinter, a bengalesa Taslima Nasreen e o americano Russell Banks; e o músico Ibrahim Maalouf. 

O cartunista Riss, atual diretor do veículo, gravemente ferido em 7 de janeiro de 2015, assina um editorial com uma ferrenha defesa da laicidade e denuncia os “fanáticos alienados pelo Alcorão” e “devotos de outras religiões” que queriam a morte da publicação por “ousar rir do religioso”. “As convicções dos ateus e dos laicos podem mover mais montanhas do que a fé dos crentes”, escreve.

Hoje, o semanário tem tiragem de cerca de 100 mil exemplares em bancas e, destes, pelo menos 10 mil são distribuídos no exterior. A revista conta com 183 mil assinantes. (G1 Notícias)

Nota de Michelson Borges em Criacionismo: "A liberdade de expressão não deve ser desculpa para o desrespeito. Colocar uma representação de Deus com uma arma na capa de uma revista é querer atribuir ao Criador uma culpa que Ele não tem. Como se Santos Dumont fosse culpado pelos bombardeios aéreos por ter inventado o avião. Deus não é culpado pelos atos cruéis de pretensos religiosos. E “devotos de outras religiões” não são fanáticos ou intolerantes ou fundamentalistas pelo simples fato de ser devotos. Cristãos devotos que realmente entenderam a mensagem de Jesus estão dispostos a morrer pelo próximo e pela verdade que defendem, nunca a matar por isso. Em nome da laicidade e da liberdade, o pessoal da Charlie Hebdo demonstra quase tanta intolerância quanto a daqueles que condenam. E isso não leva a nada – ou melhor, leva a mais ódio e violência."

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Revista Quebrando o Silêncio ganha versão para adolescentes

Veja a versão digital da Revista Quebrando o Silêncio Teen
A campanha Quebrando o Silêncio tem agora um novo material direcionado para adolescentes. A revista Quebrando o Silêncio Teen apresenta assuntos pertinentes sobre a prevenção do abuso e de todos os tipos de violência num visual e linguagem específica para a faixa etária dos 10 aos 18 anos. A versão é uma iniciativa da União Sul Brasileira da Igreja Adventista do Sétimo Dia, que administra a instituição na Região Sul do país. Segundo a idealizadora da publicação e coordenadora do projeto na região, Denise Lopes, a revista deve ter tiragem de 200 mil.

Com 26 páginas, o impresso apresenta artigos que expõem os danos da violência física, psicológica, sexual e a negligência. Os problemas enfrentados pelo público alvo são abordados na revista, como: bullying, atividade sexual precoce, diálogo com os pais e comportamento nas redes sociais. Além da conscientização, a publicação estimula a denúncia e reforça os meios pelos quais as vítimas podem buscar ajuda.

A Quebrando o Silêncio Teen foi elaborada com o apoio de um grupo de adolescentes sob o acompanhamento da professora Rosana Griesbach. Para Denise, a revista é um “sonho que nasceu no coração de várias pessoas. Posso ver a maneira como o Senhor conduziu cada parte da elaboração deste material. Nosso objetivo é que a revista chegue nas mãos de quem precisa. Ela está disponível a qualquer entidade religiosa, educacional, social que deseja adquiri-la”.

Os interessados em obter a revista a preço de custo podem entrar em contato com Aletheia ou Denise pelo telefone (41) 3217-7700.

Com informações da ASN

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

2014: O ano em que mais cristãos foram martirizados por amor a Cristo


A Revista Veja dessa semana publicou a notícia que 2014 foi o ano da era moderna em que mais cristãos foram martirizados por amor a Cristo. Segundo as estatísticas, mais de 100 mil cristãos são assassinados por ano no mundo, o que faz com que o Cristianismo seja a religião mais perseguida do Planeta. O número de cristãos perseguidos no mundo chega a 150 milhões. (Veja | Epoch Times)

Pois é, diante de tamanha insanidade, resta-nos lembrar das palavras do nosso Senhor que no seu sermão profético afirmou: "Depois vocês serão presos e entregues para serem maltratados e vocês serão mortos. Todos os odiarão por serem meus seguidores." (Mateus 24:9 - NTLH)

Diante de números tão avassaladores, rogo ao Deus Eterno que possa fortalecer sua igreja espalhada pelo mundo, bem como de forma graciosa conceder àqueles que por Cristo tem sofrido, força suficiente para testemunhar do amor e da beleza do Evangelho.

“Porque para mim tenho por certo, que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós.” (Romanos 8:18)

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Turma da Mônica traz versão espírita do Evangelho


Há mais de 50 anos o cartunista Mauricio de Sousa faz sucesso com as histórias de sua Turma da Mônica. Os personagens mais famosos dos quadrinhos brasileiros foram vistos nas mais diversas situações. Quem acompanha o material, que ainda faz muito sucesso entre as crianças, já deve ter reparado que nas tirinhas do personagem Penadinho não é raro encontrar referências a doutrinas espíritas como reencarnação e comunicação com os mortos.

Agora, os personagens Penadinho e Anjinho, que sempre falam de temáticas espirituais, juntam-se a Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali em histórias de cunho declaradamente espírita. No dia 13 de dezembro será lançado um livro de 64 paginas, e custa 30 reais. As histórias tem roteiro do peruano Luis Hu Rivas e do baiano Alã Mitchell, defensores do espiritismo. O que chama mais atenção é que uma delas foi escrita pelo próprio Maurício de Souza.

Com o título de Meu pequeno evangelho, o material é uma parceria com a editora Boa Nova. Segundo seus criadores, “Meu Pequeno Evangelho traz lindas mensagens de amor, caridade e humildade”. Destacam ainda que a narrativa é conduzida por André, personagem criado especialmente para a ocasião e “que vai apresentar para as crianças conceitos do Evangelho que todos podemos usar no dia a dia, independentemente da religião que praticam”.

Quem conhece as obras de Chico Xavier, maior expoente do espiritismo brasileiro, sabe que André era o nome dado ao espírito que mais lhe “ditou” as obras psicografadas por ele.


Com informações de Felipe Patury | Boa Nova | Gospel Prime

Nota: Ellen White escreveu: “O espiritismo está prestes a cativar o mundo. Muitos há que julgam ser o espiritismo mantido por truques e imposturas, mas isto está longe da verdade. Um poder sobre-humano está operando de várias maneiras, e poucos têm a ideia do que será a manifestação do espiritismo no futuro” (Evangelismo, p. 603, 604). Essa intensa propaganda espírita na TV, no cinema e agora nos quadrinhos, não é outra coisa senão o esforço do mal profetizado há mais de cem anos. É evidência incontestável de que o fim se aproxima. Basta lembrar que há apenas 60 anos o espiritismo era crime no Brasil... Hoje o país se curva ante o poder sedutor dessa doutrina que afasta as pessoas de Jesus e as aproxima dos “espíritos”. Oremos e trabalhemos pelos espíritas sinceros, para que vejam a verdadeira luz (Salmo 119:105).

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Revista Adventista lança edição gratuita para mostrar sua nova cara

As reformulações fazem parte da trajetória das revistas, ainda mais quando se trata de um periódico centenário e de grande relevância para uma comunidade como a Revista Adventista. O ponto é que a partir do fim deste mês, 260 mil famílias adventistas vão receber em suas igrejas uma edição especial, gratuita e de lançamento do novo projeto gráfico e editorial da revista. Você já pode folhear o número promocional aqui: http://bit.ly/10rzbJ3.

Nesta edição de “degustação”, o leitor vai poder viajar no tempo nas gargantas do Grand Canyon e descobrir como essa formação rochosa e outras evidências científicas apontam para a intervenção de Deus na Terra. Vai poder entender um pouco também das peculiaridades do adventismo na Amazônia, o perfil do adventista brasileiro, o que aconteceu em 22 de outubro de 1844 e como explicar a demora (im)prevista para a volta de Jesus.

Essa já tem sido considerada a campanha de assinatura mais ousada da história da Revista Adventista. Não é para menos, porque as novidades são muitas. O periódico mensal terá agora mais páginas, logotipo mais limpo e elegante, fonte mais moderna e com entrelinha maior para facilitar a leitura, mais páginas para reportagens e textos interpretativos, infográficos e otimização do espaço para privilegiar o visual. A ideia é que a revista seja esteticamente mais atraente e editoralmente mais relevante.

O detalhe é que o leitor vai ter acesso a tudo isso pela metade do preço: a assinatura anual caiu de 42 reais para 24 reais. O esforço da editora Casa Publicadora Brasileira é para que nos próximos anos a revista chegue na casa de todas as famílias adventistas do Brasil. Para tanto, como meta inicial a CPB quer realizar 100 mil assinaturas até o fim de janeiro, mês em que a primeira edição estará circulando e o site e aplicativo para mobile da revista estarão disponíveis.

Até agora, a editora registra um volume de assinaturas 70% maior do que o do ano passado. A expectativa é que esses números aumentem significativamente nas próximas semanas, com a chegada da edição especial às igrejas, a exibição de um documentário sobre a revista na TV Novo Tempo no dia 28 de novembro, e a campanha massiva do projeto CPB Online de Natal, que ocorrerá no último fim de semana deste mês. Para dezembro, duas sedes administrativas da Igreja Adventista já confirmaram a realização de um mutirão de assinaturas: dia 7 na Região Centro-Oeste e dia 14 na Bahia e Sergipe.

A Revista Adventista é o órgão geral dos adventistas no Brasil há mais de 100 anos e pode ser adquirida em uma das 13 livrarias da Casa Publicadora Brasileira, nas sedes administrativas da Igreja Adventista, pelo telefone 0800-9790606 ou pelo site www.cpb.com.br. No Twitter você pode seguir a revista pelo perfil www.twitter.com/rev_adventista e acessar gratuitamente seu acervo histórico no endereço www.revistaadventista.com.br.

Lista da "Forbes" 2014 de pessoas mais poderosas e as Listas da Bíblia


O presidente da Rússia, Vladimir Putin, foi apontado pela revista “Forbes” pelo segundo ano seguido como a pessoa mais poderosa do mundo, superando novamente o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

A lista, composta por 72 personalidades, manteve os cinco primeiros colocados iguais a 2013: em terceiro lugar está o presidente da China Xi Jinping, em quarto o Papa Francisco e em quinto a chanceler alemã, Angela Merkel – considerada a mulher mais poderosa do mundo. A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, aparece em 31º lugar. Veja a lista completa (em inglês).

Na Bíblia, também há algumas listas, e, por sinal, bem mais importantes. Entre elas, encontramos a lista das pessoas que entraram na arca e se salvaram do dilúvio (Gênesis 7:7). Em Hebreus, capítulo 11, está a lista dos homens e mulheres que são chamados de heróis da fé. No capítulo 10 do livro de Mateus, encontramos a lista com os nomes dos homens que foram chamados por Jesus para serem Seus discípulos.

Só que listas, como esta dos mais poderosos do mundo, sofrem alterações todos os anos. Homens e mulheres passam o tempo todo competindo para ver quem tem mais poder. Mas, caso seu nome nunca venha a fazer parte de uma lista de poderosos, não se preocupe. Essas listas não valem nada mesmo. O que realmente tem valor é ter o nome escrito na lista dos salvos. 

Gaste a vida se esforçando para que seu nome esteja escrito no livro da vida. As pessoas que têm o nome escrito nesse livro serão vestidas com roupas brancas que simbolizam a justiça e a bondade de Jesus. O nome delas permanece ali para sempre e ninguém o tirará de lá. Além disso, Jesus as apresentará diante de Deus e dos anjos, como testemunhas vivas de Sua vitória.

"Alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos nos céus." Lucas 10:20

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Educação Adventista foi destaque em revista sobre negócios


O Colégio Adventista de Joinville, Unidade Costa e Silva, foi um dos exemplos usados pela revista Negócios & Empreendimentos numa reportagem sobre o ensino em período integral. A matéria que saiu no periódico com circulação no estado de Santa Catarina cita que a instituição adventista implantou o período integral em 2011 e oferece aos alunos aulas de inglês, italiano, libras, música, culinária, etiqueta à mesa, horta, jardinagem, artes e educação ambiental.

A reportagem menciona também a espiritualidade presente no atendimento às crianças com o chamado “momento com Deus”. No depoimento da diretora Odete Pasold, ela expressou a alegria de poder ver o resultado da filosofia da escola no bem-estar das famílias dos alunos. 

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Veja destaca trabalho evangelístico de ex-modelos adventistas


A Revista Veja SP desta semana publicou uma matéria falando a respeito do trabalho que os adventistas Luca Mendes e Flavia Marchezi estão realizando pelo Brasil e pelo mundo na divulgação do evangelho, dando palestras sobre religião e saúde

Leia o artigo: 

Ele fez desfiles para Dior, Armani e Dolce & Gabbana. Ela estrelou propagandas de perfume da Versace e posou para campanhas de lingerie. Os modelos Luca Mendes e Flavia Marchezi, ambos com 32 anos, converteram-se em 2007 à Igreja Adventista do Sétimo Dia. A partir daí, começaram a diminuir o ritmo de trabalho até abandonar a carreira, em 2013. Hoje, eles se dedicam a dar palestras sobre religião e nutrição. “Para isso, usamos os oito remédios com que Deus nos presenteia através da natureza, como água, descanso e confiança em Deus”, afirma Mendes. “Queremos ajudar as pessoas a alcançar a saúde perfeita por meio de uma reforma do estilo de vida”, completa Flavia, que não se arrepende dos tempos de ensaios de moda íntima. “Vendia o produto, não o meu corpo”, justifica. (Veja SP)
"A reforma de saúde, foi-me mostrado, é parte da terceira mensagem angélica, e está com ela tão intimamente relacionada como está o braço e a mão com o corpo humano." Conselhos sobre o Regime Alimentar, pág. 32

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Papa Francisco é eleito 'pessoa do ano' pela revista 'Time'

O Papa Francisco foi escolhido a "pessoa do ano" pela revista americana "Time".

A publicação justifica a escolha dizendo que o pontífice argentino, "com o foco na compaixão", tornou-se "uma nova voz de consciência".

Jorge Mario Bergoglio, arcebispo de Buenos Aires, foi escolhido no dia 13 de março, em um conclave, como sucessor do Papa Bento XVI – que renunciou em fevereiro, em um movimento inédito na história moderna da Igreja Católica.

Primeiro latino-americano e primeiro jesuíta a ser eleito Papa, Francisco mostrou, desde o início do pontificado, um estilo próprio, de humildade e sem pompas, em uma tentativa de reaproximar a Igreja de seus fiéis.

Francisco foi selecionado pela "Time" a partir de uma lista de dez personalidades. Depois do Papa, veio o ex-consultor da NSA (Agência de Segurança Nacional dos EUA) Edward Snowden, que revelou o programa secreto de espionagem do governo americano.

Francisco foi "uma escolha muito interessante este ano", afirmou Nancy Gibbs, editora da revista Time, ao anunciar o nome no canal NBC. "Ele mudou o tom, a percepção e o enfoque de uma das maiores instituições do mundo com um extraordinário peso", disse.

A prestigiosa revista elege a personalidade do ano desde 1927.

Entre os cinco finalistas estavam ainda a americana Edith Windsor, que venceu um caso na Suprema Corte do país sobre os direitos dos casais homossexuais; o presidente sírio Bashar al-Assad, que permanece no poder apesar das pressões internacionais; e o senador americano Ted Cruz, responsável pela estratégia republicana para forçar a paralisação do governo federal há alguns meses.

No ano passado, o escolhido havia sido o presidente americano Barack Obama.

Fonte: G1 Globo

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Jovem advogada adventista testemunha na revista Glamour

Alana Marques, 25 anos, advogada, cristã adventista 

“Sou dessas pessoas fadadas a ter uma vida super-religiosa. Minha família é adventista, uma vertente do cristianismo protestante. Meus avós, meus pais e meus irmãos são da Igreja. Tenho até tios que são pastores. Então vocês podem imaginar que a educação religiosa sempre foi muito forte lá em casa. Quando fui para o Ensino Médio, meus pais me mandaram para um colégio interno adventista, uma tradição familiar. Me sentia em uma grande república. Imagina a festa? Várias meninas de 15 ou 16 anos realizando o sonho de morar com as amigas. Como eu vivia cercada de adventistas, fazia tudo por inércia, e foi só na faculdade que as diferenças passaram a ser uma questão para mim. Uma questão contornável, mas que por vezes pesava. Os adventistas não podem trabalhar, estudar, badalar do pôr do sol de sexta até o pôr do sol de sábado. Então, minhas amigas me chamavam para sair, beber, dançar, e eu tinha de lembrar a mim mesma dos meus ensinamentos. De resto, sou uma menina normal de 25 anos: trabalho, assisto à TV, ouço música, sou vaidosa. Mas sábado é especial, um dia para a gente se guardar.

Nunca senti preconceito, mas muita gente não entendia o fato de eu acreditar na teoria do criacionismo (e negar a evolução) e seguir a fundo essas normas. Minhas amigas diziam para eu pedir para o pastor autorização para sair. Só que nunca foi uma questão de permissão, e sim de crença. No trabalho, meus colegas sempre acharam que eu tinha privilégios por ser liberada sexta à tarde. Não estou nem aí: se cumpri meus deveres, azar de quem achar ruim.

Muita gente vê isso como uma restrição, mas sábado sempre foi meu dia preferido. Além de não ter de me sentir culpada por não estar estudando ou trabalhando, é o dia que passo com minha família. Vamos à igreja, almoçamos todos juntos... Como isso pode ser ruim?”

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

O Novo Culto Jovem Adventista 2014


Quando falamos de culto jovem, temos que associá-lo com adoração. Um culto é uma adoração a Deus, e isto deve nos levar a entender que devemos ter uma visão diferente quando O adoramos.

A clara compreensão do conceito de adoração e seu verdadeiro significado são essenciais ao Ministério Jovem. Adorar a Deus é a motivação do verdadeiro culto. Adoração não significa meramente estar na igreja. O exercício religioso do culto consiste em aprender a viver na presença de Deus e a integrar na vida diária o que se aprendeu na igreja.

Reuniões de companheirismo, de louvor e sociais de forma nenhuma deverão substituir o verdadeiro culto, que é, ao mesmo tempo, contemplação, admiração e reconhecimento da grandeza do Criador.

O Senhor deixou, através da inspiração, luz suficiente para que, a despeito de idade ou cultura, a genuína adoração possa ser reconhecida e praticada. Note o que diz o livro Testemunhos Seletos, vol. ii, págs. 251 e 252:
“Nossas reuniões devem oferecer o maior interesse possível. Deve imperar ali a própria atmosfera do Céu. As orações e discursos não devem ser prolixos e enfadonhos, apenas paraencher o tempo. Todos devem espontaneamente e com pontualidade contribuir com sua parte e, esgotada a hora, a reunião deve ser pontualmente encerrada. Deste modo será conservado vivo o interesse. Nisto está o culto agradável a Deus. Seu culto deve ser interessante e atraente, não se permitindo que degenere em formalidade insípida. Devemos dia a dia, hora a hora, minuto a minuto viver para Cristo; então Ele habitará em nosso coração e, ao nos reunirmos, Seu amor em nós será como uma fonte no deserto, que a todos refrigera, incutindo nas almas esmorecidas um desejo ardente de sorver da água da vida.” 
A chave da adoração na igreja 
Contrariando a crença popular, não existe uma igreja de ontem, e nem uma de amanhã; somente a igreja de hoje, onde jovens e idosos comparecem juntos para adorar e servir ao Senhor. Essa junção de todos representa a chave da adoração.

Ordem e informação são essenciais e todos os que se envolvem no Culto Jovem devem estar conscientes daquilo que está ocorrendo, para que a reunião transcorra sem sobressaltos.

Jovens devem participar das reuniões. É de responsabilidade do líder de jovens ajudá-los a compreender que sempre que as portas da igreja se abrem, há a oportunidade de adoração, tanto na Escola Sabatina, no Culto Divino, nos encontros evangelísticos, nas reuniões de oração, além do próprio Culto Jovem.

Adorar é igual doar. Acima de quaisquer ofertas que possamos trazer, coisa alguma é mais importante que a doação de nós mesmos. Nosso amor por nosso Autor fará com que nos doemos a Ele, em verdadeira adoração, permitindo-Lhe assumir o controle do nosso ser.

Adorar a Deus é algo que requer o preparo da pessoa antes que ela compareça ao local de culto, e os passos essenciais para esse preparo são o arrependimento e a confissão. isto abre o coração à influência do Espírito Santo, ajudando o adorador a tomar mais clara consciência da presença de Deus. A reconciliação de nossas diferenças tornará a adoração uma experiência viva, estimulando o espírito de amor, paz e harmonia.

Se a busca de orientação divina é importante para as nossas atividades do dia-a-dia, o que se dirá então de quem tem a responsabilidade de organizar os cultos jovens da igreja? É por isso que é importante praticar o plano de devoção matinal: oração, estudo da Bíblia e meditação.

De tempos em tempos precisamos ter uma revitalização, porque é possível que as atividades caiam em rotinas e isto leve a perder os objetivos.

Principalmente as atividades espirituais necessitam de constantes lembretes para não perder a essência e o verdadeiro sentido.

Quando fazemos as coisas com mais simplicidade elas tendem a se fortalecer, porque não é necessário que se gaste tempo para criar um programa, mas sim para ter simplicidade e constância, e percorrer os itens que compõem um culto jovem.

Um culto simples precisa ter louvor, intercessão, testemunho e mensagem. O culto é uma reunião dedicada à adoração e louvor a Deus, mediante o canto e testemunhos pessoais dos fiéis, oração e mensagem. Ellen White diz em seu livro Testemunhos Seletos Vol. 2 Pág. 193, dizendo: 
“Os cânticos de louvor, a oração, a palavra ministrada pelos embaixadores do Senhor, são meios que Deus proveu para preparar um povo para a assembleia lá do alto...” 
Com intuito de fortalecer o culto jovem, a Divisão Sul-Americana tomou um voto de fortalecimento das atividades do culto jovem, que está a seguir:

VOTO PARA CULTO JOVEM - DSA

De acordo com o Manual da igreja, o “objetivo do culto é adorar a Deus por Sua obra criadora e pelos benefícios de Sua salvação; compreender Sua Palavra, Seus ensinos e desígnios; comungar uns com os outros em fé e amor; testemunhar de nossa fé pessoal no sacrifício expiatório de Cristo na cruz e aprender como cumprir a comissão evangélica de fazer discípulos” (Mt 28:19, 20).

Sem dúvida, todo crente necessita de comunhão com os membros da família da fé, pois a Palavra de Deus diz: “não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns” (Hb 10:25). Esta necessidade se aplica principalmente aos jovens, que vivem diante das seduções e tentações do presente século.

Com o objetivo de fortalecer este culto jovem, abordaremos alguns fatores que tem impedido o culto jovem de cumprir seu papel, abençoando a igreja e principalmente a juventude.

Considerando:
• Que a juventude precisa ter um culto que retrate sua realidade cujo conteúdo possa apoiá-la diante de suas lutas e desafios;

• Que as muitas atividades como trabalho missionário, comissões e reuniões administrativas, concorrem com o culto jovem tendo-o enfraquecido;

• A importância de reafirmar um dia e hora, para fortalecer a programação;

• O desafio de ter a presença dos líderes da igreja local no culto jovem;

• Que a iniciativa de fortalecer o culto jovem precisa ter o engajamento de todos os líderes da igreja.

• Que o formato atual do culto jovem não está conseguindo atrair a maioria dos jovens; 

• Que ao longo do tempo, este culto já teve distintos nomes como programa, MV, Liga dos Jovens, Encontro Jovem ou simplesmente JA, o que revela tentativas de se adequar a linguagem e formato;

• Que as redes sociais têm promovido grandes mudanças de comportamento social dos jovens;

Propomos que:
• Tenhamos a reafirmação do culto jovem como um programa importante para a vida espiritual da igreja e que haja apoio e participação da igreja para resgatar esse ideal;

• Que o Culto Jovem aconteça nas tardes de sábado e que no mesmo horário não haja concorrência de outras atividades oficiais da igreja;

• Que a liderança da igreja local e seu pastor estejam presentes no Culto Jovem;

• Que em 2014 haja capacitação para o diretor jovem da igreja local, através de cursos e encontros de liderança;

• Que o formato do Culto priorize quatro elementos: Louvor, Intercessão, Testemunho e Mensagem;

• Culto Jovem seja o nome deste programa;

• A revista Ação Jovem e outros materiais promoverão este novo formato ajudando o diretor local a se adaptar às novas necessidades;

• Que as redes sociais potencializem a divulgação e incentivem o debate antecipado dos temas de cada sábado.

Com esse apoio da liderança da igreja, você, líder jovem, pode abraçar essa ideia e promover em sua igreja um Culto Jovem inspirado por Deus e aprovado por Ele. Sendo assim, todos que participarem serão beneficiados e abençoados com este culto. Jovens, idosos, crianças terão um momento marcante para vida espiritual no encontro de sábado à tarde, com louvor, intercessão, testemunho e mensagem. Essa é a nossa e a sua missão!