terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Missão Calebe Rio 40 Graus vai às comunidades

Centenas de jovens e alguns adultos trocaram as férias pelo trabalho missionário e espalharam sobre o amor de Jesus para milhares de famílias nas principais comunidades e pontos turísticos do Rio de Janeiro.

Ao todo são aproximadamente 200 jovens divididos em grupos nas comunidades da Rocinha, no Morro do Alemão, Parada de Lucas, Xerém, Providência, Fragoso e Ilha do Governador. 

Durante a semana, os jovens visitam famílias carentes e comércios e falam da grande esperança que é a volta de Jesus, oferecem estudos bíblicos a população e realizam projetos que beneficiam a população como o curso de como deixar de fumar. E aos finais de semana, os Calebes visitam os pontos turísticos do Rio de Janeiro e aproveitam para continuar o trabalho distribuindo livros, folhetos e oferecendo estudos para a população.

Jovens de Brasília, São Paulo, Espirito Santo, Minas Gerais, Maranhão, Rio de Janeiro e outros lugares do Brasil estão dispostos e determinados com a missão Calebe.

Álvaro Silva, que trocou as férias por fazer parte da Missão Calebe na favela da Rocinha, diz que a experiência é gratificante. “Com certeza, ser Calebe é fazer o trabalho de Deus com muito amor e é ser totalmente dependente de Cristo. No começo, antes de ir a Rocinha, eu tinha um pouco de medo. Hoje, volto agradecido a Deus por ter a oportunidade de falar de Jesus para pessoas que precisavam conhecer sobre a nossa grande esperança, estou dando estudos bíblicos para algumas famílias, isso é maravilhoso”, destacou.

A missão Calebe chegou a Xerém, baixada fluminense, local onde recentemente teve uma grave enchente e muitas pessoas perderam moradias e familiares. A jovem Débora Ferreira, que participa pela terceira vez da Missão Calebe, esteve em Xerém e conta que o projeto tem sido desafiador. “É muito mais difícil encontrar pessoas abertas a estudos bíblicos, a visitas, a convites para a semana evangelística e até mesmo para a entrega dos folhetos em lugares assim que "correm contra o tempo". Mas a nossa missão é "Ide e pregai o evangelho a todo o mundo", encarei esse desafio sabendo que teria grandes provações, como realmente vem ocorrendo. Mas o nosso Deus sabe de nossas necessidades e nos ampara. Ele tem dado força aos Calebes em Xerém, principalmente após a tragédia que afetou essa região no começo de Janeiro. Nossa missão é além de pregar a palavra de Deus, ajudar os necessitados e desabrigados, dando alimentos, roupas e água potável. É muito triste a realidade nesse local, vemos pessoas que perderam tudo, inclusive as esperanças em um Deus de amor. Estamos trabalhando arduamente para atender suas necessidades físicas e espirituais”, testemunhou a jovem Débora.

Na comunidade Parada de Lucas, os jovens realizaram pesquisa religiosa e como resultado 80 pessoas aceitaram estudar a Bíblia. O trabalho missionário tem continuidade com palestras feitas as noites sobre a importância de buscar a Deus.

O líder da Igreja Adventista do Rio de Janeiro, pastor Montano de Barros, apoia o projeto Missão Calebe Rio 40 graus e parabeniza aos jovens por terem aceitado esse desafio de evangelizar os cariocas principalmente em lugares que antes era quase impossível se ter acesso. “Admiro e abraço esse projeto, os jovens devem estar envolvidos com a missão e manter o foco que é de pregar a mensagem”, destacou em uma de suas visitas ao grupo na comunidade da Rocinha.

Para o líder de jovens do Rio de Janeiro, pastor Max Douglas, o Rio de Janeiro foi “invadido” pelos Calebes nestas férias na Operação Rio. “Debaixo de um sol de 40 graus, subindo e descendo corredores e vielas das comunidades, mais de 200 Calebes aceitaram o desafio e estão fazendo a diferença para alguns locais quase inalcançáveis no ano passado. A pacificação abriu caminho para a verdadeira paz. Jovens de 6 estados diferentes mostraram que estão longe de serem o futuro da igreja, mas são o presente”, concluiu.

Revista Adventista - Esperança para as Grandes Cidades


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O que a igreja teria que aprender com o Carnaval?


Seria lícito tomar o desfile do Carnaval como analogia de nossa caminhada cristã? Certamente, a maioria dirá que não. Afinal de contas, o Carnaval é a festa pagã por excelência, onde, além de toda promiscuidade, entidades pagãs são homenageadas. 

Eu poderia gastar muitas linhas tecendo críticas justas a esta festa em que tantas famílias são desfeitas, e inúmeras vidas destruídas. Porém hoje, quero pegar a contramão. Por que será que os cristãos sempre enfatizam os aspectos ruins de qualquer manifestação cultural? Se vivêssemos nos tempos primitivos da igreja cristã, como reagiríamos ao fato de Paulo tomar as Olimpíadas como analogia da trajetória cristã neste mundo? Ora, os jogos olímpicos celebravam os deuses do Olimpo. Portanto, era uma festa idólatra. Os atletas competiam nus. Sem contar as orgias que se seguiam às competições. Sinceramente, não saberia dizer qual seria pior, as Olimpíadas ou o Carnaval. Porém Paulo soube enxergar alguma beleza por trás daquela manifestação cultural. A disposição dos atletas, além do seu preparo e empenho, foram destacados pelo apóstolo como virtudes a serem cultivadas pelos seguidores de Cristo.

E quanto ao Carnaval? Haveria nele alguma beleza, alguma virtude que pudesse ser destacada do meio de tanta licenciosidade? Acredito que sim. Embora jamais tenha participado, talvez por ter nascido em berço evangélico tradicional, posso enxergar alguma ordem no meio do caos carnavalesco. Destaco a criatividade dos foliões, principalmente dos carnavalescos na composição das fantasias, dos carros alegóricos, do samba-enredo. Eles buscam a perfeição. Diz-se que o desfile do ano seguinte começa a ser preparado quando termina o Carnaval. É, de fato, um trabalho árduo que demanda muito empenho.

Se houvesse por parte de muitos cristãos uma parcela da dedicação encontrada nos barracões de Escolas de Samba, faríamos um trabalho muito mais elaborado para Deus. Buscaríamos a excelência, em vez de nos contentar com tanta mediocridade.

O desfile começa com a concentração. É ali que é dado o grito de guerra da Escola, seguido pelo aquecimento dos tamborins. A concentração equivale à congregação. Nosso lugar de culto (comumente chamado de “templo” ou “igreja”) é onde nos concentramos e aquecemos nosso espírito. Porém, a obra acontece lá fora, “na avenida” do mundo. Muitos cristãos acreditam ingenuamente que a guerra se dá na concentração. Por isso, a igreja atual é tão em-si-mesmada, isto é, voltada para dentro de si. Ela passou a ser um fim em si mesmo. A avenida nos espera!

À frente vai a comissão de frente, seguida pelo carro alegórico abre-alas. Compete aos componentes dessa comissão a primeira impressão. A comissão de frente da igreja de Cristo é formada pelos que nos precederam, que abriram caminho para as novas gerações. Não podemos permitir que caiam no esquecimento. Também são os missionários, que deixam sua pátria para abrir caminho em outros rincões. Grande é sua responsabilidade, e alto é o preço que se dispõem a pagar para que o Evangelho de Cristo chegue à populações ainda não alcançadas. Paulo fazia parte da comissão de frente da igreja primitiva. Chegamos a esta conclusão quando lemos o que escreveu aos coríntios: “Para anunciar o evangelho nos lugares que estão além de vós, e não em campo de outrem” (2Co 10:16). Ele preferia pescar em alto mar, e não no aquário dos outros. 

No meio do desfile encontramos o casal de porta-bandeira. Eles exibem orgulhosamente o pavilhão da Escola. Seus gestos e passos são cuidadosamente combinados, para que a bandeira receba as honras devidas. É triste verificar o quanto a bandeira do Evangelho tem sido chacoalhada, pois os que a deveriam ostentar, são os primeiros a desonrá-la com seu mal testemunho. Os cristãos primitivos se dispunham a pagar com a própria vida para que seu testemunho de fé fosse validado e o nome de Cristo fosse honrado.

Ao término do desfile chega o momento da dispersão. É hora de partir, levando a certeza de que todos deram o melhor de si. Alguns saem machucados, com os pés sangrando, com as forças exauridas. Mas todos saem alegres, esperançosos de que sua escola seja a campeã. Todos estamos a caminho do fim do desfile. O momento da dispersão está chegando, quando deixaremos este corpo, nossa fantasia, e seremos saudados pela Eternidade. Que diremos nesta hora? Não haverá novos desfiles. Terá chegado o fim de nossa trajetória? Não! Será apenas o começo de uma nova fase existencial. Deixaremos nossas fantasias, para nos revestirmos de novas vestes celestiais. Falaremos como Paulo em sua carta de despedida a Timóteo: 

“O tempo da minha partida está próximo. Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda” (2Tm 4:6b-8).

Aproveitemos os instantes em que estamos na avenida desta vida, celebremos a verdadeira alegria, infelizmente ainda desconhecida por muitos foliões, e que não terminará em cinzas. 

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Tatá Werneck será “mocinha evangélica” em novela da Globo

A atriz Tatá Werneck é considerada uma das grandes revelações do humor nos últimos anos. Ele fazia programas na MTV que despertaram o interesse de outras emissoras. Tatá ganhou destaque com personagens como Fernandona, Taty Periguete e Roxanne.

Depois de muita insistência, ela assinou contrato com a Rede Globo e deve ser uma das atrações da novela “Em Nome Do Pai”, de Walcyr Carrasco, que irá substituir “Salve Jorge” a partir de 10 de junho. Ela havia recebido um convite para ter um programa no Multishow, mas preferiu a novela.

Será sua primeira personagem e, segundo as agências, na primeira parte da trama, Tatá será uma “periguete”, interpretando a filha de Elizabeth Savalla, uma ex-vedete que odeia Rita Cadilac. Moça pobre, será incentivada pela mãe a fazer qualquer coisa para “se dar bem” e subir na vida.

Segundo foi divulgado, ela tentará, sem sucesso, engravidar de pagodeiros e de jogadores de futebol famosos. Contudo, terá uma experiência de conversão e mudará de vida no meio da novela. E pode se transformar em uma famosa cantora gospel.

Walcyr Carrasco já disse que pretende “mostrar que a descoberta de uma religião pode levar à concepção correta de felicidade”.

Em princípio, a primeira “mocinha evangélica” de uma novela não será tratada de forma pejorativa, mesmo que sua intérprete seja humorista.

Aparentemente, esse é um resultado das reuniões de diretores da Globo com líderes de igrejas evangélicas. Seria um pedido do pastor Silas Malafaia e do bispo Robson Rodovalho, que gostariam de uma maior aproximação da emissora com o público evangélico. Isso tem sido visto em participação de artistas evangélicos em programas da emissora, além da parceria no “Festival Promessas”.

Fonte: Gospel Prime

Jovens adventistas evangelizam nas praias do Rio

O mês de janeiro foi uma explosão jovem de evangelismo na praia da Barra da Tijuca, zona oeste do Rio. Enquanto banhistas aproveitavam o lazer e o sol, cerca de 600 pessoas escolhiam a praia para louvar a Deus e pregar o evangelho.

Foram quatro sábados de muito louvor, adoração, testemunho e mensagens inspiradoras. Com uma média de 600 pessoas em cada encontro, das quais aproximadamente 150 eram interessados e curiosos que passavam no local. A cada encontro, eram distribuídos livros missionários e alimentos. Depois do culto, a juventude se unia em horas sociais. No último encontro, dia 26 de janeiro, aconteceram cinco batismos na praia e foi um momento especial de entrega e reconsagração a Deus. Jovens Calebes também estiveram presentes e depois retornaram aos seus pontos de pregação das férias.

Grupos musicais abrilhantaram as programações, entre eles: Banda Identidade, Paula Chacon, Grupo Invox e Amerson Silfor. E os palestrantes foram os pastores Deusdeth Soares (Líder de Jovens da Associação Rio Sul), Alcemir Malgueira (Distrito de Freguesia), Pedro (Igreja Central de Niterói) e Rodrigo (Igreja de Jardim Novo).

Após o temporal que assolou os moradores de Xerém nos primeiros dias do ano, doações como roupas, alimentos e água foram recebidas e encaminhadas para o auxílio dos moradores da região. A mobilização foi espontânea e significativa e o grupo teve a iniciativa logo após o acontecimento do desastre causado pelas chuvas.

Uma equipe com 40 pessoas, das igrejas de Rio das Pedras, Freguesia, Gardênia Azul, Cidade de Deus e Curicica esteve envolvida na organização. Segundo Alcemir Malgueira, líder distrital de Freguesia, “o evento teve o objetivo de mobilizar a juventude para ações missionárias e para impactar pessoas e os próprios jovens; eles dedicaram seus talentos na adoração ao nosso Deus e na integração do distrito e de todas as igrejas envolvidas do Rio. Foi a primeira vez que finalizamos os encontros com o batismo na praia, a ideia será fortalecida para 2014”.

Silas Malafaia e Gabi, o embate do século


São mais de duas da manhã, e o povo evangélico ainda não foi dormir. As redes sociais não falam de outra coisa: o embate do século. De um lado Marília Gabriela, com suas madeixas louras, seus óculos de armação colorida, pesando alguns pontos de audiência. Do outro lado, o mais controverso tele-evangelista brasileiro, Silas Malafaia, com suas 120 igrejas (70 alugadas, 50 próprias), seu avião, sua casa em Boca Raton, e seus supostos 300 milhões de reais (que segundo ele, não passariam de míseros 4,5 milhões). 

Prometi a mim mesmo que não escreveria sobre isso em meu blog. Mas a tentação foi grande e acabei cedendo. Silas é um empreendedor. Homem de visão. Empresário. Marqueteiro de primeira. Defensor dos fracos e desvalidos, paladino dos valores da família e da moral cristã, etc. Considerados por muitos o inimigo número 1 do movimento gay. 

Não é à toa que seja tão cultuado nos setores mais conservadores do evangelicalismo brasileiro. Ele tem mérito para isso. Seu estilo agressivo atrai multidões. Todos querem testemunhar in loco seu jeito amalandrado de se expressar. 

Para uns, o resultado da briga, ops, da entrevista, favoreceu o ex-bigodudo. Para outros, a loura o nocauteou. Não quero ater-me a isso. Quem perdeu foi a igreja, cuja credibilidade ficou mais uma vez exposta por conta do discurso moralista radical do líder da ADVEC. 

Assuntos de primeira grandeza tais como a corrupção, a justiça social, a salvação gratuita bancada pela cruz de Cristo, passaram em largo. Tudo girou em torno do seu patrimônio, que o coloca na lista dos pastores mais ricos do Brasil, da teologia da prosperidade (antes combatida por ele) e da homossexualidade. 

Como bom debatedor que é, se Silas quisesse, ele conduzia a entrevista noutra direção. Porém, ele sabe que o que dá IBOPE é a polêmica. É disso que vive seu ministério. Trata-se de sua marca registrada. Foi justamente isso que lhe rendeu notoriedade.

O mais conhecido tele-evangelista brasileiro desperdiçou a oportunidade de falar ao Brasil inteiro acerca da graça salvadora de Cristo. Ele vociferou. Foi contundente. Apontou o dedo. E por fim, ouviu dos lábios da Gabi: "Que o meu Deus, que não sei se é o mesmo que o teu, te perdoe" (o que considerei uma deselegância vindo de uma das maiores jornalistas brasileiras)

Sabe aquele pit bull que é ótimo pra guardar a sua casa, mas que lhe deixa constrangido pela reação que desperta nas pessoas quando você o leva pra passear? pois é... Tem gente que é ótima para proteger o quintal, mas péssima como relações públicas. Cada um serve a seu propósito... Quem tem ouvidos, ouça. Se quero que as pessoas se sintam bem-vindas à minha casa, prendo o pit bull. Prefiro mantê-lo solto somente à noite, quando vou dormir. 

Creio que a igreja até precise de homens como Silas para serem guardiões dos valores morais. Porém, isto não é da conta do mundo. Questões doutrinárias e comportamentais a gente resolve no quintal. 

Não será um pequenez que afugentará ladrões. Mas para passear pelos jardins, prefiro a companhia agradável do pequenez à do pit bull. 

Lamentavelmente, o mundo continuará olhando para nós com medo de aproximar-se. Novos pregadores assimilarão os trejeitos malafaianos, pois afinal, todos querem ser como ele quando crescerem.

O que o mundo precisa saber é que nos importamos não apenas com valores que nos são caros, mas também com aquilo que diz respeito à todos, independente de credo. A moral não pode pesar mais que a ética. Quem se coloca contra a promiscuidade homo ou heterossexual, também deveria portar-se contra a promiscuidade política. Quem denuncia adultérios, deveria igualmente denunciar as falcatruas feitas com dinheiro público, inclusive para beneficiar instituições ligadas às igrejas. 

Peço a Deus que levante ainda em nossos dias homens como Martin Luther King Jr. que consigam conclamar nosso povo à mobilização por mudanças em nossa sociedade. Como carecemos de líderes, que, por não terem rabo preso com setores políticos, desfrutem de isenção profética para colocarem o dedo nas chagas sociais, denunciar o pecado estrutural, desafiar nosso povo a romper com a cultura do 'jeitinho', etc. 

Ainda não perdi a esperança... E, sinceramente, não me importaria se esse cara fosse ele.

 

Hermes C. Fernandes: Cristianismo Subversivo

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Programa "Em busca das origens" - Hoje ao vivo pela web

Hoje, a partir das 20h, na sede da DSA, em Brasília, será transmitida via web (aovivo.adventistas.org) uma entrevista com três especialistas em temas relacionados ao criacionismo. "Em busca das origens" é o título do programa e Michelson Borges será o "âncora". 

No primeiro bloco, haverá uma conversa com o biólogo e doutor em genética Wellington Silva, da Faculdade Adventista da Bahia. O tema da entrevista será a origem da vida e as evidências de design inteligente na natureza, especialmente no genoma humano. No segundo bloco, o geólogo e doutor em engenharia Nahor Neves de Souza Jr. abordará o tema do dilúvio de uma perspectiva geológica e falará também sobre métodos de datação. Finalmente, no terceiro bloco, será a entrevista com o doutor em teologia e em arqueologia Rodrigo Silva. Ele vai falar sobre as evidências históricas e arqueológicas que respaldam a Bíblia como fonte segura de informações para o criacionista. 

Após cada entrevista, haverá espaço para interação com os internautas e respostas a perguntas enviadas por eles. O programa será transmitido também pelo canal executivo da TV Novo Tempo.

"Em busca das origens" é um evento que se soma a outros esforços e programas criacionistas previstos para este ano: a Lição da Escola Sabatina deste trimestre; o 7º Encontro Nacional de Criacionistas, realizado em janeiro, no Unasp, campus São Paulo; o Simpósio Universitário que será realizado em maio, no Unasp, campus Engenheiro Coelho, em maio; entre outros.

Fonte: Portal USB